quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes.



Por Alberto Couto Filho

Nasceu meu filho tão sonhado, querido e esperado – o mais novo rebento do meu espírito procriador. E que gestação prolongada! Da concepção ao nascimento...bota tempo nisso! Nove meses? Que nada! Nove anos - por ai assim.

Nasceu bonito (é a cara do pai), pesando 210 páginas e medindo 16 x 23 cm. O parto foi realizado pelo competentíssimo obstetra o Dr. Jesus, aqui no Rio, na maternidade, Editora Livre Expressão.

Ele é robusto, em seus nove capítulos. Suas páginas contêm um texto bem diagramado com mais de 300 passagens e cerca de 720 versículos da Bíblia Sagrada, respaldando todo o seu contexto.

Dediquei-o à Janete, minha esposa e ao meu filho Patrick, pelo muito que lhes roubei de amor e de carinho nas horas dedicadas à composição deste “menininho”.Dediquei-o, também, aos meus queridos pastores Paulo e Rosi, lá de Imbariê quando o levei, às pressas, à maternidade. Dediquei-o, ainda, aos pastores Norberto e Cássia, aqui do Rio, que acompanharam de perto toda a sua gestação.

Agradeci, em oração, ao Pai do Dr. Jesus e meu também, o médico dos médicos , por motivos óbvios:

>Por tudo o que me permite fazer. (Fp 4:13)

>Por ser co-herdeiro do Dr. Jesus - sofro com Ele, mas com Ele vou ser glorificado. (Rm 8:17)

>Pela boa dádiva que é a minha família. (Tg 1:16)

>Por ter me habilitado a fecundar a minha verve literária.(Ex 31:3)

O nome dele, desde o ventre materno já havia sido mencionado, conforme o profeta Isaias: “VINDE APÓS MIM – JESUS não disse: IDE após seus líderes”

Ele nasceu nesta última sexta-feira, conforme registros da maternidade:

""Informamos que já está on-line a página do livro “Vinde Após Mim” – Jesus não disse: IDE, após seus líderes.

segue o link da página de lançamentos:http://www.livreexpressao.com.br/lancamentos.html
e segue o link da página de apresentação de seu livro:http://www.livreexpressao.com.br/vinde_apos_mim_livro.html""

Quase não se nota que estou “pra lá” de feliz! Regozijo-me sempre e, em tudo, dou graças - eu sou assim.

Tem festa no "Solar dos Couto" e lá no Reino dos céus.
______FONTE: BLOG DO ALBERTO

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A mais nova invencionice gospel: O culto do caixão.

Há pouco fiquei sabendo que uma rádio evangélica anunciou que um grupo de neopentecostais tinha inventado uma nova modalidade porfética: " O culto do caixão. " Segundo esta funesta prática, o "irmão" que por algum motivo foi ofendido por alguém, coloca numa caixa os nomes dos inimigos e leva para a igreja orando a DEUS por vingança.





Pois é, tal doutrina, parte pelo pressuposto que o cristão em nome de Deus tem o poder de amaldiçoar outras pessoas através da oração positiva e determinante. Em outras palavras, tal ensinamento afirma categoricamente que aqueles que agem desta maneira, podem rogar ao Senhor da glória o aparecimento de desgraças e frustrações na vida de seus desafetos, determinando assim a desventura alheia.

Em nome de Deus, tais pessoas rogam “pragas e desgraças” para aqueles que em algum momento da vida se contraporam a seus sonhos e vontade. É nesta perspectiva, que tem emergido em nossas comunidades o toma-la-dá-cá evangélico. Basta o chefe no trabalho ser um pouco mais chato pra se orar contra ele, ou até mesmo alguém discordar da forma do pastor conduzir o rebanho, que lá vem maldição.


Em certas igrejas a palavra “rebeldia” tem sido usada para todo aquele que foge dos caprichos fúteis de uma liderança enfatuada. Em tais comunidades, discordar do apóstolo ou profeta quase que implica com que o nome seja colocado na “boca gospel do sapo”.


Ahhhhhhhhhhhhhh! Só de imaginar situações como estas chego a suspirar profundamente! Confesso que tal procedimento me deixa absolutamente estupefato!


À luz disso, não tenho a menor dúvida em afirmar que comportamentos como estes não ficam a dever em nada aos trabalhos de macumba e vodu que são feitos nas esquinas e encruzilhadas deste Brasil varonil. Infelizmente parte da igreja evangélica mergulha em alta velocidade no buraco da sincretização, deixando para trás valores, virtudes e princípios onde a afetividade e o amor deveriam ser marcas indeléveis de uma comunidade que conhece a Cristo.


Que Deus tenha misericórdia de seu povo!




Renato Vargens
FONTE: PÚLPITO CRISTÃO

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A guerra “santa” de Malafaia e Edir Macedo: Mais sujeira e baixaria na TV






Malafaia é um cara excêntrico. Em 1995, quando a AEVB - Associação Evangélica Brasileira, negou à Igreja Universal do Reino de Deus o direito de pertencer ao seu rol de associados, o pastor se converteu no maior defensor de Edir Macedo e seus confrades. Não deixou, porém, de denunciar os abusos e desmandos dos teólogos da prosperidade, no que concordo plenamente com ele. A pergunta é: Como alguém pode defender a IURD e Edir Macedo, e ao mesmo tempo ser contra a Teologia da Prosperidade? Segundo Caio Fábio, a explicação é simples: Edir Macedo pagou 40 mil dólares mensais para que o apologista pentecostal pudesse defendê-lo dos seus algozes da AEVB. Até hoje, ninguém comprovou o fato, mas também ninguém – nem o próprio Silas – o desmentiu. Vai saber...


Não passou muito tempo e o pragmatismo tomou conta do pastor Malafaia. Possuidor de uma memória invejável, o pastor passou a sistematizar versículos que corroborem a antes combatida teologia de mamom, e a defendê-la ele mesmo. Aquilo que fora negado com tal veemência no passado passou a ser o carro chefe do seu ministério. Quinze anos depois, lá estava Malafaia na TV, ao lado de Morris Cerrulo, simulando uma profecia na qual Deus pedia uma “semente” de 900 reais para a Associação Vitória em Cristo. Em troca, o fiel receberia a “Bíblia da Batalha Espiritual e Vitória Financeira”, uma espécie de bíblia de Judas que ensina como ficar rico vendendo a verdade e a honra, e a unção financeira dos últimos dias, que desencadearia incontáveis bênçãos financeiras sobre o ofertante à partir de janeiro de 2010.


Novas campanhas financeiras surgiram, como a do trízimo, a dos 1000 reais em que o fiel recebia de “brinde” a salvação de toda a sua família (barbárie tal que não se tem notícia nem nos tempos das indulgencias católicas), e a dos 610 reais, batizada pela Vera Siqueira de xepa gospel. Quando algum blogueiro questionava os novos rumos da velha raposa, era chamado de recalcado e crítico que não produz nada. E assim, vendendo o evangelho e contrariando tudo o que pregara ao longo do seu ministério, Silas se transformava em uma metamorfose ambulante, e cada vez mais se parecia ao velho compadre, Edir Macedo.


Mas quando o assunto é grana, o terreno fica estreito. “Amigos, amigos; negócios à parte” parece ser o lema de alguns pastores televisivos, e a corrida presidencial foi o estopim que desencadeou a briga entre os dois arautos do evangelho da barganha. Por um lado estava Macedo, defendendo os interesses do PT, do qual – segundo Silas Malafaia – se beneficiava financeiramente (Cogita-se inclusive que o tal vídeo de Macedo defendendo o aborto seja parte de sua estratégia política de apoiar Dilma Rousseff). Do outro, o próprio Malafaia, que após o papo furado de que Marina é pró-aborto, apoiou o candidato tucano. Na verdade, Silas percebeu que Marina não chegaria ao segundo turno e migrou para José Serra, o qual se for eleito poderá “abençoar” o pastor com a concessão de uma emissora de TV. Macedo, no entanto, não acredita que Silas esteja somente “semeando” para o futuro, e chega a insinuar em seu blog que Silas estaria recebendo algo em troca aqui mesmo no presente. Uma vez que já foi comprovada a “generosidade” de José Serra para com os evangélicos, eu de nada duvido.


Macedo foi o primeiro a lançar as farpas. No dia 16 de outubro o bispo da IURD publicou um texto em seu blog pessoal, com o título: “cuidado com o profeta velho”, no qual acusava Silas Malafaia de ser um falso profeta e de estar confundindo os eleitores cristãos. Silas, pavio curto que é, não deixou por menos e gastou mais de 20 minutos do seu programa para rebater Edir Macedo. E foi assim que os dois velhos compadres, os quais comeram no mesmo prato em tempos remotos, se transformaram em rivais. E como costuma ser sempre, “em briga de elefantes, quem sofre é formiga”, isto é, na guerra de ódio destes telepastores, quem sofre são os crentes, que não sabem de que lado se posicionar. E eu, como não devo nada nem a um e nem ao outro, não tenho nenhum receio em dizer: Silas não crê no PSDB mais que Macedo crê no PT. Ambos crêem em vantagens, concessões, dinheiro, maracutaias em nome de Deus, e em uma versão de evangelho sofrível, capaz de escandalizar Judas, Alexandre Latoeiro, Demas e Barrabás.
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Postou Leonardo Gonçalves, que não acredita em messianismo político nem em campanha feita por pastor malandro que vende o evangelho, no Púlpito Cristão.


FONTE: PÚLPITO CRISTÃO

terça-feira, 5 de outubro de 2010

"Quem sou eu em Cristo?"

Resposta: De acordo com 2 Coríntios 5:17: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; {criatura; ou criação} as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” Há duas palavras gregas que são traduzidas “nova” na Bíblia. A primeira, neos, refere-se a algo que acabou de ser feito, mas há muitos outros em existência exatamente iguais. A palavra traduzida nova nesse versículo é a palavra kainos, a qual significa algo que acabou de ser criado e que não existe nada igual. Em Cristo, somos uma criatura completamente nova, assim como Deus criou os céus e a terra originalmente – Ele os criou do nada, e assim o faz conosco. Ele não simplesmente purifica o nosso velho ser; Ele cria um ser completamente novo, o qual passa a fazer parte de Cristo. Quando estamos em Cristo, somos “co-participantes da natureza divina” (2 Pedro 1:4). Deus, na pessoa do Seu Espírito Santo, passa a habitar em nossos corações. Estamos em Cristo e Ele em nós.
Quando estamos em Cristo e Ele em nós, somos regenerados, renovados e nascidos de novo, e essa nova criação se focaliza no espiritual, enquanto que a velha natureza se focaliza no carnal. A nova natureza está em comunhão com Deus, obediente à Sua vontade e dedicada ao Seu serviço. Essas são coisas que a velha natureza é incapaz de fazer ou de desejar fazer. A velha natureza é morta às coisas do Espírito e não pode se renovar. Na velha natureza, somos “mortos nos delitos e pecados” (Efésios 2:1), e ela só pode se tornar viva através de uma ressuscitação supernatural que acontece quando vimos a Cristo e somos habitados por Ele. Ele nos dá uma natureza nova e santa e uma vida incorruptível. Nossa velha vida, anteriormente morta para Deus por causa do pecado, está enterrada, e somos ressuscitados para que “andemos nós em novidade de vida” com Ele (Romanos 6:4).


Em Cristo, somos unidos a Ele e não mais escravos ao pecado (Romanos 6:5-6); somos vivos em Cristo (Efésios 2:5); conformados à Sua imagem (Romanos 8:29); livres da condenação e andamos não segundo a carne, mas segundo o Espírito (Romanos 8:1), somos também parte do corpo de Cristo com outros crentes (Romanos 12:5). O crente agora possui um novo coração (Ezequiel 11:19) e tem sido abençoado “com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo”(Efésios 1:3).


Podemos nos perguntar por que tão frequentemente não andamos da maneira que acabamos de descrever, apesar de termos entregado nossas vidas a Cristo e de termos certeza da salvação. Isso é porque nossas novas naturezas estão habitando nos velhos corpos carnais e eles estão em guerra um com o outro. A velha natureza está morta, mas a nova natureza ainda tem que batalhar com a velha “tenda” onde habita. O mal e o pecado ainda estão presentes, mas o crente agora os enxerga de uma nova perspectiva, e eles não mais o controla como antes. Em Cristo, podemos agora resistir o pecado, enquanto que a velha natureza não podia fazer isso. Agora temos a escolha de alimentar a nova natureza através da Palavra, oração e obediência, ou de alimentar a carne quando negligenciamos essas coisas e praticamos o pecado.


Quando estamos em Cristo, “somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou” (Romanos 8:37) e podemos nos regozijar em nosso Salvador, o qual torna todas as coisas possíveis! Em Cristo somos amados, perdoados e temos a promessa de salvação. Em Cristo somos adotados, justificados, redimidos, reconciliados e escolhidos. Em Cristo somos vitoriosos, somos cheios de alegria e paz, e temos o verdadeiro sentido para a vida. Que maravilhoso Salvador é Cristo!


FONTE: GOT QUESTIONS ? ORG.
PERGUNTAS BÍBLICAS RESPONDIDAS

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

É o fim da feira! Pastores sendo coroados


Infelizmente sou obrigado a confessar que tenho ficado impressionado com a capacidade de alguns dos evangélicos em criar coisas novas. Se não bastasse as esquisitices doutrinárias comuns a estes dias, nossos arraiais têm sido tomados pelo súbito aparecimento de estruturas monárquicas. Fiquei surpreso quando soube que algumas igrejas neste país estavam reconhecendo em seus líderes, dons e ministérios monárquicos, onde pastores mediante uma cerimônia suntuosa são coroados ao "santo ministério". Chamou-me também a atenção o fato de que este tipo de "coroação" vêm incentivando na igreja brasileira a formação de uma nova escalas de valores, onde claramente se faz diferenciação de pessoas na comunidade da fé.


Confesso que procurei na Bíblia, averigüei em dicionários, pesquisei em léxicos e não encontrei fundamento teológico pra tal prática.
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Isto me fez lembrar de uma estória muito interessante:


“Na terra do faz-de-conta, havia um sujeito que queria porque queria cozinhar um sapo. Todo dia ele fervia uma chaleira de água, e quando a água estava bem quente ele pegava o sapo e jogava na panela. Só que o sapo que não era bobo, pulava fora, até porque, ele sabia que o contato com a água quente o levaria a morte. Isto durou muitos dias, até que num determinado momento, o sujeito mudou a estratégia. Em vez de jogar o sapo na água quente, ele colocou o sapo cautelosamente na panela em água natural e fria. E sem que o bicho o percebesse acendeu o fogo, a água foi aquecendo, aquecendo, esquentando devagarzinho, até que finalmente ferveu matando o sapo"


Trago a tona esse pequeno conto para ilustrar o fato de que muitas vezes sem que percebamos vamos perdendo valores absolutamente saudáveis a nossa fé. Isto significa que, sem que se dê conta à igreja evangélica brasileira está cozinhando lentamente nas fogueiras dos achismos e impressões, questões indispensáveis a nossa saúde espiritual.


Amados, não nos esqueçamos que somos o povo Deus, nação santa, sacerdotes do Deus vivo. Na perspectiva do reino, todos absolutamente TODOS possuem acesso ao trono da graça não necessitando assim criar estruturas monárquicas fundamentadas em experiências muitas das vezes esquizofrênicas e adoecedoras. Quero ressaltar que para nós cristãos, a essência da igreja se resume na maravilhosa verdade que nos ensina que fomos chamados para fora deste sistema perverso, ambíguo e separatista, e que agora, independente de classe, cor, posição social, reunimo-nos TODOS indistintamente em torno do Cristo nosso Senhor como a comunidade dos santos.


Soli Deo Gloria.
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Renato Vargens, cada vez mais assombrado com as maluquices neopentecostais, no Púlpito Cristão
FONTE: PÚLPITO CRISTÃO

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"Como as pessoas eram salvas antes de Jesus morrer por nossos pecados?"





Resposta: Desde a queda do homem, a base da salvação sempre foi a morte de Cristo. Ninguém, mesmo antes da cruz ou desde a cruz, poderia ser salvo sem este acontecimento indispensável na história do mundo. A morte de Cristo pagou a pena por pecados do passado, cometidos pelos “santos” do Velho Testamento e também de pecados futuros, dos “santos” do Novo Testamento.


A condição para a salvação sempre foi a fé. O alvo da fé de alguém para a salvação sempre foi Deus. Escreveu o salmista: “...bem-aventurados todos aqueles que nele confiam” (Salmos 2:12). Gênesis 15:6 nos diz que Abraão creu em Deus e que isto foi suficiente para Deus imputar-lhe isto por justiça (veja também Romanos 4:3-8). O sistema sacrificial do Velho Testamento não tirava o pecado, como claramente ensina Hebreus 9:1-10; 10:4, mas apontava para o dia em que o Filho de Deus verteria Seu sangue pela pecaminosa raça humana.


O que mudou através das gerações foi o conteúdo da fé do crente. A exigência de Deus sobre o alvo da fé se baseia na quantidade de revelação que Ele deu, até determinado momento, à humanidade. A isto se chama revelação progressiva. Adão cria na promessa dada por Deus em Gênesis 3:15, que a Semente da mulher conquistaria Satanás. Adão Nele creu, demonstrado pelo nome que deu a Eva (v.20) e o Senhor indicou Sua aceitação imediatamente, cobrindo-os com túnicas de peles (v.21). Naquele momento, era tudo que Adão sabia, mas nisto ele creu.


Abraão creu em Deus de acordo com as promessas e novas revelações a ele dadas por Deus em Gênesis 12 e 15. Antes de Moisés, nenhuma Escritura existia, mas a humanidade foi responsável pelo que Deus tinha revelado. Através do Velho Testamento, os crentes eram salvos porque criam que Deus iria, um dia, tomar conta deste problema, o pecado. Hoje, olhando para trás, cremos que Ele já tomou conta de nossos pecados no Calvário (João 3:16; Hebreus 9:28).


E quanto aos crentes nos dias de Cristo, antes da cruz e ressurreição, criam em quê? Será que entendiam por completo a morte de Cristo na cruz por seus pecados? Mais tarde em seu ministério, “... começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mateus 16:21). Qual foi a reação de Seus discípulos a esta mensagem? “E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo, dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso.” (Mateus 16:22). Pedro e os outros discípulos não sabiam toda a verdade, mas mesmo assim foram salvos, pois creram que Deus tomaria conta do problema de seus pecados. Não sabiam exatamente como Ele conseguiria isto, não mais que Adão, Abraão, Moisés ou Davi, mas creram em Deus.


Hoje, temos mais revelações do que tinham as pessoas que viveram antes da ressurreição de Cristo, pois nós sabemos por completo. “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo” (Hebreus 1:1-2). Nossa salvação ainda é baseada na morte de Cristo, nossa fé ainda é condição para salvação, e o alvo de nossa fé ainda é Deus. Hoje, para nós, o conteúdo de nossa fé é que Cristo morreu por nossos pecados, que Ele foi sepultado, e que Ele se levantou no terceiro dia (I Coríntios 15:3-4).

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Morris Cerrullo pregando na Assembléia de Deus em Belém, Pr. Samuel Câmara












Por Leonardo Gonçalves

É uma vergonha o que estão fazendo com o evangelho! Unções estranhas e bizarras, cultos de cai-cai, catarse e hipnose coletiva, histerias e promessas de prosperidade fácil, tudo isso faz parte do currículo dos "encantadores" travestidos de pastores que espalham suas heresias por todo Brasil. E a igreja Assembléia de Deus, que por muito tempo contou com o respeito dos que são de fora, vem se rendendo a toda classe de magia (branca, negra ou colorida), e em alguns casos consegue superar os neopentecostais na arte de confundir.

Infelizmente, não é com espanto que postamos com exclusividade este vídeo do sr. Morris Cerrullo, o atual profeta do Silas Malafaia, pregando em Belém do Pará. Pouca gente sabe, mas o pastor da Igreja Assembléia de Deus em Belém, a "igreja mãe", está metido até o pescoço na teologia triunfalista dos pregadores norteamericanos, e importou de Dallas o profeteiro do momento, promovendo um espetáculo bizarro em sua igreja. Sim, o sr. Samuel Câmara não somente assiste como também aprova o "cai-cai" e a pedilança de Morris Cerrullo, e até o convida o super star gospel para um show particular. O vídeo foi enviado pelo Daniel Leal, amigo e leitor do blog:

Mais desanimador ainda é saber que este senhor possui pretensões políticas, o que aliás, parece ser o genuíno dom da família Câmara. Silas Câmara, irmão de Samuel, é apontado como “um caso típico” de político que usa emendas parlamentares para injetar dinheiro público, sem licitação, em ONGs e fundações de seu interesse. Em 2004, Silas Câmara destinou R$ 1,8 milhão para a Fundação Boas Novas, vinculada ao Instituto de Políticos da Assembléia de Deus do Amazonas (IEDM), em Manaus. O IEDM é dirigido por Jonatas Câmara, irmão do deputado. Com a verba foram compradas, sem licitação, 18 ambulâncias a R$ 100 mil cada. Carros Fiorino, da Fiat, foram equipados para se tornarem ambulâncias e, segundo a CPI, o preço seria de R$ 30 mil a R$ 40 mil, no máximo.

Já Samuel Câmara tem o dom de ser um político religioso. Por duas vezes candidato à presidência da CGADB, derrotado em ambas, já esteve bem perto de se eleger. Há quem acredite que na próxima tentativa ele ganhará, pois há fortes ventos de insatisfação dentro da maior convenção de ministros do país. Cansados do reinado da família Bezerra da Costa, acusada de, entre outras coisas, administrar a CPAD como se fosse uma empresa particular, tapando os ouvidos para as deliberações do Conselho de Doutrina e de Apologética da convenção (órgão que embargou a publicação da bíblia DAKE por seus comentários recheados de heresias importadas da cientologia, e que foi terrivelmente desrespeitado e até ignorado pelos mandatários da CGADB, deixando claro que não estão lá para ceder), muitos convencionais acabam dando o voto a qualquer pessoa que sugira mudanças, mesmo que esta pessoa seja um incentivador de doutrinas espúrias e movimentos extravagantes.

Tudo isso deveria levar os assembleianos a ajoelhar e orar pelo destino de uma denominação que em 100 anos de história deixou um lindo legado, que vem sendo pisado e destruído pela falta de visão política da cúpula convencional, bem como pela falta de zelo doutrinário dos pastores locais. Certamente, há boas e honrosas exceções neste meio, pastores que crêem que revestimento de poder do Espírito não é licença para sair por aí fazendo toda classe de loucura e extravagância, e que não fazem concessões aos profetas de Mamom que se insinuam em nossas igrejas cobrando quantias exorbitantes para pregar um sermão altamente venenoso. A estes, peço que orem. Orem por mudança, e não se deixem iludir ao ponto de crer que a mudança que desejam vem do norte. A mudança que a Assembléia de Deus precisa vem do alto, e se chama avivamento, que nas palavras de D. L. Moody, é "menos tambor e mais choro aos pés da cruz".

Leonardo Gonçalves é editor do Púlpito Cristão

FONTE: PÚLPITO CRISTÃO

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