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segunda-feira, 15 de abril de 2013

A verdade é uma Pessoa e não um conceito?


Postado por Augustus Nicodemus Lopes
Hoje ouvi um renomado pastor falar que "para nós, cristãos, a verdade é uma Pessoa e não um conceito". Ele certamente está se baseando na declaração de Jesus "eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14:6) e usando-a para questionar a validade de declarações teológicas acerca de Deus, de Cristo, da salvação, etc. É o velho argumento de que o Cristianismo é uma relação com Deus e não um conjunto de declarações teológicas ou proposições doutrinárias.

Então, tá.

Eu concordo que o Cristianismo não pode ser reduzido a um conjunto de conceitos teológicos em detrimento da busca de um relacionamento pessoal e significativo com Deus mediante Jesus Cristo. Mas será que temos que excluir uma coisa em favor da outra?

O que é a declaração deste pastor, "a verdade é uma Pessoa e não um conceito," senão um conceito em si mesma? Se ele está dizendo a verdade, como acha que está, então a verdade é conceitual também. Ou não?

O próprio Jesus usou um conceito ou uma proposição ao dizer "eu sou o caminho, a verdade e a vida." Se isto aqui não for a verdade sob a forma de um conceito, o que mais será? Além do mais, se eu perguntasse ao ilustre pastor, "Tá. Mas, quem é Jesus, então?" - ele só poderia me responder a verdade usando conceitos, declarações, proposições, sentenças de sentido teológico.

Ah, outra coisa: se eu quiser conhecer esta Pessoa, que é a verdade, onde vou encontrá-la, como posso conhecê-la? Resposta: num livro, recheado de conceitos, na forma de declarações, afirmações, depoimentos, testemunhos e revelações, que é a Bíblia.

Esta raiva que determinados liberais têm contra a ideia de que existe verdade absoluta e que a mesma pode ser entendia e transmitida mediante conceitos, argumentos, declarações e proposições chega ao ponto de quererem separar Jesus do registro que foi feito dele pelos seus próprios apóstolos, a mando e orientação do próprio Jesus.
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Fonte: O tempora O mores
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Em Cristo,
Mário

domingo, 25 de novembro de 2012

10 razões porque a pregação da Palavra deve ser o centro dos nossos cultos


Por Renato Vargens


O reformador francês João Calvino via a pregação do evangelho como o centro da vida e obra da igreja. Ele cria que a pregação era central na igreja porque ela era o modo de Deus salvar o Seu povo, até o ponto dele se considerar também um ouvinte: "Quando eu subo ao púlpito não é para ensinar os outros somente. Eu não me retiro aparte, visto que eu devo ser um estudante, e a Palavra que procede da minha boca deve servir para mim assim como para você, ou ela será o pior para mim. ", dizia ele.


Para Calvino a pregação da Palavra era um meio de graça para o povo de Deus - “Quando nos reunimos em nome de Deus”, ele dizia, “não é para ouvir meros cânticos" (diferentemente da nossa geração que valoriza extravagantemente o momento de louvor). Para Calvino, os que desenvolviam tais práticas se alimentavam exclusivamente de vento. Além disso, Calvino cria que a pregação deveria ser “sem exibição”, para que o povo de Deus pudesse reconhecer nela a Palavra de Deus e para que o próprio Deus, e não o pregador pudesse ser honrado e obedecido.


A luz deste background gostaria de trazer 10 razões porque a pregação das Escrituras deve ocupar o centro do nosso culto:


1- Cristo é exaltado. As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado.


2- O homem é humilhado. A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.


3- Somos reanimados no Senhor. As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança.


4- Nossa psiquê é envolvida por graça. A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.


5- A Igreja é edificada. Quando a Bíblia é proclamada nossas igrejas são edificadas. A exposição das Escrituras, ao contrário dos movimentos vazios contemporâneos, fazem com que o povo de Cristo cresça no conhecimento do Senhor.


6- Somos protegidos dos erros doutrinários. Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.


7- Nos tornamos pessoas mais comprometidas com Cristo. As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.


8- Vivemos para a glória de Deus. A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus.


9- Ansiamos pela volta do nosso Redentor. As Escrituras quando proclamadas nos levam a ima santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.


10- Somos reavivados. A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.

Pense nisso!
Renato Vargens                                
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Fonte: Blog do Renato Vargens
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sábado, 16 de junho de 2012

O que penso sobre a ceia acridoce


Por Renato Vargens


A minha amiga Norma Braga publicou um texto em seu blog cujo título é: A "Ceia Acridoce." Caso não tenha lido a matéria, clique aqui.


Pois bem, em seu artigo Norma abordou a notícia de um evento da Fraternidade Teológica Latino-Americana, em Belo Horizonte onde os participantes da FTL ao celebrarem a ceia serviram também duas bandejas, uma com limão fatiado e outra com doce de leite. Segundo os participantes do evento, o pastor Carlos Queiroz iniciou a ceia explicando que não iria consagrar os elementos, pois alguns poderiam não concordar com ato que ele iria realizar. Na ocasião, ouve uma explanação de pelo menos 10 minutos explicando os significados da vida entre o amargo e doce e no final foi distribuído o pão e o vinho.

Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Se os participantes deste evento desejassem trazer a memória as agruras e vitórias da vida, a amargura e a doçura da existência que distribuissem limão e doce de leite em outra ocasião. Sim! Isso eles poderiam sentar a mesa comer limão e doce de leite a vontade, pensando nas distorções e ambiguidades da vida. No entanto, ao fazerem isso na Ceia do Senhor, os participantes desta "tosca" cerimônia afrontaram as Escrituras.
Ora, parafraseando Norma eu pergunto: Quem deu autoridade aos ministrantes da ceia para ACRESCENTAR outros elementos ao pão (corpo) e ao vinho (sangue)? Em que lugar nas Escrituras somos desafiados a participar da Ceia do Senhor pensando em amarguras e vitórias? Vejam bem, a Bíblia nos instrui a participar da mesa do Senhor em três perspectivas: Em memória dEle, até que Ele venha e discernindo o Corpo.

Caro leitor, nenhum pastor por mais eloquente que seja, por mais títulos que possua tem autoridade para modificar o que Jesus instituiu como sacramento.

Isto, posto, acredito que os que participaram do evento em questão precisam à luz das Escrituras rever seus conceitos.

É o que penso,
Renato Vargens
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Fonte: Blog do Renato Vargens   Divulgação: JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Liberais e neopentecostais, um novo e perigoso caso de amor


Por Renato Vargens



Tenho reparado nas redes sociais que muitos dos neopentecostais tem aplaudido, comentado e repassado aos seus amigos virtuais, algumas frases de efeito proferidas pelos liberais. Neste perspectiva se tornou comum encontrar os adeptos do neopentecostalismo vibrando com expressões do tipo:

"Mais do que entender a Biblia, o importante é saber respeitar outras pessoas, ter compaixão de quem sofre, pois no fundo a Biblia é isso."


"Pessoas que destilam ódio em nome da doutrina religiosa podem ter encontrado religião, mas não Deus. Deus é amor e misericórdia." 

"Deus é amor e se manifesta de forma diferente nas religiões."

"Os evangélicos precisam rever seu conceito medieval de salvação"

"Juízo eterno? Não! Deus é amor, no final de tudo o amor prevalecerá e todos os homens serão salvos"

"Não julguemos os homens, nem tampouco as suas doutrinas, isso não nos cabe. Vamos amar as pessoas, tratando-as com o amor do Cristo.

Pois bem, os liberais não se cansam de falar de amor. Em quase todos os seus textos é comum encontrarmos a afirmação de que Deus é amor e que em virtude disso, ele não julga ninguém, não condena ninguém. Todavia, os adeptos do liberalismo teológico se esquecem que as Escrituras apontam para o fato inexorável de que Deus além de amoroso é justo, e que no dia final, há de tratar com os homens consoante os seus pecados.
Ora, antes que me apedrejem, gostaria de afirmar que é claro que eu sei que Deus é amor. As Escrituras afirmam isso de forma inequívoca. O que seria de nós sem o amor e a graça de Cristo? O que seria das nossas miseráveis vidas se Jesus não tivesse morrido por nós na cruz? Que amor maravilhoso é esse, não é verdade? Entretanto, o fato de saber que Deus é amor, não me dá o direito de distorcer a verdade. JESUS CRISTO, a expressão máxima do AMOR, é também a mais absoluta VERDADE (João 14:6).


Bom, talvez você esteja se perguntando: Tudo bem, mais o que isso tem há ver com os neopentostais?


Tudo! Deixe-me explicar!


Os neopentecostais e suas doutrinas espúrias tem sido severamente criticados pela ortodoxia evangélica. É comum encontrarmos na blogosfera cristã inúmeros textos refutando as heresias do neopentecostalismo, o que de certa forma tem proporcionado a descoberta da verdade bíblica por milhares de nossos irmãos. Em contrapartida, um número incontável de neopentecostais tem rechassado a postura conservadora por parte da igreja brasileira, alegando que falta entre os que combatem o neopentecostalismo, amor e compaixão. Nesta perspectiva os neopentecostais em questão, tem vibrado com as expressões de "tolerância" usada pelos liberais, o que infelizmente tem proporcionado a aproximação destes dois grupos.

Prezado amigo, todos sabemos das distorções teológicas do neopentecostalismo e dos seus malefícios para a igreja brasileira, no entanto, o que muitos de nós desconhecemos é que o liberalismo teológico é muito pior. Sim! O liberalismo teológico é um câncer que vagarosamente arrebenta a saúde da Igreja. Como bem afirmou Augustus Nicodemus os "Liberais são parasitas, e assim como um vírus se instala num organismo debilitando o corpo do individuo, da mesma forma eles se instalam na igreja sugando-a até ficar só a carcaça, para depois buscar outro hospedeiro"


Caro leitor, o que me preocupa é fato de que em virtude da fraqueza teológica dos neopentecostais os liberais encontrem espaço em seus arraiais, instalando em suas débeis estruturas de pensamento, um tipo de vírus, que se não tratado com firmeza poderá produzir males quase que irreparáveis.

Sem sombra de dúvidas esse é um namoro que me preocupa!

Pense nisso!
Renato Vargens
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Fonte: Blog do Renato Vargens     Divulgação: JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

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