Os caça-fantasma gospel são uma galera da pesada. Tenho medo deles. Sério! A criatividade dessa gente é "absoluta". Não bastasse os espetáculos da Igreja Universal do Reino de Deus, que promove suas sessões de descarrego onde são exorcisados os demônios da doença, do desemprego, da miséria (menos o da avareza... lógico!), agora tem gente fazendo o desencapetamento suíno!
O golpe é o seguinte: O cara (de cedro!) leva um porco no caixote para dentro da igreja e lá ordena a todos os Exus, Marias padilhas e Zés pilintras que saiam do corpo da vítima e entrem no PORCO! E o maluco profeteiro ainda dá a base bíblica, dizendo que a prática é endossada pelo evangelho de Marcos (Mc 5.11-12). Assista a este espetáculo suíno, que é de arrancar o sabiá do tôco:
É, meu amigo. Os tempos são difíceis! Muito fácil usar o coitado do porco como amuleto, mas o fato é que a passagem do evangelho de Marcos representa um acontecimento isolado... É um evento único nas Escrituras. Jesus livrou muitas pessoas de espiritos opressores, e nunca precisou de um porco para fazê-lo. Mesmo em Marcos 5.11-12, fica claro que quem desejou entrar nos porcos foram os demônios.
O maluco-beleza ainda se apresenta como a maior autoridade em exorcismos! Haja paciência! Pela cara e trejeitos, essa figura deve ser dissidente da IURD.
Tenho pena do povo, que vai com fé a este circo de horrores, em busca de conforto para sua alma aflita. Aliás, é por isso que eu não paro de denunciar esses sacripantas, mercenarios da fé... exploradores, macumbeiros-gospel, discípulos modernos de Geazi, amantes do vil metal! Homens reprovados, vasos de ira reservados para a perdição eterna!
Que Deus tenha misericórdia dessa gente.
**Leonardo Gonçalves, com muita dó desse porco, no Púlpito Cristão
FONTE:PÚLPITO CRISTÃO
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
IGREJA, LUGAR DE COMUNHÃO E VIDA
IGREJA, LUGAR DE COMUNHÃO E VIDA- Salmos - 133
“OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla dos seus vestidos; Como o orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre”.
O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para, além da remissão de nossos pecados, constituir para Deus um povo chamado igreja. Essa igreja deve manifestar o propósito de Deus na terra. É na comunhão dos irmãos que a igreja mais se aproxima desse propósito. Ali, como diz o salmo 133, o Senhor ordena a benção. Parece que Davi antevia o benefício das reuniões da igreja. Na comunhão da igreja temos cobertura e proteção espiritual –
I Cor 5:5. Ou seja, enquanto estamos em comunhão com nossa igreja estamos guardados espiritualmente pela proteção oferecida pela mesma. Mas também temos na igreja a comunicação de dons espirituais – Rm. 1:11. Na comunhão da igreja somos orientados pela Palavra de Deus – II Tm 3:16.
Na igreja encontramos oportunidade para aumentar nossa fé – Rm… 10:17, além de muitos outros benefícios. Mas um fenômeno recente está nublando e obstaculizando a comunhão dos santos em suas igrejas locais. É o advento dos tele-evangelistas. Por entrarem em nossos lares em horários variados atendem algumas necessidades dos cristãos e dentre elas a desobediência à Palavra de Deus que nos ordena a não abandonarmos nossas congregações como é costume de alguns – Heb. 10:25. Muitos cristãos acham que assistindo um programa evangélico em casa, suas idas às igrejas locais foram cumpridas ou sua adoração foi realizada nos moldes bíblicos. Ledo engano. Antes pelo contrário. Estamos negligenciando a Palavra de Deus, perdendo oportunidades de sermos abençoados (porque ali o Senhor ordena a benção). Mas existe ainda um sério problema. Quando nos abrimos para esse tipo de cristianismo, ficamos vulneráveis a receber todo e qualquer tipo de doutrina seja ela boa ou má. Pelo que tenho visto pelas pregações na televisão a maioria possui uma teologia de péssima qualidade e a maioria dos sermões caminha para auto-ajuda. Assim nos comportando, logo logo, deixaremos de dizimar em nossa igreja local e passaremos enviar os dízimos e ofertas para os tele-evangelistas que estão com a boca bem aberta buscando arrecadar mais para se manterem no ar. Já existe igreja oferecendo a Ordenança/Sacramento da Ceia pela televisão, quando o cristão pega um pedaço de pão e um pequeno cálice e assistindo a um culto participa da Ceia do Senhor em sua própria casa. (Modelo totalmente anti-bíblico). Essas propostas levam à geração de cristãos sem compromissos com suas comunidades locais, fracos na fé, ausentes nas Ordenanças/Sacramentos, infiéis à Palavra, frios e inadimplentes com Missões, egoistas e realmente nulos/inócuos para com Deus.
O modelo utilizado por muitas igreja de pequenos grupos, embora ofereça boas oportunidades de evangelismo e aproximação dos cristãos, não substitui a igreja em suas reuniões solenes. Igrejas nos lares como modelo de igreja não substitui a igreja local. Muito mais do que estar juntos orando, lendo a Bíblia e falando de Jesus a igreja local é propósito de Deus. Na igreja existem dons de benefícios mútuos que não existem em reuniões quaisquer. Por exemplo: quem alimenta ovelha é pastor. Pastor que traz a Palavra de Deus aos nossos corações na unção do Espírito Santo. As ordenanças são para igrejas locais constituídas e não para qualquer grupo etc.
O propósito de Deus ainda continua o mesmo – Ef. 5:19, 20 “falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, sempre dando graças por tudo a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”.
Se você deseja ser um cristão que obedece a Palavra de Deus e um exemplo para seus irmãos na fé, participe de sua igreja. Ore por sua igreja. Seja um ofertante regular naquele lugar que o Senhor o plantou. O que mais importa não é agradarmos a nós mesmo, mas a Deus que nos amou e nos salvou. Mesmo que você não se sinta culpado em negligenciar sua igreja local. Mesmo que você se sinta satisfeito em ficar em frente a televisão ouvindo alguém falar em nome de Deus. Quero lhe lembrar que isso ainda é pecado e pecado Deus aborrece profundamente. Não se acomode e acostume com este estilo de vida.
CREIO FIRMEMENTE QUE IGREJA É LUGAR DE COMUNHÃO E VIDA.
Soli Deo Gloria.
Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza
FONTE:BLOG MINISTÉRIO FORÇA PARA VIVER
“OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla dos seus vestidos; Como o orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre”.
O Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para, além da remissão de nossos pecados, constituir para Deus um povo chamado igreja. Essa igreja deve manifestar o propósito de Deus na terra. É na comunhão dos irmãos que a igreja mais se aproxima desse propósito. Ali, como diz o salmo 133, o Senhor ordena a benção. Parece que Davi antevia o benefício das reuniões da igreja. Na comunhão da igreja temos cobertura e proteção espiritual –
I Cor 5:5. Ou seja, enquanto estamos em comunhão com nossa igreja estamos guardados espiritualmente pela proteção oferecida pela mesma. Mas também temos na igreja a comunicação de dons espirituais – Rm. 1:11. Na comunhão da igreja somos orientados pela Palavra de Deus – II Tm 3:16.
Na igreja encontramos oportunidade para aumentar nossa fé – Rm… 10:17, além de muitos outros benefícios. Mas um fenômeno recente está nublando e obstaculizando a comunhão dos santos em suas igrejas locais. É o advento dos tele-evangelistas. Por entrarem em nossos lares em horários variados atendem algumas necessidades dos cristãos e dentre elas a desobediência à Palavra de Deus que nos ordena a não abandonarmos nossas congregações como é costume de alguns – Heb. 10:25. Muitos cristãos acham que assistindo um programa evangélico em casa, suas idas às igrejas locais foram cumpridas ou sua adoração foi realizada nos moldes bíblicos. Ledo engano. Antes pelo contrário. Estamos negligenciando a Palavra de Deus, perdendo oportunidades de sermos abençoados (porque ali o Senhor ordena a benção). Mas existe ainda um sério problema. Quando nos abrimos para esse tipo de cristianismo, ficamos vulneráveis a receber todo e qualquer tipo de doutrina seja ela boa ou má. Pelo que tenho visto pelas pregações na televisão a maioria possui uma teologia de péssima qualidade e a maioria dos sermões caminha para auto-ajuda. Assim nos comportando, logo logo, deixaremos de dizimar em nossa igreja local e passaremos enviar os dízimos e ofertas para os tele-evangelistas que estão com a boca bem aberta buscando arrecadar mais para se manterem no ar. Já existe igreja oferecendo a Ordenança/Sacramento da Ceia pela televisão, quando o cristão pega um pedaço de pão e um pequeno cálice e assistindo a um culto participa da Ceia do Senhor em sua própria casa. (Modelo totalmente anti-bíblico). Essas propostas levam à geração de cristãos sem compromissos com suas comunidades locais, fracos na fé, ausentes nas Ordenanças/Sacramentos, infiéis à Palavra, frios e inadimplentes com Missões, egoistas e realmente nulos/inócuos para com Deus.
O modelo utilizado por muitas igreja de pequenos grupos, embora ofereça boas oportunidades de evangelismo e aproximação dos cristãos, não substitui a igreja em suas reuniões solenes. Igrejas nos lares como modelo de igreja não substitui a igreja local. Muito mais do que estar juntos orando, lendo a Bíblia e falando de Jesus a igreja local é propósito de Deus. Na igreja existem dons de benefícios mútuos que não existem em reuniões quaisquer. Por exemplo: quem alimenta ovelha é pastor. Pastor que traz a Palavra de Deus aos nossos corações na unção do Espírito Santo. As ordenanças são para igrejas locais constituídas e não para qualquer grupo etc.
O propósito de Deus ainda continua o mesmo – Ef. 5:19, 20 “falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração, sempre dando graças por tudo a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”.
Se você deseja ser um cristão que obedece a Palavra de Deus e um exemplo para seus irmãos na fé, participe de sua igreja. Ore por sua igreja. Seja um ofertante regular naquele lugar que o Senhor o plantou. O que mais importa não é agradarmos a nós mesmo, mas a Deus que nos amou e nos salvou. Mesmo que você não se sinta culpado em negligenciar sua igreja local. Mesmo que você se sinta satisfeito em ficar em frente a televisão ouvindo alguém falar em nome de Deus. Quero lhe lembrar que isso ainda é pecado e pecado Deus aborrece profundamente. Não se acomode e acostume com este estilo de vida.
CREIO FIRMEMENTE QUE IGREJA É LUGAR DE COMUNHÃO E VIDA.
Soli Deo Gloria.
Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza
FONTE:BLOG MINISTÉRIO FORÇA PARA VIVER
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Novos Evangélicos?!
Postado por Augustus Nicodemus Lopes
A revista Época desta semana (7/8/10) traz reportagem de capa sobre a reação de diversos segmentos da igreja evangélica ao crescimento das igrejas neopentecostais. O artigo pode ser lido aqui:
http://www.pulpitocristao.com/2010/08/nova-reforma-protestante.html
O título é Os Novos Evangélicos e a capa é ilustrada com uma foto da construção de uma réplica do templo de Salomão que está sendo realizada pela Igreja Universal em São Paulo.
O artigo representa um avanço na maneira como a mídia em geral trata os evangélicos, como se fossem todos farinha do mesmo saco. E farinha imprestável. Ricardo Alexandre, o articulista, reuniu depoimentos de líderes evangélicos de diversos segmentos (incluiu um sociólogo ateu) e mostrou como todos eles concordam numa coisa: sua rejeição às doutrinas e práticas das igrejas neopentecostais e o desejo por uma mudança profunda nos atuais rumos da igreja evangélica brasileira.
Neste ponto, nada a reparar. De fato, de pentecostais a episcopais, reações contrárias a estas igrejas, consideradas como seitas por algumas denominações históricas(*), têm sido veiculadas abertamente por meio de blogs e livros. Já estava na hora da grande mídia ouví-las e entender que nem todos que fazem reuniões onde o nome de Cristo é citado são necessariamente evangélicos ou mesmo cristãos.
Eu só fiquei um pouco desconfortável com dois ou três pontos da matéria que cito aqui. Estou à vontade para isto uma
vez que meu nome foi mencionado no artigo, ainda que de raspão.
1) Achei que o título do artigo na capa é um equívoco histórico, pois “novos evangélicos” se aplica mais exatamente a grupos como a IURD, Renascer e Igreja Mundial e não aos que estão reagindo a estes grupos. Eu não me considero um “novo evangélico” e sim um bem antigo, com raízes históricas na Reforma do séc. XVI e teológicas nas Escrituras Sagradas. Não tem nada de “novo” em nosso desejo de ver o antigo Evangelho ser pregado corretamente em nossa pátria. Estas seitas é que chegaram ontem. Todavia, entendo o autor. Estes grupos neopentecostais cresceram tanto e influenciaram tanto a mídia e a opinião pública que viraram o padrão. Eles é que são os “evangélicos”. Quem não é como eles e quer mudanças é visto como o novo, a novidade.
Num certo sentido foi isto que aconteceu na Reforma. Os reformadores foram acusados pelos papistas de estar trazendo “novidades” na igreja, ao pregar que a justificação era pela fé somente. Lutero e Calvino retrucaram que estavam pregando as antigas doutrinas da graça, encontradas nos Pais da Igreja e nos ensinos de Cristo e de Paulo. Eu entendo que para uma igreja como a de Roma, com vários séculos de existência, os protestantes pareciam nova seita. Mas convenhamos - considerar episcopais, presbiterianos e assembleianos como “novos evangélicos” é passar recibo para a pretensão destes grupos sectários de serem igreja evangélica legítima.
2) Também achei que pode ter ficado a impressão para leitores menos avisados que os reacionários estão unidos entre si e que se aceitam mutuamente, sem problemas. Antes fosse. Mas, nem sempre o inimigo do meu inimigo é meu aliado.
Eu entendo que o foco do artigo é as igrejas da prosperidade. Mas não posso deixar de ressaltar que aqueles que se levantam contra os abusos destas seitas não são necessariamente aliados entre si. Na verdade, pode haver entre eles diferenças tão abissais como a que existe entre eles e as seitas da prosperidade.
3) Denunciar o erro dos outros não nos absolve dos nossos. Se por um lado as seitas neopentecostais espalham um falso evangelho deformado pela teologia da prosperidade, há os que também propagam um evangelho distorcido pelo liberalismo teológico e por heresias antigas. As seitas da prosperidade acabaram sendo demonizadas como a própria encarnação do anti-evangelho a ponto de, conforme o artigo de Época, se fazer necessária uma nova Reforma protestante. Não discordo deste ponto, apenas considero que o enfoque nele acaba desviando a atenção de outras linhas de pensamento dentro dos arraiais cristãos que são tão prejudiciais quanto a teologia da prosperidade e que igualmente clamam por uma Reforma.
Por exemplo: e aqueles que destroem a fé em Jesus Cristo e nos padrões morais do Cristianismo? A mídia fica indignada com o mercenarismo dos pastores destas seitas, mas aplaude os evangélicos que defendem o casamento gay, o aborto, a teoria da evolução contra o relato da criação, o relativismo moral, o sexo livre e o ecumenismo com todas as religiões. A mídia não consegue enxergar que liberalismo teológico e teologia da prosperidade são irmãos gêmeos e hipocritamente aplaude um e condena o outro.
Não me entendam mal. A reportagem está correta. É preciso deixar claro que estes grupos neopentecostais estão deturpando o Evangelho de Cristo. Porém, é tendenciosa. Retrata os neopentecostais como a raiz de todos os males no meio evangélico, esquecendo o dano feito pelos liberais, pelos defensores de outro deus e pelos libertinos.
4) Por último, acho que faltou mencionar que os chamados “novos evangélicos” concordam apenas que é preciso uma mudança, mas discordam entre si quanto ao modelo de igreja que deve ocupar o lugar desta seitas. A Reforma do séc. XVI, em que pesem as diferenças entre os reformadores principais, tinha uma mensagem relativamente uniforme e praticava um modelo de igreja que era basicamente o mesmo.
É só comparar as confissões de fé escritas por presbiterianos, batistas, episcopais, congregacionais e independentes para se verificar este ponto.
Já os tais “novos evangélicos”… bem, há entre eles desde os “desigrejados,” que desistiram completamente de qualquer coisa que se pareça com uma igreja, até aqueles que desejam apenas expurgar o modelo tradicional de igreja dos acréscimos indevidos em sua doutrina, culto e prática, mantendo a pregação, o batismo e a ceia e o exercício da disciplina para os membros faltosos.
E no meio ainda temos os emergentes, as igrejas em células sem liderança oficial, igrejas com liturgia inclusiva e por aí vai.
É aquela velha história. Grupos contrários se unem contra um inimigo comum e após vencê-lo começam a brigar entre si.
A luta comum contra as igrejas da teologia da prosperidade está longe de representar uma nova Reforma. Quando esta luta terminar - se é que vai terminar um dia - teremos de continuar a outra, mais antiga, que é contra o liberalismo teológico fundamentalista, o relativismo moral, o pluralismo inclusivista e o libertinismo que assolam os evangélicos no Brasil muito antes de Edir Macedo abrir seu primeiro templo. Para mim, estas coisas são até mais perniciosas, pois enquanto que as seitas neopentecostais criam suas próprias igrejas e comunidades, os liberais se infiltram nas estruturas e igrejas criadas por conservadores e drenam seu vigor até deixar somente a carcaça.
(*) A Igreja Presbiteriana do Brasil, por exemplo, passou a considerar a IURD e a Igreja Mundial do Poder de Deus
como seitas desde julho de 2010, exigindo que membros destes grupos sejam rebatizados ao ingressarem nas igrejas
presbiterianas locais.
FONTE: BLOG DO PASTOR AUGUSTUS NICODEMUS
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Silas Malafaia abaixa o preço e agora vende unção financeira por 610 reais
Houve tempos em que o Evangelho era pregado de graça, com e pela Graça! Hoje, porém, com a desculpa de que Deus precisa do nosso dinheiro (!) para que a obra seja feita, como se Ele não tivesse mais poder por Si só, alguns vendem unções de riqueza e até salvação. Acham que o fim justifica qualquer meio, então se a intenção é pregar o Evangelho, a forma como se financia isso não importa.
No ano passado, o Pr. Silas Malafaia levou ao seu programa o Pr. Morris Cerullo, que lançou a profetada de que Deus derramaria uma “unção financeira” sobre quem doasse R$ 900,00 ao programa Vitória em Cristo. A bênção tinha até data final para acontecer: 31 de dezembro de 2009. Assim, o programa arrecadou milhões, mas não informa quantos ficaram realmente milionários com a distribuição que supostamente Deus faria das riquezas mundiais. Para maiores detalhes, leia um artigo postado nesse mesmo blog.
Como expirou o prazo da venda da unção financeira (em troca, inteiramente “grátis”, o fiel ainda recebia uma Bíblia de Vitória Financeira e Batalha Espiritual), foi necessário arrumar outra forma de arrecadar dinheiro dos fiéis. Aí o Malafaia importou o Dr. Mike Murdock, que veio com uma profetada ainda maior: em troca de uma “oferta voluntária” de R$ 1.000,00, o fiel conseguiria a salvação de toda a sua família e ainda bênçãos materiais diversas. A salvação, nesse caso, literalmente se tornou um negócio. Se já é grave vender a promessa de riquezas, muito mais é vender a salvação de alguém. Mas, no atual evangelho das “metas”, está valendo. O importante são os números, financeiros e de membros de uma denominação, não as vidas. Também há um artigo aqui explanando melhor isso.
Agora o Malafaia trouxe o Cerullão novamente, com a mesmíssima história de que Deus distribuirá as riquezas mundiais entre os crentes, mas só entre os que tiverem fé suficiente para ofertar “voluntariamente” R$ 610,00. Em outras palavras, o deus deles teria prorrogado a “unção financeira”, e com um bom desconto para liquidar o estoque. Aceita-se depósitos em conta-corrente, pagamento por boleto bancário e, pelo site Vitória em Cristo, pagamento por cartão em até 6 vezes sem juros.
Eu poderia dizer mil coisas, mas a tristeza pela volta da venda de indulgências por parte da igreja evangélica brasileira não me permite. É duro pensar que a vaidade de um homem que se diz de Deus levará ensinos enganosos a lares de 127 países, ensinos de um evangelho mercantilista, sem Graça, onde a bênção precisa ser comprada com a desculpa de que o dinheiro será usado para estender o Reino. Mas, que Reino?
Não sei o deus deles, mas o Deus que eu sirvo é Todo-Poderoso e sabe, antes mesmo que peçamos, dar o que Seus filhos necessitam. Ele nos pede que não sejamos ansiosos pelo que havemos de comer, de vestir, afinal se Ele veste os lírios do campo e alimenta as aves dos céus, muito mais faz por Seus filhos. Ele não necessita que esmolemos ajuda para que Sua obra continue, seja para a construção de templos ou mesmo manutenção de programas de rádio ou tv, pois Ele tem poder para prover aquilo que vem Dele, não da vontade humana. O problema é que muitos fazem a obra por vontade própria, não pela de Deus, e nesse caso precisam recorrer a subterfúgios para manter a arrecadação necessária para prover seus caprichos, mesmo que esses tenham aparência de bem, afinal “pregar a Palavra” é bom, não é mesmo?
O apóstolo (de verdade) Paulo viajou para diversas cidades e países, e nunca precisou vender “voluntariamente” unções ou salvação para financiar seus projetos evangelísticos. Na verdade, a vida que Paulo teve enquanto na terra pregando o verdadeiro Evangelho nada teve de “vitoriosa”: sofreu naufrágios, açoites, prisão, apedrejamento, e ainda teve que conviver com um “espinho na carne”. A “vitória em Cristo” de Paulo foi nos céus, não na terra, onde as riquezas se corroem. Realmente, são bem distintos os evangelhos pregados por Paulo e por Silas (o Malafaia).
Que Deus tenha misericórdia de nós, que não sabemos discernir o que vem de Deus e o que é puramente vontade e vaidade de homens. Que o verdadeiro Evangelho volte a ser pregado, e que o falso evangelho mercantilista um dia deixe de envergonhar o Reino de Deus em cadeia nacional e internacional de rádio e tv.
FONTE: PÚLPITO CRISTÃO
POR VERA SIQUEIRA
segunda-feira, 26 de julho de 2010
IURD E IMPD CONSIDERADAS SEITAS
Essa semana li que o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, considerou a IURD e a IMPD, seitas, e necessário é, que pessoas oriundas dessas denominações sejam rebatizadas e façam profissão de fé. Louvável o posicionamento da IPB. Há muito tempo se espera, pelo menos das grandes denominações evangélicas do Brasil, a definição do que é, e do que não é, CRISTIANISMO. A Bíblia já define bem, mas é preciso ensinar nos púlpitos. O povo cristão tem sede de ensino e exposição bíblica, algo raro até nos mais "sinceros" púlpitos deste país.
Como podemos considerar pastor cristão, alguém que não prega o Evangelho da Cruz? Como podemos considerar cristianismo algo tão contrastante com os ensinos bíblicos? Podemos considerar cristianismo algo, pelo simples fato de "crer" na Bíblia ou fazer uso dela no rito?
As grandes corporações que pregam a teologia da prosperidade, que incluem promessas de riqueza, saúde, bons relacionamentos, cura interior, libertação de demônios etc... não pregam uma coisa: a Cruz. Não o principal, mas o ÚNICO meio para a Salvação do homem. Para nós que cremos no Evangelho, trilhar os caminhos da prosperidade humana a qualquer custo tem um único fim, o inferno, lugar que caiu em desprestígio nessas denominações, que publicamente não o negam, mas o expurgam das pregações para serem continuamente agradáveis a seus clientes.
Constantemente escuto a frase: lá é um pronto-socorro! Em outras épocas eu diria... ok! Pode ser... mas meu posicionamento hoje no entanto é outro. Primeiro eu pergunto: Por quê? Quem vai lá vai atrás de quê? Falta de dinheiro, saúde, casamento arruinado? É bastante provável que a resposta se encaixe nesses quesitos ou em outros bastantes semelhantes. Creio também, que a maioria dos verdadeiramente salvos também respondem algo bem parecido. Ai faço a segunda pergunta: Não são estes desesperados, os mesmos que já foram aos centros de umbana, "tiraram" cartas e consultaram os búzios e agora estão atrás de mais uma opinião? O impressionante é que muitos se encaixam aqui também. Chego então a uma última pergunta: Cristo: Salvador ou Solução? E a resposta é sempre a mesma: SOLUÇÃO. É aqui que diferenciamos os salvos dos não salvos.
Não buscam um salvador, buscam uma solução para satisfação de suas almas. Buscam desde um emprego a um carro novo... buscam da cura da filha soropositivo à aprovação em um concurso público... buscam de tudo... menos a Cristo... Como alguém assim pode ser considerado cristão? Como uma igreja que doutrina seus membros dessa forma pode ser cristã? Como pode alguém que odeia a cruz e não entende o seu significado ser declarado salvo? Basta "sinceridade" para alguém ser salvo?
Já é hora de pastores que pregam o verdadeiro Evangelho de Cristo condenarem esse ensino de demônios que prega de tudo, de psicologia barata à atitude positiva, mas nega o principal: a Palavra de Deus. Que distorcem a Palavra e deleitam-se em fábulas. Igrejas pastoreadas por lobos vorazes que cerram a porta dos céus impedindo que outros entrem, prometendo um céu na terra que nunca existirá.
Que este concílio da IPB possa ser um primeiro brado entre muitos outros contra as corporações da "salvação por obras", que rejeitam o sacrifício da cruz em troca de sacrifício financeiro. Que viram as costas à Cruz e voltam-se para o deus riqueza.
***
Daniel Clós César
FONTE: PULPITO CRISTÃO
terça-feira, 6 de julho de 2010
O Evangelho de uma nota só!
Infelizmente o evangelho que tem sido pregado por parte de alguns dos evangélicos é o evangelho de uma nota só. Este evangelho ao contrário do evangelho dos evangelhos, anuncia o amor de Deus e esquece o juizo eterno; prega prosperidade e nega solidariedade; fala de fé e não confessa pecados; propaga a vitória, e nega a cruz.
A Música "faz um milagre em mim" de Régis Danese é um claro exemplo deste tipo de "evangelho". A canção em questão tem sido um dos HIT´s mais cantados pelos evangélicos neste ultimos tempos levando multidões a entoarem sensibilizadas o refrão: " Entra na minha casa, entra na minha vida." No entanto, a canção de Danese, retrata um Zaqueu bem diferente do relatado pelas Escrituras. Isto porque, ela aponta para um tipo de pessoa que até convida Cristo para entrar no seu lar, sem contudo, evidenciar frutos de arrependimento.
O texto bíblico ao contrário da canção é claro em afirmar que Zaqueu ao encontrar-se com o Senhor, se dispôs a doar metade de seus bens aos pobres, como também restituir quatro vezes mais àqueles que porventura possa ter defraudado.
Caro leitor, lamentavelmente ao contrário que gostaríamos, o evangelho de uma nota só é egoísta, ensimesmado e antropocêntrico, cujo enfoque principal é a satisfação das necessidades humanas.
Isto posto, confesso que gostaria muito de ver essa enorme multidão que se diz crente em Jesus cantando um outro tipo de música, cuja letra e melodia se caracterizaria como uma linda e rica sinfonia.
Ah! Como seria bom ouvir os crentes cantando e louvando a Deus dizendo:
"Entra na minha casa, entra na minha, mexe com minhas estruturas, sara as minhas feridas. Eu me arrependo dos meus pecados, eu vou doar o que me sobeja aos pobres e restituir àqueles que roubei quatro vezes mais."
Seria maravilhoso!
Pense nisso! Por Renato Vargens
FONTE: PÚLPITO CRISTÃO
segunda-feira, 5 de julho de 2010
BOTA DE PÍTON ?
Depois de pedir para tocar os tambores e dançar “profeticamente” no ritmo baiano, agora uma famosa “adoradora” brinda-nos com uma nova estratégia que pretensamente Deus lhe deu para vencer os principados de píton e do boiadeiro!
“Uma profeta teve uma visão”? Se os neopentecostais místicos pelo menos lessem a Bíblia — especialmente Apocalipse 2.20-22 — saberiam, sem precisar conhecer a língua portuguesa, que o feminino de profeta é profetisa!
“Barretos é do Senhor Jesus”? Por que não o Morro do Bumba, em Niterói? Por que não o Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro? Aliás, não foi no apoteótico show do “Santódromo” que a aludida “adoradora” profetizou bênçãos mil para a Cidade Maravilhosa?
“Principado de piton”? “O senhor me levou a comprar uma bota de cobra”? Não é piton, prezada “adoradora”! É píton! Aliás, isso tudo não nos faz lembrar da pitonisa de En-Dor?
A “adoradora” diz ainda que teve encontros tremendos depois que comprou essa bota... Deus agora precisa de artifícios para operar? Ainda bem que Ele nunca me pediu um sapato de couro de cobra! Eu não teria dinheiro para comprá-lo. Se a bota custa R$ 4.500,00, um sapato não deve sair por menos de R$ 2.000,00...
“E depois eu vi a confirmação do Senhor”? “O Senhor falou para mim: Compra uma bota de cowboy”? “Vamos tirar o chapéu para Jesus”? Isso não é mais uma estratégia desesperada para vender CDs e DVDs, uma vez que ninguém aguenta mais a mesmice melosa?
“Os cowboys são de Jesus”? “O Brasil vai dançar em Barretos”? Esse não é o mundo de Marlboro? Meu Deus! Onde vamos parar? Que evangelho é esse? E essa musiquinha ao fundo, é para sugestionar o povo?
Como perguntaria David Wilkerson, é para rir ou para chorar?
Ciro Sanches Zibordi
Postado por Ciro Sanches Zibordi às Terça-feira, Abril 20, 2010
FONTE:BLOG DO CIRO
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
ONDE VOCE QUER PASSAR A ETERNIDADE?
Por Mário César de Abreu O que motiva a sua vida nesta terra? O que faz voce feliz ? Quais são seus medos ou ansiedades ? Voce sabia que ...
-
POR: RENATO VARGENS Neuza Itioka: Falsas profecias Quando eu penso que as coisas estão mais calmas nos arraiais evangélicos, eis que sur...
-
Por Mário César de Abreu O que motiva a sua vida nesta terra? O que faz voce feliz ? Quais são seus medos ou ansiedades ? Voce sabia que ...
-
Maria, a mãe de Jesus, é uma das figuras mais importantes da história. Ao longo dos séculos, muitos debates aconteceram em torno do seu ...



