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Mostrando postagens de Fevereiro, 2014

AS MÚSICAS CANTADAS NAS IGREJAS DE HOJE

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Pr. Robson T. Fernandes


Em primeira e em última instâncias, as músicas que são cantadas na igreja devem ter conteúdo bíblico consistente, para poderem ser chamadas de "adoração" e de "louvor". Caso contrário, não passam de meras canções de emocionalizam o povo e o desvia da Verdade Bíblica.


Chorar com uma música não significa que o Espírito Santo esteja presente, porque até Roberto Carlos faz o povo chorar quando canta. A presença do Espírito Santo só será real no momento da canção se a letra desta canção for realmente bíblica, pois o Espírito Santo não compactua com o que não é bíblico.


Um dos problemas da atualidade é que ao mesmo tempo em que temos músicas emotivas e emocionalistas, também são antibíblicas. São poesias desprovidas de conteúdo bíblico fiel e que possuem muitas distorções. São músicas psicológicas e não teológicas.


Isso ocorre porque os compositores que cometem esses erros não fazem estudos bíblicos sérios e nem consistentes. Estão mais preocupado…

CRENTE PODE JULGAR

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Por Ciro Sanches Zibordi


.Embora concordem no todo ou em parte com o que lêem aqui, muitos têm dito: “Não cabe a nós julgar”,“Quem é você para julgar?” ou, ainda, “Somos o único exército que mata os seus soldados”.


.Ora, como diz a Palavra de Deus,“já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus”(1 Pe 4.17). E, se alguém ainda pensa que não cabe a nós julgar, e que o fato de reconhecermos os nossos erros e combatê-los segundo a Bíblia é “matar soldados”, é bom que reflita com base nos pontos mencionados abaixo:


.1. Segundo a Bíblia, nunca devemos desprezar pregações, ensinamentos, profecias, hinos de louvor a Deus, bem como sinais e prodígios (At 17.11a; 2.13; 1 Ts 5.19,20). Nesse sentido, de fato, não devemos julgar. Mas cabe a nós provar, examinar se tudo é aprovado pelo Senhor (At 17.11b; 1 Ts 5.21; Hb 13.9). Em 1 Coríntios 14.29 está escrito: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem”. E, em 1 João 4.1, lemos: “Amados, não creais em todo espírito, mas provai se os espí…

"Por que existem tantas interpretações Cristãs diferentes?"

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Pergunta: "Por que existem tantas interpretações Cristãs diferentes?"
Resposta: A Bíblia diz que “há um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Efésios 4:5). Essa passagem enfatiza a união que deve existir no Corpo de Cristo, já que somos todos habitados por “um Espírito” (versículo 4). No versículo 2, Paulo faz um apelo por humildade, mansidão, longanimidade e amor – os quais são todos necessários para preservar a união. De acordo com 1 Coríntios 2:10-13, o Espírito Santo conhece as coisas de Deus (versículo 11), as quais Ele revela (versículo 10) e ensina (versículo 13) àqueles em quem Ele habita. Essa atividade do Espírito Santo é chamada de iluminação.

Em um mundo perfeito, todo Cristão deve estudar a Bíblia fielmente (2 Timóteo 2:5), orando sempre e dependendo da iluminação do Espírito Santo. No entanto, não vivemos em um mundo perfeito. Nem todo mundo que possui o Espírito Santo na verdade escuta o Espírito Santo. Há Cristãos que O entristecem (Efésios 4:30). Pergunte a qu…

A Cruz de Cristo

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 Por Augustus Nicodemus Lopes

A morte de Cristo na cruz é um fato central para o cristianismo. É interessante que é da palavra latina “cruz” que vem a palavra “crucial”, isto é, central, importante. Para os budistas, não importa muito como Buda faleceu, mas faria toda a diferença do mundo para os cristãos se Jesus tivesse morrido de um ataque cardíaco nas praias do Mar da Galiléia e não crucificado no alto do Gólgota.

A cruz é o símbolo universal do cristianismo, mesmo num mundo onde mais e mais ela tem perdido o seu significado. Numa pesquisa recente feita na Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, ficou claro que o símbolo da MacDonalds (o arco dourado) e o da Shell (uma concha amarela) eram muito mais conhecidos do que a cruz.

Muitos dos que a identificam ofendem-se com ela. A cruz de Cristo é motivo de ofensa para muitos hoje, como foi na época em que os primeiros cristãos começaram a falar dela como o caminho de Deus para a salvação. O apóstolo Paulo escrev…

OFENDIDOS PELO EVANGELHO

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Por Ericon Fábio

Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. (João 6:66)


Geralmente os pregadores costumam julgar o resultado de sua pregação pelo contentamento nos rostos dos irmãos e elogio dos visitantes após sua ministração. A aprovação dos ouvintes é sinal que tudo foi bem. Certo? Errado. A Bíblia nos mostra o contrário.


O Maior dos pregadores, Jesus, experimentou o dessabor de ser abandonado por muitos de seus seguidores após ter proferido duras palavras em Cafarnaum, a tal ponto de escandalizar seus discípulos mais próximos que diziam: “Duro é este discurso; quem o pode ouvir?” (Jo 6:60). A adesão e aprovação inicial do povo ao ministério do Senhor Jesus transformou-se em rejeição e abandono após um único sermão. Muitos o abandonaram e o curioso é que apesar da reação negativa do público, Jesus não mudou o tema dos sermões subsequentes para atrair de volta aos ofendidos.


A ofensa da Palavra de Deus foi o motivo por que muitos dos profetas…

Quando pensei já ter visto tudo eis que me aparece o apóstolo Silvio Ribeiro

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Uma dupla infernal


É muito difícil encontrar palavras para descrever tamanha sandice. Custo a crer que de fato esse personagem existe, quero mesmo crer que isso é ficção, por que se não for é obra mesmo do cão.
Deu-me vontade de vomitar, e pior e de se admirar é saber que tem gente que segue, anda atrás, escuta e da crédito ao que esse sujeito fala.


Socorroooo....Jesussssss, me acodeeeee.


Alguém me belisque e me tire desse pesadelo.


Por favor, antes de assistir tome um antiácido.


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Do Blog: A Pedra
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Em Cristo,
Mário

AUTONOMIA leva à Baderna?

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Postado por Solano Portela
Autonomia significa “lei própria”. O conceito implica em subjetividade de normas, ausência de princípios
universais, “descolamento” da lei. Muitas vezes o termo é colocado erroneamente, como sinônimo de “responsabilidade”, mas é muito mais do que isso. Principalmente na esfera pedagógica, autores de renome expressam o seu entendimento sobre a questão de forma perturbadora. Há uma avidez por uma autonomia que rejeita princípios universais:

Por exemplo, Josep Maria Puig Rovira (A Construção da Personalidade Moral, 45, Ática, 1998), na defesa da autonomia, rejeita o conceito de autoridade e de valores normativos universais, quando escreve: “A intervenção educativa deve estar centrada na passagem da moral heteronômica para a moral autônoma. Para que esse objetivo seja atingido deve- se proporcionar experiências que favoreçam o abandono da moral autoritária e convidem a valorizar e a adotar a moral de respeito mútuo e da autonomia”.

Neste mesmo livro, Puig, fazendo …