quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

É anarquia e libertinagem”, diz deputado sobre vídeo do Porta dos Fundos

Essa é a terceira representação aberta no Ministério Público contra o vídeo de Natal

por Leiliane Roberta Lopes



"É anarquia e libertinagem", diz deputado sobre vídeo do Porta dos Fundos


O vídeo “Especial de Natal” do canal Porta dos Fundos recebeu mais uma denúncia. Na segunda-feira (27) o deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) foi até o Ministério Público Estadual de Pernambuco protocolar sua reclamação.

O parlamentar acredita que o vídeo ridiculariza a fé de “todo povo cristão” e pede para que ele seja removido.

“Não é humor. É anarquia e libertinagem”, disse Ferreira. “É um desrespeito à fé e não pode ser visto como resultado da liberdade de expressão, porque não é”.

O deputado, que é evangélico, foi recebido pela subprocuradora Laís Coelho e diante dela falou sobre o teor ofensivo do vídeo. “Alcança a todos os cristãos. É um absurdo! Eles chegam a insinuar que José, o pai de Jesus Cristo, é corno. A gente não pode admitir isso”.

No vídeo os atores fazem sátira com a Sagrada Família revoltando católicos e evangélicos que já entraram com representações criminais contra o vídeo.

A Associação Pró-Vida, Pró-Família, ligada à Igreja Católica, formalizou sua reclamação no Ministério Público do Rio de Janeiro. Já o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo.

Para Ferreira todos os deputados das bancadas religiosas do Congresso devem abrir reclamações nos órgãos de seus estados. “Vamos fazer isso. É uma mobilização precisa”, destacou. Com informações Blog da Folha PE.
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Os Libertinos


Postado por Augustus Nicodemus Lopes

Os libertinos existem há muito tempo dentro da Igreja Cristã. Não vamos confundi-los com aqueles que procuram a liberdade da escravidão do pecado, da carne, do mundo e da lei, que é a liberdade cristã propriamente dita, encontrada em Cristo. Nesse sentido, todo crente verdadeiro é livre, ao mesmo tempo em que é escravo de Deus e servo dos seus semelhantes. Paulo fala disso em Romanos 6.

Os libertinos são diferentes. Eles também falam da liberdade cristã, da liberdade de consciência e da liberdade da lei, só que querem também ser livres de Deus e do próximo. Não percebem a liberdade dada por Cristo como estímulo para viver em obediência a Deus e serviço ao próximo, mas como uma licença para fazerem o que tiverem vontade.

Nós os encontramos em todos os períodos da Igreja. Quem não lembra de Balaão, o falso profeta que ensinou os filhos de Israel a se prostituir com as cananitas e a praticar a religião delas, como se fosse algo aceitável a Deus? (Num 31.16).

Encontramos os libertinos infiltrados nas comunidades cristãs primitivas, ensinando que a graça de Deus permitia ao cristão a participação nos sacrifícios pagãos oferecidos nos templos. Paulo encontrou um grupo de libertinos em Corinto, que achava que tudo era lícito ao crente, inclusive participar dos festivais pagãos oferecidos nos templos dos idólatras (1Cor 8—10). O livro de Apocalipse menciona os nicolaítas e os seguidores de Jezabel, grupos libertinos que ensinavam os cristãos a participar das “profundezas de Satanás” (Ap 2.24). Menciona também a “doutrina de Balaão”, que parece ter sido uma designação relativamente comum no séc. I para os libertinos (cf. Ap 2.14). Judas escreveu sua carta para denunciar e enfrentar “certos indivíduos que se introduziram com dissimulação... homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Judas 4).

Na época da Reforma, Calvino referiu-se em uma de suas cartas ao partidos dos libertinos na igreja de Genebra, que usava a “comunhão dos santos” para troca de esposas (mencionado no livro de Piper, Alegria Soberana).

Os libertinos modernos não são diferentes e mantém basicamente as mesmas características dos libertinos denunciados no Novo Testamento, particularmente na carta de Judas, a saber:

1. Os libertinos estão introduzidos nas igrejas e comunidades cristãs, mesmo não sendo verdadeiros crentes em Cristo Jesus, dissimulando suas crenças e práticas até se sentirem seguros para manifestar abertamente o que são. Eles estão presentes nos cultos e festividades como “rochas submersas” (Jd 12), que representam um perigo para a navegação.

2. São pessoas ímpias – isto é, sem piedade pessoal, sem temor a Deus e sem verdadeiro relacionamento com o Senhor Jesus Cristo  – que se apresentam travestidas de cristãos, usando a linguagem cristã e engajadas em práticas cristãs. São arrogantes e aduladores dos outros por interesses (Jd 16). São “sensuais” e “promovem divisões” no corpo de Cristo com suas ideias heréticas (Jd 19).

3. A doutrina libertina é que a graça de Cristo faz com que tudo seja lícito ao cristão, inclusive a prática da imoralidade – que naturalmente não é chamada por esse nome, mas por eufemismos e outros nomes, como sexo livre, amor, etc. Essa doutrina transforma essa graça em libertinagem – é daí que vem o nome “libertinos”.

4. Em última análise, a doutrina dos libertinos nega a Jesus Cristo, que sofreu na cruz para livrar seu povo não somente da culpa do pecado, mas do poder do pecado em suas vidas, conduzindo-os à santidade e pureza. Os libertinos vivem sem nenhum recato (Jd 12).

5. A fonte de autoridade para essa doutrina não é a Escritura, que em todo lugar condena a imoralidade, a concupiscência, a prostituição e o adultério, mas suas experiências pessoais. Judas chama os libertinos de “sonhadores alucinados que contaminam a carne” (Jd 8). O "cristianismo" dos libertinos não é oriundo da revelação de Deus nas Escrituras, mas é fruto da sua mente carnal, “instinto natural, como brutos sem razão” (Jd 10).

Falando claramente e sem rodeios, os libertinos presentes nas igrejas e comunidades evangélicas não veem nada de errado com o sexo antes do casamento, a multiplicidade de parceiros, as relações homossexuais, a pornografia, aventuras amorosas fora do casamento, o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, a participação dos cristãos nas diversões mundanas e absorção dos valores desse mundo no vestir, trajar, viver e andar. A agenda libertina é mais ampla do que essa e alguns libertinos são mais radicais que outros. Mas no geral, libertinos são contra qualquer sistema que tenha uma ética definida e clara e que defenda valores morais absolutos e fixos.

Libertinos costumam construir uma imagem de Jesus como uma pessoa inclusivista, que amou a todos sem distinção, jamais condenou ninguém nem se pronunciou contra o pecado de ninguém. Todavia, o Jesus libertino é diferente do Jesus da Bíblia, que o Cristianismo histórico vem anunciando faz dois mil anos.

Se Jesus foi o que os libertinos dizem, ele foi um fracasso, pois seus discípulos mais chegados se tornaram o oposto do que ele queria: Pedro passou a ensinar que a vida nas paixões carnais era pecaminosa (1Pedro 1:13-19), João passou a dizer que a paixão pelas coisas do mundo e da carne não procedem de Deus (1João 2.15-17), Tiago condenou o mundanismo (Tiago 4), o autor de Hebreus disse que temos que lutar até o sangue contra o pecado que nos rodeia (Hebreus 12.1-4) e Paulo declarou que os sodomitas e efeminados não entrarão no Reino de Deus (1Coríntios 6:9-11). Eles certamente não aprenderam essas coisas com o Jesus libertino.

Os libertinos convenientemente calam-se sobre determinadas passagens nos Evangelhos onde Jesus, ao receber prostitutas, cobradores de impostos e pecadores em geral, os ensinava a segui-lo, não cometendo mais pecados, tomando a sua cruz, negando a si próprios e se tornando sal e luz desse mundo em trevas. Nenhuma prostituta, imoral, ladrão, que conheceu Jesus e se tornou seu discípulo continuou na sua vida imoral. Zaqueu, Mateus e Madalena que o digam.
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Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com.br/
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

10 AÇÕES PRÁTICAS DO EVANGELHO QUE FAZEM DO MUNDO UM LUGAR MELHOR


Por Samuel Torralbo

O mundo pós moderno parece que cada vez mais vai se tornando um lugar sem sentido, gerando uma sensação de nostalgia e desamparo existencial. O que moveu a humanidade até aqui foram as motivações e os sonhos sonhados por cada ser humano. Privar ou deformar os ideais, sonhos, motivações ou convicções de cada individuo é retirar da alma humana o fôlego da existência, restando apenas rascunhos humanos ou zumbis existenciais. Pode ser este o motivo (deformação da razão existencial), que tem feito de muitos seres humanos verdadeiros corpos vazios de convicções, conteúdo, motivações e ideias dignos da vida.

Quando o ser humano perde o ideal primário da existencial em Deus, o que lhe resta é o que vemos a cada dia, o mundo do cão, pessoas se digladiando por um espaço ao sol, se perdendo moralmente por uma oportunidade financeira, se matando por causa do egoísmo narcisista, ou se deteriorando pelo individualismo crônico.

Porém, o evangelho de Cristo Jesus é de longe uma mensagem meramente abstrata ou subjetiva, onde o crente existe em um mundo de utopias ou conjecturas, mas antes, o verdadeiro evangelho de Cristo arremete cada discípulo a uma realidade pratica de boas obras ou frutos que testificam da sua fé em Cristo Jesus.

Sendo assim, para alguns que possivelmente estejam buscando algum sentido ou razão existencial neste mundo sem sentido, segue abaixo uma listagem das convocações feitas pelo evangelho para aqueles que estão em Cristo Jesus. Lembrando que para isso, não é necessário abrir uma ONG, uma associação filantrópica, um ministério ou receber a consagração eclesiástica, basta ser discípulo de Cristo Jesus para praticar com alegria e contentamento as boas obras da fé.

1 – Visitar presidiários com a mensagem de esperança

2 – Zelar pela segurança e crescimento saudável das crianças

3 – Auxiliar as viúvas

4 – Amparar os órfãos

5- Defender o fraco e o oprimido

6 – Providenciar roupa para o desnudo

7 – Cuidar dos enfermos

8 – Prover alimento para o faminto

9 – Saciar a sede do sedento

10 – Lutar pela paz e a justiça coletiva


Sinceramente, prefiro me envergonhar, me arrepender e buscar fazer alguma coisa prática, do que, me munir da velha e esfarrapada desculpa de religiosos alienados e desalmados: “Isso é tarefa do Governo e não da Igreja”, como que não é tarefa também da Igreja se foi o próprio Cristo quem afirmou e convocou aqueles que teriam ouvido para ouvir e coração para sentir?

“Então os justos lhe responderão: ‘Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? Quando te vimos como estrangeiro e te acolhemos, ou necessitado de roupas e te vestimos? Quando te vimos enfermo ou preso e fomos te visitar?’O Rei responderá: Digo a verdade: O que você fizeram a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizeram.” (Mateus 25. 36-40)
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Samuel Torralbo é colunista do Púlpito Cristão, além de blogueiro e escritor. Tem contribuído relevantemente com suas postagens neste blog desde os tempos remotos.
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Fonte: Púlpito Cristão
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Em Criato,
Mário

sábado, 11 de janeiro de 2014

NELSON NED, THALLES ROBERTO E AS OPORTUNIDADES PERDIDAS

nelson ned e talesPor Antognoni Misael
No último domingo, dia 05 de janeiro, Nelson Ned faleceu. O mineirinho, pequeno grande homem, que nos anos 60 iniciou sua carreira cantando músicas românticas, atraindo multidões em estádios e teatros.
Nelson ganhou discos de Ouro no Brasil, fez turnês por toda América Latina e se apresentou algumas vezes no Carnegie Hall, em Nova York, chegando ao ápice de sua fama.
Sua biografia nos diz que a partir de 1993 seu repertório foi tomado por canções evangélicas, após ter tido um encontro com Cristo em anos anteriores, e mais tarde, em 1996 lançou biografia “O Pequeno Gigante da Canção”, uma referência à sua condição de anão.
Sem mais delongas, diante desta breve síntese de Nelson, o que me chamou atenção não foram as peculiaridades do seu testemunho (até porque conheço muito pouco sobre ele), mas uma entrevista concedida por ele ao programa “Jô Soares Onze e Meia” no ano de 1990, a qual me causou muito “espanto”, uma vez que nos dias de hoje me parece ser mais fácil um apresentador de auditório falar coisas a respeito de Jesus, do que os próprios astros do gospel que têm a oportunidade de aparecer em programas televisitos.
Pensando a partir da entrevista (logo abaixo), a reflexão que faço é a seguinte:
Até que ponto os representantes do movimento gospel estão sendo relevantes na mídia?
- Como compreender a questão de “se fingir de tolo para ganhar os tolos” no contexto do gospel nas rede televisiva?
- Os representantes do gospel estão sendo claros e diretos quanto à mensagem do Evangelho?
- Se antes não se tinha tanto espaço e eram raras as oportunidades, e hoje se tem, significa que houve um avanço, ou retrocesso?
Bem, para responder um pouco sobre esse paralelo sugiro que assistam a entrevista do Nelson Ned concedida ao Jô Soares em 1990 (não precisa assistir toda, apenas observe se ele fala algo sobre a obra Cristo em sua vida).

Agora assista o Thalles Roberto no Jô em uma entrevista concedida em outubro de 2013.
Amigos leitores, infelizmente o Thalles e muitos dos integrantes do movimento gospel têm perdido oportunidades de falar com clareza e objetividade sobre o Evangelho genuíno de Jesus. Ou quem sabe eles nunca tenham conhecido de fato, eis o motivo de tanto desperdício. No entanto, eu oro pra que algo diferente aconteça, que Cristo constranja os corações dos ditos astros para que exemplos como aquele do Nelson Ned sejam vistos nos espaços concedidos pela mídia. Isto é o mínimo que podemos desejar.
[Releia a matéria do Thalles no Jô Soares clicando aqui]
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Fonte: Arte de Chocar. Divulgação: Púlpito Cristão/Jesus é o Senhor
Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

QUEBRA DE MALDIÇÕES: É BÍBLICO?


Por Augustus Nidocemus


O movimento de “batalha espiritual” ensina a necessidade de se quebrar maldições hereditárias e de se anular compromissos que ficaram pendentes com o diabo, mesmo após a pessoa ter sido convertida a Cristo. Ensina-se que herdamos as maldições que acompanharam nossos antepassados, por causa de seus pecados e pactos demoníacos, e que precisamos anular estas maldições hereditárias.

Um dos textos usados para defender este ponto é Êxodo 20.5, onde Deus ameaça visitar a maldade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração dos que o aborrecem.

Entretanto, ensinar que Deus faz cair sobre os filhos as consequências dos pecados dos pais, é só metade da verdade.

A Escritura nos diz igualmente que se um filho de pai idólatra e adúltero vir as obras más de seu pai, temer a Deus, e andar em Seus caminhos, nada do que o pai fez virá cair sobre ele. A conversão e o arrependimento individuais “quebram”, na existência das pessoas, a “maldição hereditária” (um efeito somente possível por causa da obra de Cristo). Este foi o ponto enfatizado pelo profeta Ezequiel em sua pregação ao povo de Israel da época (leia cuidadosamente Ezequiel 18).

Através do profeta Ezequiel, Deus os repreendeu, afirmando que a responsabilidade moral é pessoal e individual diante dele: “A pessoa que pecar, é ela quem morrerá — não o seu pai ou a sua mãe” (Ez 18.4b, 20). E que pela conversão e por uma vida reta, o indivíduo está livre da “maldição” dos pecados de seus antepassados, ver 18.14-19. Esta passagem é muito importante, pois nos mostra de que maneira o próprio Deus interpreta (através de Ezequiel) o significado de Êxodo 20.5.

Aplicando aos nossos dias, fica evidente que o crente verdadeiro já rompeu com seu passado, e com as implicações espirituais dos pecados dos seus antepassados, quando, arrependido, veio a Cristo em fé.

Tem mais. O apóstolo Paulo nos esclarece que o escrito de dívida que nos era contrário, a maldição da lei, foi tornado sem qualquer efeito sobre nós: Jesus o anulou na cruz (Cl 2.13-15; Gl 3.13). Ou seja, toda e qualquer condenação que pesava sobre nós foi removida completamente quando Cristo pagou, de forma suficiente e eficaz, nossa culpa diante de Deus. Ora, se a obra de Cristo no Calvário em nosso favor foi poderosa o suficiente para remover de sobre nós a própria maldição da santa lei de Deus, quanto mais qualquer coisa que poderia ser usada por Satanás para reivindicar direitos sobre nós, inclusive pactos feitos com entidades malignas, por nós, ou por nossos pais, na nossa ignorância.

Basta um estudo simples nas Escrituras, da linguagem usada para descrever nossa redenção, para que não fique qualquer dúvida de que o crente, à semelhança de um escravo exposto à venda na praça, foi comprado por preço, e que, agora, passa a pertencer totalmente ao seu novo senhor. O antigo patrão não tem mais qualquer direito sobre ele, como rezava a legislação romana da época. Assim, Paulo diz que fomos comprados por preço (1 Co 6.20; agorazo, comprar, redimir, pagar um resgate — termo usado para o ato de comprar um escravo na praça, ou pagar seu resgate para libertá-lo), e que sendo agora livres, não devemos nos deixar outra vez escravizar (1 Co 7.23). Fomos resgatados (lutrou) pelo precioso sangue de Cristo (1 Pe 1.18; cf. Ap 5.9).

Em resumo: “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas passaram: eis que se fizeram novas”. Não há nenhuma maldição que Cristo já não tenha quebrado na cruz e que não tenha já sido desfeita na hora da conversão (novo nascimento). O que os crentes precisam é santificação, e não quebra de maldição, para crescerem mais em mais no conhecimento de Deus e no serviço dele.

Fonte: Púlpito Cristão

Em Cristo,
Mário

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