sábado, 30 de junho de 2012

Blogueiros deitam e rolam no portal Verdade (do Malafaia) Gospel







Portal Verdade Gospel se "enrola" com o texto sagrado e causa constrangimento a Silas Malafaia.


Fazendo uso da mesma expressão empregada por Silas Malafaia ao se dirigir, com toda a sua empáfia, aos blogueiros por ocasião do tal desafio (risos) teológico (risos) FAIL “cuidado, hein filho? Não vá se enrolar ai com a Palavra de Deus!” somos obrigados a exortar o editor de portal Verdade (do Malafaia) Gospel na mesmíssima direção, contudo no aspecto mais básico de todos:

Se você não conhece o verso bíblico de uma notação que alguém lhe apresenta, convém verificar antes de assentir com a afirmativa, risos. Podes estar recebendo uma funicada (outra expressão malafaiana) sem saber!

E nao foi!
Depois desafiar os blogueiros a refutarem a sua "teologia da prosperidade", como se este blog e mais uns outros 7.000 já não estivesem fazendo isto DIARIAMENTE há uns quatro anos, um Malafaia ensandecido parte para mais um ataque e solta os cachorros para cima dos ilustres desconhecidos ...


Tal qual um “Herodes” temeroso de 7.000 “João Batistas”, Silas Malafaia produz um texto desprezível, que já comentamos AQUI.


Obviamente, muitos dos 7.000 blogueiros "ilustres desconhecidos" e "vagabundos" decidiram comparecer ao Verdade (do Malafaia) Gospel, o portal meia bomba que o MalaFALHA pôs no ar, para conferir e comentar o mais novo petardo do falso pastor. Tanto mais, que o Malafaia, na maior cara de pau, insiste em afirmar que ninguém o contraditou!



Editor do Verdade Gospel, Marcos Melo


O VERDADE GOSPEL é um portal sem SEO nenhum (Glórias a Deus!), tráfego irrisório, cujo o editor é Marcos Melo, (foto) que assume a tarefa inglória de engolir, diariamente, moscas, baratas e até lagartixas dos blogueiros evangélicos .


A última foi no post de que estamos tratando:


http://www.verdadegospel.com/silas-malafaia-%E2%80%98ilustres-desconhecidos-me-atacam%E2%80%99/?area=1

Até o dia 18/06 às 18:00h o post esculhambando blogueiros registrava 392 comentários. A maioria contendo elogios ao Malafaia (156, dos quais, partindo dos mesmos 7 IPs, risos) e alguns poucos, demosntrando dúvidas acerca do texto do post (he he).

O que não aparece lá, exceto pela dica do comentário do editor, o Marcos Melo (veja na imagem abaixo), é que o referido post recebeu centenas de comentários não publicados com protestos educados e refutações bíblicas corretas e que não foram publicados! Isto sem contar outras centenas de posts afirmando que Silas Malafaia é um falso profeta.

Diante disto, alguns blogueiros decidiram deixar mensagens de exortação com a indicação de versículos bíblicos (apenas a notação bíblica, sem os versos) – afinal, sabemos que o pessoal de lá conhece o livro muito vagamente, risos.
A seguir, uma destas mensagens (confira na imagem a mensagem com o asterisco *):

Opinião disse:

18 de junho de 2012 às 13:56 Caro Pastor S. Malafaia,

Diante deste comentário vejo como o Sr é honrado pelo povo, e que estes seus perseguidores são como formigas aos teus pés, já formaste a tua massa de manobra, e cumpriste o que o Senhor Jesus falou em Mateus 24:24, qua justiça de Deus esteja sempre do seu lado, e que a benção de Mateus 23:13 se cumpra na sua vida, e que a profecia de Lucas 6:24-26 se realize.



Opinião é o pseudônimo do blogueiro Fábio Szmyhiel do blog http://falandocomelesemcessar.blogspot.com.br/





E como o neófito editor nada entende de bíblia e o dono do portal só entende de torcer a mesma a seu favor, lá está publicado:


Caro Pastor S. Malafaia,


Diante deste comentário vejo como o Sr. é honrado pelo povo, e que estes seus perseguidores são como formigas aos teus pés, já formaste a tua massa de manobra, e cumpriste o que o Senhor Jesus falou em Mateus 24:24 (Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.), que justiça de Deus esteja sempre do seu lado, e que a benção de Mateus 23:13 se cumpra na sua vida (Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque fechais aos homens o reino dos céus; pois nem vós entrais, nem aos que entrariam permitis entrar.), e que a profecia de Lucas 6:24-26 (. Mas ai de vós, ricos! porque já tendes a vossa consolação. Ai de vós, os que estais fartos, porque tereis fome. Ai de vós, os que agora rides, porque vos lamentareis e chorareis.) se realize.





Agora, meu caro editor, que tem a cara de pau de não aceitar qualquer comentário com refutações ao seu patrão, corre lá atrás do seu prejuízo, pois tem mais nove comentários equivalentes a estes por lá e você engoliu todos. E, a partir de agora, serão dezenas por dia, de maneira que você só terá duas escolhas: (1) Recusar comentários com versículos bíblicos; ou (2) tratar de lê-los, aprender um pouquinho e dar oportunidade para a obra ser feita na sua vida.


Contudo, se o seu caso for manter o emprego, corre lá atrás do prejuízo antes que o Malafaia veja, risos.


                     FONTE:        Genizah     

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Em Cristo,
Mário César de Abreu

POPULAÇÃO EVANGÉLICA CRESCE 61 % NO BRASIL, CATÓLICOS DIMINUEM

AMADOS LEIAM ATÉ O FIM E PERCEBAM QUE QUANTIDADE NÃO QUER DIZER,NECESSÁRIAMENTE,QUALIDADE.

MÁRIO
A população evangélica do Brasil cresceu, chegando a 22,2% da população em 2010, segundo resultados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010 divulgados nesta sexta-feira.

Em 30 anos, o percentual de evangélicos passou de 6,6% para 22,2% da população, sendo o segmento religioso que mais cresceu no Brasil, no período intercensitário, informa a pesquisa. Em 1991, o percentual era de 9,0%, em 1980 de 6,6%.

Os evangélicos chegaram assim a 42,3 milhões no ano de 2010, um aumento de 16 milhões de pessoas desde 2000, quando foi realizado o último Censo.

Por outro lado, como já havia sido apontado em outras pesquisas demográficas, a população católica diminuiu passando de 73,6% em 2000 para 64,6% em 2010. A igreja católica vem mostrando queda desde o primeiro Censo, realizado em 1872.

A redução do número de católicos ocorreu em todas as regiões, sendo a maior redução ocorrida na região Norte do país, de 71,3% para 60,6%. Nessa região, os evangélicos aumentaram de 19,8% para 28,5%.

A maior concentração de evangélicos encontrou-se no estado de Rondônia com 33,8% e a menor no Piauí com 9,7%. O maior percentual de católicos foi no Piauí com 85,1% e a menor no estado do Rio de Janeiro com 45,8%.

O número de pessoas que se decararam sem religião também aumentou de 7,3% em 2000 para 8,0% em 2010.

A pesquisa também abordou a proporção com relação ao sexo, educação, raça e idade.

Segundo o estudo, os homens estão em maior proporção entre os católicos e sem religiões com proporções de 65,5% para homens e 63,8% para mulheres, e 9,7% para homens e 6,4% para mulheres), respectivamente.

Com relação à idade, verfica-se que a proporção de católicos foi maior entre pessoas com mais de 40 anos. Enquanto entre os evangélicos houve a maior proporção de crianças (25,8% na faixa de 5 a 9 anos) e adolescentes (25,4% no grupo de 10 a 14 anos).

Os evangélicos apresentaram ainda maior proporção de pardos entre eles (45,7%), enquanto os católicos tiveram uma proporção maior de brancos, 43,0%.

(Fonte: Christianpost)
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Veja o que comentou o Pastor Márcio de Souza:

Pois é. A última pesquisa apontou um crescimento demográfico considerável entre os evangélicos. Saltamos de 15% da população brasileira para 22% o que daria um total de aproximadamente 42 milhões de crentes. A pesquisa para quem quiser conferir está aqui.

Nosso crescimento é gritante! Basta andar nas ruas no domingo a noite e veremos centenas de crentes empunhando suas bíblias e rumando para os cultos dominicais. Porém, por trás dessa explosão demográfica evangélica, devemos pensar no que tem gerado esse crescimento em nosso meio. Será a “fama” de que crente prospera ou o afã de responder o chamado divino para a “Missio dei”? Será que estamos atentando muito para a quantidade e deixado a qualidade de lado?

Um bom termômetro para isso é olhar a situação de desigualdade social e injustiça no país. Quando Calvino pregou o evangelho em Genebra, a cidade deixou de ser um pulgueiro onde pessoas jogavam fezes pelas janelas de casa e passou a ser uma referência de civilidade, justiça social e respeito ao direito do outro. Sem contar que o trabalho foi dignificado e reconhecido como ferramente de Deus para nos prosperar.

Hoje, somos 42 milhões e os lixões continuam cheios de crianças sendo exploradas, gente brigando com cães e urubus o pão de cada dia, as favelas continuam a se multiplicar, o tráfico de drogas continua a recrutar nossos meninos e o nosso índice com relação a distribuição de renda e desenvolvimento humano só não é pior que o de Serra Leoa e algumas republiquetas africanas. Se o Evangelho vigente no Brasil seguisse a doutrina dos apóstolos, o país seria outro. Não teríamos pastores milionários e crianças famintas. precisamos pensar se não estamos transformando lobos em bodes ao invés de ovelhas.

E no mais, tudo na mais santa paz!

(Fonte: Gospel +)
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Púlpito Cristão;
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

Denúncia: evento LGBT em Brasília defende que crianças mexam sexualmente em outras do mesmo sexo

AMADOS,LEIAM ESTA MATÉRIA E FIQUEM ATENTOS,OREM PARA QUE DEUS NOS LIVRE DESTES HOMENS DEPRAVADOS QUE QUEREM DESTRUIR NOSSAS CRIANÇAS E NOSSA SOCIEDADE.
MARIO

Por Paulo Teixeira



No dia 15 de maio deste ano foi realizado em Brasília o 9º Seminário LGBT.

O encontro proposto pelo deputado Jean Wyllys (PSOL) teve a temática voltada a ‘crianças gays’ (vê se pode!) sob o tema “todas as infâncias são esperança” e foi realizado na Comissão de Direitos Humanos e de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

Além de discursos veementes pela volta do kit gay do MEC, proposto na época em que Fernando Haddad era Ministro (atual candidato do PT à prefeitura de SP), uma outra proposta enfocou que crianças sejam livres para conhecer sexualmente o corpo das outras, menina com menina, assim como menino com menino.

“Deixem a crianças brincarem em paz. Isto as tornará adolescentes e adultos mais inteligentes epotencialmente mais perspicazes e no enfrentamento e na transformação do mundo que lhes deixamos como herança”, disse uma debatedora. Para ela, este tipo de ‘brincadeira’ não levará as crianças a serem homossexuais ou lésbicas.

Que loucura ‘científica’ e ‘sociológica’ é essa?

Deixar crianças do mesmo sexo ‘brincarem em paz‘, estimulando o órgão genital uma das outras, torná-lhes-á futuramente mais inteligentes?

O objetivo é tentar mostrar que os adultos homossexuais são mais inteligentes, uma raça superior, pois tiveram liberdade desde a infância e nunca foram reprimidos, com isto são mais livres para pensar e olhar o mundo de forma mais humana ?

É evidente que este tipo de discurso não se cerca de alicerce científico, nem mesmo fundamenta-se em aceitável estudo do comportamento social, mas trata-se de uma implícita mensagem subliminar, cujo fim é mostrar às crianças, com materiais como o kit gay, que somente serão inteligentes, no futuro, aquelas que desde cedo começarem a ter uma relação homossexual. Um verdadeiro ataque à inocência infantil.

Outras aberrações foram ditas no encontro (link do vídeo no fim deste artigo).

O deputado e ex-BBB Jean Wyllys aproveitou para alfinetar pastores e psicólogos cristãos. Ao referi-se aqueles que foram buscar ajuda por ‘estarem dentro do armário’, disse que estes caíram nas mãos de ‘psicólogos charlatães e pastores curandeiros’.

Em outro momento, o ex-BBB manifesta indignação quanto aos fundamentos bíblicos. Para ele, aqueles que se apegam à Bíblia, ao pé da letra, são fundamentalistas religiosos.

O que dizer então do texto abaixo?

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Co 6.9-10, versão NVI)

Pelo lógica do deputado, todo cristão que interpreta o texto citado, ipsis litteris, é um fundamentalista religioso. Logo, são extremistas religiosos.

Um outro ativista, ao comentar sobre pedofilia, citou que mais de 70% dos pedófilos são pessoas ligadas à família da criança abusada. Os outros 30%, segundo ele, talvez seja formado por pastores e padres.

Se alguém imagina que as ações homossexualistas propostas pelos ativistas gays, Brasil afora, são finitas, engana-se. As ações são nos três entes federativos – União, estados e municípios - e conta com apoio de grandes órgãos da imprensa, como também de diversos políticos.

Em São Paulo, por exemplo, os ativistas gays do PT exigem que Fernando Haddad (ex-ministro do MEC), candidato à prefeitura de São Paulo, adote o kit gay para crianças do ensino básico, como também a contratação de professores travestis. Para Haddad, caso vença as eleições, a exigência dos ativistas, em relação ao kit gay municipal, não será difícil de ser implementada, pois poderá aproveitar o ‘cacife’ adquirido durante a confecção do kit gay do MEC.

Quando assisti o vídeo fiquei pasmado, aterrorizado.

Nossas crianças precisam de ajuda e de apoio.

O que se espera agora é que a sociedade brasileira reaja a essa nefasta tentativa de atingir as crianças brasileiras, em particular aquelas que dependem do ensino público, foco dos materiais ‘didáticos’.

Clique aqui e assista o vídeo do Seminário LGBT.

Por Paulo TeixeiraPaulo Teixeira é carioca, cristão evangélico da igreja Assembleia de Deus e atua na internet como blogueiro e articulista, desde 2007, focando assuntos sociais, políticos e religiosos, analisando-os sob a ótica cristã. Licenciado em matemática pela Universidade Castelo Branco (UCB/RJ) e graduando em história pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).
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Fonte : Gospel mais
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Eleição divina, a escolha da graça

        



Na igreja protestante, há dois segmentos: o Calvinismo e o Arminianismo. O Calvinismo enfatiza a eleição divina; o Arminianismo o livre arbítrio humano. O Calvinismo ensina que Cristo morreu para efetivar nossa salvação; o Arminianismo ensina que Cristo morreu para possibilitar a nossa salvação. Para um arminiano Deus escolhe o homem para a salvação, quando este crê; para um calvinista o homem crê porque foi escolhido. Vamos, examinar, agora, à luz de Efésios capítulo 1, versículo 4, a doutrina da eleição: “Assim como nos escolheu, nele, [em Cristo], antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele…”.

Em primeiro lugar, o autor da eleição. Deus é o autor da eleição e não o homem. Foi Deus quem nos escolheu e não nós a ele. Na verdade, jamais poderíamos escolher a Deus. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Éramos ímpios, fracos, pecadores e inimigos de Deus. Por isso, a escolha de Deus é incondicional. Deus não nos escolheu por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. Deus não nos escolheu porque éramos bons, mas apesar de sermos maus. Deus não nos escolheu porque cremos em Cristo; cremos em Cristo porque Deus nos escolheu (At 13.48). A fé não é causa da eleição, mas seu resultado. Deus não nos escolheu porque éramos santos; Deus nos escolheu para sermos santos. A santidade não é causa da eleição, mas sua consequência. Deus não nos escolheu por causa da nossas boas obras; Deus nos escolheu para as boas obras. Somos feitura de Deus, criados em Cristo Jesus para as boas obras.


Em segundo lugar, o tempo da eleição. O apóstolo Paulo diz que Deus nos escolheu antes da fundação do mundo. Não havia em nós qualquer mérito que justificasse essa escolha, uma vez que Deus colocou o seu coração em nós antes de nós colocarmos nosso coração nele. Sua escolha foi livre, soberana, incondicional e cheia de graça. Ele não deixaria de ser Deus pleno e feliz em si mesmo se não tivesse nos escolhido. Mas, ele, por amor, nos amou com amor eterno e nos atraiu para si com cordas de amor. E isso, desde os refolhos da eternidade. Ainda não havia estrelas brilhando no firmamento. Ainda os anjos de Deus não ruflavam suas asas cumprindo as ordens suas ordens. Ainda o sol não havia dado a sua claridade, e Deus já havia nos amado e nos escolhido para a salvação.


Em terceiro lugar, o agente da eleição. O apóstolo Paulo diz que Deus nos escolheu em Cristo. Ele é o amado de Deus, o escolhido do Pai. Nele somos amados. Nele somos eleitos. Nele somos perdoados. Nele somos remidos. Nele somos salvos. Não há salvação fora de Cristo. Não há nenhum outro nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos. Jesus é único caminho para Deus. Ele é o único Mediador entre Deus e os homens. Jesus é a porta do céu. Não há eleição fora de Cristo. Vivemos pela sua morte. Somos purificados do pecado pelo seu sangue. O mesmo Deus que escolheu nos salvar, elegeu também nos salvar por intermédio de Cristo. Ninguém pode ser salvo e ninguém pode confirmar sua vocação e eleição, a menos que se renda a Cristo e o confesse como Salvador e Senhor.

Em quarto lugar, o propósito da eleição. O apóstolos Paulo afirma, categoricamente, que Deus nos escolheu em Cristo, para sermos santos e irrepreensíveis. Se o autor da eleição é Deus, se a causa da eleição é a graça divina, se o agente da eleição é Cristo, o propósito da eleição é a santidade. Deus não nos escolheu para vivermos no pecado; mas para sermos libertos do pecado. Cristo não morreu para que aqueles que permanecem em seus pecados tenham a vida eterna; ele morreu para que todo o que nele crê seja santo com Deus é santo. Se a santidade não é a causa da eleição, é sua evidência mais eloquente. Ninguém pode afirmar que é um eleito de Deus, se não há evidências de santidade em sua vida. Por isso, a Palavra de Deus é oportuna em nos exortar: “Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição…” (2Pe 1.10).

Hernandes Dias Lopes      Blog: Palavra da Verdade      Divulgação: Jesus é o Senhor
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quinta-feira, 28 de junho de 2012

JOÃO 3:16

AMADOS LEITORES, ASSISTAM A ESTE VÍDEO E VEJAM UMA COMPARAÇÃO DE COMO DEUS ESCOLHEU NOS SALVAR,NÃO POUPANDO O SEU ÚNICO FILHO QUE, MORRENDO EM NOSSO LUGAR NA CRUZ,PODE NOS TRAZER A PAZ E A SALVAÇÃO. MÁRIO





"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
(João 3:16)
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Em Cristo,
Mário César de Abreu


Carta sobre o destino de quem não ouviu o evangelho

Por John Piper


John Piper

Carta a uma garota de 12 anos sobre o destino eterno daqueles que não ouviram o evangelho.

Querida Sarah,

Você perguntou o que acontece com as pessoas que vivem distantes do evangelho, nunca ouviram sobre Jesus e morrem sem crer nele.

Aqui está o que eu acho que a Bíblia ensina.

Deus sempre pune as pessoas por conta do que elas sabem e deixam de acreditar. Em outras palavras, ninguém será condenado por não crer em Jesus se nunca ouviram sobre Jesus.

Isso significa que as pessoas serão salvas e vão para o céu se nunca ouviram sobre Jesus? Não, não é isso que Deus nos diz na Bíblia.

A passagem principal da Bíblia sobre esse assunto é Romanos 1.18-23. Aqui está o que ela diz, então farei um ou outro comentário.

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, pois o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis; porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e o coração insensato deles obscureceu-se. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis.

Note algumas coisas:
Todas as pessoas “conhecem Deus”, mesmo se nunca ouviram sobre a Bíblia. “O que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles” (v. 19). “porque, tendo conhecido a Deus…” (v. 21).
A forma pela qual elas conhecem a Deus é pela forma que Deus fez o mundo e suas próprias consciências (19-20).
Mesmo que elas conheçam Deus, ninguém que conheceu Deus em qualquer lugar do mundo “o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças” (v. 21). Pelo contrário, eles “suprimem a verdade” (v. 18). Isso é, eles resistem à verdade no fundo de seus corações e a “trocaram” por outras coisas que mais lhes agradam (v. 23).
Assim, “são indesculpáveis” (v. 20). Isso é, são culpados e merecem ser castigados.

Então, não creio que a Bíblia ensine que as pessoas possam ser salvas sem ouvirem o evangelho. Veja o que Paulo diz em Romanos 10.13-17. Você precisa ouvir o evangelho para ser salvo:

Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!” No entanto, nem todos os israelitas aceitaram as boas novas. Pois Isaías diz: “Senhor, quem creu em nossa mensagem?” Conseqüentemente, a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo.

Oremos então pelos missionários, e perguntemos a Deus se não deveríamos ser um também. O mundo realmente precisa de mais pessoas dizendo a todos os perdidos sobre Jesus e sobre as maravilhosas boas novas de que Ele morreu pelos pecadores para que, quem crer nele, seja salvo.

Obrigado pela sua pergunta.

Continue orando e lendo sua Bíblia. Deus há de multiplicar seu conhecimento.

Pastor John.

Traduzido por Filipe Schulz | iPródigo.com | Original aqui
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Fonte: iPródigo.com                     Divulgação: Jesus é o Senhor
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Uma mensagem para aqueles que estão passando por momento dificeis

Por Renato Vargens

Por acaso você já percebeu que a vida às vezes nos reserva tempestades sombrias? Já se deu conta que a existência humana se dá sobre montes e vales, e que muitas das vezes enfrentamos forças invisíveis que nos tentam fazer desistir de nossos sonhos e ideais?

Infelizmente não são poucas as vezes que titubeamos diante das pressões. Isto porque, o inimigo de nossas almas, tenta semear em nossos corações sementes de incerteza e incredulidade. Todavia, são em momentos como estes que necessitamos nutrir os nossos corações da convicção de que ainda que não pareça, Cristo continua firme guiando nossos barcos.

Essa afirmação me faz lembrar de uma canção bem antiga cantada em nossas igrejas:



“ Mestre, o mar se revolta
E as ondas nos dão pavor!
O céu se reveste de trevas,
Não temos um Salvador!
Não se te dá que morramos?
Podes assim dormir?
Se a cada momento nos vemos
Já prestes a submergir?

As ondas atendem ao meu mandar,
Sossegai!
Seja o encapelado mar,
A ira dos, homens o gênio do mal;
Tais águas não podem a nau tragar,
Que leva o Senhor, Rei dos céus e mar!
Pois todos ouvem o meu mandar:
Sossegai! Sossegai!
Convosco estou para vos salvar;
Sossegai!

Mestre, tão grande tristeza
Me quer hoje consumir!
Na dor que perturba minha alma
Te imploro: “Vem me acudir!”
De ondas do mal que me encobrem,
Quem me virá valer?
Não tardes, não tardes, bom Mestre,
Estou quase a perecer!

Mestre chegou a bonança;
Em paz vejo o céu e o mar!
O meu coração goza a calma
Que não poderá findar.
Firme ao teu lado, ó Mestre,
Dono da terra e céu,
Eu hei de chegar, bem seguro,
Ao porto, destino meu."


Caro leitor, ao longo dos anos tenho aprendido que o Deus o qual servimos é livre para nos ensinar aquilo que quer e do modo que quiser. No processo pedagógico de Deus torna-se necessário com que algumas vezes enfrentemos tempestades, até porque são através delas que aprendemos que jamais devemos desistir, antes pelo contrário, devemos depositar aos pés daquele que tudo pode nossas inquietações e ansiedades na certeza de que no tempo certo ele exercerá sua providência.

Portanto lembre-se: Deus está no controle da sua vida, nada absolutamente nada foge ao seu domínio, ele é Senhor e Soberano sobre tudo e todos.

Não desista, antes pelo contrário, nutra o seu coração de fé na certeza de que aquele que começou a boa obra em sua vida, o fará no final de tudo mais do que vencedor.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens      
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Fonte: Blog do Renato Vargens
Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 25 de junho de 2012

AO PASTOR SILAS MALAFAIA: DE UMA ILUSTRE DESCONHECIDA

Amados no Senhor,leiam este texto na íntegra,é de uma importância única para o melhor entendimento sobre o Silas Malafaia,suas heresias e arrogância.
Mário

Por Mikaella Campos

Realmente, eu não sou ninguém. Sou apenas uma jovem mulher de 28 anos, casada, que trabalha, cuida da casa e do marido e ainda dedica parte do tempo à leitura da Palavra de Deus e à adoração àquele que tudo fez. Nunca assumi uma igreja. Nunca tive os holofotes sobre mim. Realmente, eu não sou ninguém. O que me faz sentir algo é a presença inimaginável do Espírito Santo. Esse habita em mim, move-me, ensina-me a pensar e a identificar por meio das Escrituras algo que está longe de ser a pregação do evangelho. É essa presença em mim que me faz ser alguém. Alguém com autoridade para refutar falsas doutrinas. É o Espírito Santo que tem transformado o meu caráter e me feito pensar quanto que tenho que melhorar para chegar aos pés da sabedoria e da santidade de Jesus Cristo.

Se a minha vida como cristã é ser imitadora de Jesus (Efésios 5.1, Hebreu 6.12, I Coríntios 11.1), ao contrário do que o senhor diz, eu, a ilustre desconhecida, tenho autoridade dada por Jesus para usar o lado questionador, crítico, impetuoso, revolucionário de Cristo. Não sei se o senhor já leu a Bíblia, mas no Novo Testamento, podem-se encontrar momentos em que Jesus enfrentava os líderes religiosos da época. Esse pessoal era recheado de hipocrisia, mentiras. Diziam-se santos, mas não passavam de tartufos, que se cobriam com capas religiosas viciadas de corrupção.

Os fariseus de hoje são os nossos líderes religiosos, que podemos chamar de povo pseudo-evangélico. Grupo, no qual, o senhor participa e não faz questão de mostrar humildade. São pastores dominados pela arrogância assim como os hipócritas do passado. Como serva de Cristo tenho o direito de não ser simpática a falsas doutrinas e a comportamentos infantis e egocêntricos na pregação da mensagem de Deus. Jesus raramente era cordial com as falsas autoridades religiosas. Eu também tenho o direito de não ser.

Primeiro questionamento


Para começar a questionar a sua carta, digo que a internet hoje tem desempenhado um importante papel na pregação de um evangelho longe das teorias humanas que sempre rondaram às igrejas. Ao contrário dos pensamentos ditatoriais de alguns pastores como o senhor, a internet é um lugar onde as pessoas têm encontrado espaço para questionar esse evangelho raso, de fundo de quintal, que tem sido anunciado por aí. Durante muito tempo, pastores como o senhor faziam de tudo para deixar o povo cego e ignorante à verdadeira mensagem do evangelho. Mas graças ao bom Jesus Cristo, pela internet, têm se levantado pessoas capazes de confrontar mentirosos e de apontar os erros teológicos, doutrinários que estão levando muitas almas para o inferno.

E o seu argumento quanto aos críticos não passa de uma mensagem infantilizada e sem qualquer fundamento bíblico. Ser contrário a uma mensagem recheada de inverdades não significa ter inveja. Na verdade, mostra como o povo cristão tem adquirido um conhecimento divino para lutar contra falsas doutrinas. E quando o senhor chama os críticos de invejosos, pessoas frustradas, recalcadas, a sensação que tenho é que o senhor não conseguiu ainda provar biblicamente que está certo, que tem respaldo de Deus para ser uma “voz profética”.

Quanto ao ódio que o senhor diz que os críticos têm podemos ver esse sentimento estampado, na verdade, na sua face, nas suas palavras. Porque, se houvesse amor nas suas mensagens, os cristãos que estão indo contra o senhor, pastor Malafaia, não se sentiriam tratados com hostilidade.

O mesmo texto que citou de Mateus 7.1 (“não julgueis, para que não sejais julgados”, e Lucas 6:38b “porque com a mesma medida que medirdes, também vos medirão de novo”), deixo para o senhor. Pois, o senhor, pastor, disse em alto e bom tom que os críticos da sua mensagem são caluniadores, difamadores e a voz do diabo. Ou será que Deus, além da voz profética, concedeu ao senhor o direito de julgar as pessoas que só querem ver uma pregação pura, sem sujeira, sem corrupção ser anunciada no nosso país?

Segundo questionamento

Não estou aqui para escrever um artigo sobre sua vida como pastor. Afinal, como o senhor mesmo disse, foram 30 anos de chamado. No entanto, não posso deixar escapar uma questão um pouco atrevida que o senhor colocou na sua carta. O senhor diz não receber salários da igreja, mas que as pessoas estão falando mal do senhor porque Deus tem te abençoado e honrado a tua fidelidade. Quando li isso, lembrei-me do apóstolo Paulo que recebia as doações de outros cristãos e compartilhava tudo com os pobres. O carro blindado que ganhou, o que o senhor fez com ele? Vendeu para repartir para os pobres e para que o dinheiro fosse usado na expansão do evangelho? E o seu avião particular? O senhor também ganhou? E quando o senhor fala que as igrejas deixam seus pastores na miséria, será que esse questionamento não serve para o senhor? Já que é tão abençoado, por que não compartilhar essa graça?

Sinceramente, eu não estou com raiva do senhor porque eu ando de Ford Ka 2007 enquanto o senhor anda de carro blindado. O que me deixa indignada é a forma que o senhor se reporta às pessoas, chamando-as de invejosas porque não têm os mesmos ganhos que o senhor. A maior parte da população desse país, até entre os cristãos (não sei se o senhor sabia disso), precisa trabalhar para ter um salário que lhes ofereça pelo menos a chance de se alimentar com dignidade. Para conseguir comprar uma roda de bicicleta, como o senhor fala, essas famílias precisam viver anos de economia até conseguir o dinheiro o suficiente para conquistar o sonho. Será que essas famílias são menos abençoadas por Deus por que nunca ganharam um relógio nem do Paraguai, enquanto o senhor anda para cima e para baixo com relógio de ouro que ganhou de algum amigo?

E já que a sua vida e seu ministério são testemunhos do que Deus tem feito, por que o senhor teme a investigação da Receita Federal e do Ministério Público? Se tudo está correto, se não houve nenhuma enganação, por que ter medo de abrir as contas e mostrar de onde vem o seu sustento? E por que não agir com clareza em vez de fugir das investigações?

Eu te desafio

Eu, senhor pastor, lanço-te um desafio: a mostrar com clareza sua vida e ainda a dividir todo o seu patrimônio acumulado com os pobres. Desafio também, senhor pastor Malafaia, para ir pregar a teologia da prosperidade no sertão, onde há fome. Na África, onde as crianças morrem desnutridas, onde as mães dão seus seios secos para tentar afagar a fome dos seus bebês. Desafio, o senhor pastor, a ir às favelas entregar tudo o que senhor arrecadou com as bênçãos de Deus para aquelas famílias que estão com dificuldade para se alimentar.

Minha oração

Toda vez que faço uma crítica a uma falsa doutrina, seja por meio de blogs, Facebook, Twitter, ou mesmo nos grupos da igreja a qual pertenço, não fico feliz por isso. Na verdade, sou dominada por uma grande tristeza, pois sei que muitas almas estão sedentas de Deus, mas estão sendo guiadas por líderes cegos. E ao contrário do que o senhor diz, eu oro não para que pastores hipócritas como o senhor caiam. Eu oro a Deus para que o senhor e os outros líderes se convertam de verdade. Peço a Deus para tirar a arrogância do coração dos senhores e que o desejo de ser humilde e pacificador possa dominar o coração dos atuais apóstolos do poder.

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Mikaella Campos é mais uma ilustre desconhecida (no reino dos homens soberbos), jornalista, cristã Batista há 28 anos, desses 20 com entendimento. Escreve para o blog “Minha vida em cristo sem heresias” e faz sua estréia aqui no Púlpito Cristão.

Em Cristo,

Mário César de Abreu

domingo, 24 de junho de 2012

NEOLAICISMO: DEUS PODE ENTRAR MAS JESUS FICA DE FORA‏

Amados,leiam este texto e fiquem alertas,as perseguições ao nome de Jesus estão se intensificando,oremos para que Deus nos ajude e sejamos fiéis em confessar sempre o nome do NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
A Ele toda glória,Amém!

Mário


O Departamento de Polícia de Charlotte-Mecklenburg na Carolina do Norte criou um regulamento que impede seus capelães de incluir o nome de Jesus em suas orações enquanto estiverem em serviço no departamento.

O objetivo da nova lei, segundo o Major John Diggs chefe do departamento, é promover uma maior sensibilidade a todas as religiões praticadas pelos mais de 2.000 funcionários da polícia. “Queremos mostrar respeito por todas as práticas religiosas em nossa organização. A CMPD (Charlotte M Police Department) não é a igreja de ninguém,” disse.

Terry Sartain, capelão da polícia durante sete anos, estava prestes a fazer uma oração em uma cerimônia de promoção de patentes da policia quando lhe foi dito que não usasse o nome de Jesus em sua oração. Terry Sartain imediatemente abandou a tribuna e pediu para ser dispensado do serviço. “Jesus é tudo que eu tenho para abênçoar alguém”, disse Sartain, que é pastor da Horizon Christian Fellowship, no oeste de Charlotte. “Quero servir aos oficiais e suas famílias. Mas eu não posso jamais negar a Jesus.” disse ele emocionadamente ao jornal Newobserver.

Essa regra adotada pelo CMPD representa o pensamento neolaicista que abusa da separação entre Igreja e Estado para promover o anticristianismo nas esferas públicas sociais. Pajés poderão orar em nome do Grande Espírito, Mulçumanos em nome de Alah, somente o nome de Jesus foi proibido pela nova regulamentação.

Em Janeiro passado, o Supremo Tribunal Americano apoiou um tribunal inferior numa decisão que proíbia orgão públicos do Forsyth County, na Georgia, de abrir suas reuniões com orações. Em protesto, diversas organizações governamentais em todo o condado praticaram desobediência civil, realizando orações diárias ignorando a decisão da corte que assim pressionada pelo povo reverteu sua decisão. O debate sobre orações cristãs em orgãos públicos também esta sendo travado nos estados de Minnesota, Califórnia e Virgínia.

Sartain disse que continua a fazer orações cristãs em eventos privados que envolvem a polícia.

A decisão dividiu a liderança cristã no condado. Teólogos liberais como o Rev. Dennis Foust da St. John’s Baptist Church of Charlotte apoiam a medida, “Quando nos reunimos como cidadãos, não nos reúnimos em nome de Jesus. Nossas preces poderão ser dirigidas a Deus mas sem o uso do nome de Jesus, ato que respeita à cláusula primeira da Primeira Emenda da Constituição dos EUA.” afirma Foust.

O Rev. Russ Dean da Park Road Baptist Church disse que apóia o uso do nome de Jesus em orações em cerimônias públicas. “De que outra forma você espera que os batistas devam orar?”, perguntou, “com essa regulamentação estamos na verdade pedindo a pessoas de religiões diferentes a tomarem parte em uma pseudo-fé homogeneizada, uma religião estatal, que é ofensiva para todos exatamente porque tenta não ofender a ninguém.”

O neolaícismo não busca mais impedir orações em ambiêntes públicos, mas opta pela sutileza maligna de retirar o nome de Jesus no intento de promover o abstrato, impessoal e genérico termo ‘deus’ usado pela maioria das religiões. A exemplo do que ocorreu na Georgia, a desobediência Civil é a melhor resposta ao neolaicismo.

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A informação é de Wesley Moreira, colunista do Púlpito Cristão, nosso correspondente direto dos Estados Unidos estando sempre atento ao que acontece por lá e que escreve no blog Wesmo. Fonte:FoxNews. Divulgação: Púlpito Cristão/JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sábado, 23 de junho de 2012

Quando nos sentimos encurralados

 
O livro de Atos mostra a saga da Igreja de Cristo caminhando no poder do Espírito Santo, rompendo barreiras, avançando contra as portas do inferno e sendo instrumento de Deus para a proclamação das boas novas da salvação. No capítulo 12 de Atos, encontramos Herodes passando ao fio da espada o apóstolo Tiago e encerrando na prisão o apóstolo Pedro. A cidade de Jerusalém estava agitada. A oposição à igreja cristã crescia vertiginosamente. Pedro foi entregue a uma escolta de dezesseis soldados e sua morte parecia inevitável. Nesse momento, a igreja não apelou para os expedientes humanos, mas reuniu-se para clamar ao Senhor. Warren Wiersbe, comentando este texto, destaca três verdades sublimes:



1. Deus vê nossas tribulações (At 12.1-4) – Deus está no controle da situação mesmo quando nós perdemos esse controle. Tiago estava morto, Pedro estava preso e a igreja estava acuada. Herodes parecia um inimigo irresistível. A situação ameaçava irremediavelmente a igreja. O inimigo parecia estar no controle da situação para neutralizar e até mesmo destruir a igreja em seu nascedouro. Mas, como o próprio Pedro escreveu mais tarde: “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos” (1Pe 3.12) e no tempo certo, da maneira certa, o braço do Onipotente prevalece sobre a fúria do inimigo, libertando o seu povo. Deus ainda vê nossas tribulações. Ele vê nossos vales sombrios, nossas noites escuras, nossas lágrimas grossas, nosso choro doído, nossos temores profundos. Ele é o Deus presente, que jamais desampara aqueles que nele esperam.

2. Deus ouve nossas orações (At 12.5-17) - A situação parecia insustentável. Pedro seria levado depois da festa da Páscoa à morte. Mas havia oração da igreja em seu favor. Quando a igreja ora, os céus se movem. Quando a igreja ora, as estratégias do inimigo são desbaratadas. Quando a igreja ora as portas da prisão são abertas e os servos de Deus são libertos. Pedro está preso, mas está confiante. Ele dorme (At 12.5,6). A prisão é de segurança máxima. Pedro está preso com cadeias nas mãos. Doze homens fortemente armados garantem que não haverá fuga. Nenhum poder ordinário poderia reverter a situação. Então, Deus usa um meio extraordinário. Envia um anjo à prisão e este acorda Pedro, quebra suas cadeias e tira-o do cárcere. O portão de ferro, trancado com grossas correntes, é aberto automaticamente e Pedro se vê livre das mãos do inimigo, “porque os ouvidos de Deus estão abertos às súplicas do seu povo” (1Pe 3.12). Ninguém detém os passos de uma igreja que ora. Nenhum poder na terra pode prevalecer sobre uma igreja que experimenta o poder deDeus através da oração.

3. Deus lida com os nossos inimigos (At 12.18-25) – Pedro conclui: “Mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males” (1Pe 3.12). Os guardas romanos encarregados de Pedro foram mortos em seu lugar, por ordem de Herodes. “O justo é libertado da angústia, e o perverso a recebe em seu lugar” (Pv 11.8). Herodes estava no auge de sua força e poder. O povo o aplaudia e gritava publicamente, considerando-o um deus. Por não ter dado glória a Deus, foi fulminado pelo Eterno e comido por vermes, expirou. Em vez de Pedro ser morto pelo rei Herodes, o rei é que foi morto pelo Deus de Pedro. Talvez o mesmo anjo que livrou Pedro da prisão tenha ferido mortalmente Herodes. Deus ainda vê as tribulações do seu povo, ouve suas orações e lida com seus inimigos. Quando nos sentirmos encurralados por temores avassaladores, circunstâncias adversas e inimigos implacáveis é hora de confiarmos que Deus está no controle e nos conduzirá em triunfo!

Rev. Hernandes Dias Lopes       Blog Palavra da Verdade   Divulgação Jesus é o Senhor
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

PENTECOSTAIS ME ASSUSTAM


Amados,leiam este texto até o fim. Ele é esclarecedor e importante para quem quer servir a Deus na dependência do Espírito sem usar das "misturas" que os homens fazem daquilo que realmente provem de Deus e daquilo que provem do coração humano.


Mário

Por Walter McAlister


PENTECOSTAIS ME ASSUSTAM...
Já ouvi esta frase muitas vezes e em diferentes lugares. De certa forma dói quando ouço isto, mas compreendo perfeitamente. Dói porque sou de origem pentecostal. Eu até diria que sou um pentecostal. Só que, para dizer isso, tenho que fazer comentários qualificando a minha condição de pentecostal. E por uma série de razões.

A primeira razão é o fato da total confusão que cerca o termo. O pentecostes neotestamentário foi registrado no livro Atos dos Apóstolos. Aquele dia marcou o nascimento da Igreja (se bem que há quem diga que a Igreja nasceu na Insuflação – o dia em que Jesus soprou sobre os discípulos e disse, “recebei o Espírito Santo”). Certamente marcou o início dos “últimos dias”, como fora profetizado por Joel. Pentecostes inaugurou uma nova maneira de o Espírito Santo agir neste mundo. Até aquele momento, o Espírito tinha agido por meio de poucos indivíduos: profetas, juízes e até mesmo no ventre de Isabel a criança João Batista se agitou, por ocasião da visita de Maria – e isso pelo poder do Espírito Santo. Quando Jesus foi apresentado no templo, Simeão, movido pelo Espírito, entendeu que a sua esperança de ver a salvação do Senhor nos seus braços se cumprira. Foi pelo próprio Espírito de Deus que Maria se viu grávida do Salvador.

A diferença nesta era do Espírito é a sua ação abrangente. Jovens, velhos, homens, mulheres, todos podem ser movidos pelo poder do Espírito Santo, profetizando até, sonhando e tendo visões (algo extraordinário). De fato, somos incapazes de confessar Jesus Cristo como Senhor sem que haja o poder do Espírito agindo em nós. (“Por isso, eu lhes afirmo que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: ‘Jesus seja amaldiçoado’; e ninguém pode dizer: ‘Jesus é Senhor’, a não ser pelo Espírito Santo” -1 Co 12.3).

No início do século passado, houve um grupo de pessoas que buscavam uma intimidade maior com Deus. Numa igreja humilde, na Rua Azuza, em Los Angeles, um grupo de pessoas se abriu para o que fosse, buscando uma intimidade maior com Deus. O que nasceu lá foi nada menos que um movimento que cercou o mundo e se tornou a força evangelizadora mais poderosa do século 20. Em meio a manifestações legítimas, houve excessos. Não há dúvidas quanto a isso. A minha família, já faz quatro gerações, engrossa as fileiras desse movimento ao redor do mundo: pastores, missionários, educadores, médicos, evangelistas… e por aí vai. Conheço bem o movimento, pois a sua história corre como um rio maior, do qual a minha família é um de seus muitos afluentes.

Por isso, posso dizer com conhecimento de causa e envergadura moral que o movimento pentecostal envelheceu muito mal. Ao longo dos últimos 100 anos, houve excessos, abusos, histeria, e heresias. Também houve inúmeras pessoas curadas, salvas e libertas pelo poder de Deus. O bem que o Espírito concedeu se viu misturado com o mal que nasce da carnalidade e da imaturidade humanas. Por isso, não há como negar a força evangelística que o movimento pentecostal gerou, como também não há como negar o escândalo que o acompanhou.

Por fim, o pentecostalismo se misturou ao neopentecostalismo (há quem sequer compreende a diferença entre os dois movimentos). Tornou-se uma cultura de pessoas tipicamente despreparadas, desconhecedoras das Escrituras, excessivas nas suas expressões e, para dizer pouco, apavorantes para os demais membros da Igreja de Jesus Cristo. Sim, pentecostais assustam outros cristãos.

Quando pessoas leem meus livros, ouvem as minhas palestras, e depois me procuram, vejo a sua perplexidade ao descobrir que sou um pentecostal. “Mas é sério?”, perguntam. “Como assim?”. Chegam a inferir que eu pareço “normal, apesar de pentecostal”. Fico triste. Reconheço que andamos “em baixa”. Reconheço que faço parte de uma constelação de denominações que frequentemente parecem muito peculiares (até porque muitas são exatamente isso – e até pior).

Queria poder resgatar esse termo. Creio que o cerne do Pentecostalismo verdadeiro é uma cosmovisão sobrenaturalista. Isso quer dizer que creio que essa sensibilidade e dependência do Espírito, em tudo e para tudo, seja uma mentalidade que deveria ser da Igreja como um todo. Mas, parece que, por bem ou por mal, são os pentecostais que mais promovem esta maneira de ver a vida.

Ao constatar que o termo estava desgastado, desacreditado e até desvirtuado do seu sentido mais bíblico, a denominação que lidero decidiu mudar o nosso nome de Igreja Pentecostal de Nova Vida para Igreja Cristã Nova Vida. Abraçamos os ensinamentos dos patriarcas, da Reforma, a fé dos antigos, até o ano litúrgico (algo que só as igrejas mais tradicionais observam). Ao bebermos de fontes antigas, nos afastamos dos modismos – algo que aconteceu quase que por reflexo direto.

Então somos pentecostais? Sim, mas não precisam ter medo de nós. Não vamos subir pelas suas paredes. Não são todos os que vão começar a profetizar na sua sala de jantar, nem dançar no seu elevador, “tomado pelo Espírito”. Veja o meu caso. Sou normal. Um teólogo. Um líder. Um pensador e escritor. Mas temo que grande parte da nação pentecostal me considere um diferente, visto que já me tornei muito tradicional para eles. Para os tradicionais (os ditos “históricos”), sou uma incógnita. Mas, em meio a tudo isso, sigo tentando pregar a simplicidade do Evangelho e apontar caminhos para a Igreja neste bravo novo mundo no qual temos que viver – e proclamar a Cruz. Estendo a mão. Quem responderá a meu gesto de comunhão?

Na paz,

+ W.

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Fonte: Blog do Pastor Walter McAlister, um pentecostal à moda antiga. Divulgação: Púlpito Cristão/JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 22 de junho de 2012

IGREJA MUNDIAL PEDE OFERTINHA DE MIL REAIS EM TROCA DO “MARTELO DA JUSTIÇA” #É DE OURO É?





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O cúmulo do marketing perversivo ainda não chegou aos limites. Se fossemos premiar a mais pífias das invenções dos neopenteca com certeza ficaríamos estarrecidos com a criatividade destes “pastores” malfeitores da televisão. É certo que essa do martelinho já é refugo, mas fiquei pensando, para os irmãozinhos de baixa renda os “lobinhos” podiam até vender uns “preguinhos da fé”: a pessoa decreta, prega e é só ir abraçar a benção. Cada preguinho custaria 10 Reais o que acham? (P.S.: quero o valor do direito autoral!)

OBS: O vídeo está atrasado, assim como atrasada é a sanidade ética desses pilantras. Vi noBereiano.
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Fonte: Púlpito Cristão       Divulgação: JESUS É O SENHOR

quinta-feira, 21 de junho de 2012

DEUS É FIEL, E VOCÊ?

 

Por Wesley Moreira

Há 11 anos atrás eu perguntei em um grupo familiar; “Houvera Deus nos dado somente a salvação em Jesus Cristo não seria isso mais que suficiente para adora-lo e servi-lo em amor?” Abençoei uns, choquei alguns e escandalizei outros.

Essa semana, passada uma década, conversava eu com um velho amigo ouvindo dele sobre seu sucesso ministerial. Me alegrei com ele somente para alguns segundos depois ouvir de sua boca a frase que motivou esse texto. Ele me disse: ‘Deus tem sido fiel!’.

É a ‘fidelidade de Deus’ ou nossa ‘fidelidade à Deus’ que deve ocupar nossa mente? Entre uma e outra sentença está o abismo que separa o antroponcentrismo e o teocentrismo. Qual das duas sentenças ocupa o centro da nossa vida espiritual e qual delas influencia o nosso caminhar nessa vida?

Podemos rapidamente e superficialmente definir o antropocentrismo como a idolatria do Eu, do ego e da vontade do homem, enquanto o teocentrismo centraliza Deus e Sua vontade acima de todas as coisas.

‘Deus é Fiel!’ Nenhuma frase de adesivo de parachoque evidencia mais o confuso momento antropocentrista da igreja moderna. Músicas, sermões, gritos de triunfo, livros, chavões e campanhas são criadas para ‘propagandear’ essa óbvia caracteristica do caráter Divino.

Seria o contrário possivel? Seria Ele Deus, não fosse Ele fiel? Dado a impossibilidade da infidelidade de Deus, a frase de efeito ‘Deus é Fiel’ manifesta outra ideia. De que a fidelidade de Deus somente pode ser experimentada quando os desejos dos crentes forem satisfeitos.

Desrespeitando toda boa contextualização eles vão depenando a Bíblia em busca de promessas isoladas feitas pessoalmente à certos personagens bíblicos, usurpando-as para si como promessas para si mesmos. Assim também eles tomam as generalizações nas cartas de Paulo, escritas no plural referentes a Igreja, como individualizações no singular a serem cobradas para si mesmos, chegando ao cúmulo de dizer: “Deus cumpra Tua palavra a mim ou eu rasgo a Bíblia”.

Não foi essa geração que transformou todo o conteúdo do coracão do homem em vontade de Deus? “Tudo o que está no seu coração é semente de Deus para sua vida”, pregam ainda, “Deus vai satisfazer os desejos do seu coração,” ignorando as palavras de Jesus:

Porque do coração (do homem) procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias. Mateus 15:19

A prova da eficácia da pregação antropocentrica é que realmente tudo que está no coração do homem se tornou realidade, fato denunciado pela quantidade de “maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituições, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias” hoje no meio evangelico, nos ministros e seus ministerios. A mensagem foi ouvida!

Não foi essa geração de crentes que transformou o jejum de uma manisfetação de arrependimento e humilhação para com Deus numa espécie de greve de fome para chantagear a Deus afim ter seus desejos satisfeitos?

Estes muito pecam quando substituem nossa fidelidade a Deus pela lealdade à igreja local. Que cada um encontre uma igreja local para com os irmãos servir a Deus. Contudo, ser fiel a igreja local, vem muito depois da nossa fidelidade à Deus e a sua palavra.

Na centralização do homem e seus desejos acima da vontade de Deus, a responsabilidade em ser fiel é de Deus não do homem, que por sua vez é infiel a Deus todos os dias, mesmo sendo fiel a sua igreja.

A graça deixou de ser um favor imerecido, como na boa e antiga definição, e foi transformada em um direito de questionar a fidelidade de Deus com base no cumprimento de promessas mau contextualizadas. Deus por sua vez exige fidelidade. Ele nos deixou mandamentos a cumprir. Mesmo o mais fanático Darbiano-dispensacionalista encontrará vários mandamentos de Jesus nos evangelhos. Disse Jesus:

Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. João 14:15

O mesmo disse também Deus: Guardareis os meus mandamentos, e os cumprireis. Eu sou o Senhor. Leviticos 22:31
Jesus que nunca questionou a fidelidade de Deus, questionou nossa fidelidade à Deus. Digo na ousadia da minha imaginação, houvera Jesus tido um veículo, no seu parachoque haveria um adesivo que traria as seguintes palavras:

“É você Fiel a Deus?”

Como me recuso a criticar para destruir. A solução para o antropocentrismo praticado pela igreja está na volta à leitura da bíblia e da oração. Abandonem os livros evangelicos, e as biblias de estudo enduzido, seja estes quais for, para priorizar uma leitura diaria da bíblia. Leia a bíblia como devocional diário, como adoração e não como um livro de estudos. Ore antes e depois da leitura. Ao não entender determinado assunto, não pare a leitura, continue lendo e confie no Espírito Santo que te guiará a toda a verdade.


Wesley Moreira, direto do blog Wesmo. Divulgação: Púlpito Cristão/JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quarta-feira, 20 de junho de 2012

São tantas e tantas unções...

 
Tenho recebido muitas perguntas a respeito da unção e das novas unções. E resolvi escrever este artigo para responder a todas elas, de maneira sucinta e objetiva.

O que é a unção?

Nos tempos da Antiga Aliança, reis, profetas, sacerdotes e coisas (colunas, objetos, etc.) eram ungidos (Gn 31.13; Êx 30.26-30; 40.15; 1 Sm 10.1; 1 Rs 19.16; Sl 133). A unção simbolizava consagração de pessoas ou coisas ao Senhor. Mas, no Novo Testamento, Jesus afirmou, após ter lido um trecho de Isaías (61.1-2), que a profecia quanto à unção do Espírito sobre a sua vida tinha se cumprido (Lc 4.18-21). Deus o ungira, no plano espiritual, e isso em si já era o bastante para o cumprimento de sua missão na Terra (At 10.38).

O derramamento de azeite representava, antigamente, unção divina propriamente dita sobre a vida de quem ascenderia a uma posição de destaque (Nm 3.3; 1 Sm 16.13). No entanto, hoje, não é mais necessário ungir pessoas com azeite para consagração ou confirmação de seus ministérios. Basta a unção do Espírito Santo (2 Co 1.21; 1 Jo 2.20,27).

Também não é preciso ungir objetos, a fim de consagrá-los a Deus, pois o Novo Testamento menciona a unção literal somente para os enfermos (Mc 6.13), a qual deve ser aplicada pelo presbitério (Tg 5.14). O azeite, além de símbolo do Espírito Santo (Zc 4.3-6), é o ponto de contato que pode estimular a fé do doente. Mas o recebimento da cura não está relacionado com a unção, e sim com a oração da fé, em nome do Senhor: “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará” (Tg 5.15).

O que é a unção do Santo? Este termo é bíblico (1 Jo 2.20,27) e representa a única e definitiva unção que o crente deve possuir, a unção do Espírito Santo. O cristão verdadeiro possui essa unção, não precisando de novas unções ou unções novas.

O que é unção com óleo para os enfermos? O Senhor Jesus disse: “porão as mãos sobre os enfermos e os curarão” (Mc 16.18). E a imposição de mãos pode incluir a unção com óleo. Esta, no entanto, não é a condição primacial para a cura, que ocorre por meio da fé (Lc 8.48; 17.19). Os apóstolos não precisavam de azeite para levantar os enfermos.

Hoje, a unção para os doentes é apenas simbólica. Não deve ser aplicada ou esfregada no local da enfermidade, como fazem certos milagreiros, para depois pretensamente extrair objetos das pessoas, como pedaços de ossos, pedras, filetes com sangue ou algo parecido. Isso, na maioria dos casos, se trata de fraude; em outros, é ação do mal mesmo. Nos tempos bíblicos, o azeite era empregado diretamente nas feridas, mas apenas como remédio (Is 1.6; Lc 10.34).

Existe unção da loucura de Deus? Essa falsa unção foi inventada com base em 1 Coríntios 1.25: “Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens”. Os espalhafatosos propagadores dessa nova unção vêem nessa passagem a justificativa para todas as aberrações que dizem e fazem. Alguns têm ministrado a “bênção do depósito celestial”. Prometem que as pessoas que tiverem fé encontrarão uma grande quantia em sua conta bancária. No entanto, como o suposto agraciado declarará isso no Imposto de Renda, haja vista não poder dizer simplesmente: “Foi Deus quem me deu”?

A expressão “loucura de Deus” foi empregada por Paulo apenas para enfatizar o quanto os seres humanos, por mais capazes que sejam, estão aquém do Todo-Poderoso. A despeito de ele ter mencionado a “fraqueza de Deus”, nenhum milagreiro inventou, ainda, a unção da fraqueza de Deus, com base no mesmo versículo.

O que é a unção do leão? Esta tornou-se muito conhecida depois que a vocalista de certo grupo engatinhou “profeticamente” em um palco, levando milhares de fãs ao delírio. A própria cantora admitiu que andou sob a unção do Leão da Tribo de Judá, mas depois se desculpou pelo ocorrido.

Reteté é o mesmo que unção? Uns dizem “reteté”, e outros, “repleplé”. Ninguém sabe ao certo o que significam essas expressões onomatopaicas — que devem ter se originado de uma brincadeira de péssimo gosto com as línguas estranhas —, usadas para identificar pretensos cultos pentecostais. O termo “reteté” não consta de dicionários oficiais. Mas há quem diga que teve origem no italiano; relacionado com a culinária, significaria: “mistura”, “movimento”, “reboliço”, “festa”, “aquilo que foge da normalidade”, etc. O certo é que essa expressão esdrúxula faz o maior sucesso no meio pseudopentecostal.

Nas reuniões em que ocorre a unção do reteté, os “hinos” são apresentados em ritmos como axé, com batuques que lembram reuniões de candomblé, e muito forró. Pessoas rodopiam, correm de um lado para o outro, caem, riem, berram, etc. Não se trata apenas de meninice. Em muitos casos, existe influência maligna (cf. 1 Tm 4.1), aceita e incentivada por obreiros neófitos que não estudam as Escrituras, deixando de observar o que está escrito em 1 Coríntios 14.

O que é a unção do riso? Falsa unção que ocorre quando um “ungido” olha para o povo e começa a dar gargalhadas, supostamente pelo poder de Deus. Pessoas uivam, como se fossem lobos. Outras caem e lançam-se umas sobre as outras, dando gargalhadas similares àquelas que só podem ser ouvidas em filmes de terror.

É bíblica a unção dos quatro seres? Não. Trata-se de uma falsa unção tem sido propagada por “adoradores” que, baseando-se em Apocalipse 4, se dizem impulsionados por essa nova unção para rugir como leões, baterem os braços como águias e imitarem bezerros, nos cultos. Os que são influenciados pelo ser que tem rosto “como de homem” limitam-se a gemer e a chorar.

Esse tipo de manifestação exótica e aberrante também está associada à chamada bênção de Toronto, que já influenciou crentes da América do Norte, da Europa e também do Brasil. Várias pessoas reuniam-se em um local próximo ao aeroporto de Toronto, no Canadá, e muitas delas latiam como cães e caíam supostamente pelo Espírito e eram tomadas por risos prolongados e incontroláveis. Algumas imitavam animais, como leão, cachorro e até lagartixa.

E a unção financeira tem o abono das Escrituras? Este termo é muito usado pelos propagadores da falaciosa teologia da prosperidade. No Brasil, essa falsa unção ganhou notoriedade depois que um telepregador estadunidense “profetizou”, em 2009, que Deus derramaria a tal unção sobre todos os que contribuíssem com R$ 900,00 para um programa de TV.

O que é unção nova ou nova unção? Ambos os termos se referem, genericamente, a todo e qualquer tipo de novidade apresentada como sendo decorrente de uma unção, como, por exemplo: unção apostólica, financeira, extravagante, de ousadia, de conquista, de multiplicação, do riso, etc.

O que é uma unção profética? Este tipo de unção é mística, pois transforma o óleo em um elemento “mágico” para obtenção de dádivas. Segundo a Bíblia, somente o ministério está autorizado a ungir os enfermos. Tiago, ao mencionar presbíteros, referiu-se aos ministros chamados por Deus, vedando essa prática a diáconos, cooperadores e membros (Tg 5.14; cf. Mc 6.13).

Certos “ungidos” têm usado o óleo para ungir “profeticamente” casas, carros, etc., para “abençoar” pessoas e ser “abençoados” por elas. Há algum tempo, seguidores de um grupo “evangélico” resolveram, numa “atitude profética”, escalar e ungir o pico Dedo de Deus, na região serrana do Rio de Janeiro. Outros enterram garrafas ou latas de azeite em montes, a fim de tornar o produto da oliveira “poderoso”. Depois, o empregam em suas campanhas para ungir casas, carros, carteiras de trabalho, etc.

Existe mesmo a transferência de unção? Na verdade, a transferência é um modismo pseudopentecostal, pelo qual certos “ungidos” pretensamente transmitem unção uns aos outros. Os “ungidos” se abraçam fortemente, podendo ficar grudados por um longo tempo. A transferência também ocorre quando os “ungidos” encostam as suas testas umas nas outras ou rolam pelo chão abraçados, movimentando-se violentamente.

Os defensores desse modismo afirmam, erroneamente, que Moisés transferiu a sua unção para setenta anciãos. O que aconteceu ali foi muito diferente. Deus usou o seu servo como um canal e deu o seu poder a setenta homens (Nm 11.16,17). Não houve transferência de uma pessoa para outra de maneira induzida, como ocorre hoje, pretensamente. Foi o Senhor quem, soberanamente, agiu naquela ocasião específica.

Ufa! Haja unção!
Ciro Sanches Zibordi
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Fonte: Blog do Ciro       Divulgação: JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

Pastor afirma que não dá para ser amigo de herege

"Amigos, amigos, doutrinas à parte” não é algo aceitável biblicamente, afirma o bispo Walter McAlister
por Leiliane Roberta Lopes

Bispo Walter McAlister
O bispo Walter McAlister da Aliança das Igrejas Cristãs Nova Vida (ICNV) escreveu em seu blog que não é possível ter amizade com líderes hereges e explica seus motivos mostrando textos bíblicos.

Ele acredita que por desvirtuar a fé, a heresia se torna algo grave e desconstrói o Evangelho esvaziando o poder da Cruz. Os ensinamentos hereges e seus propagadores, segundo McAlister, têm assolado a Igreja e é contra essas pessoas que o apóstolo Paulo escreve em diversas epístolas como Gálatas, Coríntios e outros textos que foram citadas pelo bispo primaz da ICNV em seu blog.

Diante desse estudo ele mostra três aprendizados que o fazem ter certeza de que não é possível ser amigo de líderes hereges: 1. Piedade e sã doutrina andam de modo inseparável. Não há como ser de Deus e não defender a sua verdade revelada nas Escrituras.

2. Deturpar o Evangelho é uma forma de iniquidade, e é abominável, anátema, condenável à perdição eterna. 3. Quem faz isso (especialmente os que se intitulam líderes na Igreja) constituem-se contra Cristo e, consequentemente, são “anticristos”.

Fugir da iniquidade é o mesmo que fugir da heresia. Fugir da heresia compreende desmascarar hereges, uma vez que sejam identificados.

McAlister conclui “que é impossível amar a Deus e ser amigo de quem distorce a importância, o significado e a missão do Seu Filho, Jesus Cristo”. Mas isso não significa que é preciso odiar essas pessoas.

“Não devemos jamais esquecer o amor pelo ser humano que erra, isso é evidente, mas jamais podemos aceitar seus ensinos errados por causa disso”, escreve ele.

Leia o texto na íntegra aqui
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Fonte: Gospel Prime Notícias
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

terça-feira, 19 de junho de 2012

Santificação, a condição para as maravilhas divinas




O povo de Israel estava no limiar da terra prometida. As agruras do deserto haviam ficado para trás. Agora, era hora de cruzar o Jordão e tomar posse da terra prometida. Mas, havia condições a serem observadas. Josué diz ao povo: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5). Destacamos à luz desse verso cinco verdades importantes:


1. A santificação é uma ordem expressa de Deus.
A ordem de Deus é meridianamente clara: “Santificai-vos”. Sem santificação ninguém pode ver a Deus. Sem santificação não existe comunhão com Deus, pois Deus é luz e só os puros de coração poderão vê-lo face a face. Deus nos chamou do pecado para a santidade. Ele nos salvou do pecado e não no pecado. Aqueles que são de Deus apartam-se do pecado e deleitam-se na santidade. O povo de Deus é um povo santo chamado para a santidade. Somos santos posicionalmente, mas devemos nos santificar processualmente. O mesmo Deus que trabalhou por nós na redenção, trabalha em nós na santificação.

2. A santificação é uma condição para as maravilhas de Deus. “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós”. Nós somos as nossas próprias ferramentas. Deus utiliza, não grandes talentos, mas vasos limpos. Deus usa homens e mulheres que buscam a santidade. A vitória de Israel sobre seus inimigos não seria resultado de seus esforços humanos, mas da intervenção divina. As maravilhas divinas deveriam ser precedidas pela santificação do seu povo. É a santidade que abre caminho para as maravilhas divinas. Se queremos ver as manifestações portentosas de Deus em nós e através de nós, deveremos, então, santificar nossa vida. O pecado nos afasta de Deus e atrai sobre nós vergonha e opróbrio, mas a santificação é o caminho da comunhão e da honra.

3. A santicação é uma exigência para todo o povo de Deus.
Josué é enfático: “Santificai-vos”. A ordem divina era para os sacerdotes, para os levitas, para os homens, mulheres e crianças. Todo o povo de Deus deve ser santo. Todos precisam buscar a santificação como o seu maior tesouro. Devemos desejar Deus mais do que suas bênçãos. Devemos buscar a semelhança com Cristo mais do que o sucesso. Devemos querer Deus mais do que as maravilhas divinas. A medida que cuidamos da causa, a santificação, experimentamos o resultado, as maravilhas de Deus.

4. A santificação é uma exigência para ser observada hoje. Se Deus vai fazer maravilhas amanhã e se a condição indispensável para essas maravilhas é a santificação do povo, então, devemos nos santificar hoje. Não podemos adiar essa ordenança divina. A santificação é para hoje e não apenas para a eternidade. Na eternidade seremos glorificados. Mas, aqui começa o processo da santificação. Hoje é o dia de nos consagrarmos a Deus. Agora é o tempo de colocarmos tudo sobre o altar e voltarmo-nos para o Senhor de todo o nosso coração.

5. A santificação torna o povo de Deus o receptáculo das maravilhas divinas.
Quando o povo de Deus se santifica, Deus opera maravilhas em seu meio. As maravilhas divinas não são feitas apenas por nós, mas, sobretudo, em nós. Somos o receptáculo dessas maravilhas e em seguida, os instrumentos por meio dos quais essas bênçãos fluem para o mundo. Somos abençoados para sermos abençoadores. Pela santificação tornamo-nos imitadores de Deus e canais das bênçãos de Deus para o mundo inteiro.

Rev. Hernandes Dias Lopes * Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

Amor, a marca distintiva do cristão




Jesus, o Filho de Deus, e supremo intérprete das Escrituras, ordenou: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. E nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (Jo 13.34,35). Obviamente Jesus está falando de um certo tipo de amor. Trata-se do mesmo amor com que ele nos amou: amor perseverante, sacrificial e santificador. Não é amor apenas de palavras nem amor regido pelos interesses do egoísmo, mas amor de fato e de verdade, amor que se sacrifica pela pessoa amada. Por essa razão, Jesus fala de um novo mandamento, ou seja, de um nível de amor que não era conhecido até então.

Esse amor puro, santo e superlativo não contradiz a verdade. Não podemos sacrificar a verdade em nome do amor. Não devemos abrigar sob o guarda-chuva da tolerância todas as crenças, com a frágil desculpa de que o amor nos une e a verdade nos separa. A família de Deus não é composta daqueles que crêem na verdade e daqueles que a rejeitam. A família de Deus está estribada sobre a rocha eterna da verdade e fora da verdade não existe família de Deus. Essa verdade é a própria Escritura (Jo 17.17), essa verdade é o próprio Jesus (Jo 14.6). Fora da Palavra e fora de Jesus não há comunhão verdadeira, uma vez que sem a verdade das Escrituras e sem o Salvador Jesus não há igreja, não há família de Deus, nem comunhão fraternal. A proposta ecumênica, onde todos os credos religiosos, mesmos os mais heterodoxos, se unem é, portanto, uma falácia.

Mas, se não podemos sacrificar a verdade em nome do amor, também não podemos sacrificar o amor para sustentar a verdade. Aqueles que se escondem atrás de suas fortalezas doutrinárias para atacar impiedosamente os irmãos que discordam deles em pontos secundários estão em desacordo com a Palavra de Deus. Os fariseus atacaram o próprio Jesus pelo fato deste não viver de acordo com as suas estreitas regras. Para os fariseus, quebrar os preceitos que eles mesmos estabeleceram era a mesma coisa que violar a Palavra de Deus. Na verdade, os fariseus tornaram-se mais zelosos de suas tradições do que da própria verdade. Conseqüentemente, tornaram-se os mais radicais inimigos de Cristo e se mancomunaram com os herodianos para levá-lo à morte.

O amor cristão não é complacente com o erro nem conivente com o pecado. O amor, entretanto, não se assenta no tribunal, arrogando a posição de juiz, para condenar impiedosamente os fracos. O amor não esmaga a cana quebrada nem apaga a torcida que fumega. O amor não labora para condenar, mas para restaurar. O amor não se alegra em ver os que tropeçam sendo arrastados para a vala do ostracismo, mas luta para levantá-los e com alegria conduzi-los de volta ao aprisco seguro.

Jesus disse que o critério para sermos conhecidos como seus discípulos é o amor. Jesus lidou com grande severidade com os críticos fariseus e foi amável sem deixar de ser firme com os publicanos e pecadores. Jesus acolheu em seus braços hospitaleiros todos aqueles que eram condenados pela intolerância dos fariseus, não para que seguissem a sinuosa estrada do pecado, mas para guiá-los pelas veredas da justiça.

O mundo está olhando para a igreja. É impossível deixar de vê-la uma vez que ela é como uma cidade no alto de um monte. Se o amor for a marca distintiva que nos caracteriza como cristãos, isso produzirá impacto nas pessoas. Se o amor for apenas um discurso vazio, uma caricatura desta suprema virtude, então, seremos causa de tropeço para aqueles que olham para nós. É tempo de sondarmos o nosso próprio coração e examinarmos a nossa própria vida, a fim de saber, se de fato, estamos sendo conhecidos pelo critério do amor verdadeiro, como discípulos daquele que nos amou e a si mesmo se entregou por nós.

Rev. Hernandes Dias Lopes   *   Palavra da Verdade *  Divulgação: JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

O povo mais rico do mundo


 

O apóstolo Paulo escreve sua Carta aos Efésios de sua primeira prisão em Roma. Ele já era um homem velho e trazia no corpo as marcas de Cristo. Já havia sido preso em Filipos, Jerusalém e Cesaréia. Como bandeirante do Cristianismo, já havia sido apedrejado, açoitado, fustigado com varas e enfrentado naufrágios e perigos de toda sorte. Agora, o apóstolo estava algemado e preso em Roma, a capital do Império. Ao escrever sua Epístola aos Efésios, longe de reclamar de suas cadeias, ou rogar qualquer alívio do sofrimento, relembra à igreja, quão rico é o povo de Deus. Paulo diz que aqueles que crêem em Cristo são santos e fiéis e detentores tanto da graça como da paz. Para nossa geração embriagada pelas bênçãos e tão apática em relação ao abençoador, Paulo diz que já somos abençoados com toda sorte de bênção em Cristo Jesus. Somos o povo mais rico do mundo. É claro que Paulo não está falando da teologia da prosperidade, reduzindo as riquezas espirituais apenas ao nível material. A Bíblia diz que há ricos pobres e pobres ricos. A verdadeira riqueza não é terrena, é celestial; não é material, é espiritual.

Somos o povo mais rico do mundo, porque somos abençoados com toda sorte de bênção espiritual pelo Deus Pai (Ef 1.4-6), pelo Deus Filho (Ef 1.7-12), e pelo Deus Espírito Santo (Ef 1.13,14). Nossa salvação é uma obra realizada pelo próprio Deus triúno e para a glória do Deus triúno (Ef 1.6,12,14). Quais são essas bênçãos que temos e, que nos torna o povo mais rico do mundo?

1. Nós fomos escolhidos por Deus (Ef 1.4).
Não fomos nós que escolhemos a Deus, foi Deus quem nos escolheu. Não fomos nós que amamos a Deus, foi ele quem nos amou primeiro. Deus nos escolheu não porque cremos em Jesus, mas cremos em Jesus porque ele nos escolheu. Deus não nos elegeu porque éramos santos, mas nos elegeu para a santidade. Ele nos escolheu não porque tínhamos boas obras, mas fomos criados em Cristo Jesus para as boas obras. Deus nos escolheu, em Cristo, desde a eternidade, para a salvação não por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos.

2. Nós fomos adotados na família de Deus (1.5).
Deus não apenas nos livrou da condenação eterna, que os nossos pecados merecem, mas também nos adotou em sua família. Somos filhos de Deus, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Temos livre acesso à sua presença por meio de Jesus. O Espírito Santo, agora, habita em nós e nos transforma de glória em glória, na imagem de Cristo, nosso irmão primogênito. Aqui cruzamos vales escuros, pisamos o chão crivado de espinhos pontiagudos, porém, em breve, estaremos na Casa do Pai, no Paraíso, na Cidade Celeste, com corpos glorificados, para reinarmos com Jesus, pelos séculos sem fim.

3. Nós fomos remidos pelo sangue de Cristo (1.7).
Deus nos amou e nos resgatou da casa do valente, da potestade de Satanás, do reino das trevas, da masmorra do pecado, mesmo quando éramos fracos, ímpios, pecadores e inimigos. Éramos escravos da carne, do mundo e do diabo quando Deus quebrou as correntes que nos mantinham prisioneiros. Fomos libertos e resgatados. Pelo sangue de Jesus fomos comprados para Deus, para sermos propriedade exclusiva de Deus, e para vivermos para a glória de Deus. Esse resgate não foi mediante ouro ou prata, mas pelo precioso sangue de Jesus!

4. Nós fomos selados com o Santo Espírito da promessa (Ef 1.13,14).
Deus Pai nos escolheu e nos adotou em sua família, Deus Filho nos remiu com o seu sangue e, Deus, o Espírito Santo, nos selou como propriedade exclusiva de Deus. Ninguém neste mundo nem no vindouro pode arrancar-nos dos braços de Deus. Estamos seguros e guardados. Temos o selo de Deus. O Espírito Santo, que habita em nós, é o penhor e a garantia de que aquele que começou boa obra em nós, há de completá-la até o dia de Cristo Jesus. Somos ricos, muito ricos; de fato, o povo mais rico do mundo!

Rev. Hernandes Dias Lopes           Blog: Palavra da Verdade        
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Evangelização, a urgência de uma tarefa




Jesus concluiu sua obra na cruz. Triunfou sobre o diabo e suas hostes e levou sobre si os nossos pecados. Agora, comissiona sua igreja a levar essa mensagem ao mundo inteiro. O projeto de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a toda criatura, em todo o mundo. Três verdades devem ser destacadas sobre a evangelização.

1. A evangelização é ordem de Deus.
O mesmo Deus que nos alcançou com a salvação, comissiona-nos a proclamar a salvação pela graça mediante a fé em Cristo. Todo alcançado é um enviado. Deus nos salvou do mundo e nos envia de volta ao mundo, como embaixadores do seu reino. Jesus disse para seus discípulos que assim como o Pai o havia enviado, também os enviava ao mundo. Isso fala tanto de estratégia como de ação. Jesus não trovejou do céu palavras de salvação; ele desceu até nós. A Palavra se fez carne; o Verbo de Deus vestiu pele humana. A evangelização não é uma tarefa centrípeta, para dentro; mas centrífuga, para fora. Não são os pecadores que vêm à igreja, mas é a igreja que vai aos pecadores. Deus tirou a igreja do mundo (no sentido ético) e a enviou de volta ao mundo (no sentido geográfico). Não podemos nos esconder, confortavelmente, dentro dos nossos templos. Precisamos sair e ir lá fora, onde os pecadores estão. Jesus, antes de voltar ao céu e derramar seu Espírito, deu a grande comissão aos seus discípulos. Essa grande comissão está registrada nos quatro evangelhos e também no livro de Atos. Não evangelizar é um pecado de negligência e omissão. Na verdade, é uma conspiração contra uma ordem expressa de Deus.

2. A evangelização é tarefa da igreja.
Nenhuma outra entidade na terra tem competência e autoridade para evangelizar, exceto a igreja. A igreja é o método de Deus. Não podemos nos calar nem nos omitir. Se o ímpio morrer na sua impiedade, sem ouvir o evangelho, Deus vai requer de nós, o sangue desse ímpio. Em 1963, quando John Kennedy foi assassinado em Dalas, no Texas, em doze horas, a metade do mundo ficou sabendo de sua morte. Jesus Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz, pelos nossos pecados, há dois mil anos e, ainda, quase a metade do mundo, não sabe dessa boa notícia. O que nos falta não é comissionamento, mas obediência. O que nos falta não é conhecimento, mas paixão. O que nos falta não é método, mas disposição. Encontramos o Messias, e não temos anunciado isso às outras pessoas. Encontramos o Caminho e não temos avisado isso aos perdidos. Encontramos o Salvador e não proclamamos isso aos pecadores. Encontramos a vida eterna e não temos espalhado essa maior notícia aos que estão mortos em seus delitos e pecados. Precisamos erguer nossos olhos e ver os campos brancos para a ceifa. Precisamos ter visão, paixão e compromisso. Precisamos investir recursos, talentos e a nossa própria vida nessa causa de consequências eternas.

3. A evangelização é uma necessidade do mundo.
O evangelho de Cristo é o único remédio para a doença do homem. O pecado é uma doença mortal. O pecado é pior do que a pobreza. É mais grave do que o sofrimento. É mais dramático do que a própria morte. Esses males todos, embora sejam tão devastadores, não podem afastar o homem de Deus. Mas, o pecado afasta o homem de Deus no tempo, na história e na eternidade. Não há esperança para o mundo fora do evangelho. Não há salvação para o homem fora de Jesus. As religiões se multiplicam, mas a religião não pode levar o homem a Deus. As filosofias humanas discutem as questões da vida, mas não têm respostas que satisfazem a alma. As psicologias humanas levam o homem à introspecção, mas nas recâmaras da alma humana não há uma fresta de luz para a eternidade. O mundo precisa de Cristo; precisa do evangelho. Chegou a hora da igreja se levantar, no poder do Espírito Santo e proclamar que Cristo é o Pão do céu para os famintos, a Água viva para os sedentos e a verdadeira Paz para os aflitos. Jesus é o Salvador do mundo!

Rev. Hernandes Dias Lopes
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Fonte: Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

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