quarta-feira, 31 de maio de 2017

Bebendo Suco de Laranja para a Glória de Deus

John PiperResultado de imagem para imagem suco de laranja

Quando me perguntam: “A Doutrina de Depravação Total é bíblica?”, minha resposta é: “Sim”. Uma das coisas que pretendo dizer com esta resposta é que todas as nossas ações (sem a graça salvadora) são moralmente maculadas. Em outras palavras, tudo o que o incrédulo faz é pecaminoso e, portanto, inaceitável a Deus.
Uma de minhas razões para crer nisto encontra-se em 1 Coríntios 10.31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. É pecado desobedecermos este mandamento das Escrituras? Sim.
Por isso, chego a esta triste conclusão: é pecado alguém comer, ou beber, ou fazer qualquer outra coisa, se não for para a glória de Deus. Em outras palavras, o pecado não é apenas uma lista de coisas prejudiciais (matar, roubar, etc.). Pecamos quando deixamos Deus fora de consideração nas realizações triviais de nossa vida. Pecado é qualquer coisa que fazemos, que não seja feito para a glória de Deus.
É pecado alguém comer, ou beber, ou fazer qualquer outra coisa, se não for para a glória de Deus.
Mas, o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Conseqüentemente, tudo o que eles fazem é pecaminoso. É isso que pretendo dizer, quando afirmo que, sem a graça salvadora, tudo que fazemos é moralmente ruim.
Evidentemente, isto suscita uma questão prática: como podemos “comer e beber” para a glória de Deus? Tal como, por exemplo, beber suco de laranja no café da manhã?
Uma das respostas encontra-se em 1 Timóteo 4.3-5:
…[alguns] proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.
Suco de laranja foi criado para ser “recebido com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade”. Portanto, os incrédulos não podem usar suco de laranja para cumprir o propósito que Deus tencionou – ou seja, uma ocasião para ações de graça sinceras, dirigidas a Ele, provenientes de um coração de fé.
Mas os crentes podem, e esta é a maneira como glorificam a Deus. O suco de laranja que eles bebem é santificado “pela palavra de Deus e pela oração” (1 Tm 4.5). A oração é a nossa humilde resposta de agradecimento do coração. Crer nesta verdade, apresentada na Palavra de Deus, e oferecer ações de graça, em oração, é uma das maneiras de bebermos suco de laranja para a glória de Deus.
A outra maneira é bebermos com amor. Por exemplo, não insista na porção maior. Isto é ensinado no contexto de 1 Co 10.33: “Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”. “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 11.1). Tudo o que fazemos – inclusive beber suco de laranja – pode ser feito com a intenção e a esperança de que será proveitoso para muitos, a fim de que sejam salvos.
Louvemos a Deus porque, pela sua graça, fomos libertos da ruína completa de nossos atos. E façamos tudo, quer comamos, quer bebamos, para a glória de nosso grande Deus!

Fonte:   monergismo.com   Extraído do livro Penetrado pela Palavra, John Piper, Editora Fiel.
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A ORIGEM DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA


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A Igreja adventista tem duas origens distintas. A primeira está ligada ao nome ADVENTISTA. Não era para ser uma nova igreja, mas era uma crença na segunda vinda de Cristo pregada pelo pastor Guilherme Miller. A segunda está ligada ao nome SÉTIMO DIA, totalmente contrária a fé de Miller e implantado por uma mulher chamada Ellen G. White.

A crença do adventismo foi iniciada em 1818, por Guilherme Miller, um fazendeiro americano. Sua família foi toda batista. Havia entre seus primos alguns que eram pastores batistas. Mesmo assim desviou-se em 1810, e só regressou depois de ter servido o exército em 1814. Ao aceitar Jesus mergulhou ele num profundo exame da Bíblia. Atraíram-no particularmente as passagens de Daniel e do Apocalipse, levando-o a investigar a data mais provável do fim do mundo.

Já em 1818, fixara Miller a data do fim do mundo (ou advento, de onde vem o nome adventistas), para o ano de 1843. Diz ter ouvido uma voz interior que lhe insistiu: "Vá e di-lo ao mundo". Desde então, ajudado por muitas igrejas batistas, metodistas e congregacionais, proclamava o ADVENTO. Pregou o advento durante dez anos por toda a costa oriental dos EUA. Muitos de seus ouvintes começaram a pregar também. Assim o advento se espalhou como uma febre epidêmica.

Pessoas houve que começaram a preparar o vestuário para o dia da ascensão. Passando o ano de 1843 sem o fim do mundo, o profeta Miller marcou-o para o dia 21 de Março de 1844. Neste dia, milhares de pessoas, vestidas de branco, passaram a noite toda esperando Jesus. Foram decepcionados. Miller descobriu que estava errado. Voltou à sua congregação e pediu desculpas por tão grave erro. Até voltou a ser um pastor batista. Infelizmente o mesmo não se deu com alguns de seus seguidores, que a partir de 1844, formaram o movimento do ADVENTISMO.

De 1844 a 1860, os seguidores de Miller, sendo uma boa porcentagem deles batistas excluídos, foram conhecidos apenas como adventistas. Continuaram na insistência por datas. Quase uma por ano até o ano de 1877.

Entre os fiéis seguidores de Miller estava a senhora Ellen G. White, que, depois de ver fracassadas outras tentativas de marcação de datas, afirmou ter tido visões dos céus que lhe revelaram toda a verdade. Afirmava ela que o santuário de Daniel 8,13-14, está no céu e não na terra. Cristo teria vindo em 22 de Outubro de 1844 a esse santuário celestial. A próxima visão de Ellen foi sobre a guarda do sábado, de onde surgiu o complemento do nome Adventista do Sétimo Dia. Diz a Sra. White que teve uma visão onde havia uma arca no céu e nela estavam escritos os dez mandamentos. Dos mandamentos se destacava o quarto, porque se apresentava dentro de um círculo de luz. Entendeu ela que esse mandamento precisava receber maior atenção que os outros. Sua mensagem foi aceita pelos membros do adventismo e foi assim que surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

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Fonte:http://solascriptura-tt.org/Seitas/IgAdventista7Dia-TestemunhasJeova-GilbertoStefano.htm
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 15 de maio de 2017

O pecado reina em você?


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Por Josemar Bessa



“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências” - Romanos 6:12

Esta exortação de Paulo está baseada no que ele acabou de dizer. Há uma palavra de ligação: “Não reine, portanto...” – Ou seja, em vista do que agora vocês sabem, não deixem reinar o pecado em vosso corpo mortal. Vocês devem buscar a santidade porque determinados fatos são verdadeiros e inequívocos.

Que fatos são esses? Paulo tinha dito: “Permaneceremos no pecado para que a graça aumente?” – Ele responde: “Nós morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele” (v. 1,2) – A partir daí Paulo desenvolve essa verdade (v. 3-11). É a isso que o “portanto” do verso 12 se refere. Está alicerçado no fato de que já morremos para o pecado, portanto, ele não pode reinar em nossos corpos. Se não entendermos o que Paulo disse antes, a exortação do verso 12 não fará nenhum sentido.

Paulo ensina que o nosso morrer para o pecado é o resultado de nossa união com Cristo. Sem exceção, de todos os que estão de fato unidos a Cristo (v. 2-11). Porque Ele morreu, nós morremos para o pecado em Sua morte. Portanto, é evidente que o nosso morrer para o pecado não é algo que fazemos, mas algo que Cristo fez, cujo valor é revertido para todos aqueles que estão unidos com ele.

Esse é um fato, quer percebamos ou não. Cristo morreu para o pecado e todos os que estão unidos com Ele morreram. Porque estamos mortos para o pecado através de nossa união com Cristo, não devemos deixar o pecado reinar em nossos corpos mortais. Nossa vontade deve ser totalmente influenciada pelo fato de que morremos para o pecado.

Mas o que Paulo quer dizer com a expressão morreu para o pecado? Morremos para o domínio do pecado, ou para o reino do pecado. Antes de estarmos em Cristo, estávamos no reino de Satanás e do pecado. Nós “seguíamos os caminhos deste mundo e do governante das potestades do ar” (Ef 2.2). Estávamos sob o poder de Satanás (At 26.18) e completo domínio das trevas (Col 1.13). Éramos escravos do pecado (Rm 6.17). Nós já nascemos neste reino de escravos do pecado, da morte. Todos os que nasceram em Adão, exceto Cristo, nasceu escravo do pecado, nasceu sob o reino do pecado e de Satanás.

Mas em nossa união com Cristo nós morremos para este mundo. Fomos libertos da escravidão (Rm 6.18), fomos resgatados do Impérios da Trevas (Col 1.13), e fomos libertos e levados do poder de Satanás a Deus (At 26.18). Antes, toda a idéia de liberdade que o homem nutre, não passa de ilusão. Todos nascidos em Adão são escravos do pecado, sob o reinado e direção do pecado. Independente de quão moral e decente você possa rotular alguém, o homem vive no reinado do pecado e satisfaz seu mestre até em seus aparentes “atos de justiça”. Mas através da união com Cristo em Sua morte para o pecado, fomos transportados para o Seu reino de justiça. Não é algo que nós fizemos, é fruto da nossa união com Ele em Sua morte.

É porque estávamos neste reino de pecado, sob o seu reinado e governo, que começamos deste a infância a manifestar todo tipo de pecado que é a expressão de todo coração alienado de Deus em sua natureza adâmica. Éramos escravos e agíamos como escravos. Mesmo que vivêssemos naquilo que o mundo determina ser uma pessoa boa e moral, vivemos o tempo todo para nós mesmos e não para Deus, e de nossos corações produziam todo tipo de motivação, desejos, atos... condizentes com nossa escravidão. Nossa atitude para com Deus, Cristo... sempre foi aquela descrita em Lucas 19.14: “Nós não queremos este homem para ser o nosso rei”

Se fomos libertos desse reino, por que nós ainda pecamos? Temos uma nova natureza, mas nós nascemos pecadores, o que nos levou a desenvolver na prática estilos particulares de pecar. A velha vida foi em tudo treinada para a impiedade. Todos esses hábitos pecaminosos fizeram parte de nossa vida por longo tempo. Apesar do domínio do pecado ser quebrado, o pecado ainda exerce um poder tremendo trabalhando constantemente para o mal. Fazemos guerra a isso sob a atuação toda-poderosa do Espírito Santo: “Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei”. - Gálatas 5:17-18 – Essa luta agora, não ocorre debaixo da lei, ou seja, “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” – Ele já é feita sob a atuação toda poderosa do Espírito debaixo da Graça. A graça não é só perdão e libertação da condenação da lei, ela é o poder de Deus para uma nova vida.

Quando escravos foram libertos no Brasil... eles não começaram imediatamente a pensar como homens livres, eles ainda tendiam a agir muitas vezes como escravos porque haviam desenvolvido padrões de hábitos de escravidão.

Junto a isso, devemos lembrar que não só fomos escravos desde o nosso nascimento, mas ainda vivemos em um mundo povoado por escravos do pecado. Os valores convencionais em torno de nós refletem essa escravidão em todas as esferas, e o mundo o tempo todo tenta nos conformar ao seu próprio molde pecaminoso e de escravidão.

Embora tenhamos sido libertos do reino do pecado, não estamos livres de seus ataques. Embora o pecado não possa reinar em nós, ou seja, em nossa personalidade essencial, pois fomos regenerados, pode, se não for controlado, reinar em nossos corpos mortais. Ele vai, por exemplo, tentar transformar os instintos naturais de nosso corpo em luxúria, vai tentar transformar apetites naturais em indulgência, nossa necessidade de roupa, alimento e abrigo em materialismo, nossos instintos sexuais em imoralidade...

Então para esses que na morte de Cristo morreram para o pecado e estão livres da sua escravidão, que agora estão em união vital com Ele, habitados pelo espírito, justificados por fé... Paulo exorta para estar atentos para não deixar o pecado reinar em seus corpos mortais. Antes dessa união com Cristo, antes da regeneração, antes da justificação, antes da libertação da condenação da lei... esta exortação seria inútil. Você não pode dizer a um escravo que viva como um homem livre.

Agora que estamos de fato mortos para o pecado, para o seu governo e reinado – Podemos nos levantar e dizer não a ele. Quando pecado como cristão, e veja como isso é um terrível agravante, nós não pecamos como escravos, nós permitimos que ele o pecado reine em nossos corpos mortais. Assim, a exortação de Paulo é: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências” - Romanos 6:12


Fonte: josemarbessa.com
Em Cristo,
Mário

terça-feira, 2 de maio de 2017

NÃO SOMOS MAIS ESCRAVOS, O REINADO DO PECADO ACABOU!


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“Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões” (Rm 6.12).


​Todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O pecado é um rei que governa a vida de todo aquele que ainda não nasceu de novo. O homem não regenerado é um servo desse tirano. O pecado é um rei cruel, que coloca seus súditos debaixo de suas botas sujas. O homem nasce escravo desse carrasco impiedoso. Vive debaixo de sua ditadura implacável. Nenhum escravo pode libertar a si mesmo dessa escravidão.

Deus, porém, por meio de Cristo, nos libertou do poder do pecado (Rm 6.1-5). Onde o pecado abundou, superabundou a graça. Por ser a graça maior do que o nosso pecado, entretanto, ela não é um incentivo ao pecado. Ao contrário, não podemos viver no pecado, nós os que para ele já morremos. Estamos unidos com Cristo em sua morte, sepultamento e ressurreição. Morremos com ele, fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele. Estamos nele. Essa união com Cristo, destronou o pecado em nossa vida. Esse rei tirano perdeu seu poder sobre nós. Agora, somos livres do pecado e não mais escravos dele. O apóstolo Paulo, usa três argumentos para nos levar à essa gloriosa conclusão:

​Em primeiro lugar, nós devemos saber (Rm 6.6-10). O que nós devemos saber? Devemos saber que já foi crucificado com Cristo o nosso velho homem. Fomos sepultados com ele e ressuscitamos com ele para uma nova vida. Portanto, não precisamos mais servir o pecado como escravos. O pecado não é mais nosso patrão. Sua coroa foi tirada. Ele não é mais nosso rei. Não precisamos mais nos ajoelhar a seus pés para obedecer suas ordens. Fomos libertos dessa escravidão. O pecado foi destronado de nossa vida. Outrora, sob a lei, o pecado nos dominava, mas agora, sob a graça, somos livres!

​Em segundo lugar, nós devemos considerar (Rm 6.11). Aquele que morreu com Cristo deve se considerar morto para o pecado. Deve andar com a certidão de óbito no bolso. Um morto não obedece o pecado, o seu antigo rei. Foi liberto do jugo. Assim, devemos nos considerar mortos para esse rei tirano. Seu governo cruel sobre nós acabou. Seu domínio opressor chegou ao fim. Não estamos mais com uma coleira no pescoço. O pecado não manda mais em nós. Agora, devemos nos considerar vivos para Deus. Temos um novo rei. Somos servos da justiça. Fomos libertos da casa do valente, do império das trevas, da tirania do diabo, do reinado do pecado. Estamos sob as ordens de um novo Senhor, aquele que morreu por nós e ressuscitou para nos libertar da escravidão do pecado.

​Em terceiro lugar, nós devemos oferecer (Rm 6.12-14). Quando sabemos que fomos crucificados, sepultados e ressuscitados com Cristo. Quando nos consideramos mortos para o pecado, então, podemos dizer ao pecado: Agora você não reina mais sobre nós. Agora não obedecemos mais às paixões carnais. Agora não oferecemos mais os membros do nosso corpo ao pecado, como instrumentos de iniquidade. Pelo contrário, agora oferecemos a nós mesmos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os nossos membros a Deus como instrumentos de justiça. Não estamos mais debaixo da lei, mas vivemos no reinado da graça. O poder da nova vida não vem mais do nosso inútil esforço, mas sim, de Cristo. Morremos com ele, ressuscitamos com ele. Vivemos nele. Dele nos vem o poder para uma nova vida. Ele é o nosso libertador. Foi ele quem quebrou o poder do pecado em nossa vida. Foi ele quem arrancou a coroa do pecado e destronou-o da nossa vida. Ele é o nosso Rei e o seu reino é o reino da graça. Agora, somos livres, verdadeiramente livres. Nele temos vida, e vida em abundância. Outrora, vivíamos debaixo de amarga escravidão, rendidos ao pecado. Agora, livremente oferecemo-nos a Deus. Outrora, caminhávamos com uma coleira no pescoço, para uma condenação eterna. Agora, cheios de contentamento e gozo, marchamos para o céu!

Rev. Hernandes Dias Lopes
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Fonte: Blog A Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O MAIS IMPORTANTE É QUE DEUS SEJA GLORIFICADO



Por Mário César de Abreu

"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."(I Coríntios 10 : 31)

Amados,no verso acima o apóstolo Paulo,escrevendo aos coríntios,e portanto a crentes,os exorta  a fazerem tudo com o objetivo de glorificar ao Senhor. Esta mensagem vale para todos os crentes de todas as épocas.Não é somente no culto público que deve haver a consciência de dar a  Deus a glória e a honra devidas a Ele mas,em todos os momentos,em todos os lugares e nas mais diversas circunstâncias,os que professam a fé em Cristo,devem glorificar a Deus com suas vidas.Os pensamentos,as intenções do coração,as palavras e todas as obras precisam ter o fim principal de exaltar o nome do Senhor; vejam o que diz Pedro:"Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém."  (I Pedro 4 : 11).

Agora vejam o que diz Paulo à Timoteo:"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,"(II Timóteo 3:1,2).Notem que se os homens são amantes de si mesmos,eles não querem e não vão glorificar a Deus em suas vidas.Infelizmente,hoje em dia,  tem muitos crentes que estão nesta situação,amando a si e nem de longe glorificando ao Senhor. E por que isso acontece até com crentes? Vários são os fatores que levam a isso,vou citar alguns.

Primeiro: o mundo de hoje vive o relativismo. O que seria isso? O relativismo é uma doutrina que prega que algo é relativo, contrário de uma idéia absoluta, categórica. Atitude ou doutrina que afirma que as verdades (morais, religiosas, políticas, científicas, etc.) variam conforme a época, o lugar, o grupo social e os indivíduos de cada lugar.(Wikipédia)
Nada é absoluto,tudo é relativo,cada um acredita ter sua própria verdade e faz suas próprias regras para dirigirem suas vidas,quando o verdadeiro, é que a unica regra de" fé" e "conduta" é a Bíblia, que é a revelação de Deus para o homem.O fato então, da sociedade estar sendo cada vez mais relativista, torna ainda mais difícil a compreenção por muitos crentes,que não tem vigiado(nem orado) que "o importante e prioritário é a glória de Deus ou seja,Ele é soberano e deve ser glorificado em tudo.
Estão vivendo como no tempo em que Israel possuía Juízes."Naqueles dias não havia rei em Israel; cada um fazia o que parecia bem aos seus olhos." (Juízes 17:6)
Muitos professam a fé em Cristo mas,vivem como se Deus não existisse;"curtindo a vida",fazendo o que "dá na cabeça" e nem se lembram que Ele é o criador e mantenedor da vida e deve ser adorado e receber toda a glória.Seguem desapercebidos da realidade,imaginam que estão no controle de tudo,que sabem tudo,que o importante é ser crente vitorioso que canta,produz e vende Cds ou Dvds para entreterem os seus "fã clubes"; outros se auto-intitulam "apóstolos",bispos,etc e abrem ministérios que em vez de pregar a mensagem da cruz de Cristo,dão ênfase a milagres(milagres?) e outras coisas que chamam a atenção e assim,"faturam alto" com suas vítimas ou serão ovelhas? Ovelhas talvez mas,não de Jesus pois vejam o que o Bom Pastor diz de suas ovelhas: "Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos."
(João 10:5)

Segundo: as heresias hoje ensinadas.Outro obstáculo para se viver de modo a dar gloria ao Senhor são as muitas fábulas que se propagam pelo mundo e que adentraram às igrejas(denominações). A chamada teologia da prosperidade,por exemplo, ensina que o importante é a satisfação pessoal do homem e não a glória de Deus; ensinamento este contrário à sã doutrina do evangelho e que prega que o homem deve buscar sua vitória financeira como objetivo primeiro em sua vida e não o reino de Deus como ensina as escrituras- "Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."  (Mateus 6 : 33)-esta falácia tem levado muitos crentes a agirem como se  Deus fosse um "servo" do homem porque afirma, fundamentada em versículos isolados, que "plantando sementes"(ofertas financeiras) em algum ministério de homens mercenários e mentirosos,pode se receber de Deus muitas vezes mais do que foi "semeado", almejando com isso, as riquezas deste mundo através de supostas "barganhas" com Deus, blasfemando assim do evangelho-"E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita." (II Pedro 2:1-3). Segundo o texto acima,os falsos doutores, introduzem de modo "encoberto", heresias de perdição, são avarentos(amam o dinheiro) e fazem comércio do povo de Deus com palavras fictícias (invencionices) e desta forma, o caminho da verdade(evangelho) é blasfemado. Notem que nada disso pode glorificar a Deus, e quanta gente,que outrora serviu ao Senhor,hoje, por influencia destes líderes diabólicos,seguem como eles, apostatando das verdades essenciais do evangelho,negando ao Senhor que os resgatou,como diz Pedro. Existem vários outros ensinamentos errados que tem proposto que o que importa é o sucesso do homem e não a glória de Deus;a confissão positiva(decretar,determinar),o triunfalismo(todos nasceram para vencer),etc.

Terceiro: a negligência ao primeiro dos dois mandamentos que Jesus deixou. "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento."  (Marcos 12 : 30)Muitos já não se lembram,outros nunca entenderam o significado deste mandamento que coloca a Deus acima de tudo e de todos,seja bens,desejos e inclusive pessoas como: amigos,pais,filhos,cônjuges,etc. Somente o crente que ama a Deus desta forma,entende que deve almejar e se esforçar para glorifica-lo em tudo quanto faz; desde o levantar até ao deitar é preciso ter no coração o entendimento de que a glória de Deus é o dever primeiro e absoluto de todo homem que professa a fé cristã. O Senhor será propício àqueles que assim fizerem"E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos."  (Êxodo 20 : 6) mas,trará juizo sobre aqueles que  em vez de ama-lo,amam a si próprios não lhe dando glória."Dai glória ao SENHOR vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem vossos pés nos montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em sombra de morte, e a reduza à escuridão."  (Jeremias 13 : 16)

Pensem nisso!

Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A IGREJA PRECISA DE PODER

 Por
Hernandes Dias Lopes

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“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia, Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

A igreja é o povo chamado para fora do mundo, para voltar ao mundo, como testemunha de Cristo no mundo. Não sendo do mundo, vive no mundo, para pregar o evangelho por todo o mundo, a toda a criatura, fazendo discípulos de todas as nações, até aos confins da terra. Para cumprir essa grande comissão a igreja precisa de poder. Destacamos, à luz do texto em epígrafe, quatro verdades:
Em primeiro lugar, uma capacitação sobrenatural. “Mas recebereis poder…”. A igreja não realiza a grande comissão com seus próprios recursos. Não podemos pregar, testemunhar e fazer discípulos desprovidos de poder. Esse poder não é uma habilidade inata que possuímos. Não é resultado do conhecimento que acumulamos. Esse poder não é produto da nossa experiência nem mesmo vem como consequência de nossa maturidade cristã. Esse poder é sobrenatural e irresistível. A palavra grega usada aqui é dunamis, de onde vem a nossa palavra “dinamite”. A dinamite esmiúça as pedras mais duras e derruba as estruturas mais sólidas. Esse poder é capaz de transformar o pecador mais rebelde em um servo do Altíssimo. É capaz de transformar um Saulo de Tarso, o mais temido inimigo do Cristianismo, no mais poderoso apóstolo de Cristo.

Em segundo lugar, uma origem celestial.
“… ao descer sobre vós o Espírito Santo…”. O poder que a igreja precisa não vem da terra, mas do céu. Não vem dos homens, mas do Espírito Santo de Deus. Não podemos fazer a obra de Deus sem o poder do Espírito Santo. É o Espírito Santo quem nos convence de pecado. É o Espírito Santo quem nos regenera. É o Espírito Santo quem nos batiza no corpo de Cristo. É o Espírito Santo quem nos sela para o dia da redenção. É o Espírito quem nos transforma à imagem de Cristo e nos santifica. É o Espírito Santo quem nos dá poder para testemunhar. Não podemos fazer a obra de Deus fiados em nosso conhecimento ou em nossos métodos. Precisamos de poder, do poder do Espírito Santo. Fazer a obra de Deus confiados em nós mesmos é o mesmo que tentar cortar uma árvore com o cabo do machado.

Em terceiro lugar, uma missão essencial.
“… e sereis minhas testemunhas…”. A igreja recebe poder para testemunhar. Nossa pregação não pode consistir apenas em palavras de sabedoria humana. Precisamos de uma capacitação sobrenatural. Não recebemos poder para ficar trancados dentro de quatro paredes. Não recebemos poder para nos consumirmos em intérminas e inócuas discussões. Não recebemos poder para promovermos a nós mesmos. Recebemos poder para testemunhar. Uma igreja revestida com o poder do Espírito Santo tem coração aquecido, pés velozes e lábios abertos para testemunhar de Cristo. Uma igreja fortalecida com esse poder sai do campo da especulação teológica para o campo da ação missionária. Uma igreja cheia do Espírito, exerce perdão, derruba as paredes da inimizade e constrói pontes de reconciliação. Judeus e samaritanos são transformados e reconciliados. Samaria e Judeia, outrora inimigas, dão as mãos para caminhar juntas.

Em quarto lugar, uma abrangência universal. “… tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia, Samaria e até aos confins da terra”. Uma igreja cheia do Espírito Santo começa em sua Jerusalém, alcança sua região, atravessa suas fronteiras étnicas e alarga suas fronteiras até aos confins da terra. Sem o poder do Espírito Santo vamos olhar apenas para nós mesmos. Vamos investir apenas em nós. Sem o poder do Espírito Santo vamos transformar koinonia (comunhão) em koinonite (adoecimento das relações). Sem o poder do Espírito Santo vamos nos bastar a nós mesmos, apascentar a nós mesmos e sonegar a mensagem salvadora do evangelho aos povos. Nossa tarefa é imperativa, intransferível e impostergável. É tempo de alcançarmos, com o evangelho da graça, nossa cidade, nosso Estado, nosso país e as nações da terra!

Rev. Hernandes Dias Lopes
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Fonte:hernandesdiaslopes.com.br
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Em Cristo,

Mário

sábado, 25 de março de 2017

O Evangelho de Satanás




O evangelho de Satanás não é um sistema de princípios revolucionários, nem ainda é um programa de anarquia. Ele não promove a luta e a guerra, mas objetiva a paz e a unidade. Ele não busca colocar a mãe contra sua filha, nem o pai contra seu filho, mas busca nutrir o espírito de fraternidade, por meio do qual a raça humana deve ser considerada como uma grande "irmandade". Ele não procura deprimir o homem natural, mas aperfeiçoá-lo e erguê-lo. Ele advoga a educação e a cultura e apela para "o melhor que está em nosso interior" - Ele objetiva fazer deste mundo uma habitação tão confortável e apropriada, que a ausência de Cristo não seria sentida, e Deus não seria necessário. Ele se esforça para deixar o homem tão ocupado com este mundo, que não tem tempo ou disposição para pensar no mundo que está por vir. Ele propaga os princípios do auto-sacrifício, da caridade, e da boa-vontade, e nos ensina a viver para o bem dos outros, e a sermos gentis para com todos. Ele tem um forte apelo para a mente carnal, e é popular com as massas, porque deixa de lado o fato gravíssimo de que, por natureza, o homem é uma criatura caída, apartada da vida com Deus, e morta em ofensas e pecados, e que sua única esperança reside em nascer novamente.

Contradizendo o Evangelho de Cristo, o evangelho de Satanás ensina a salvação pelas obras. Ele inculca a justificação diante de Deus em termos de méritos humanos. Sua frase sacramental é "Seja bom e faça o bem"; mas ele deixa de reconhecer que lá na carne não reside nenhuma boa coisa. Ele anuncia a salvação pelo caráter, o que inverte a ordem da Palavra de Deus - o caráter como fruto da salvação. São muitas as suas várias ramificações e organizações: Temperança, Movimentos de Restauração, Ligas Socialistas Cristãs, Sociedades de Cultura Ética, Congresso da Paz estão todos empenhados (talvez inconscientemente) em proclamar o evangelho de Satanás - a salvação pelas obras. O cartão da seguridade social substitui Cristo: pureza social substitui regeneração individual, e, política e filosofia substituem doutrina e santidade. A melhoria do velho homem é considerada mais prática que a criação de um novo homem em Cristo Jesus; enquanto a paz universal é buscada sem que haja a intervenção e o retorno do Príncipe da Paz.

Os apóstolos de Satanás não são taberneiros e traficantes de escravas brancas, mas são em sua maioria ministros do evangelho ordenados. Milhares dos que ocupam nossos modernos púlpitos não estão mais engajados em apresentar os fundamentos da Fé Cristã, mas têm se desviado da Verdade e têm dado ouvidos às fábulas. Ao invés de magnificar a enormidade do pecado e estabelecer suas eternas consequências, o minimizam ao declarar que o pecado é meramente ignorância ou ausência do bem. Ao invés de alertar seus ouvintes para "escapar da ira futura", fazem de Deus um mentiroso ao declarar que Ele é por demais amoroso e misericordioso para enviar quaisquer de Suas próprias criaturas ao tormento eterno. Ao invés de declarar que "sem derramamento de sangue não há remissão", eles meramente apresentam Cristo como o grande Exemplo e exortam seus ouvintes a "seguir os Seus passos". Deles é preciso que seja dito: "Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus" (Rm 10:3). A mensagem deles pode soar muito plausível e seu objetivo parece muito louvável, mas, ainda sobre eles nós lemos: "Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras" (2 Co 11:13-15).
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Autor: Arthur W. Pink (1886-1952)
Fonte: www.pbministries.org
Copiado do blog:Bereianos
Em Cristo,
Mário

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