sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aborto, um crime hediondo

Paz amados, assistam ao vídeo abaixo e nos ajude a divulgar sobre o crime que éo aborto.

Em Cristo,
Mário César de Abreu


Rev. Hernades Dias Lopes
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Mário

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pastores alertam para crescimento de movimento herético nas igrejas

Amados,leiam até o fim e conheçam esta heresia,fiquem atentos.

Mário
Hipergraça seria a mais nova “moda” das igrejas. Conheça
por Jarbas Aragão


Pastores alertam para crescimento de movimento herético nas igrejas
Os Estados Unidos são responsáveis pela produção da maior parte da teologia consumida e ensinada no mundo todo. Desde os movimentos missionários dos séculos 19 e 20, que levaram o evangelho por todo o mundo, até as mais novas heresias e modismos do mundo gospel.

Segundo o site da revista pentecostal Charisma, um movimento novo tem preocupado pastores e líderes americanos, pois está se espalhando rapidamente por outros países. Chamado de “Hipergraça”, seus ensinamentos se baseiam em uma visão de que Deus não pune ninguém. Provavelmente influenciados pela exigência quase onipresente para que as pessoas sejam “politicamente corretas”, muitos de seus ensinamentos confrontam diretamente a Bíblia.

Para os críticos, o movimento é uma “evolução” de uma igreja que nas últimas décadas tem presenciado um declínio na doutrina e pregação bíblica. Paulatinamente, a teologia da lugar à terapia motivacional nos púlpitos. De outro lado, a busca pela prosperidade minou alguns dos fundamentos onde o cristianismo se sustentou por séculos.

Com isso, muitas igrejas e pregadores se recusam a combater o pecado. Raramente se menciona a necessidade de arrependimento ou nem se fala sobre temas como inferno e julgamento. Muitas dessas igrejas permitem que seus líderes vivam sem se preocupar em prestar contas, mesmo que claramente estejam distantes do que se esperaria deles.

O movimento da Hipergraça seria uma versão atualizada da antiga heresia conhecida como antinomianismo (em grego, anti significa “contra” e nomos , “lei”). Trata-se da crença que a lei moral do Antigo Testamento foi totalmente abolida. Como vivemos depois da vinda de Cristo, podemos viver do jeito que queremos, pois já não estamos debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Assim, resta ler o Antigo Testamento apenas metáforas, tipos e símbolos sobre a vinda de Cristo. O Novo Testamento acaba com a Lei do Antigo Testamento, por isso tudo é graça!

Ideias como palavras proféticas, busca pelo Espírito Santo, batalha espiritual, ou ouvir a voz de Deus são propositalmente ignoradas e muitas vezes ridicularizadas. Para os teólogos e pastores que estão alertando sobre esse movimento, ele pode colocar em risco o futuro do cristianismo e enganar milhares de pessoas.

Obviamente os líderes que integram esse movimento não admitirão que pertencem a ele. Afinal, não se trata de um movimento organizado, mas sua existência e influência tem crescido através de literatura cristã que enfatiza o sucesso pessoal e eclesiástico. Possivelmente não usam o termo e dirão que chegaram a essas conclusões sozinhos.

Com certeza a Bíblia fala sobre graça, mas aparentemente essas pessoas não leram ou convenientemente esqueceram de textos como Romanos 6: 1-2 “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?”

Contudo, o teólogo Joseph Mattera listou os 8 sinais mais claros de que uma igreja está seguindo a Hipergraça:

1. Os pregadores nunca falam contra o pecado

Se você estiver em uma igreja como esta, irá notar que a palavra “pecado” normalmente só é mencionada no contexto do perdão dos pecados em Cristo. Por vezes, recrimina-se as pessoas que ousam insistir no assunto, classificando-as de “legalistas” e “fariseus”.

2. O pastor nunca toma uma posição firme sobre a santidade

Na tentativa de atrair mais pessoas, tudo é feito para tornar os cultos mais agradáveis, em especial o sermão. Os ministros não tomam posição pública, nem ensinam os membros, sobre questões que estão na ordem do dia como aborto, homossexualidade, legalização das drogas, ou qualquer coisa que possa confrontar o público presente. Ignora-se qualquer tentativa de se estabelecer ou cobrar dos membros os parâmetros para uma vida de santidade.

3. O Antigo Testamento é quase totalmente ignorado

Nessas igrejas, o Antigo Testamento é tratado como um registro que não tem valor real com nosso estilo de vida moderno. Convenientemente, não se menciona os Dez Mandamentos nem as porções bíblicas onde Deus é mostrado como juiz.

4. Os líderes são autorizados a ensinar e pregar mesmo vivendo abertamente em pecado

Se não há mais condenação, pecados como imoralidade sexual, ganância e embriaguez são tolerados. Seja para membros comuns ou pessoas em posição de liderança, isso não é “importante”, pois não refletiria o amor ao próximo e respeito pelas suas escolhas.

5. As mensagens muitas vezes se voltam contra a “igreja institucional”

Os pastores que adotaram a hipergraça constantemente se voltam contra as igrejas mais “conservadoras”, pois acreditam que sua mensagem não é mais relevante para a cultura de hoje. Além disso, esses “fundamentalistas” apenas colaboram para que as pessoas em geral tenham uma má impressão dos evangélicos.

6. Os pastores pregam contra o dízimo

A hipergraça não estimulas as pessoas a lerem a Bíblia e chegarem às suas próprias conclusões, mas se preocupa em dizer no que elas não podem acreditar. Embora falem sobre ofertas e anunciem as necessidades financeiras da igreja, os pastores defendem que o dízimo é mais uma lei que foi abolida em Cristo. Portanto, cada membro pode decidir se deseja ou não se envolver financeiramente.

7. Os pastores pregam apenas mensagens motivacionais positivas

Dos púlpitos dessas igrejas ecoam apenas mensagens positivas sobre saúde, riqueza, prosperidade, o amor de Deus, o perdão de Deus e como se obter sucesso na vida. Não há preocupação nem interesse de se anunciar “todo o conselho de Deus”, nem estimular trabalhos evangelísticos ou missionários que exijam arrependimento e mudança de vida. Não se menciona a existência do diabo ou de seus anjos. Deus ama a todos e cuida para que nenhum mal chegue perto deles.

8. Os membros da igreja não precisam temer nenhum tipo de reprimenda da liderança

Os participantes de uma igreja da hipergraça serão convencidos que, por causa da forte ênfase na graça, tudo é permitido. Ou seja, nenhuma mudança real se espera deles, apenas que frequentem os cultos e sejam “pessoas melhores e mais felizes”
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Fonte: Gospel Prime
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Jesus, o remédio para uma igreja enferma

   
Alguns estudiosos da Bíblia, dentre as fileiras do Dispensacionalismo, afirmam que as setes igrejas da Ásia Menor são um símbolo dos sete períodos da história da igreja, assim classificados: Éfeso simboliza a igreja apostólica; Esmirna, a igreja dos mártires; Pérgamo, a igreja oficial dos tempos de Constantino; Tiatira, a igreja apóstata da Idade Média; Sardes, a igreja da Reforma; Filadélfia, a igreja das missões modernas e Laodicéia, a igreja contemporânea. Essa classificação, entretanto, não tem qualquer amparo histórico nem qualquer fundamentação bíblica.

Jesus elogia duas dessas igrejas: Esmirna e Filadélfia, mesmo sendo a primeira pobre e a segunda fraca. Quatro delas recebem elogios e censuras: Éfeso, Pérgamo, Tiatira e Sardes. A última, Laodicéia, só recebe censuras e nenhum elogio. Algumas lições podemos aprender com essas igrejas:

1. Jesus conhece profundamente a sua igreja. Jesus está no meio da igreja e anda no meio dela. Para cinco dessas igrejas (Éfeso, Tiatira, Sardes, Filadélfia e Laodicéia) Jesus disse: “Eu conheço as tuas obras”. Para a igreja de Esmirna Jesus disse: “Eu conheço a tua tribulação” e a para a igreja de Pérgamo, Jesus disse: “Eu conheço o lugar onde habitas, onde está o trono de Satanás”. Jesus conhece as obras da igreja, os sofrimentos da igreja e o lugar onde a igreja está estabelecida.

2. Jesus não se impressiona com aquilo que impressiona a igreja. O diagnóstico de Jesus difere da nossa avaliação. O que nos impressiona, não impressiona a Jesus. À pobre igreja de Esmirna Jesus disse: “Tu és rica”; mas à rica igreja de Laodicéia Jesus disse: “Tu és pobre”. A riqueza de uma igreja não está na beleza do seu santuário nem na pujança de seu orçamento, mas na vida espiritual de seus membros. À igreja de Sardes que dá nota máxima para sua espiritualidade, julgando-se uma igreja viva, Jesus diz: “Tu estás morta”. À igreja de Filadélfia que tinha pouca força, Jesus diz: “Eu coloquei uma porta aberta diante de ti”.

3. Jesus não se contenta com doutrina sem amor nem com amor sem doutrina. Jesus elogia a igreja de Éfeso por sua fidelidade doutrinária, mas a reprova pelo abandono do seu primeiro amor. A igreja de Éfeso era ortodoxa, mas faltava-lhe piedade. Tinha teologia boa, mas não devoção fervorosa. Por outro lado, Jesus elogia a igreja de Tiatira pelo seu amor, mas a reprova pela sua falta de zelo na doutrina. A igreja tinha obras abundantes, mas estava tolerando o ensino de uma falsa profetisa. Não podemos separar a ortodoxia da piedade nem a doutrina da prática do amor.

4. Jesus sempre se apresenta como solução para os males da igreja. A restauração da igreja não está na busca das novidades do mercado da fé, mas em sua volta para Jesus. Ele é o remédio para uma igreja enferma, o tônico para uma igreja fraca e o caminho para uma igreja transviada. À igreja de Sardes, onde havia morte espiritual, Jesus se apresenta como aquele que tem os sete Espíritos de Deus, para reavivá-la. À igreja de Esmirna que enfrenta a perseguição e o martírio, Jesus se apresenta como aquele que venceu a morte. Jesus é plenamente suficiente para suprir as necessidades da sua igreja, plenamente poderoso para restaurar a sua igreja e plenamente gracioso para galardoar a sua igreja.

5. Jesus se apresenta à sua igreja para fazer alertas e também promessas. Para todas as igrejas Jesus faz solenes alertas e também generosas promessas. Andar pelos atalhos da desobediência é receber o chicote da disciplina e permanecer no pecado é receber o mais solene juízo. Mas permanecer na verdade é ser vencedor. Arrepender-se e voltar-se para Deus é receber do Filho de Deus as mais gloriosas promessas de bênçãos no tempo e na eternidade, na terra e no céu!
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Rev. Hernandes Dias Lopes   Blog: Palavra da Verdade
Em Cristo,
Mário César de Abreu



sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Ministério da Saúde faz propaganda enganosa para conseguir ampliar casos de aborto

Bebe Pilula do Dia Seguinte
Paulo Roberto Campos
O governo petista, como já sabemos e tratamos nos últimos posts, aprovou o PLC 3 /2013, o projeto aborticida sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 1º de agosto para facilitar e ampliar casos de aborto no Brasil — ou seja, facilitar a prática desse crime.
Entretanto, tal aprovação despertou enorme reação de norte a sul do País. Incontáveis movimentos e pessoas publicamente manifestaram indignação pelo fato de a presidente não ter honrado a palavra dada, quando prometera que nada faria em seu mandato que pudesse facilitar a prática abortiva.
Devido a uma tão grande reação, fruto da indignação, e temendo que a mesma venha a repercutir significativamente no minguamento de votos favoráveis aos candidatos do PT nas próximas eleições, membros do governo — sobretudo o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha — vêm procurando enganar novamente a opinião pública. O chefe desse Ministério, dedicado entre outras coisas ao combate da “propaganda enganosa”, pratica-a quando afirma que a “Pílula do Dia Seguinte” (PDS) não é abortiva; pílula que, com a sanção do referido projeto, passará a ser distribuída nos hospitais a todas as mulheres (ainda que adolescentes) que declararem (mesmo sem provas) ter tido alguma“relação sexual não consentida”.
Profª. Dra. Lilian Piñero Eça
Profª. Dra. Lilian Piñero Eça
O próprio fato de ser denominada “do dia seguinte”, é porque tal pílula impede a natural implantação do embrião na parede uterina, possivelmente gerado no dia anterior. Ela não é um mero anticoncepcional, mas uma forte droga que conduz ao aborto quimicamente induzido, pois elimina o ser concebido (o embrião humano) ao evitar que o óvulo fecundado se implante no útero materno. Disso não tem a menor dúvida a renomada cientista brasileira, a bióloga e biomédica Lilian Piñero Eça, quando declarou: “A pílula do dia seguinte nada mais é do que uma bomba hormonal que provoca um aborto”.(1)
Na nova lei abortiva — nº 12.845 (antigo PLC 3/2013) — consta que os hospitais devem oferecer à mulher o “contraceptivo de emergência”, o que não passa de eufemismo de aborto de emergência e um jeito farisaico para evitar maiores reações do público.
Ora, uma lei humana não pode contrariar a Lei Divina, a qual condena o aborto como um pecado gravíssimo que “brada aos céus e clama a Deus por vingança”. Vemos então que o aborto não é apenas um atentado contra a vida, mas diretamente contra o Criador de todas as coisas.
Assim, devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para que a nova lei seja revogada, devendo os médicos e todo o pessoal de saúde alegar objeção de consciênciae não oferecer às mulheres a “pílula do dia seguinte”. Fazendo-o, eles estarão agindo de acordo com o prescrito no artigo 28º do Código de Ética Médica (em vigor desde 1988):“É direito do médico recusar a realização de atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência.”
Não se pode julgar o foro interno, mas a atitude do deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), declarando oficialmente que ele e muitos de seus colegas “fomos todos enganados na boa fé”, quando da aprovação do projeto pró-aborto e que “eu, sinceramente, peço perdão a Deus”, foi exatamente a mesma ocorrida com políticos na Costa Rica, que após a aprovação do aborto também disseram que haviam “cochilado”, e pediam perdão a Deus.
A Deus não se engana, mas, como a melhor reparação é fazer diametralmente o oposto do mal praticado ou permitido, esperamos que no perdão que o deputado Eduardo Cunha pediu a Deus “por ter sido enganado e não ter visto a trama que armaram contra a vida”; e que “farei tudo que estiver ao meu alcance para tentar reverter esse lamentável quadro”(2), ele tome realmente a peito a reversão desta lei infame.
Pelo contrário, o ex-seminarista Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência e amigo íntimo da CNBB, tentou enganar movimentos contrários à aprovação da nova lei do aborto, dizendo que ela presta “apoio humanitário” às vítimas“de relações sexuais não consentidas”. E concluiu: “Eu, que não sou favorável ao aborto, sou obrigado a defender esse projeto, porque ele implica exatamente na possibilidade de a mulher evitar uma gravidez indesejada pelo estupro”.(3)
Tal ministro petista, ou não conhece os efeitos da PDS, ou mente. A fim de relembrá-lo, bem como para uso de nossos leitores nesta polêmica, transcrevo abaixo um precioso documento(4) elaborado por especialistas que apontam os reais efeitos da PDS ou RU-486. Com isso se pode confirmar que o governo está fazendo “propaganda enganosa”, a respeito de um crime. O que constitui outro crime.
PONTIFÍCIA ACADEMIA PARA A VIDA

COMUNICADO SOBRE A “PÍLULA DO DIA SEGUINTE” 

Pontificia Academia Pro VitaComo sabemos, foi posta à venda nas farmácias da Itália a denominada pílula do dia seguinte. Trata-se de produto químico (de tipo hormonal) que frequentemente tinha sido apresentado por muitos da área e pela mídia como um simples contraceptivo ou, mais precisamente, como um “contraceptivo de emergência”, que se usado dentro de um curto tempo depois de um ato sexual presumivelmente fértil, deveria unicamente impedir a continuação de uma gravidez indesejada.
As inevitáveis reações polêmicas daqueles que levantaram sérias dúvidas sobre como esse produto funciona, em outras palavras, que sua ação não é meramente “contraceptiva”, mas “abortiva”, receberam rapidamente a resposta de que tais preocupações mostravam-se sem fundamento, uma vez que a “pílula do dia seguinte” tem um efeito “anti-implantação”, assim sugerindo implicitamente uma clara distinção entre o aborto e a intercepção (impedimento da implantação de um ovo fertilizado, isto é, o embrião, na parede uterina).
Considerando que o uso deste produto diz respeito a bens e valores humanos fundamentais, a ponto de envolver as origens da própria vida humana, aPontifícia Academia para a Vida sente a responsabilidade premente e a necessidade definitiva de oferecer alguns esclarecimentos e considerações sobre o assunto, reafirmando, além disso, as já bem conhecidas posições éticas sustentadas por precisos dados científicos e reforçadas pela Doutrina Católica.
1. A pílula do dia seguinte é um preparado a base de hormônios (pode conter estrogênio, estrogênio/progestogênio ou somente progestogênio) que, dentro de e não mais do que 72 horas após um ato sexual presumivelmente fértil, tem uma função predominantemente “anti-implantação”, isto é, impede que um possível ovo fertilizado (que é um embrião humano), agora no estágio de blástula de seu desenvolvimento (cinco a seis dias depois da fertilização) seja implantado na parede uterina por um processo de alteração da própria parede. O resultado final será assim a expulsão e a perda desse embrião. Somente se a pílula fosse tomada vários dias antes do momento da ovulação poderia às vezes agir impedindo a mesma (neste caso ela funcionaria como um típico “contraceptivo”). De qualquer forma, a mulher que usa esse tipo de pílula, usa pelo medo de poder estar em seu período fértil, e assim pretende causar a expulsão de um possível novo concepto; sobretudo não seria realista pensar que uma mulher, encontrando-se na situação de querer usar um contraceptivo de emergência, pudesse saber exatamente e oportunamente seu atual estado de fertilidade.
2. A decisão de usar o termo “ovo fertilizado” para indicar as fases mais primitivas do desenvolvimento embrionário não pode de maneira alguma conduzir a uma distinção artificial de valor entre diferentes momentos do desenvolvimento do mesmo indivíduo humano. Em outras palavras, se pode ser útil, por razões de descrição científica, distinguir com termos convencionais (ovo fertilizado, embrião, feto etc.) os diferentes momentos em um único processo de crescimento, nunca pode ser legítimo decidir arbitrariamente que o indivíduo humano tem maior ou menor valor (com a resultante variação da obrigação de protegê-lo) de acordo com seu estágio de desenvolvimento.
3. Portanto, é evidente que a comprovada ação “anti-implantação” da pílula do dia seguinte é realmente nada mais do que um aborto quimicamente induzido. Não é intelectualmente consistente nem cientificamente justificável dizer que não estamos tratando da mesma coisa. Além disso, parece suficientemente claro que aqueles que pedem ou oferecem essa pílula estão buscando a interrupção direta de uma possível gravidez já em progresso, da mesma forma que no caso do aborto. A gravidez, de fato, começa com a fertilização e não com a implantação do blastocisto na parede uterina, que é o que tem sido sugerido implicitamente.
4. Como resultado, a partir do ponto de vista ético, a mesma absoluta ilegalidade dos procedimentos abortivos também se aplica à distribuição, prescrição e uso da pílula do dia seguinteTodos os que, compartilhando ou não a intenção, cooperam diretamente com esse procedimento, são também moralmente responsáveis. 
5. Uma outra consideração deve ser feita com respeito ao uso da pílula do dia seguinte em relação à aplicação da Lei 194/78, que na Itália regula as condições e procedimentos para a interrupção voluntária da gravidez. Dizer que a pílula é um produto “anti-implantação”, em vez de usar o termo mais transparente “abortivo”, torna possível evitar todos os procedimentos obrigatórios requeridos pela Lei 194 a fim de interromper a gravidez (entrevista prévia, verificação da gravidez, determinação do estágio de crescimento, tempo para reflexão etc.), praticando uma forma de aborto que é completamente oculta e não pode ser registrada por nenhuma instituição. Tudo isso parece, então, estar em direta contradição com a aplicação da Lei 194, ela mesma contestável.
6. Finalmente, como tais procedimentos estão-se tornando mais disseminados, nós encorajamos fortemente a todos os que trabalham nesse setor a fazer uma firme objeção de consciência moral, o que gerará um testemunho prático e corajoso do valor inalienável da vida humana, especialmente em vista das novas formas ocultas de agressão contra os mais fracos e mais indefesos indivíduos, como é o caso de um embrião humano.
Cidade do Vaticano, 31 de outubro de 2000
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Em Cristo,
Mário

Sete recomendações ao ministério de louvor




1-Não Deixar o auditório em pé por muito tempo


- Não canse o povo! Ficar em pé 20 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.


- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.


2-Não Deixar de participar de outros momentos do culto


- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, etc. Isto é desrespeito ao Senhor.


3-Elaborar um repertório apropriado ao tipo de reunião


- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc.


4-Não Cantar muitas músicas num período curto de ministração


- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).


- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas.


- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.


-Não repita um mesmo hino indefinidamente como por exemplo,cantar o coro dez vezes,cante o hino respeitando sua composição,dentro da sua própria estrutura


5-Não usar de Gritaria


- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.


- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).


- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.


- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.


6-Começar a ministração com uma introdução,que deve ser breve e em amor

- Não seja “juiz” das pessoas.


- Mostre a graça de Deus e o amor.


- Não seja grosseiro e indelicado.


- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.


- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.


- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.


- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.


7-Devemos ser obreiros aprovados (II Tm 2:15).


A) Aspecto espiritual


- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.


- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.


- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.


B) Aspecto musical


- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.


- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.


- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.


- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.


- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

Em Cristo,
Mário César de Abreu
Obs. Tirado da internet, editado e complementado pelo editor do blog.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Por que a igreja precisa de uma nova reforma

 




A Reforma Protestante do Século XVI foi o maior movimento na igreja cristã depois do Pentecostes. Não foi uma inovação, mas uma volta ao cristianismo puro e simples, uma retomada da doutrina apostólica, um retorno às Escrituras. A igreja cristã havia se desviado da verdade, e introduzido doutrinas e práticas estranhas às Escrituras. O culto às imagens, a mediação dos santos, a veneração a Maria, a salvação pelas obras, o confessionário, o purgatório, as reliquias, as indulgências e a infalibilidade papal foram desvios gritantes que encontraram guarida na igreja. Urgia uma Reforma, e Deus preparou o momento e as pessoas certas para essa volta às Escrituras. No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero, fixava nas portas da igreja de Wittenberg suas noventa e cinco teses contras as indulgências, deflagrando, assim, esse decisivo movimento.

Hoje, ao olharmos o cenário religioso brasileiro constatamos que a igreja evangélica precisa de uma nova Reforma. Desviamo-nos do caminho da ortodoxia. As verdades essenciais da fé evangélica estão ausentes de muitos púlpitos chamados protestantes. Novidades forâneas às Escrituras têm sido introduzidas nas igrejas sob a conivência de uns e o silêncio de outros. A igreja protestante já não protesta mais. Somos chamados de evangélicos, mas o puro evangelho está escasseando em muitas igrejas. Temos influência política, mas falta-nos autoridade moral. Temos poder econômico, mas falta-nos poder espiritual. Temos um explosivo crescimento quantitativo, mas falta-nos o crescimento qualitativo. Precisamos de uma nova Reforma. Alistaremos a seguir três motivos que exigem uma nova Reforma já.

1. Porque o liberalismo teológico tem assaltado muitas igrejas em nossa Pátria - O mesmo liberalismo que devastou as igrejas na Europa, e na América do Norte chegou às terras brasileiras, e seu fermento maldito está presente em muitos seminários, e este veneno letal tem sido espalhado das cátedras para os púlpitos e dos púlpitos para os crentes e assim, muitas igrejas já não crêem mais na inerrância e suficiência das Escrituras. Em consequência desse colapso espiritual há algumas igrejas que defendem um concubinato espúrio entre cristianismo e evolucionismo, negando a realidade da criação, conforme registrada em Gênesis 1 e 2.

2. Porque o misticismo sincrético tem invadido muitos arraiais evangélicos - Temos visto a igreja evangélica brasileira capitular-se ao misticismo pagão. O verdadeiro evangelho está ausente de muitos púlpitos. Prega-se sobre prosperidade e não sobre salvação. Prega-se sobre curas e milagres e não sobre arrependimento e novo nascimento. O lucro substituiu a mensagem da salvação em muitas igrejas. Temos visto igrejas se transformando em empresas, o púlpito em balcão, o evangelho num produto e os crentes em consumidores. Além desse descalabro, muitas crendices têm substituído a verdade em não poucas igrejas. Esses crentes incautos têm se alimentado do farelo do sincretismo em vez de serem nutridos pelo Pão da Vida. Há crentes que olham para a Palavra de Deus como um livro mágico e consultam a Bíblia como se ela fosse um horóscopo. Há aqueles que colocam um copo d’água sobre o aparelho de televisão, enquanto o suposto homem de Deus ora, pensando que essa água "benzida" tem poder extraordinário. Essas práticas não são bíblicas e devem ser reprovadas. Urge certamente uma nova Reforma.

3. Porque muitas igrejas se acomodaram a uma ortodoxia morta – A Reforma restaurou não apenas a supremacia das Escrituras e a primazia da pregação, mas também, enfatizou a necessidade de uma vida piedosa. Não podemos separar a teologia da vida; a doutrina da prática; a ortodoxia da piedade. Não basta conhecer a verdade, precisamos ser transformados por essa verdade. Na Igreja Reformada encontramos teologia pura e vida santa.

Rev. Hernandes Dias Lopes    Blog: Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

#ABSURDO – CARTILHA GAY EM PORTA DE ESCOLA, CHOCA PAIS E ALUNOS

Por: Antognoni Misael



Nota do blogueiro:

Gente, não sei nem mais o que dizer… Para não ser redundante em minha indignação, voltemos as antigas palavras de Deus, dita pela boca de Paulo:

“Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm”;

[Apóstolo Paulo, em Romanos 1:24-28]
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Mário



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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Mesmo crendo em Jesus preciso fazer oração de quebra de maldição?


Por: André Sanchez


Você pergunta: Estive afastado do Senhor por 10 anos, tive envolvimento com bebidas e drogas. Faz 8 meses que me reconciliei com Jesus, mas tenho dúvidas se preciso fazer oração de quebra de maldição por causa das coisas erradas com que me envolvi.

Caro leitor, é muito oportuna sua pergunta já que muitas pessoas têm passado pela mesma dúvida, principalmente por causa da falta de explicações bíblicas sérias de algumas igrejas aos seus fieis e também por causa de desvios doutrinários de muitas denominações em nosso tempo.



É preciso entender que quando você crê em Jesus você é selado pelo Espírito Santo da promessa (Efésios 1.13), é justificado pela redenção que há em Jesus (Romanos 3.24), é propriedade exclusiva de Deus (1 Pedro 2.9). Com isso quero demonstrar que a obra que Deus faz na vida do salvo é perfeita e eficaz, não necessitando qualquer “oração forte de libertação” que venha a “complementar” a obra de Deus na vida do salvo.

É verdade que mesmo o salvo, se não for vigilante e mantiver uma comunhão firme com o Senhor, pode dar ouvidos às tentações da carne e se enveredar por uma vida de pecado que não agrada a Deus, fato esse que aconteceu com você. Isso não é uma falha na obra de Deus, mas na forma negligente com que você encarou sua vida cristã.


Porém, a Palavra é clara quando diz que “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” (1 João 1.9). Ou seja, todas as maldições já foram quebradas plenamente por Cristo. O perdão dado por Deus diante do arrependimento é pleno, não necessitando sacrifícios, penitências e nem orações de quebra de maldição que venham a “complementar” a obra de Deus.

As igrejas que pregam que há a necessidade de que algum líder faça orações “de poder” para libertar crentes de maldições estão equivocadas. Elas deveriam ensinar o crente a manejar bem a Palavra de Deus a fim de estarem preparados para resistir aos seus inimigos, que são o mundo, a carne e o diabo. Deveriam ensinar também a suficiência da obra de Cristo, a fim de que os crentes sejam mais firmes em suas posturas e não vivam com “medinho” de tudo ao seu redor.

O que acontece na vida do convertido é o que a Bíblia chama de guerra entre a carne e o espírito (Gálatas 5. 17). Essa guerra acontece porque a pessoa que creu em Cristo agora foi morta para o pecado, mas o pecado não está morto. Ele tentará voltar para reaver essa pessoa para uma vida de novos pecados. A atitude dessa pessoa deve ser a de viver como “novo homem” (Efésios 4.24), buscando diariamente a santidade e a obediência a vontade de Deus.

Assim, quero concluir dizendo que não existe a mínima necessidade de que alguém faça oração de quebra de maldições. É desnecessário já que a obra de Cristo é perfeita e completa. O perdão dado por Deus mediante o arrependimento não precisa de complementações para ser pleno. O que deve haver é uma busca incessante em fazer a vontade de Deus e não da carne, em resistir às tentações do inimigo, em ser santo como Deus é Santo.

Como Paulo bem disse, a obra de Cristo em nossas vidas nos abre caminho para uma vida nova na presença de Deus: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Coríntios 5.17)
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Em Cristo,
Mário

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A PROPÓSITO... AS OBRAS DA CARNE...


A PROPÓSITO...AS OBRAS DA CARNE...

Por Alberto Couto Filho


I – INIMIZADE, DISCÓRDIA, CIÚMES, INVEJA – (Gl 5:19-21)


Amigos leitores/seguidores,
Paz
“Vou começar pelo fim: O resumo da historia é este: o sujo falando do mau lavado. Todos, farinha do mesmo saco”.
Este trecho grifado/sublinhado (pelo autor) faz parte d’uma diatribe discursiva, eivada de mordacidade, ódio e arrogância, proferida por um midiático ministro do Evangelho que, sem ter sido questionado por alguém e, muito menos, instado pelo AMOR de Deus, decidiu maldizerdois outros servos do Senhor, igualmente adeptos da polêmica teologia da prosperidade, insultando-os e invectivando críticas com o objetivo de jogá-los um contra o outro, desmoralizando-os e não oportunizando a reconciliação entre eles.
À época (março/2012), aqueles outros foram protagonistas de um rumoroso escândalo televisivo, veiculado por todo o Brasil e no exterior, com fulcro em denúncias de desvio de dízimos para a compra de fazendas e milhares de cabeças de gado de alta linhagem acusações que recentemente (junho/2013) levaram alguns pastores de uma conhecida igreja evangélica a um humilhante e desonroso ergástulo.
Aquele pretensioso e maldizente comentário sobre o falado entrevero demonstrou total inexistência do AMOR que procede de Deus, além de um exigido discernimento espiritual encorajado pela Bíblia Sagrada em (Is 5:20) para que não venha a ocorrer o nocente e pernicioso juízo temerário - “ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz, e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo”!
Em suas considerações morais aquele ministro do Evangelho, em nenhum momento, praticou o AMOR, o dom supremo que procede de Deus, preconizado nas Escrituras; “que jamais acaba” (1Co 13:8a); que é a raiz que produz a fé e a esperança, sabiamente observado pelo nobre reverendo Hernandes Dias Lopes. Aquele homem de Deus, sem um motivo aparente estava maldizendo homens de Deus, jogando-os, deliberadamente, um contra o outro.
Qual seria a motivação daquele ministro do Evangelho para, com ironia, proferir aquele temerário julgamento? Inimizade? Discórdia? Ciúmes? Inveja? O julgamento alheio deve ser precedido por um autojulgamento, conforme expresso na Palavra de Deus em (Mt 7:1-3) – “Não julgueis, para que não sejais julgados, pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados e, com a medida com que tiveres medido, vos medirão também. Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio”?
A maldosa e infeliz observação daquele pastor leva-nos a admitir que, outrora, provavelmente a hipocrisia e a falsidade estiveram presentes em suas relações. Aquela sua observação, tipicamente carnal e mundana, é indício da não-crucificação da carne, e da não-vivência no Espírito (Gl 5:24,25) – “ E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito”, além de indicar total desapego do bem, quando deixou de lado a necessária cordialidade, como se desobrigado, quanto ao AMOR, daquelas virtudes recomendadas por Paulo aos Romanos em (Rm 12:9,10) – “O AMOR seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com AMOR fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.
Pasmos, vimos por esses dias uma crítica acintosa ao nosso Senhor Jesus, em razão daquele Seu primeiro sinal miraculoso narrado pelo Evangelista João: “a transformação da água em vinho”. Cristãos perplexos assistiram a um julgamento energúmeno e desrespeitoso sobre Aquele que é o próprio AMOR - um atoleimado julgamento daquele que, por AMOR a nós, entregou Sua vida para nos salvar; que aceitou o sacrifício salvífico lá na cruz, sendo assim o nosso único e suficiente Salvador; que nos deu AMOR primeiro, antes mesmo que Lhe pedíssemos perdão. E quem era esse juiz, esse crítico que muitos acreditavam, teria o seu coração como habitat de Jesus, mas que agindo como um tresloucado bufão decidiu maldizer o Príncipe da Paz, o Cristo? Quem era ele? Quem?
Nada mais nada menos que um daqueles mega-evangelistas que protagonizaram aquele vergonhoso e lamentável episódio amplamente divulgado na mídia, gerado por suas denúncias de enriquecimento ilícito, aparentemente comprovadas, obtido com o desvio do dinheiro de dízimos. A Bíblia compara a sua ação à de uma víbora nascida de um ovo do basilisco - (Is 59:5) – “Chocam ovos de basilisco, e tecem teias de aranha; o que comer dos ovos deles morrerá e, quebrando-os, sairá uma víbora”; (Pv 23:32) – “Pois ao cabo morderá como a cobra e picará como o basilisco”. Essas denúncias, que até hoje estão sendo apuradas pelo MPF e pela Receita Federal, são as mesmas que já levaram ao cárcere alguns pastores, como expus anteriormente. Se forem efetivamente comprovadas, poderemos dizê-lo indesculpável, como Paulo referindo-se aos judeus em (Rm 2:23,24) – “Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei? Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa”.
Destarte, amados, pressinto terem fugido ao meu alcance os resultados postulados pelo nobre e “abençoamado” reverendo Hernandes Dias Lopes, pois, pequenino que sou não tenho qualquer condição de proteger ou reconciliar esses homens de Deus que, outrora, reconheço, tanto fizeram pelo rebanho do Senhor e pelo Seu Evangelho, valendo-se unicamente do fruto do Espirito Santo, com AMOR, mansidão e muito de domínio próprio – (Gl 5:22) – “Mas o fruto do Espírito é: AMOR, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei”.
Se os admoestamos, não falando mal deles, mas apenas obviando o mal, como Paulo em suas epístolas, eles vêm com aqueles “velhos” chavões/estereótipos, pequenos trechos extraídos de textos bíblicos (pretextos) que se tornaram jargões, desconhecidos de muitos como impeditivos e que se tornaram verdadeiros pavês e escudos para os protegerem quando flagrados em erro, portando-se de modo inconveniente e exasperando-se ao verem seus interesses contrariados (1Co 13:5) – o AMOR não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal”.
Hoje, como estamos vendo até em vídeos, esses chavões são usados, como dissimuladas ameaças àqueles que os flagram, como no caso do popularíssimo “não toqueis nos ungidos do Senhor”, usado recentemente por aquele maldizente ministro autor do comentário/exórdio deste meu texto, como ameaça de morte, para que deixemos em paz os ungidos, quando identificados como ladrões e pilantras. Conforme dito no vídeo, para que não corramos o risco de sermos mortos, ele nos aconselha a trocar de igreja - SIMPLES, ASSIM (?!)
É fato de que muitas almas são ganhas naquelas suas igrejas, mas em sua grande maioria, não para o reino de Deus – essas apenas se convertem aos seus heréticos ensinamentos, às suas convicções e não ao nosso Redentor, Cristo, quando têm suas mentes imbuídas, ora por falas melífluas (com sabor de mel), ora pelo entretenimento oferecido através do uso de gírias em linguajar chulo e mundano.
Aquele AMOR, procedente de Deus, não é mais sentido em suas lúdicas pregações. Enquanto isso, eles fazem ouvidos moucos para os clamores daqueles que não aceitam suas explicações bíblicas sobre confissão positiva, teologia relacional, teologia liberal, teologia da prosperidade e outras invencionices doutrinárias de cunho herético. Para eles é bem mais fácil e, até mesmo cômodo, dizerem-se perseguidos, única e exclusivamente, por gente que quer acabar/dizimar/destruir a família, instituição divina criada por Deus para representar o Seu reino nesta terra.
Assistam:




II – PORFIA, IDOLATRIA



Estamos vendo em muitos palcos, alguns, outrora púlpitos, a realização de “shows gospel” em que além de cantores, certos homens autoproclamados “Deus”, entretêm seus admiradores com esgares e momices que escandalizam o Evangelho de Cristo; estamos vendo o necessário e obrigatório culto a Deus sendo substituído por um indesejável, e aparentemente insensível, culto à personalidade; estamos vendo um elaborado marketing pessoal sendo desenvolvido através de entrevistas e participações em programas seculares nas TVs, sob a égide da “Grande Comissão”, a incumbência recebida de Jesus, de evangelizar o mundo, quando em seus propósitos está o de serem carreados à categoria de “ídolos”; estamos vendo esses “artistas”, proclamados carismáticos se tornarem midiáticos graças àqueles adoradores/idólatras que se dispõem a sustenta-los, mediante aplausos e ofertas voluntárias – (A Cegueira Espiritual de Israel – Am 4:5) – “e oferecei sacrifício de louvores do que é levedado, e apregoai ofertas voluntárias, e publicai-as, porque disso gostais, ó filhos de Israel, disse o Senhor Deus”.
A idolatria é considerada por Deus como um pecado de desobediência, conforme a Palavra em 1Sm 15:23, em que seu autor diz ser a rebelião um pecado de feitiçaria e a obstinação, como a idolatria e culto a ídolos do lar...”
Pena que muitos cristãos só entendam o significado da idolatria a partir do contido no Salmo 115 e no capítulo 10 do livro de Jeremias, quando o profeta nos mostra o contraste entre o Senhor e os ídolos. Esses cristãos ignoram que tudo aquilo que se interpuser entre o homem e Deus, ao que se lhe imputar valor superior ou mesmo equivalente ao do Criador, é considerado idolatria.
Quando nós nos achamos importantes e, através da força dos nossos argumentos pretendemos nos valorizar, nos envaidecemos, esquecendo-nos de que a vaidade é um pecado de idolatria. É preciso que compreendamos que nada poderemos fazer sem Jesus – (Jo 15:5) – “Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”. Nada do que estivermos fazendo de forma eficiente provém apenas das nossas virtudes e dos nossos dons naturais. Se pensarmos assim, estaremos valorizando à carne e, consequentemente, não herdaremos o céu – (1Co 15:50) – “Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção”.
Rogo aos idólatras atentarem para a possibilidade de perderem o direito à árvore da vida (Ap 22:14) se Jesus for colocado em segundo plano em seus corações, quando da sua adoração – (Ap 22:15) – “ Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e tudo aquele que ama e pratica a mentira”.
Que eles percebam a diferença existente entre honrar e idolatrar um homem de Deus; Que eles se compenetrem de que é esta nociva cultura idólatra que está a corroer a igreja que é, e sempre será de Cristo; Que eles se apercebam de que o ídolo/artista (cantor gospel, pregador, preletor, palestrante, etc.) vibra com os seus aplausos e, quase sempre, se esquece de atribuir o seu dom ou virtudes (quando as possui) ao poder do nosso Salvador que, em termos de adoração, deveria ser o único a ser adorado em qualquer tipo de evento e a todo o momento; Que eles saibam discernir sobre o que for dito em meio aos aplausos delirantes, à ovação popular, pois ouvirão, quase sempre, que tudo é/foi feito para a honra e a glória do Pai Eterno, na maioria das vezes, aquele “falso papo” apinhado de uma inexistente humildade.
Pobre do homem idólatra! Seu coração foi transformado em habitat natural dessa nociva e perniciosa idolatria que, ao invés disso, deveria abrigar a adoração primeira e exclusiva ao Senhor Jesus; ao único Deus vivo responsável por nossas vidas, feitas por Ele e para Ele – (Rm 11:36) – “Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém”!
Restam-nos, apenas, interceder incessantemente, com AMOR, por eles, ídolos evangelistas que se digladiam publicamente e cantores gospel somente interessados na venda dos seus CDs, regozijando-nos na esperança de que se arrependam e perseverando na oração, para abençoá-los – (Rm 12:12) – “ Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação e perseverantes na oração”.
Graças a Deus que ainda temos gente que, como a gente, não se dobra a Baal...e gente jovem, inteligente, participativa, que sabe quando abdicar do sucesso, dos aplausos, holofotes e luzes; gente como o “abençoamado” irmão RODOLFO ABRANTES – ex-Raimundos (vídeo) que corajosamente nos conclama a não-permitir que o brilho da esplendorosa glória daquele que por nós morreu naquela cruz seja ofuscado pela ausência do AMOR que tem precedência e procedência em Cristo Jesus.

Assistam:


Aplaudam a Jesus por tudo que Ele fez, faz e irá fazer.
Alberto Couto Filho

Fonte: Blog do Alberto
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 6 de agosto de 2013

MENSAGEIROS DE CRISTO,SEGUNDO DOMINGO NO EVANGELISMO PESSOAL

Amados,aí a foto do segundo dia em que saímos à evangelizar; neste dia saímos com cinco irmãos a mais que no primeiro dia.

Ao SENHOR toda glória!

Mário

O COMPROMISSO COM O EVANGELHO DA GRAÇA



Por Hernandes Dias Lopes

O apóstolo Paulo foi levantado por Deus para ser o maior teólogo, o maior missionário e o maior plantador de igrejas da história do cristianismo. Ele foi um desbravador do evangelho, um bandeirante do cristianismo, um embaixador de Cristo, um arauto do Rei dos reis. Plantou igrejas nas províncias da Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia Menor. Por sua influência, igrejas se espalharam em todo o mundo Oriental e Ocidental. Sua conversão foi um grande milagre, sua vida foi uma grande cruzada em favor da evangelização e sua morte foi uma profunda demonstração de coragem.

Quando Paulo despediu-se dos presbíteros de Éfeso, fez um dos mais belos discursos de sua carreira. Com palavras eloquentes, desafiou os líderes daquela igreja a assumirem um compromisso solene com Deus, com a Palavra e com a igreja. Para encorajá-los, deu seu próprio testemunho, como segue: “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” (At 20.24). No texto em apreço, três verdades são destacadas:

Em primeiro lugar, o ministério não é conquistado por mérito, mas recebido por graça. “… o ministério que recebi do Senhor Jesus…”. Paulo foi um homem vocacionado. Foi chamado por Cristo para desempenhar o ministério. Ele não se auto-intitulou apóstolo. Ele não se colocou-se num pedestal de liderança nem acendeu os holofotes sobre si mesmo. Sua vocação foi celestial. Ele ouviu a voz divina e a obedeceu. O líder cristão é também um homem vocacionado. É o Espírito Santo quem constitui líderes na igreja. Embora o episcopado pode ser desejado pelo homem, o chamado é divino. Embora a igreja escolha seus líderes, é Jesus quem chama a si os que ele mesmo quer para apascentar suas ovelhas e anunciar as boas novas de salvação.

Em segundo lugar, o ministério não é plataforma de privilégios, mas uma arena de renúncia. “Porém, em nada considero a vida preciosa para mim mesmo…”. A liderança cristã exige renúncia. Ser um líder cristão é abraçar uma sacrossanta carreira, uma excelente obra. Mas, não uma obra de engrandecimento pessoal. Ser grande é ser pequeno. Ser líder é ser servo. Ser o maior é ser servo de todos. Paulo enfrentou toda sorte de provações no exercício do seu ministério. Foi perseguido em Damasco, rejeitado em Jerusalém, esquecido em Tarso, apedrejado em Listra, açoitado em Filipos, escorraçado de Tessalônica e Beréia, chamado de tagarela em Atenas e de impostor em Corinto. Enfrentou feras em Éfeso, foi preso em Jerusalém, foi acusado em Cesaréia, foi picado por uma cobra em Malta e foi preso em Roma. Suportou cadeias e açoites. Foi fustigado com varas e apedrejado. Mesmo em face da morte, não considerou sua vida preciosa para si mesmo. A abnegação e não a megalomania foi o apanágio de sua vida.

Em terceiro lugar, o ministério é regido por um ideal mais alto do que a própria vida. “… para testemunhar o evangelho da graça de Deus”. Quando o ideal é maior do que a vida, vale a pena dar a vida pelo ideal. Testemunhar o evangelho da graça era o grande vetor da vida de Paulo. Ele respirava o evangelho. Vivia pelo evangelho. Estava pronto a se sacrificar e a morrer pelo evangelho. Nenhuma outra motivação governava sua vida. Não buscava grandeza para si mesmo. Não cobiçava ouro nem prata. Não buscava para si riquezas nem fama. Mesmo sofrendo ameaças e passando parte de sua vida encarcerado, jamais perdeu o entusiasmo de viver nem o senso de urgência de proclamar o evangelho. Considerava-se prisioneiro de Cristo e embaixador em cadeias. Mesmo diante das mais terríveis adversidades, Paulo tinha o coração ardente, os pés velozes e os lábios abertos para proclamar Cristo, a essência do evangelho.

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Fonte: Palavra da Verdade. Via: PCamaral/Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário

domingo, 4 de agosto de 2013

CONTRA A IDOLATRIA GOSPEL, RODOLFO ABRANTES SOLTA UMA “BOMBA” DENTRO DA LAGOINHA

Amados,Deus sempre tem os sete mil que não dobram o joelho à baal.
Ao Senhor toda a glória!!!
Mário

Por Antognoni Misael

Seria uma voz clamando num deserto? Ou uma lagoa da fantasia sendo impactada pela força da verdade? Não sei. Mas o que podemos dizer é que Rodolfo Abrantes chocou na Lagoinha!

Em um culto da ConfraJovem que foi realizado no fim de julho de 2013 o cantor (ex-Raimundos) soltou uma bomba no altar da idolatria Gospel:

“Existe uma cultura idólatra dentro da igreja cristã brasileira e precisa ser arrancada deste lugar. Nós não temos um Papa. Nós só adoramos a Jesus, mas todas as vezes que você idolatra um servo ou uma serva de Deus que sobe num altar você tá declarando que Jesus tá em segundo lugar. É preciso arrancar isso dentro do teu coração. Eu quero levantar um clamor pelo fim da cultura gospel, pelo fim dos artistas gospel, pelo fim do mercado gospel, pelo fim dos fãs gospel”, disse Rodolfo.



Diante do que vimos e ouvimos não dá pra saber se ele terá a oportunidade de voltar à Lagoinha , contudo, roguemos por dias melhores. Que a igreja evangélica brasileira possa reconhecer que uma Reforma precisa ser feita urgentemente dentro dela!

Fonte: Púlpito Cristão.
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Em Cristo,
Mário

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SILAS MALAFAIA APOIA A SUJEIRA DEBAIXO DO TAPETE E INTIMIDA FIÉIS DENUNCIANTES DE LÍDERES CORRUPTOS


Amados mais uma "loucura" do Malafaia,será que é  alerta ou ameaça? morte? veja o vídeo e tire suas próprias conclusões. Veja matéria sobre a questão levantada pelo Silas sobre os "ungidos do Senhor"aqui no link que se segue e entenda melhor e definitivamente este tema polêmico. http://tempora-mores.blogspot.com.br/2013/04/como-assim-nao-toqueis-no-ungido-do.html




Tema no Yahoo: “Pastor Malafaia intimida fiéis a não denunciarem pastores ladrões”

Um vídeo bastante polêmico foi postado nesta segunda-feira (29) no YouTube: o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus (Vitória em Cristo [sic] ), faz uma pregação intimidadora aos fiéis. Ele pede aos crentes para não denunciarem os pastores ladrões, “pois ninguém deve se meter com os ungidos de Deus”.

“Fico vendo caras que chegaram agora ao Evangelho e ficam julgando pastores na internet”, diz Malafaia no vídeo. Para ele, quem calunia pastores não é crente. Segundo o líder religioso, a solução é trocar de igreja e não se meter com “quem é ladrão e pilantra”.



Ainda de acordo com Malafaia, quem resolve enfrentar esse tipo de religioso “vai arrumar problema para a vida”. “Meu irmão, isso é coisa muito séria, eu já vi gente morrer por causa disso. Não toma atitude contra pastor, não entra nessa furada”, prega ele no fim do vídeo. É uma ameaça ou é apenas um aviso para evitar confusão?
***Fonte: Notícias Yahoo]
Nota do Blogueiro: Não é a primeira vez que o Silas Malafaia age com hostilidade ao contraditório. Na verdade, sempre quando ele se sente ameaçado, logo arma um discurso religioso fundamentalista apontando a ira de Deus contra o fiel denunciante do erro, que segundo ele é um “ilustre desconhecido”. Pois bem, melhor é viver abraçado à Verdade sendo um conhecido nos céus, que viver amando a vaidade e a mentira sendo reconhecido pelos homens. A grande sacada disso tudo é que quem está com dor de cotovelo é o próprio Silas!

Quem já fez campanhas financeiras de 900 reais vendendo bíblias de estudo herético em troca de bênçãos materiais; quem popularizou a aberração do “trízimo”; quem pediu 1000 Reais para “salvar” a alma de algum parente ou amigo, e também o dinheiro do aluguel, da conta de luz e do gás pra “sacrificar” em sua “fogueira” não tem moral pra pousar de ‘salvador’ do Evangelho no Brasil! Ao que parece a piscina dele está cheia de ratos! Portanto, ai daquele que tocar nesse “ungido” do Senhor!

“Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição..” (2 Pedro 2:1)

Fica aqui, como sugestão oportuna, um texto escrito por nossa colaboradora Mikaella Campos, uma desconhecida no reino dos homens, mas que tem alergia à heresias: Ao pastor Silas Malafaia: de uma ilustre desconhecida.
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Fonte: Púlpito Cristão
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Em Cristo,Mário César de Abreu

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