segunda-feira, 31 de maio de 2010

A HERESIA DOS VENDILHÕES E AMANTES DO DINHEIRO

Maldita teologia da prosperidade!



Amaldiçoada seja para sempre... Maldita seja!


Você que engoda os olhos dos humildes com promessas de riqueza


Você que corrompe o coração dos puros com o amor ao dinheiro que é a raiz de todos os males


Você que suja e enegrece a mente daqueles que ao invés de riquezas alimentariam o coração de esperança da salvação


Você que trai o evangelho se dizendo parte do mesmo


Você que é usada e explorada como negócio no campo das idéias mas longe está do espírito


Você que está tão entranhada em um mundo que respeita o ter e não o ser


Você que mente em prol de uma boa causa, mas o seu verdadeiro intento é o poder e Mamom


Você que seca rios e fontes de vida eterna que jorrariam de verdadeiros crentes


Você que cospe na cara daqueles que defendem o verdadeiro evangelho de amor e graça


Você que é defendida por aqueles que sustentam que todo crente deve ser podre de rico e que não reflete a triste realidade de nossos irmãos


Você que como teologia parece vir de mãos dadas com os fariseus cheios de rapina e imundícia em seu interior


Você que não me interessa, pois a graça, a misericórdia e amor do Senhor me sustentam


Você que não me interessa, pois o reino de Deus está dentro de mim e não fora


Você que não me interessa, pois o Senhor me sustenta enquanto durmo


Você que não me interessa, pois que adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma


FONTE DO TEXTO: BLOG SEM PROFETADAS...

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUEBRA DE MALDIÇÃO?

Se precisamos quebrar maldições de nossa ascendência para sermos felizes, então o sangue de Jesus não é suficiente para nos outorgar uma nova vida


A falácia de que o salvo em Cristo precisa quebrar maldições hereditárias, em campanhas, “encontros tremendos” ou mediante contribuições financeiras, está confundindo muitos irmãos. E esse falso ensinamento tem sido propagado por “gente grande”, pregadores famosos, telefigurões com poder de convencimento sobre os incautos, pessoas incapazes de exercer discernimento devido à falta de conhecimento bíblico (Os 4.6; Mt 22.29).

Sabemos que o Evangelho é simples: para ser salvo e abençoado, basta crer em Jesus, confessá-lo como Senhor (Jo 3.16; Rm 10.9-10) e perseverar em segui-lo (Mt 24.13; 1Co 15.1-2), vivendo em santificação (Hb 12.14). No entanto, há enganadores querendo complicar a simplicidade do Evangelho (2 Co 11.3-4). É como se dissessem: “Se podemos complicar, por que simplificar?”


O que é a falsa doutrina da maldição hereditária? É o ensinamento baseado na crença extrabíblica e antibíblica de que, além das doenças decorrentes de uma predisposição genética, males espirituais são transmitidos de avô para neto, de pai para filho, etc. E esses males só poderão ser quebrados mediante um “trabalho” específico de libertação... Ora, somente o Senhor Jesus, por meio de sua graça e verdade, liberta o ser humano. Não são necessárias fórmulas e receitas para alguém se libertar de supostas maldições hereditárias.


Alguém poderá argumentar: “Há passagens bíblicas, como Êxodo 20.5, que não deixam dúvidas quanto à existência da maldição hereditária”. Mas cada passagem da Bíblia deve ser analisada com base no contexto. Você sabe o que é isso? Quem interpreta a Bíblia com seriedade, sabe que há pelo menos sete tipos de contexto: o geral, o imediato, o remoto, o referencial, o histórico, o literário e o cultural. A Bíblia é análoga. Não podemos aplicar um versículo à nossa vida sem antes entender a sua significação à luz do contexto.


Nesse caso, se acreditarmos que Êxodo 20.5 aplica-se a nós, teremos de admitir que fomos tirados do Egito, literalmente, nos dias de Moisés! Constate isso lendo os versículos 1 e 2. Esse mandamento e as punições extensivas às gerações dos seus infratores foram endereçados aos israelitas, e não a nós! Os mandamentos da Bíblia se dirigem a três povos: judeus, gentios e cristãos (1 Co 10.32), e não devemos interpretá-los a bel-prazer. É a Palavra de Deus que deve nos guiar (Sl 119.105).


Os propagadores da maldição hereditária costumam mesclar conceitos e metódos psicoterápicos com a Bíblia. No entanto, embora a psicologia tenha o seu valor como ciência, a chamada “psicoterapia cristã” é um jugo desigual (2 Co 6.14). Quem cura o nosso íntimo, libertando-nos do passado, é o Senhor Jesus (Jo 8.32,36; Lc 4.18). Segue-se que a psicologia é até útil, desde que não queiramos associá-la à obra do Espírito Santo.


Alguns defensores da heresia em análise têm afirmado que o simples fato de alguém ter recebido de seus pais um nome com significado negativo é suficiente para que tenha uma vida de derrota. Se alguém se chamar Maria das Dores, por exemplo, precisa quebrar essa maldição e se apresentar com outro nome! Ora, se precisamos quebrar maldições de antepassados, para que serve o sangue de Jesus, que nos purifica de todo pecado (1 Jo 1.7)? E a nossa santificação diária (Hb 12.14), para nada contribui?


Se os erros que cometemos se devem a fatores hereditários, por que a Bíblia diz: “Não mintais uns aos outros, pois que já vos despistes do velho homem com os seus feitos” (Cl 3.9)? Que culpa tem um servo de Deus do presente cujo avô foi um mentiroso inveterado? Precisamos lutar é contra a nossa própria natureza (Hb 12.4; Gl 5.17) e permanecermos firmados em Cristo. Afinal, “nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1). E: “se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5.17).


Amém?


Ciro Sanches Zibordi
FONTE:

CRENTE PODE JULGAR



Por Ciro Sanches Zibordi


.Embora concordem no todo ou em parte com o que lêem aqui, muitos têm dito: “Não cabe a nós julgar”,“Quem é você para julgar?” ou, ainda, “Somos o único exército que mata os seus soldados”.


.Ora, como diz a Palavra de Deus,“já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus”(1 Pe 4.17). E, se alguém ainda pensa que não cabe a nós julgar, e que o fato de reconhecermos os nossos erros e combatê-los segundo a Bíblia é “matar soldados”, é bom que reflita com base nos pontos mencionados abaixo:


.1. Segundo a Bíblia, nunca devemos desprezar pregações, ensinamentos, profecias, hinos de louvor a Deus, bem como sinais e prodígios (At 17.11a; 2.13; 1 Ts 5.19,20). Nesse sentido, de fato, não devemos julgar. Mas cabe a nós provar, examinar se tudo é aprovado pelo Senhor (At 17.11b; 1 Ts 5.21; Hb 13.9). Em 1 Coríntios 14.29 está escrito: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem”. E, em 1 João 4.1, lemos: “Amados, não creais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo”. Este é o tipo de julgamento que faço neste blog.


.2. Devemos julgar segundo a reta justiça (Jo 7.24), e não pela aparência, por preconceito ou mágoa de alguém. Jesus condenou o julgamento no sentido de caluniar: “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7.1), mas, no mesmo capítulo, Ele demonstrou que devemos nos acautelar dos falsos profetas e apresentou critérios pelos quais podemos julgar, isto é, discernir, provar, examinar (Mt 7.15-23).


.3. Sempre devemos julgar pela Palavra de Deus (At 17.11; Hb 5.12-14), pois ela está acima de mim, de você, de nós, do cantor fulano, do pregador beltrano, da vocalista cicrana, dos anjos (Gl 1.8), da igreja tal, etc. Leia 1 Coríntios 4.6; Salmos 138.2.


.4. Devemos julgar de acordo com a sintonia do Corpo com a Cabeça (Ef 4.14,15; 1 Co 2.16; 1 Jo 2.20,27; Nm 9.15-22). A verdadeira Igreja de Cristo é a que o acompanha, o segue, e não aquela que segue ao seu próprio caminho. Em Apocalipse 2 e 3 vemos exemplos de igrejas que agradavam a Jesus (a minoria) e de outras, que não faziam a vontade dEle.


.5. O julgamento deve ocorrer também segundo o dom de discernir os espíritos dado às igrejas de Cristo (1 Co 12.10,11; At 13.6-11; 16.1-18). Mas a falta deste dom em algumas igrejas locais faz com que os crentes se conformem com o erro e digam: “Quem sou eu para julgar?”, etc.


.6. Devemos julgar tudo com bom senso (1 Co 14.33; At 9.10,11). Você pode me julgar, analisar o que eu escrevo, examinar, contestar, sabia? Mas com bom senso, à luz da Palavra de Deus, e não de maneira agressiva, com um comportamento de fã, defendendo o seu grupo ou seu cantor preferido. E não basta fazer citações bíblicas. É preciso saber citar versículos bíblicos que estejam em harmonia com contexto. É necessário saber manejar bem a Palavra de Deus (2 Tm 2.15).


.7. Devemos julgar, ainda, de acordo com cumprimento da predição, no caso da profecia (Ez 33.33; Dt 18.21,22; Jr 28.9), se bem que apenas isso não é suficiente para autenticá-la (Dt 13.1,2; Jo 14.23a). Com já mencionei neste blog, a “apóstola” tal (Alguém sabe do seu paradeiro?) afirmou que Jesus voltaria num dos sábados de julho de 2007? Muitos esperaram o seu cumprimento até o último sábado... Mas, no caso desta predição, não era nem necessário esperar, pois já estava reprovada desde o início pelo teste da Palavra!


8. Finalmente, devemos julgar de acordo com a vida do pregador, da cantora, do profeta ou do milagreiro (2 Tm 2.20,21; Gl 5.22):


.Ele(a) tem uma vida de oração e devoção a Deus?
Ele(a) honra a Cristo em tudo, não recebendo glória dos homens?
Ele(a) demonstra amar e seguir a Palavra do Senhor?
Ele(a) ama os pecadores e deseja vê-los salvos?
Ele(a) detesta o mal e ama justiça?
Ele(a) prega contra o pecado, defende o evangelho de Cristo e conduz a igreja à santificação?
Ele(a) repudia a avareza, ou ama sordidamente o dinheiro?


."Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis"


Mateus 7.15-16.

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Fonte: Blog do Ciro

sexta-feira, 21 de maio de 2010

UM ALERTA A TODOS




E VOCÊ,QUAL EVANGELHO TEM VIVIDO ?


AMADOS IRMÃOS NO SENHOR E LEITORES,


VIVEMOS HOJE,SITUAÇÕES INUSITADAS NO MEIO EVANGÉLICO.TEMOS VISTO NA TV E AO NOSSO REDOR QUE MUITOS FALSOS MESTRES SE LEVANTARAM E ENSINAM UM FALSO EVANGELHO( GÁLATAS 1:6,7,8).COMO PAULO ENSINA NO TEXTO EXPOSTO SEJA ESTES FALSOS ENSINAMENTOS CONSIDERADOS ANATEMA(LIT. MALDITO) E DEVEMOS EM ORAÇÃO SINCERA,BUSCAR NO SENHOR A SABEDORIA PARA, QUE EXAMINANDO AS ESCRITURAS COMO FAZIAM OS CRENTES DE BERÉIA(ATOS 17:11),TERMOS A CERTEZA DE QUE CONHECEMOS O VERDADEIRO EVANGELHO DO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.NÃO EXISTE MEUS IRMAÕS E LEITORES OUTRA FONTE DA SÃ DOUTRINA SENÃO A BIBLIA SAGRADA.


PORTANTO CABE A CADA UM DE NÓS NÃO SÓ BUSCAR NELA A VERDADE MAS,ENSINARMOS ESTA VERDADE A TODOS(MARCOS 16:15)


EM CRISTO,
MARIO CÉSAR DE ABREU










quarta-feira, 19 de maio de 2010

DEVEMOS UNIR FORÇAS NA DEFESA DO VERDADEIRO EVANGELHO


AMADOS IRMÃOS NO SENHOR JESUS,A PAZ ESTEJA COM TODOS.
ESTAMOS VIVENDO MOMENTOS DE APOSTASIA,HERESIAS E TEM MUITA GENTE CRISTÃ QUE NÃO NÃO ESTA ENXERGANDO;A BIBLIA MESMO DIZ QUE SE POSSIVEL OS FALSOS PROFETAS ENGANARIAM ATÉ MESMO OS ELEITOS(MATEUS 24.24-ARA)
VEJAM ESTE VIDEO E DIVULGUEM PARA DEFESA DO EVANGELHO.
EM CRISTO,
MÁRIO CÉSAR DE ABREU

terça-feira, 11 de maio de 2010

Não se iluda com a simpatia do ecumenismo




O ecumenismo — gr. oikoumenikós, “aberto para o mundo inteiro” — prega a tolerância às diferenças e se opõe ferrenhamente a quem defende o Evangelho como uma única verdade libertadora.

Aparentemente, o movimento ecumênico é muito coerente, haja vista basear-se no pressuposto de que cada pessoa possui a sua verdade, e que esta deve ser respeitada. Parte-se do princípio “democrático” de que cada um tem o direito de acreditar no que quiser sem ser incomodado, desde que também não emita nenhuma opinião sobre as verdades alheias.

Segundo o ecumenismo, as pessoas têm os seus pontos de vista, e o essencial para cada uma é acreditar em Deus e amar o próximo. Se alguém faz isso, já é uma pessoa do bem e não precisa se submeter aos mandamentos e princípios contidos na Bíblia. Em alguns países, já não se pode mais dizer que o Senhor Jesus é a única porta para a salvação, conquanto Ele mesmo tenha dito: “Eu sou a porta” (Jo 10.9).

Nos Estados Unidos já existem até pastores renomados que têm preferido não falar de Jesus com clareza. Falam apenas de Deus (que é um termo genérico para o mundo), ao contrário dos apóstolos, que tinham coragem de dizer claramente que Jesus era o único Mediador, o único Salvador (1 Tm 2.5; At 4.12). No Brasil, há denominações ditas evangélicas que não apresentam nenhuma restrição às pessoas que vivem no pecado, desde que isso aconteça em prol do “amor cristão”. Em outras palavras, quem vive em práticas que as Escrituras condenam não precisa abandonar suas errôneas escolhas, pois “já agrada a Deus”.

Recentemente, em uma passeata pró-homossexualismo, um grupo “evangélico” exibia camisetas com os seguintes dizeres: “O Senhor é o meu Pastor e me aceita como eu sou”. Há “evangélicos” afirmando que não podem dizer “não” aos seus próprios sentimentos. E afirmam: “Os sentimentos fazem parte do que eu sou; tenho de fazer o que me faz sentir melhor”. Isso quer dizer que, se nos sentimos bem, então estamos no caminho certo? Ora, os homens-bomba se sentem “muito bem” quando tiram a própria vida e de pessoas inocentes!

Veja como é importante a apologética cristã! Ela não apenas se opõe às heresias declaradas, mas também às camufladas (cf. 2 Pe 2.1-3), apresentadas como se fossem boas alternativas para a convivência pacífica entre as pessoas. Não aceitemos essa falsa tolerância; esse falso amor! Não podemos deixar de pregar o Evangelho completo às pessoas, ainda que sejamos vistos como antipáticos, preconceituosos e perseguidores.

Causa espanto o fato de o ecumenismo a cada dia estar seduzindo os evangélicos. Aqui no Brasil há celebridades evangélicas participando de shows ecumênicos promovidos pela Igreja Católica Romana! E quem desaprova esse tipo de união é tido como intolerante, sem amor, descortês, sem bom-senso, incoerente, sem ética... É como se o amor substituísse a verdade, e a unidade sobrepujasse a doutrina. Tolerar a heresia é melhor do que parecer desamoroso ao mundo?

Charles Colson, em sua obra E Agora, como Viveremos?, editada pela CPAD, enfatiza que, nesse tempo pós-moderno, não existe objetivo nem verdade universal. Há somente a perspectiva do grupo, não importando qual seja: afro-americanos, mulheres, homossexuais, hispânicos, etc. Todos os pontos de vista, todos os estilos de vida, todas as crenças e todos os comportamentos são considerados igualmente válidos.

Muitos apelam para o “amor cristão”. Seria o amor uma boa justificativa para se abrir mão da verdade? Ora, amor não é sinônimo de tolerância. Quem ama o Senhor deve se submeter aos seus mandamentos e princípios, pois amá-lo implica fidelidade à Palavra: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada” (Jo 14.23). O amor sem a verdade é fraco e sem influência. Já a verdade sem o amor é rígida demais, sem misericórdia.

O amoroso Deus é santo e justo, e aqueles que permanecerem no pecado, por mais convincentes que sejam as suas argumentações, serão condenados (Ap 21.8). Se o amor anulasse a verdade e nos obrigasse a tolerar o erro, em prol da unidade, como deveríamos entender as seguintes palavras de Jesus: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem” (Mt 7.6)?

Em 1 Coríntios 16.22, Paulo declarou: “Se alguém não ama o Senhor Jesus Cristo, seja anátema; maranata”. Ora, se todos devemos nos unir em amor, sem levar em conta a verdade absoluta da Palavra de Deus, por que o apóstolo Paulo foi tão categórico ao dizer que está sob ou é anátema quem não ama Jesus?

Não é fácil comunicar e defender o Evangelho ante uma geração que ouve com os olhos e pensa com o sentimento. Mas o verdadeiro amor não abre mão da verdade. O cristão que se preza segue a verdade em amor e cresce em tudo naquele que é a cabeça, Cristo (Ef 4.14,15). Ele sabe que a unidade em amor, em torno da verdade (Jo 13.35), deve reinar, e não a unidade com aqueles que ensinam falsos evangelhos ou apoiam comportamentos anticristãos.

O amor de Deus não anula a sua santidade. A verdade deve prevalecer, e não a tolerância ou a imparcialidade, características do falacioso, embora simpático, ecumenismo.

Ciro Sanches Zibordi
FONTE: CPAD NEWS

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PROTESTO CONTRA O RACISMO NO BRASIL

Por Márcio de Souza
Esse post é um protesto. Um protesto contra o racismo e contra a falta de escrúpulo de alguns. Como já escrevi em outro lugar, o Brasil ainda é um país racista.
Mas veja só que paradoxo. O mesmo cara que atravessa a rua quando vê um negro mal vestido vindo em sua direção é o cara que vai fazer a inscrição pro vestibular alegando ser negro. A mesma menina que prefere ficar de pé no ônibus a sentar ao lado de um negro é aquela que vai apelar para sua cor "parda" pra entrar com mais facilidade na faculdade.
É, às vezes é conveniente ser negro, né? Mas quero ver é assumir a negritude independente de gozar de uma vantagem, apenas por orgulho de ser negro. Moreno, pardo, mulato, isso não existe, são todos negros amigão! Certa feita, um pastor amigo relatou um clássico do racismo velado. Ele entrou com sua filha numa farmácia e logo uma senhora se aproximou dela e disse: - Que moreninha linda! Logo ela respondeu: - eu não sou morena, sou negra! e a senhora retrucou: - De forma alguma, vc é morena... então o pastor entrou na jogada e fechou a conta com a seguinte frase: - Minha senhora, ela não ta dizendo que é negra? Então ela é negra e ponto final, não confunda a cabeça da minha filha, por favor.
Amigos leitores, o nosso país tem uma dívida para com os afrodescendentes gigantesca e que precisa ser paga, e não é se aproveitando da fragilidade do sistema de cotas por exemplo que essa dívida vai ser paga. Quatrocentos anos de escravidão não são quarenta segundos de depilação. A comunidade afro precisa receber mesmo o apoio de ações afirmativas como parte desse pagamento.


E no mais, tudo na mais santa paz!                                           FONTE: PÚLPITO CRISTÃO






segunda-feira, 3 de maio de 2010

Por que a Teologia das $emente$ é incongruente?

MATÉRIA PUBLICADA NO BOLG DO CIRO EM 02/05/2010
Alguns propagadores da Teologia da Prosperidade têm afirmado: “Quem planta sementes de laranja, colherá muitas laranjas. Quem semeia dinheiro colherá muito dinheiro. E quem semeia muito dinheiro colherá muitíssimo dinheiro”. Os incautos que acreditam nisso aceitam cada novo desafio dos telepregadores das $emente$. E estes, por avareza (2 Pe 2.1-3; 1 Tm 6.10), percebendo que a estratégia está funcionando, pedem valores cada vez mais altos.
Se a Teologia das $emente$ é mesmo uma lei, ela deve funcionar para todos, em qualquer lugar do planeta. E, se isso acontecesse, a miséria do mundo diminuiria drasticamente. Imagine um pobre haitiano, que tenha apenas um dólar no bolso. Digamos que ele, ao ser evangelizado, resolva semear a sua única nota e — miraculosamente — receba cem dólares. Ele, então, semeia dez dólares e, para a sua surpresa, ganha mais mil! Em pouco tempo, apesar de toda a miséria à sua volta, ele enriquecerá. Que testemunho! Tudo começou com uma única semente... Mas, e aqueles miseráveis (como o que aparece ao centro, na imagem acima) que não têm sequer um dólar para semear?

O texto de 2 Coríntios 9 tem sofrido na mão de alguns eisegetas — e não exegetas — da Teologia da Prosperidade. Segundo eles, essa passagem assevera, prioritariamente, que devemos semear dinheiro para colhermos mais dinheiro. É claro que Deus abençoa aqueles que contribuem para a sua obra. Mas o contexto imediato da aludida passagem mostra que Paulo ensinou os coríntios a contribuírem, antes de tudo, movidos por generosidade, e não por necessidade, como que desejando colher mais do que foi semeado.

Ao fazermos uma exegese da aludida passagem neotestamentária, descobrimos que a lei do “semear e colher” foi apresentada pelo apóstolo Paulo dentro de um contexto de auxílio generoso aos pobres. Nada tem que ver com desafios egoísticos para obter prosperidade, riquezas ou para comprar aeronaves, casas, carros, etc. O texto de 2 Coríntios 8.1-6 mostra que os macedônios, conquanto pobres, ofertaram do pouco que tinham para socorrer os irmãos de Jerusalém.

Quando Paulo estimulou os coríntios a serem generosos a favor dos santos de Jerusalém, era notório que eles passavam por sérias dificuldades (2 Co 9.1-5). Os apóstolos haviam solicitado a Paulo e a Barnabé que se lembrassem dos pobres (Gl 2.9,10), e eles trouxeram uma contribuição de Antioquia a Jerusalém (Rm 15.25-32). E foi nesse contexto que o tal apóstolo disse aos crentes de Corinto: “Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará” (2 Co 9.6). Ele desejava que os coríntios contribuíssem com espontaneidade e alegria, e não por causa do que receberiam em troca.

Se o que nos estimula a contribuir para a obra do Senhor é prioritariamente a generosidade, não precisamos de pressão psicológica. Entretanto, foi isso que fez, recentemente, um teólogo das $emente$ convidado para pedir uma semeadura de R$ 1.000,00, em certo programa de TV. Esse famoso “doutor” norte-americano ordenou, como se tivesse a certeza de que os telespectadores estavam hipnotizados: “Eu quero que você vá ao telefone, saia da sua cadeira, saia do seu sofá. A obediência retardada se torna uma rebelião”.

O tal “doutor”, considerado “o homem mais sábio do mundo”, mostrando o quanto está distante da sabedoria do Alto, também afirmou: “Quando você quiser algo que nunca teve, você deve fazer algo que nunca fez”. Imagine o que acontecerá se algum incauto resolver aplicar esse infeliz bordão como um princípio geral para a sua vida! Mas a Palavra do Senhor é clara quanto à primacial motivação do cristão, ao contribuir: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” (2 Co 9.7).

No entanto, de modo irresponsável e deselegante, certo telepregador assembleiano (assembleiano?), em uma de suas falações, chamou de “trouxa” os irmãos que contribuem para a obra de Deus movidos prioritariamente pela generosidade, e não pelo desejo de obterem uma colheita financeira abundante. Ele, com isso, ignorou ou desprezou o ensinamento central de 2 Coríntios 9, de que a nossa contribuição para a obra do Senhor deve ser generosa, e não interesseira: “aquele que dá a semente ao que semeia, e pão para alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça; enriquecendo-vos em tudo para toda a generosidade...” (vv.10,11).

Portanto, a Teologia das $emente$ é uma grande falácia, posto que se opõe ao princípio da generosidade. Ela estimula o crente a contribuir por causa de sua necessidade, egoisticamente, e não por generosidade altruísta. Ademais, tem sido empregada para o enriquecimento ilícito de telenganadores, os quais, usando “palavras fingidas” (2 Pe 2.3), produzem cristãos materialistas, que buscam os seus próprios interesses e ignoram as “coisas lá do alto” (Cl 3.1).


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