quarta-feira, 11 de agosto de 2021

O GRANDE LIVRAMENTO DE DEUS – Pr. Hernandes Dias Lopes

 21 de março -Espere pelo Livramento de Deus | Bênçãos Diárias


“Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas, os meus olhos, da queda, os meus pés” (Sl 116.8).

            Muitos estudiosos atribuem o Salmo 116 ao rei Ezequias. Este piedoso rei de Judá governava em Jerusalém, quando o império Assírio conquistou o reino do Norte. Anos depois, o exército assírio sitiou Jerusalém e o comandante deu ordens expressas a Ezequias para se render, dizendo-lhe que seu Deus não poderia livrá-lo de suas mãos. Não bastasse esse cerco de um poderoso exército inimigo, Ezequias adoeceu mortalmente e o profeta Isaías foi enviado ao rei para dar-lhe um recado urgente: “Põe em ordem a tua casa, porque certamente morrerás, e não viverás”. Ezequias vira o rosto para a parede, ora fervorosamente e chora copiosamente. Deus responde-lhe rapidamente, curando-o de sua enfermidade e livrando-o da iminente invasão assíria.

            O Salmo em apreço é o testemunho de Ezequias acerca do grande livramento de Deus. No versículo em tela, o livramento de Deus é descrito de três formas eloquentes:

            Em primeiro lugar, o livramento espiritual (Sl 116.8a). “Pois livraste da morte a minha alma…”. O maior cativeiro que o homem enfrenta não é aquele que aprisiona seu corpo e limita seu direito de ir e vir, mas o cativeiro espiritual. A prisão espiritual encerra o homem numa masmorra de trevas, sob as algemas do pecado. Aquele que pratica o pecado é escravo do pecado, vive na coleira do diabo, debaixo do látego dos vícios deletérios. O mundo está posto no maligno. O príncipe da potestade do ar atua nos filhos da desobediência. Estes, vivem na casa do valente, na potestade de Satanás, no reino das trevas. A menos que Jesus, o mais valente, resgate-os da casa da servidão, permanecerão debaixo do tacão cruel desse feitor de escravos. Certamente, a maior necessidade do pecador é ser liberto espiritualmente. Essa libertação não se alcança por meio de ritos sagrados nem pelo expediente do esforço humano. Somente Deus pode libertar os cativos e tornar o homem verdadeiramente livre.

            Em segundo lugar, o livramento emocional (Sl 116.8b). “… das lágrimas, os meus olhos…”. O cativeiro emocional é consequência do aprisionamento espiritual. O pecado é a causa do maior sofrimento humano. O pecado é maligníssimo. É pior do que a prisão. É mais devastador do que a enfermidade. É mais dolorido do que a pobreza mais extrema. O pecado é pior do que a própria morte. Todos esses males, embora tão medonhos, não podem afastar o homem de Deus, mas o pecado afasta o homem de Deus no tempo e na eternidade. A vida, por causa do pecado, tem se tornado, não raro, numa sinfonia de gemidos, num vale de lágrimas. A cura para esses tormentos da alma não é encontrada nas taças borbulhantes dos prazeres mundanos. A libertação do sofrimento emocional não se encontra nas técnicas psicológicas nem mesmo nos remédios terapêuticos. Somente Deus pode enxugar dos nossos olhos toda lágrima. Somente Deus pode aliviar nossa dor e livrar nossos olhos das lágrimas.

            Em terceiro lugar, o livramento moral (Sl 116.8c). “… da queda, os meus pés”. Desde que o pecado entrou no mundo, por um só homem, todos os homens tornaram-se pecadores. Não há homem que não peque. Todos nós tornamo-nos vulneráveis. Não podemos ficar de pé escorados no bordão da autoconfiança. Somos fracos. Deus segura a nossa mão ou caímos fragorosamente. Deus nos mantém de pé ou tombamos, vencidos pela tentação. Nenhum de nós consegue viver em santidade, a menos que Deus mesmo nos sustente. Sem a assistência da graça de Deus, todos nós estaríamos na lama. Sem a ação restringidora da graça todos nós fracassaríamos rotundamente. É Deus quem nos sustenta e nos mantém de pé. É Deus quem fortalece os nossos joelhos trôpegos para não tropeçarmos. É Deus que nos livra do mal e não permite que nossos pés resvalem. Só de Deus vem o nosso livramento espiritual, emocional e moral!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Em Cristo,

Mário

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

CONFESSANDO OS PECADOS A DEUS



Por: Rev. Dr. Augustus Nicodemus


1João 1:8-10


O apóstolo João descreve nessa passagem duas maneiras de encararmos nossos pecados, e as conseqüências de cada uma delas. A primeira é uma indisposição para o reconhecimento da nossa pecaminosidade (1.8,10). A segunda, é uma atitude humilde e franca de reconhecimento (1.9). É nessa última atitude que iremos nos concentrar nesse artigo.

João diz que “se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. “Confessar” significa literalmente, na língua grega, “dizer a mesma coisa”, ou seja, concordar com o que alguém outro está dizendo. O contexto deixa claro que confessar nossos pecados significa concordar com o diagnóstico de Deus a nosso respeito, que somos pecadores e que temos cometido pecados.

Muito embora a doutrina católico-romana ensine a necessidade da confissão auricular a um sacerdote para a absolvição, o contexto da nossa passagem deixa claro o ensinamento de João: devemos confessar nossos pecados a Deus, primeiramente, pois somente ele pode nos perdoar e remover nossa culpa. Outras passagens das Escrituras nos ensinam que, em determinadas ocasiões, é necessário confessarmos nossa culpa às pessoas que foram prejudicadas pelos nossos pecados, para que seja restaurada a comunhão que havia sido interrompida pelo nosso erro (Lc 15.21).

O que todos os verdadeiros crentes experimentam ao confessar seus pecados, é que ele (Deus) é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça (1.9b). A palavra “fiel” significa propriamente “confiável”. Fidelidade ou confiabilidade é um dos atributos de Deus. Sua fidelidade consiste em sempre cumprir o que promete. Deus cumprirá suas promessas de perdão feitas ao seu povo, e que foram seladas no sangue de Jesus (cf. 1.7), quando nós humildemente lhe confessarmos nossos pecados. Assim, sabemos que a certeza do perdão não é uma questão de sentirmos que fomos perdoados, mas de Deus ser fiel ao que prometeu. E ele não pode falhar (cf. 2Tm 2.13).

João ainda acrescenta que “Deus é justo” para nos perdoar os pecados (1.9). A morte sacrificial de Jesus é certamente o pano de fundo da afirmação de João aqui em 1.9, de que Deus é justo para perdoar os nossos pecados, quando nós os confessamos. Ou seja, Deus fará o que é justo: ele nos perdoará e limpará de toda maldade, pois nossa culpa já foi paga por Jesus Cristo.

João menciona as duas coisas que o Deus fiel e justo fará se confessarmos nossos pecados: perdoá-los e nos purificar de toda injustiça. Primeiro, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados (1.9b). Perdoar na língua grega tem vários significados parecidos, como “despedir”, “mandar embora”, “cancelar”, “afrouxar”, “abandonar”, “deixar para trás”, etc. Quando usado em relação a pecado, ou iniqüidade, significa “remitir” ou “cancelar”, daí a idéia de “perdoar”. Segundo, Deus é fiel e justo para nos purificar de toda injustiça (1.9b; cf. 1.7). Perdoar pecados e purificar da injustiça significam a mesma coisa. Somente que esta última frase enfatiza um outro aspecto do perdão de Deus, ou seja, ele remove as manchas e as conseqüências do pecado em nossa vida.

O perdão que Deus nos promete mediante a confissão não é um encorajamento para continuarmos a pecar. A manifestação do perdão e da graça de Deus visa uma vida sem pecado. Quem abusa da confissão como válvula de escape para o pecado, com certeza nunca foi realmente perdoado por Deus e está se enganando. 

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Fonte :http://tempora-mores.blogspot.com.br/2017/12/confessando-os-pecados-deus-1joao-18-10.html
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Em Cristo,
Mário

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

AS BÊNÇÃOS DA GENEROSIDADE – Pr. Hernandes Dias Lopes

 



“O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre” (Pv 22.9).

            O livro de Provérbios é um manual de sabedoria. Encerra princípios, que, se observados, conduz-nos a uma vida maiúscula e superlativa. Destacamos alguns pontos, aqui, acerca da generosidade:

            Em primeiro lugar, a generosidade é um ganho e não uma perda (Pv 11.24). “A quem dá liberalmente, ainda se lhe acrescenta mais e mais; ao que retém mais do que é justo, ser-lhe-á em pura perda”. Na matemática divina, quanto mais você distribui, mais você tem. Quanto mais sementes de bondade você espalha, mais Deus multiplica a sua sementeira. Aquele que, com usura, fecha as mãos ao necessitado, e não socorre o aflito, as sementes que segura com tanta avareza, vazarão pelos seus dedos. As sementes que se multiplicam não são aquelas que comemos, mas as que semeamos. Estou de pleno acordo com o que disse o mártir do cristianismo, Jim Elliot: “Não é tolo aquele que dá o que não pode reter, para ganhar o que não pode perder”.

            Em segundo lugar, a generosidade é a porta de entrada da prosperidade (Pv 11.25). “A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado”. Deus faz tanto o rico quanto o pobre. É Deus quem fortalece as nossas mãos para adquirirmos riquezas. Riquezas e glórias vêm das mãos de Deus. A bênção do Senhor enriquece, e, com ela, ele não traz desgosto. Toda boa dádiva procede de Deus. Nada trouxemos para este mundo nem nada dele levaremos. Não somos donos de nada. O Senhor é o dono do ouro e da prata. Tudo pertence a ele. Somos apenas seus mordomos. O que o Senhor requer de nós é que sejamos fiéis na mordomia dos seus bens. Se o dono é generoso, a única maneira de sermos fiéis ao dono, é sermos generosos com os bens do dono que estão sob nossa administração. Na medida que somos generosos com o que nos foi confiado, então, o Senhor, o dono de tudo, nos faz prosperar e coloca mais recursos em nossas mãos para administrarmos. Aqueles que acumulam, de forma egoísta, embora tendo muito, jamais sentem-se saciados. Quem ama o dinheiro, dele nunca se satisfaz. Porém, aqueles que dão de beber aos sedentos serão saciados.

            Em terceiro lugar, a generosidade traz ricos dividendos (Pv 19.17). “Quem se compadece do pobre, ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício”. Os reformadores do século dezesseis falavam, com frequência, sobre o mistério do pobre e o ministério do rico. Os ricos têm mais, não para reter com usura, mas para distribuir com generosidade. Quando você se compadece do pobre, suprindo suas necessidades, você faz um empréstimo ao próprio Deus. O Senhor, dono de todas as coisas, se torna o seu credor. O Senhor nunca fica em débito com ninguém. Fica claro, portanto, que a generosidade traz dividendos abundantes, mas a usura prejuízos certos.

            Em quarto lugar, o generoso está sob a bênção de Deus (Pv 22.9). “O generoso será abençoado, porque dá do seu pão ao pobre”. O generoso dá a quem não pode lhe retribuir. Não se trata de uma barganha lucrativa. Generosidade não é um negócio. Não devemos dar com a intenção de receber de volta uma recompensa. Deus não ama o que é dado, mas a quem dá com alegria. Aquele que dá do seu pão ao pobre não dá apenas porque lhe sobra, mas dá porque ama. Ele tira um pouco do que lhe é necessário, motivado pelo amor. Por isso, ele é abençoado e abençoado por Deus.

            Em quinto lugar, a generosidade traz provisão e evita maldição (Pv 28.27). “O que dá ao pobre não terá falta, mas o que dele esconde os olhos será cumulado de maldições”. Jesus disse que sempre temos os pobres conosco e podemos fazer o bem a eles quando quisermos. Mas, esconder os olhos dos pobres, tendo nós condições de socorrê-los, é atrair maldições sobre a nossa própria cabeça. Não ficamos mais pobres por ajudarmos os pobres. Ao contrário, Deus, o nosso provedor, nunca nos deixará ter falta. A generosidade não é uma subtração, mas uma adição e uma multiplicação!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Em Cristo,

Mário 

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

O MAIS IMPORTANTE QUE DEUS SEJA GLORIFICADO

Por  Mário César de Abreu


"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."(I Coríntios 10 : 31)



Amados,no verso acima o apóstolo Paulo,escrevendo aos coríntios,e portanto a crentes,os exorta  a fazerem tudo com o objetivo de glorificar ao Senhor. Esta mensagem vale para todos os crentes de todas as épocas.Não é somente no culto público que deve haver a conciência de dar a  Deus a glória e a honra devidas a Ele mas,em todos os momentos,em todos os lugares e nas mais diversas circunstâncias,os que professam a fé em Cristo,devem glorificar a Deus com suas vidas.Os pensamentos,as intenções do coração,as palavras e todas as obras precisam ter o fim principal de exaltar o nome do Senhor; vejam o que diz Pedro:"Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém."  (I Pedro 4 : 11).


Agora vejam o que diz Paulo à Timoteo:"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,"(II Timóteo 3:1,2)
.Notem que se os homens são amantes de si mesmos,eles não querem e não vão glorificar a Deus em suas vidas e tem muitos crentes que estão nesta situação,amando a si e nem de longe glorificando ao Senhor. E por que isso acontece até com crentes? Vários são os fatores que levam a isso,vou citar alguns.


Primeiro: O mundo de hoje vive o relativismo. O que seria isso? O relativismo é uma doutrina que prega que algo é relativo, contrário de uma idéia absoluta, categórica. Atitude ou doutrina que afirma que as verdades (morais, religiosas, políticas, científicas, etc.) variam conforme a época, o lugar, o grupo social e os indivíduos de cada lugar.(Wikipédia)

Nada é absoluto,tudo é relativo,cada um acredita ter sua própria verdade e faz suas próprias regras para dirigirem suas vidas,quando o verdadeiro é que a unica regra de" fé" e "conduta" é a bíblia, que é a revelação de Deus para o homem.O fato então, da sociedade estar sendo cada vez mais relativista, torna ainda mais difícil a compreenção por muitos crentes que não tem vigiado(nem orado) que "o importante e prioritário é a glória de Deus ou seja,Ele é soberano e deve ser glorificado em tudo.Estão vivendo como no tempo em que Israel possuía Juízes."Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos." (Juízes 17:6)

Muitos professam a fé em Cristo mas,vivem como se Deus não existisse;"curtindo a vida",fazendo o que "dá na cabeça" e nem se lembram que Ele é o criador e mantenedor da vida e deve ser adorado e receber toda a glória.Seguem desapercebidos da realidade,imaginam que estão no controle de tudo,que sabem tudo,que o importante é ser crente vitorioso que canta,produz e vende Cds ou Dvds para entreterem os seus "fã clubes"; outros se auto-intitulam "apóstolos",bispos,etc e abrem ministérios que em vez de pregar a mensagem da cruz de Cristo,dão ênfase a milagres(milagres?) e outras coisas que chamam a atenção e assim,"faturam alto" com suas vítimas ou serão ovelhas? Ovelhas talvez mas,não de Jesus pois vejam o que o Bom Pastor diz de suas ovelhas: "Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos."
(João 10:5)




Segundo: As heresias hoje ensinadas.Outro obstáculo para se viver de modo a dar gloria ao Senhor são as muitas fábulas que se propagam pelo mundo e que adentraram às igrejas(denominações). A chamada teologia da prosperidade,por exemplo, ensina que o importante é a satisfação pessoal do homem e não a glória de Deus; ensinamento este contrário à sã doutrina do evangelho e que prega que o homem deve buscar sua vitória financeira como objetivo primeiro em sua vida e não o reino de Deus como ensina as escrituras- "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."  (Mateus 6 : 33)-esta falácia tem levado muitos crentes a agirem como se  Deus fosse um "servo" do homem porque afirma, fundamentada em versículos isolados, que "plantando sementes"(ofertas financeiras) em algum ministério de homens mercenários e mentirosos,pode se receber de Deus muitas vezes mais do que foi "semeado", almejando com isso, as riquezas deste mundo através de supostas "barganhas" com Deus, blasfemando assim do evangelho-"E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita." (II Pedro 2:1-3). Segundo o texto acima,os falsos doutores, introduzem de modo "encoberto", heresias de perdição, são avarentos(amam o dinheiro) e fazem comércio do povo de Deus com palavras fictícias (invencionices) e desta forma, o caminho da verdade(evangelho) é blasfemado. Notem que nada disso pode glorificar a Deus, e quanta gente,que outrora serviu ao Senhor,hoje, por influencia destes líderes diabólicos,seguem como eles, apostatando das verdades essenciais do evangelho,negando ao Senhor que os resgatou,como diz Pedro. Existem vários outros ensinamentos errados que tem proposto que o que importa é o sucesso do homem e não a glória de Deus;a confissão positiva(decretar,determinar),o triunfalismo(todos nasceram para vencer),etc.


Terceiro: A negligência ao primeiro dos dois mandamentos que Jesus deixou. "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento."  (Marcos 12 : 30)Muitos já não se lembram,outros nunca entenderam o significado deste mandamento que coloca a Deus acima de tudo e de todos,seja bens,desejos e inclusive pessoas como: amigos,pais,filhos,cônjuges,etc. Somente o crente que ama a Deus desta forma,entende que deve almejar e se esforçar para glorifica-lo em tudo quanto faz; desde o levantar até ao deitar é preciso ter no coração o entendimento de que a glória de Deus é o dever primeiro e absoluto de todo homem que professa a fé cristã. O Senhor será propício àqueles que assim fizerem"E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos."  (Êxodo 20 : 6) mas,trará juizo sobre aqueles que  em vez de ama-lo,amam a si próprios não lhe dando glória."Dai glória ao SENHOR vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem vossos pés nos montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em sombra de morte, e a reduza à escuridão."  (Jeremias 13 : 16)

Pensem nisso!


Em Cristo,

Mário César de Abreu

 


Por Mário César de Abreu

"Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos." (I João 4 : 9)
Amados,esta é a mensagem do evangelho: "Deus manifestando seu amor ao homem enviou Jesus,que se ofereceu em sacrifício na cruz,para que haja vida em vez de morte".Herdando a natureza pecaminosa de Adão e por isso separado de Deus,o homem já nasce condenado a passar a eternidade no inferno."Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;" (Romanos 3 : 23).
"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 6 : 23).
Somente o amor de Deus provê salvação em Cristo."Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele." (João 3 : 17).E esta salvação é nos oferecida pela graça de Deus que é o favor não merecido de Deus para nós:"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus." (Efésios 2 : 8).
Jesus já pagou o preço derramando na cruz o seu precioso sangue:Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores(Rom. 5:8).
Sendo rebelde e devedor a Deus que é Santo,o homem pecador não pode salvar a si mesmo e é aí que entra o infinito amor de Deus."Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16).Mas o homem precisa aceitar esta salvação,precisa crer em Jesus e considerar sua obra de redenção.
O autor aos Hebreus escreve:"Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;" (Hebreus 2 : 3).
Apesar de ser esta,uma "tão grande salvação",tem muita gente trocando este evangelho por fábulas de homens.Veja o que Paulo diz na carta para Tito:"Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade." (Tito 1 : 14).
Paulo  alerta a Tito a não dar ouvidos às doutrinas de homens que se desviam da verdade do evangelho,homens como existem nos dias atuais,pregando um falso evangelho que baseado na teologia da prosperidade,triunfalismo e outros desvios doutrinários desviam os homens do ensino principal do evangelho que é a salvação de nossas almas através da fé em Cristo.

Esta é a mensagem da cruz de Cristo,a única que resolve o grande problema da humanidade que não é a falta de dinheiro,posição social ou qualquer outra coisa senão que o homem precisa ser salvo de uma vida separada de Deus aqui e no inferno eternamente.
"Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?" (Mateus 23 : 33)
Estas palavras foram ditas por Jesus aos farizeus(seita judaica) que tanto o rejeitaram e eu pergunto o mesmo: como escapar do inferno rejeitando a Cristo,não atentando para tão grande salvação? Se Jesus é a unica fonte de vida,de que adianta crer em um evangelho onde o homem é o centro de tudo? De que adianta ser um famoso cantor "gospel" cantando no meio dos infiéis em programa de auditório,se misturando com o mundo?"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (II Coríntios 6 : 14) De que adianta ajuntar muitos tesouros na terra e nemhum no céu?"Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam." (Mateus 6 : 20).

E então,o que vai ser: A mensagem da cruz ou as mensagens dos homens?

Em Cristo,

Mário César de Abreu

 

sexta-feira, 10 de maio de 2019

EU SEI EM QUEM TENHO CRIDO

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“E por isso estou sofrendo estas coisas; todavia, não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2Tm 1.12).

Paulo está preso em Roma pela segunda vez. Agora, não mais com certas regalias, mas jogado na masmorra Marmetina, um lugar úmido, frio, insalubre e nauseabundo. Esse bandeirante do cristianismo já está velho e cheio de cicatrizes. Pesa sobre ele a imputação do mais severo crime. Acusam-no de ser o líder dos incendiários de Roma. A mais rica, a mais poderosa, a mais populosa cidade do mundo, a cidade de Roma, a capital do império, ardeu em chamas sete noites e seis dias, de dezessete de julho a vinte e quatro de julho do ano 64 d.C. Setenta por cento da cidade foi atingida pelas chamas. Esse crime horrendo foi colocado na conta dos cristãos. Como resultado, houve um massacre sangrento contra eles. Foram crucificados e queimados vivos para iluminar as noites de Roma. Paulo, como o líder mais conhecido dos cristãos ocidentais, foi preso e jogado nessa prisão imunda, de onde as pessoas saíam leprosas ou para o martírio.

Como consequência disso, algumas coisas aconteceram, como veremos:

Em primeiro lugar, Paulo é acusado de malfeitor (2Tm 2.9). O veterano apóstolo, que plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor, está preso, como um bandido, como um criminoso, pesando sobre ele a imputação do crime bárbaro de ser o líder dos incendiários da capital do império. Jogaram lama no nome desse homem de Deus. Arruinaram sua reputação. Assacaram contra ele os mais pesados libelos acusatórios. Desconstruíram sua imagem e transformaram-no num desordeiro impiedoso.

Em segundo lugar, Paulo é abandonado pelos seus filhos na fé (2Tm 1.15). Todos os da Ásia o abandonaram. Esses eram membros das igrejas da Ásia, igrejas que Paulo plantou direta ou indiretamente. Esses crentes conheciam Paulo. Sabiam de sua vida irrepreensível. Conheciam seu caráter impoluto e sem jaça. Tinha plena convicção de que ele era inocente e que as pesadas acusações contra ele eram uma clamorosa injustiça. Porém, esses irmãos fracassaram na coragem. Acovardaram-se e deixaram Paulo sozinho, em vez de se posicionarem em seu favor.

Em terceiro lugar, Paulo é vítima do constrangimento de Timóteo, seu filho mais achegado (2Tm 1.8). O próprio Timóteo, seu mais próximo colaborador, seu filho amado, sentiu vergonha das algemas de Paulo. Ficou constrangido em posicionar-se publicamente em favor do velho apóstolo. Mesmo sabendo que as acusações eram falsas e que não cabia a Paulo a alcunha de malfeitor, calou sua voz e ficou envergonhado de defendê-lo. Talvez, de todos os esbarros que Paulo sofreu, este foi o que mais lhe comoveu. Saber que até mesmo seus amigos mais próximos, ficaram constrangidos de sair em sua defesa.

Em quarto lugar, Paulo é vítima de ingratidão e abandono na sua primeira defesa (2Tm 4.16). Mesmo sendo acusado de um crime tão grave, Paulo teve direito de defesa. Porém, em sua primeira defesa, na audiência onde deveria apresentar suas alegações de inocência, ninguém apareceu por lá para defendê-lo. Ao contrário, todos o abandonaram. Não fora a assistência do Senhor, para revestir-lhe de forças e Paulo teria sucumbido. Paulo sofre a dor da ingratidão daqueles que conheciam seu testemunho ilibado e que foram fruto de seu frutífero ministério.

Em quinto lugar, Paulo é sentenciado a pena de morte, mesmo sendo inocente (2Tm 4.6). Paulo escreve para Timóteo sua segunda epístola como um homem no corredor da morte, aguardando o dia de sua execução. Não escreve para estadear sua revolta, mas para dizer que o Senhor o revestiu de forças. Para afirmar que valeu a pena viver, pois seu combate foi um bom combate, sua carreira foi concluída e sua fé foi preservada. Escreve para dizer que sua morte era uma oferta ao Senhor e que à sua frente estava a coroação e não meramente o martírio. Escreve para dizer que sua fé estava inabalável e a âncora de sua esperança estava firmada em Cristo. Por isso, diz: “… eu sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2Tm 1.12). Oh, inabalável convicção da glória! Oh, esperança bendita!

Rev. Hernandes Dias Lopes 



Fonte: hernandesdiaslopes.com.br
Palavra da Verdade
Pr. Hernandes 

Em Cristo,
Mário

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