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Mostrando postagens de Abril, 2016

Deus, a esperança da nação

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Por Hernandes Dias Lopes
“Porque o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará” (Is 33.22).
O Brasil atravessa uma crise aguda, agônica, endêmica e sistêmica. A crise é moral, política, econômica, social e religiosa. A capilaridade da crise se espraia e cresce como tumores metastáticos, deixando a nação anêmica. Essa crise enfiou seus tentáculos nos poderes constituídos, deixando-os apequenados aos olhos da nação. Os poderes judiciário, legislativo e executivo foram severamente atingidos, deixando o povo brasileiro desassistido de esperança.

O texto em epígrafe, acende uma réstia de luz em nosso caminho, revelando-nos que nossa esperança não está nos homens, mas em Deus. Nosso socorro não vem da terra, mas do céu. Nossa salvação não está nos poderes constituídos da República, mas no Senhor Deus, nosso juiz, legislador e rei. Deus concentra em suas mãos esse tríplice poder. Seu trono jamais se enverga sob a pressão dos cri…

Fatos sobre a Páscoa no Antigo e Novo Testamentos

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A páscoa foi instituída por Deus durante o período da escravidão no Egito e serviu como o sinal de libertação do povo da aliança, primeiro, da própria ira de Deus que trouxe a morte dos primogênitos do Egito, mas livrou da morte, pelo sangue do cordeiro pascal, os primogênitos dos israelitas. Depois da libertação a ocasião foi marcada entre as grandes festas religiosas de Israel e faz parte da Lei Cerimonial do Antigo Testamento, com a obrigação de que todo o povo a celebrasse e cumprisse a cada ano. Três elementos simbólicos deveriam lembrar os participantes daquele evento fundamental de libertação do povo: as ervas amargas (a amargura da escravidão e o clamor por libertação seriam lembrados – fomos escravos e agora somos livres), os pães asmos (sem fermento, lembrando a pressa da saída e a corrupção do “fermento” que ficou para trás no Egito) e, principalmente, o cordeiro imolado (que foi consumido em cada família e o sangue colocado nos umbrais da porta para que o Senhor não trou…

Governantes, ouçam a Palavra de Deus!

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O Brasil vive um dos momentos mais sombrios de sua história. Há uma crise de integridade que atinge o coração da nação. A corrupção tornou-se endêmica e sistêmica e se infiltrou na vida política de forma contumaz. O descrédito do povo com os políticos é quase absoluto. É tempo dos governantes ouvirem a Palavra de Deus!

Em primeiro lugar, o governante que promove o relativismo moral faz o povo gemer. “Quando se multiplicam os justos, o povo se alegra, quando, porém, domina o perverso, o povo suspira” (Pv 29.2). O perverso é aquele que não leva Deus em conta em suas ações e escarnece de verdade. O perverso aplaude o que Deus reprova e repudia o que Deus determina. O perverso transtorna a sociedade ao conspirar contra os valores absolutos que devem reger a família, estabelecendo em seu lugar o relativismo ético que desemboca na decadência da nação. Estamos assistindo uma inversão de valores em nossa sociedade. Aqueles que deveriam defender os sadios preceitos da ética são o…