sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Como podemos conhecer a Deus


O reformador João Calvino, no início de suas Institutas da Religião Cristã afirmou, acertadamente, que só podemos conhecer a Deus porque ele se revelou a nós. E Deus se revelou a nós de quatro formas distintas:
1. Deus se revelou através das obras da criação (Sl 19.1-6) - A criação é um arauto do criador. Os céus proclamam a glória de Deus. A criação com sua multifária beleza é uma eloqüente mensagem do criador. O universo não surgiu espontaneamente. Ele não é produto de uma explosão cósmica nem de uma evolução de milhões e milhões de anos. A matéria não é eterna nem divina. Deus criou todas as coisas e ele é distinto da criação. Ele está fora da criação e ao mesmo tempo presente nela. O criador é ao mesmo tempo transcendente e imanente. Com o progresso da ciência, ficamos ainda mais encantados com a grandeza da criação e com a majestade do criador. Os mundos estelares, os bilhões de galáxias, com sua complexidade quase indescritível apontam a onipotência do criador. Tanto o macrocosmo como o microcosmo estampam as digitais do criador. Em virtude desta estupenda obra da criação, os homens são indesculpáveis diante do criador (Rm 1.20).
2. Deus se revelou através da nossa consciência (Rm 2.14,15) - Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Mesmo aqueles que vivem na impiedade têm dentro de si uma consciência, uma lei que os acusa e os defende. Essa lei gravada no coração é o testemunho da consciência. O homem pode divorciar-se da família, mas jamais pode separar-se de sua consciência. Essa consciência pode ser limpa e sensível ou ficar cauterizada. Por isso, essa forma da revelação de Deus é suficiente para condenar o homem (Rm 2.12), mas não eficiente para salvá-lo (Rm 2.16).
3. Deus se revelou através da sua Palavra (Sl 19.7-10) - A Palavra de Deus é o sopro do Espírito. Ela é inspirada, infalível e inerrante. A Palavra de Deus foi revelada e registrada com absoluta fidelidade. Ela é a verdade. Por meio dela somos levados à fé salvadora. Por meio dela conhecemos a Cristo. Por meio dela somos santificados, ensinados, corrigidos e consolados. A Bíblia é a nossa única regra de fé e prática. Ela não apenas contém a Palavra de Deus; ela é a Palavra de Deus. Podemos conhecer a Deus porque ele se revelou a nós por meio da sua Palavra. Quando lemos a Bíblia, o próprio Deus fala conosco. Quando sua Palavra é pregada com fidelidade, ouvimos a própria voz de Deus.
4. Deus se revelou através do seu Filho Unigênito (Jo 1.18) - Jesus é o ponto culminante da revelação de Deus. O escritor aos Hebreus diz: "Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho" (Hb 1.1,2). Jesus é o Verbo eterno e divino que se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade (Jo 1.14). Sua glória é a glória do Unigênito do Pai. Jesus veio para nos mostrar o Pai. Quem o vê, vê o Pai. Jesus é a exegese de Deus. Ele e o Pai são um. O evangelista João registra: "Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou" (Jo 1.18). Ninguém jamais pode ir a Deus a não ser por meio de Jesus. O próprio Jesus afirmou: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (Jo 14.6). Jesus é a revelação máxima e final de Deus. Ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Antes que houvesse mundo, o Filho já desfrutava de glória excelsa com o Pai. Quando Deus trouxe o mundo à existência, o Verbo eterno foi seu agente criador. Tudo veio a existir por seu intermédio. Ele é o criador das coisas visíveis e invisíveis. Concluímos, afirmando que Deus se revelou a nós pela sua criação, pela voz da consciência, pela sua Palavra e por seu Filho Unigênito. Você já conhece esse Deus, o Deus Todo-poderoso?
Hernandes Dias Lopes                            Blog: Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Quatro formas de abençoar a vida de um cristão perseguido‏



AJUDANDO NOSSOS IRMÃOS PERSEGUIDOS ESTAMOS EXERCENDO A FÉ!
MÁRIO
Apoie as iniciativas sociais da Igreja na Ásia Central
Invista no treinamento bíblico da liderança feminina da Igreja Perseguida
Ajude um cristão a ler a própria Bíblia
É possível cantar em meio à perseguição
EM CRISTO,
MÁRIO CÉSAR DE ABREU

Dilma deveria criticar a cristofobia, não a islamofobia, diz Malafaia


O pastor criticou o discurso de Dilma Rousseff na ONU por ter defendido os países muçulmanos

por Leiliane Roberta Lopes



Dilma deveria criticar a cristofobia, não a islamofobia, diz Malafaia

Silas Malafaia acompanhou o discurso que a presidenta Dilma Rousseff fez nesta terça-feira na reunião da ONU. Em sua fala, a presidente afirmou que o Ocidente é islamofóbico e defendeu a criação do Estado da Palestina.

Ao escrever sobre o que foi falado no evento que contou com a participação de grandes líderes políticos do mundo, Malafaia criticou a posição da presidente por ela não ter citado que no Oriente os cristãos sofrem perseguições e enquanto que no Ocidente não há impedimentos em relação à liberdade religiosa.

“Que declaração estúpida da presidente, querendo fazer média com as nações muçulmanas. Por que em qualquer país democrático do ocidente eles são livres para suas práticas religiosas”, disse Malafaia.

Na fala de Dilma Rousseff ela diz lamentar com “repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais”. O discurso acontece diante de uma série de manifestações contra um filme anti-islã produzido nos Estados Unidos.

“A presidente Dilma perdeu sim, a oportunidade de falar da Cristofobia, onde nos países muçulmanos como Indonésia, Nigéria, Irã e etc… Pastores e cristãos são presos e assassinados, Igrejas com gente dentro são queimadas, proibição de abertura de igrejas cristãs, e uma verdadeira perseguição religiosa”, protestou o presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Outro assunto questionado pelo pastor Silas Malafaia é referente ao apoio que o governo brasileiro tem dado para a criação do Estado Palestino. “Israel é o único Estado democraticamente pleno no Oriente Médio. Os que governam os palestinos são grupos terroristas que pregam a eliminação do Estado de Israel, e que praticam atentados contra a soberania deste Estado. Como Israel poderá reconhecê-los?”.

“Os palestinos são de origem árabe, não possuem cultura palestina, possuem uma língua e cultura árabes. Milenarmente aquelas terras pertencem a Israel, creio que haverá paz (tirando aqui a questão escatológica e espiritual) quando eles reconhecerem o Estado de Israel como uma nação soberana”, afirma Malafaia.

Fonte: Gospel Prime                           
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Disciplina, como negociar o negociável



Disciplina é uma palavra fora de moda no mundo pós moderno. Predomina hoje a liberdade sem fronteiras. A pós-modernidade, sustentada pelo tripé da pluralização, privatização e secularização, ensina que não existe um padrão de conduta absoluto e que cada um deve escolher o seu modo de viver sem ter que dar satisfação de suas escolhas. A disciplina seria uma agressão à individualidade, uma intromissão ao mundo particular, indevassável e não compartilhado. A lei básica que prevalece hoje é: faça o que lhe dá prazer, o que é importante é você se sentir bem. É proibido proibir. Cada um deve escolher o que melhor lhe agrada sem a interferência de quem quer que seja. Se não existem limites claros sobre o que é certo e errado; se não existem valores absolutos; se tudo é relativo, então, a disciplina deve ser aposentada como um expediente arcaico para o tempo pós-moderno.

O resultado dessa cosmovisão é a anarquia, a licenciosidade e a confusão moral. A sociedade moderna está falida moralmente. A família está como um barco à deriva num mar tempestuoso. Os pais estão perdidos, perplexos e confusos vendo a família naufragar. Os filhos, sem parâmetros e balizas orientadoras de disciplina, estão se rendendo à uma licenciosidade perigosa, capitulando-se à devassidão. Choramos as consequências, mas não diagnosticamos as causas. Combatemos os resultados da crise, mas não lutamos contra as causas geradoras da crise. Não enxergamos com clareza os princípios que estão por trás das ações. A questão básica é que não apenas a verdade é atacada, mas os pressupostos da verdade foram abalados. Emanuel Kant, no seu livro A crítica da razão pura questionou a verdade antitética, afirmando que não há verdade absoluta. Kierkegaard, o pai do existencialismo moderno afirmou que a verdade é subjetiva. Hegel, o filósofo ditador da Alemanha, com sua dialética, disse que tudo é relativo. Se assim é, não há espaço para se crer em Deus nem muito menos na sua Palavra. John Locke afirmou que o homem é produto do meio, negando assim, a inclinação para o mal que está dentro do nosso coração. Jean Jacques Rousseau, dizia que o homem é bom por natureza, por isso não há necessidade de correção. Charles Darwin, negava a verdade de que o homem foi criado por Deus e que só os mais fortes e espertos sobreviveriam. Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, pontuava que a repressão é o gênese de todas as neuroses, por isso a disciplina está na contra-mão da vida saudável. Augusto Comte, o pai do Positivismo, dizia que a sociedade perfeita viria com a educação das massas. O homem não precisa de Deus, precisa de educação. Ora, todos esses afluentes filosóficos desaguaram no mar da confusão e da libertinagem. Temos uma socieade confusa, perdida moralmente, atolada no pântano de seus muitos prazeres, mas destruída pelas drogas deletérias, pelos vícios degradantes, pela sexualidade desregrada e sem freios.

Mais do que nunca a bandeira da verdade de Deus deve ser levantada. A falta de disciplina traz corrupção. Onde não há limites, onde não há lei, o povo se degrada. Por isso, a disciplina se faz necessária, porque todos nós temos uma inclinação para o mal. Temos a semente do pecado dentro de nós. A estultícia está ligada ao coração da criança. A falta de disciplina traz vergonha e desgraça. A disciplina deve ser preventiva e interventiva. Deve ser firme e amorosa. Deve ser clara e justa. Deve ser bíblica em sua essência para buscar sempre a correção e a restauração do faltoso. Assim, entendemos que disciplina não é nem repressão patológica nem castigo, mas um ato de amor.

A questão básica é saber distinguir o que é inegociável e o que é negociável. Muitos pais engolem um camelo e coam um mosquito. Brigam por coisas banais e toleram aberrações. Já no quinto século, Agostinho dizia que um pai deve educar um filho vinte anos antes dele nascer. Primeiro, devemos ser disciplinados para depois exercermos com coerência e consistência a disciplina bíblica. O que podemos tolerar? Onde podemos fazer concessão? Os pais jamais devem abrir mão de valores absolutos da Palavra de Deus. Há coisas que são supra culturais, são princípios eternos de Deus em qualquer tempo e em qualquer lugar. Pecado é pecado em qualquer tempo, em qualquer cultura. Transigir com esses princípios, aceitar o que Deus proíbe, aplaudir o que Deus abomina, amar o que Deus rejeita é insensatez. Por outro lado, há o risco de super valorizar o que Deus não proíbe. Muitos pais caem nesse extremo do legalismo, do farisaísmo, impondo sobre os filhos regras e mais regras, fardos e mais fardos, oprimindo suas vidas com mandamentos de homens, com hábitos e costumes que não possuem nenhuma fundamentação na Palavra de Deus. Essa atitude repressiva e opressora produz uma geração doente emocionalmente e fraca espiritualmente.

Não existe nenhuma cultura sagrada e pura. Todas elas estão contaminadas pelo vírus do pecado. Não é a cultura que determina o que é santo e profano, o que é certo e errado, mas a Palavra de Deus. Seremos julgados não segundo os preceitos e regras da nossa cultura, mas segundo o escrutínio da Palavra de Deus. Os fariseus eram legalistas, davam mais valor a preceitos de homens do que aos princípios das Escrituras. Viviam mais preocudos com a aparência diante dos homens do que com a piedade diante de Deus. Estavam mais interessados em arrancar aplausos dos homens do que receber a aprovação de Deus. Negociavam o inegociável e eram intransigentes com o negociável. Por fora, eram lindos; por dentro, podres. Há muitos pais que não sabem distinguir o que é essencial e o que é secundário. Não sabem dialogar, não sabem ceder, não sabem fazer concessões naquilo que é negociável. Mantém suas regras e perdem seus filhos. Deixam intactos seus preceitos e arrebentam com a família. Mais do que nunca os pais precisam estar perto dos filhos, precisam ser amigos dos filhos. As pressões que os filhos enfrentam hoje são descomunais. As armadilhas são mortíferas. A sedução do prazer é avassaladora. Se o lar não for um quartel general, um lugar de refúgio, um abrigo contra o temporal, os jovens não resistirão. Os pais precisam investir nos filhos, gastar tempo com os filhos. Nenhum sucesso compensa o fracasso da família. Os filhos não precisam tanto de conforto, mas de amor. Precisam não de presentes, mas de presença. Precisam não de censura, mas de compreensão e disciplina amorosa.

A águia tem muito para nos ensinar sobre a disciplina dos filhos. Ela, como pedagoga de Deus, nos dá vários princípios fundamentais, dignos de ser observodos:

1. Coloca o ninho dos seus filhos longe dos predadores – A águia não constrói o ninho dos seus filhos perto dos predadores. Ela busca os lugares altaneiros para ali colocar o ninho dos filhos. Muitos pais perdem os filhos, porque colocam o ninho deles perto de feras perigosas. Como Ló, armam suas tendas para as bandas de Sodoma e Gomorra. Davi, mesmo sendo o homem segundo o coração de Deus, mesmo tendo vencido um urso, matado um leão, derrotado um gigante, conquistado um reino, acumulado riquezas, e se tornado um homem de sucesso e fama internacional, perdeu os seus filhos dentro de casa. No ninho do rei havia uma víbora peçonhenta, chamado Jonadabe, que deu um conselho maligno para Amnom. Ele violentou a sua própria irmã. Mais tarde Absalão matou Amnon, conspirou contra o seu pai e foi morto. Salomão, quando assumiu o reinado, matou seu irmão Adonias. Houve estupro, assassinato, conspiração, derramamento de sangue na casa de um homem de Deus, porque ele construiu o ninho de seus filhos perto dos predadores. Pai e Mãe, onde vocês estão contruindo o ninho dos seus filhos? Onde estão os seus filhos? Quem são os conselheiros de seus filhos? Quem frequenta a sua casa com os seus filhos?

2. A águia ensina os seus filhos pelo exemplo – Muitos pais fracassam na disciplina dos filhos, porque ensinam uma coisa e praticam outra. Os filhos não vêem coerência na vida dos pais. Quando o filhote da águia está na hora de sair do ninho, ela começa a voejar sobre o ninho, mostrando-lhe a necessidade de sair para as aventuras da vida. A Bíblia diz que os pais devem ensinar a criança não o caminho em que ela quer andar, nem mesmo o camino em que ela deve andar, mas no caminho em que ela deve andar. Ensinar o caminho é algo teórico, ensinar no caminho é uma lição de vida.

3. A águia aplica disciplina adequada aos filhos na hora certa – Quando o filhote da águia não obedece o comando para voar, e mesmo diante do exemplo se nega a sair do ninho, ela então, remove toda a penugem do ninho e deixa apenas os espinhos e ferpas pontiagudas para acicatar o filhote. Tem hora que a única linguagem que os filhos entendem é a voz da disciplina. Há muitos pais que estragam seus filhos, hiper-protegendo-os. A disciplina é ato de amor. Ela visa o amadurecimento do filho. Ela produz fruto de justiça.

4. A águia vai às últimas consequências para disciplinar e discipular os filhos – Quando o filhote se recusar até mesmo a atender o expediente da disciplina, a águia toma uma medida radical. Ela pega o filhote do ninho com as suas possantes garras e arroja-o das alturas para o chão. Ele que nunca voou sozinho, cai de ponta cabeça, desesperado; e ela deixa. Quando o filhote está para espatifar-se ao chão, ela o toma novamente e o leva de volta para as alturas e novamente o arroja de lá. E faz isso, duas, cinco, dez vezes, até que o filhote aprende a voar sozinho. A lei da águia é: meu filho tem que ser meu discípulo. A águia não desiste do filho. Precisamos aprender essa lição: Não podemos abrir mão dos nossos filhos. Eles são filhos da promessa. Eles são herança de Deus. Não geramos filhos para a morte, não geramos filhos para povoar o inferno. Nossos filhos são presente de Deus. Devemos amá-los, discipliná-los, orar com eles, por eles, chorar por eles e jamais abrir mão deles, até que Deus os restabeleça e faça deles uma bênção, uma coroa de glória na sua mão!

Rev. Hernandes Dias Lopes.                                           Blog: Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

terça-feira, 25 de setembro de 2012

UMA PROFECIA PARA MIM?!



Por Aramis Trintin

Todo homem que busca a Deus anseia ouvir sua voz, anseia por uma resposta d’Ele. Em todos os momentos de nossa vida esperamos a resposta de Deus para alguma particularidade pessoal, seja na área espiritual, financeira, sentimental, ministerial, profissional, familiar…

Infelizmente isso tem gerado uma busca incansável por uma resposta, buscando por todos os meios uma resposta para o momento sem levar em consideração a instrução contida na palavra de Deus a respeito daquilo que ouvimos ou esperávamos ouvir, ou até mesmo sobre os meios utilizados para que esta resposta chegasse até nós.

Toda sorte de profecia tem sido aceita no meio cristão sem ao menos ser provada através das Escrituras Sagradas, profecias essas que tem levado à desilusão muitos fiéis de Cristo.

Creio sim no ministério profético. Mas creio de forma extremamente diferenciada daquilo que se tem visto hoje nos púlpitos e afins.

Para início desse estudo devemos concluir oque significa a palavra “profeta”. A palavra “profeta” vem da palavra hebraica “nãbi”, que significa “porta voz”. Devemos saber que a palavra profeta, é utilizada para um verdadeiro ou falso profeta, e o termo aparece no AT cerca de 309 vezes.

A primeira vez que a palavra “profeta” aparece na Bíblia é acerca de uma referência a Abraão, em Gn 20.7.

“Agora, pois, restitui a mulher ao seu marido, porque profeta é…”

Alguma vez já lhe passou pela cabeça que Abraão era profeta? Em que circunstâncias vemos Abraão tendo revelações ou predizendo eventos futuros?

Devemos ter em mente que Abraão foi um dos homens mais fiéis ao termo “nãbi”, e serviu seriamente a esse ministério sendo o porta voz de Deus a um povo desobediente.

Temos outra ocorrência da palavra profeta em Ex 4.16 e 7.1:

“E ele falará por ti ao povo; e acontecerá que ele te será por boca, e tu lhe será por Deus.”

“Então disse o Senhor a Moisés: Eis que te tenho posto por deus sobre faraó, e Arão, teu irmão, será teu profeta.”

Moisés tinha problema para falar claramente, e estava se recusando a ir como porta voz de Deus perante Faraó. Então Deus lhe dá Arão como seu profeta.

Moisés tinha a mensagem, mas Arão era a voz.

Então chegamos uma definição mais detalhada do que seja um profeta:

“Profeta é alguém que fala por outro, ou alguém que empresta sua voz para outro.”

Então podemos notar que a visão de que profeta é alguém que prevê eventos futuros e que o centro da profecia são revelações é totalmente incorreta!

A igreja hoje faz parte de uma Nova Aliança e portanto de novas diretrizes, o que era pertinente do AT as vezes não é no NT. Porém, vejamos que o ministério profético também estava presente desde o início do NT.

“Aquele que desceu do céu é também o mesmo que subiu acima de todos os céus, para cumprir todas as coisas. Ele mesmo deu uns para profetas [...] até que todos cheguemos a unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo.” Ef 4.11-13

Vemos através desse versículo que Cristo é aquele que ordena os homens a cada ministério conforme a sua vontade, sendo que esses ministérios deveriam estar presentes até que o Corpo de Cristo chegue à unidade da fé. Creio então que o ministério profético ainda se torna real em nossos dias.

Vamos analisar os versículos abaixo:

“Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que venha, e fira a terra com maldição.” Ml 4.5-6

Esse Elias não é o homem descrito em I e II Reis, não se refere ao homem histórico, a pessoa em si, mas descreve o verdadeiro ministério de Elias.

Antes da primeira vinda de Jesus, o anjo Gabriel apareceu a Zacarias, o pai de João Batista, e descreveu a chamada na vida de seu filho:

“E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus, e irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.” Lc 1.16-17

Vemos nesse versículo acima que haveria uma conversão, haveria uma reconciliação entre Deus e seus filhos. E vemos as seguintes palavras de João no início de seu ministério:

“E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.’ Mt 3.2


Em João Batista se cumpre essa profecia acerca do retorno do ministério de Elias, o qual promoveria tal conversão.

A tradição relata que Deus não mais se manisfestou por cerca de 400 anos, não enviou profetas nesse período nem apareceu a ninguém (Teofania). Vemos então que o evangelho de Marcos inicia-se com a frase:

“Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus (v.1) [...] Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento” (v.4) [...]

Alguns teólogos afirmam que João era um profeta da Antiga Aliança, mas verifica-se pelo versículo acima que isso não é verdade, pois o início do evangelho se caracteriza com João pregando no deserto.

Agora verifiquemos um pouco mais sobre as palavras de João Batista e seus procedimentos.

“Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão.” Lc 3.8

Essas são palavras proféticas e confortantes? Como nós nos portaríamos se assim nos fosse dirigido? São assim as ditas profecias atuais? São esse padrão que os profetas atuais seguem? As profecias desses profetas atuais convertem o coração dos filhos aos pais e vice versa?

Agora vejamos a avaliação de Deus sobre João:

“E assim, admoestando-os, muitas outras coisas também anunciava ao povo.” Lc 3.18

Este versículo mostra João como um admoestador! Ou seja, alguém que incentiva e estimula a um propósito. Mas imagine irmãos se ao altar se achega um pregador “estilo João” corrigindo o povo e levando ele ao propósito máximo que é Deus. Com certeza em muitos templos faria somente uma pregação e nunca mais seria bem vindo no lugar.

Muitos cristãos possuem comichões em seus ouvidos, e procuram profetas conforme a sua vaidade para ouvirem aquilo que lhes apraz. Quando um desses templos é admoestado na verdade ele se rebela, insuflando seu orgulho vil, desprezando todo tipo de correção, entendimento e conhecimento na verdade.

Mas infelizmente aos “mágicos de auditório” com finais “mirabolantes” determinados cristãos tem ouvido, pois sua busca nunca foi ver manifestada a Glória de Deus, mas sim satisfazer seu egocentrismo com profecias vaidosas e diabólicas que somente falam do bem estar do homem.

Caríssimos irmãos tenho por profeta o homem que prega o arrependimento dos pecados, prega a salvação através do sacrifício de Cristo, que corrige duramente e condena todo pecado, levando o coração errôneo à límpida e pura verdade do Evangelho da graça soberana de Deus.

Desprezo literalmente todo tipo de pregação, admoestação, exortação, ensinamento egocêntrico, pois a glória somente ao Senhor pertence.

Que a verdade que vem da Palavra de Deus possa incendiar vossos corações para que a ameis cada dia mais, buscando cada dia estar mais próximo dessa verdade. Estude, medite e pratique seriamente a maior revelação e resposta que Deus deu a nós… A Bíblia!

“Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento.” Pv 23.23

SOLI DEO GLORIA!
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Aramis é cristão e servo do Senhor Jesus. Colabora com o Púlpito Cristão e edita o Mananciais de Elim.
Fonte: Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

O bom cheiro e o mau cheiro


Fãs enlouquecidos estão revoltados comigo. Eles defendem o ato profano — de interpretação dúbia — de cheirar a Bíblia como se fosse cocaína. Chamando-me de religioso, fariseu, etc., argumentam: “Não importa como o Evangelho é pregado, mesmo que seja com fingimento”. Ora, quem diz isso está torcendo Filipenses 1.18. Por quê?

Porque, na aludida passagem, o apóstolo Paulo, preso na cidade de Filipos, se referiu aos opositores do Evangelho, isto é, os judeus que o acusavam perante tribunais de Roma. Ao acusarem Paulo, tais inimigos do Evangelho eram obrigados a dizer que ele estava pregando sobre a morte e a ressurreição do Senhor Jesus.

Eles tinham de afirmar que, para o apóstolo Paulo, Jesus estava acima de César, visto que o título de Senhor, à época, não implicava apenas senhorio. O imperador romano, como senhor de Roma, era adorado. E, nesse caso, Jesus, como Senhor, também era adorado pelos cristãos, tomando o lugar de César. Ou seja, os judeus que acusavam Paulo estavam, com isso — indiretamente —, pregando o Evangelho! E o apóstolo se regozijava com esse resultado, a despeito de sofrer por amor a Cristo.

Segue-se que a frase “Contanto que Cristo seja anunciado de toda a maneira” (Fp 1.18) não deve ser empregada de modo generalizante, a fim de afirmar que os crentes, hoje, podem usar todos e quaisquer meios para propagar o Evangelho. Cheirar a Bíblia como se fosse cocaína é uma aberração, uma profanação, uma sandice — repito. Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm ou edificam (1 Co 6.12; 10.23). A Bíblia diz, inclusive, que devemos fugir da aparência do mal (1 Ts 5.22).

Mas o problema maior é o tipo de cristãos que o evangelho-show, o da “loucura sem limites”, tem produzido. São pessoas — a maioria jovens — que se comportam como fãs enlouquecidos de seus ídolos. Eles se dizem transformados pela pregação do pregador fulano de tal, porém não agem como discípulos de Cristo, que andam como Ele andou (1 Jo 2.6). Xingam, usam linguajar mundano, ameaçam, mostram-se revoltados, como se fossem militantes extremistas, tudo para defender os seus ídolos.

Em 2 Coríntios 2.15 está escrito: “Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem” (ARA). Bom cheiro de Cristo, aqui, alude a pregação da verdade, influência positiva, boa conduta, autoridade, postura exemplar, linguagem sã e irrepreensível, idoneidade, etc. Quando os salvos têm compromisso com o Evangelho e um bom testemunho, sabe o que acontece? Deus, por meio do seu povo, “manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento” (v.14).

Como já disse, neste blog, quando pregamos um “evangelho pop”, um “evangelho extravagante”, um “evangelho louco”, produzimos “cristãos pop”, “adoradores extravagantes”, “evangélicos loucos”. Entretanto, à luz da Bíblia, não devemos ser loucos! É o mundo que nos considera loucos, quando pregamos a Palavra da cruz, o Evangelho puro e simples (1 Co 1.18). O homem natural, que não compreende as coisas do Espírito, considera loucura as “coisas do Espírito de Deus” (1 Co 2.14).

“Qual é o problema em cheirar de Bíblia, pastor Ciro?”, alguém poderá perguntar. Sinceramente, o problema não está em cheirar a Bíblia, propriamente. Eu mesmo gosto do odor das páginas dos livros, especialmente os novos. O problema está no mau exemplo de cheirar o Livro Santo como se fosse uma droga. Por outro lado, tenho tomado esse episódio profano e deplorável do pregador (pregador?) que cheirou a Bíblia como se estivesse cheirando cocaína — que é apenas a pontinha do iceberg, no mundo das invencionices gospel — para enfatizar que o evangelho-show não é o Evangelho da cruz de Cristo e, por isso, tem exalado um mau cheiro neste mundo.

Amém?

Ciro Sanches Zibordi  
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FONTE: BLOG DO CIRO                         DIVULGAÇÃO: JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

Crentes que cansaram do maná.


Por Renato Vargens


“E aconteceu que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do SENHOR; e ouvindo o SENHOR a sua ira se acendeu; e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial. Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao SENHOR, e o fogo se apagou. Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do SENHOR se acendera entre eles. E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer? Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos. Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos. E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.”( Nm 11:1-7)


O que fez com que o povo de Israel a priori não herdasse a terra prometida, dentre outras coisas, foi o espírito de murmuração existente no arraial no período em que peregrinavam pelo deserto. Ora, a geração do deserto fôra uma geração de insatisfeitos. Nada os satisfazia, reclamavam de tudo e por tudo. Queixavam-se pela falta de carne, dizendo que no Egito comiam com fartura, resmungavam da escassez de água, da jornada cansativa, do calor do deserto, das dificuldades do caminho, como também do Maná que caía diariamente dos céus.


As Escrituras afirmam que durante o período que estiveram no deserto nada lhes faltou. Durante quarenta anos o Senhor providenciou tudo aquilo que precisavam. Entretanto, o povo movido pela insatisfação vivia reclamando.


Pois é, assim como nos dias de Moisés existem em nossos arraiais, inúmeros cristãos insatisfeitos com a providência divina. Tais pessoas movidas pela ganância de seus umbigos não se satisfazem mais com o maná vindo do céu. Para estas, o que importa é enricar e prosperar. No entanto, ao pensar desta maneira, tais indivíduos desprezam o cuidado diário do Senhor na concessão do pão nosso de cada dia, optando por um projeto de vida onde o que importa é enriquecer.


Caro leitor, a teologia da prosperidade é um câncer para igreja. Ela corrói a sã doutrina impregnando no Corpo de Cristo, conceitos e valores absolutamente anticristãos, cuja proliferação pode levar a metástase.


Assusta-me o fato de que queiramos mais do que o necessário para viver. Nosso Senhor nos prometeu que ao nos relacionarmos com o Pai, nada nos faltaria. Ora, suas promessas apontam par a provisão e o sustento do Senhor para com cada um dos seus filhos. De certo, Deus nos prometeu uma vida digna, onde alimento, sustento, roupas, moradia e dignidade se fariam presentes, todavia, assim como o povo de Israel preferimos as cebolas do Egito.


Diante disto é inevitável não lembrar da exortação paulina: “Não ponhamos o Senhor a prova, como alguns deles fizeram e pereceram pelas mordeduras da serpentes. Nem murmureis como alguns deles murmuram, e foram destruídos pelo murmurador”. (I Coríntios 10:11)


Isto posto, rogo ao Senhor que nos livre da ganância, colocando em nosso coração um enorme sentimento de gratidão por tudo aquilo que Ele nos tem feito. Louvado seja o Senhor que tem cuidado de cada um de nós! Bendito seja Deus que diariamente tem trazido sustento as nossas vidas e famílias!

A Ele toda glória!

Renato Vargens                                                     Fonte: Blog do Renato Vargens
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As boas novas do evangelho num mundo de más notícias


O mundo está empapuçado de más notícias. Tem um prazer mórbido de se alimentar com as informações dragadas do submundo do crime, da corrupção e da violência. Notícia boa não vende jornal nem desperta interesse. O homem corrompido refestela-se com os petiscos imundos do pecado. É nesse contexto de mazelas e decadência que Paulo escreve sua carta aos Romanos, para falar do evangelho. Destacamos, aqui, algumas lições:
Em primeiro lugar, qual é a natureza do evangelho. O evangelho trata das boas novas de salvação num mundo imerso na mais completa perdição. O homem morto em seus delitos e pecados é escravo da carne, do mundo e do diabo. É filho da ira e caminha para a perdição. Está no reino das trevas e sob a potestade de Satanás. Sem qualquer mérito existente nesse homem, Deus o amou. Mesmo sendo inimigo de Deus, o próprio Deus caminhou na sua direção para reconciliá-lo consigo mesmo por meio de Cristo Jesus. O Evangelho, portanto, é Deus buscando o perdido. É Deus abrindo para o pecador um novo e vivo caminho para o céu. O evangelho é a expressão da graça de Deus, manifestada em Cristo, aos pecadores perdidos.
Em segundo lugar, quais as atitudes que devemos ter em relação ao evangelho. O apóstolo Paulo assumiu três atitudes importantes em relação ao evangelho. “Eu sou devedor” (Rm 1.14). “Eu estou pronto a anunciá-lo” (Rm 1.15). “Eu não me envergonho” (Rm 1.16). Somos devedores porque Deus nos confiou esse tesouro e não podemos retê-lo apenas para nós. Precisamos ser mordomos fiéis na entrega fiel dessa mensagem salvadora. Devemos estar prontos a anunciar o evangelho em todo tempo, em todo lugar, a todas as pessoas, de todas as formas legítimas, usando todos os recursos disponíveis. Não podemos nos envergonhar dessa mais importante mensagem, a boa nova de que Deus nos amou e enviou seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna!
Em terceiro lugar, qual é a eficácia do evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação. Porque Deus é onipotente, o evangelho também o é. Não há outra alternativa para o homem ser salvo a não ser pelo evangelho. Não há pecador tão arruinado moralmente e tão perdido espiritualmente que o evangelho não possa alcançá-lo. O evangelho não é um poder destruidor. É o poder de Deus para a salvação. É o poder que levanta o caído, que encontra o perdido e dá vida ao que está morto em seus pecados. O evangelho revela-nos que a salvação está em Cristo e somente nele. Nenhuma religião pode salvar o homem. Nenhum credo religioso pode reconciliar o homem com Deus. Nenhum sacrifício ou obra humana pode aliviar a consciência do pecador nem mesmo conduzi-lo à salvação.
Em quarto lugar, qual é a exigência do evangelho. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. O evangelho de Cristo oferece salvação a todos sem acepção, mas não a todos sem exceção. Há uma limitação imposta. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê e não para aqueles que permanecem incrédulos e impenitentes. A ideia de que no dia final todos serão salvos está absolutamente equivocada. A salvação universal, ou seja, para todos sem exceção é uma grande falácia. A ideia de que aqueles que rejeitaram o evangelho serão destruídos e deixarão de existir, também, não possui amparo nas Escrituras. A Palavra de Deus fala de bem-aventurança eterna e tormento eterno. O inferno não é a sepultura nem a cessação da existência. O inferno é um lugar um estado de penalidades eternas que está no final de toda vida sem Cristo.
Sabendo que o evangelho é a melhor notícia, vindo do céu, da parte do próprio Deus, acerca da salvação eterna em Cristo Jesus, oferecendo-nos redenção, remissão de pecados e vida eterna, precisamos tomar duas atitudes: Primeira, recebermos com gratidão, pela fé, essa gloriosa oferta. Segunda, comprometermo-nos a proclamar essa mensagem com senso de urgência, no poder do Espírito Santo.
Rev. Hernandes Dias Lopes                        Blog: Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sábado, 22 de setembro de 2012

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém


Local mostra como era o abastecimento de água na cidade 2.500 anos atrás.


por Jarbas Aragão

Achado reservatório próximo ao Monte do Templo em Jerusalém

Arqueólogos israelenses descobriram um tanque de água (cisterna) datado do período do Primeiro Templo de Jerusalém (1006-586 a. C.). O achado pode lançar uma nova luz sobre os usos e costumes da vida na cidade santa há cerca de 2.500 anos atrás.

Encontrado junto ao muro ocidental da praça onde estava o Templo, no chamado Arco de Robinson. O tanque recebia água do poço de Siloé, que ficava algumas centenas de metros além dos muros, explicam os especialistas.

“Está bastante claro agora que Jerusalém não só tinha sua fonte de água em Gion, mas tinha outros recursos para uso público”, afirmou em um comunicado o arqueólogo Eli Shukron, que lidera o projeto da Autoridade de Antiguidades de Israel. A descoberta mostrou que o abastecimento de água de Jerusalém, além de uma fonte de água natural, contava com grandes reservatórios artificiais do tipo agora descoberto.

A descoberta consiste em uma cavidade meticulosamente esculpida na rocha. A evidência da época é determinada pela forma e pelo tipo de reboco, típicos de reservatórios do período do Primeiro Templo descobertos em outros lugares de Israel. Pode-se ver as impressões digitais dos construtores impressas na parece, feitas quando eles terminaram o trabalho, como nos depósitos descobertos nos depósitos similares de Tel Be’er Sheva, Tel Arad e Bet Shemesh.

Essa cisterna é o ponto final de um canal do Vale do “Tyropoeon”, que alguns estudiosos identificam com o “Vale da Decisão” mencionado no Livro de Joel (Joel 4,14) e também pelo historiador judeu-romano Josefo.

Eli Shukron conta que durante o trabalho debaixo do chão do canal, se abriu uma brecha que revelou a presença da cisterna com dois tanques pequenos, capaz de reter 250 metros cúbicos de água, o que faz dela a maior daquela época já descoberta em Jerusalém.

Seu tamanho grande indica que a água era utilizada para as funções cotidianas no Templo e pelo público em geral, seja para banho ou para ser bebida. Provavelmente servia também como local de purificação dos peregrinos antes de subirem para o banho ritual.

O tamanho original e a localização da cisterna sugerem que ele tenha servido para auxiliar nas atividades de rituais no templo, segundo destacou a arqueóloga Tsvika Tsuk da Autoridade de Parques de Israel. “É possível que a grande cisterna encontrada ao lado do Monte do Templo tenha sido usada na operação diária do próprio Templo, mas também serviu para os peregrinos que vinham e precisavam de água para lavar e beber”, completa Tsuk. “A cisterna foi impermeabilizada com um gesso amarelado típico do período e ainda visíveis nas paredes”.

O local testemunha a existência de uma área com uma elevada densidade de construções. Porém, quando o local cresceu em número de habitantes, na época do Segundo Templo, as construções mais antigas foram desativadas, como ocorreu com o reservatório encontrado.

Calcula-se que o Primeiro Templo tenha sido construído por volta de 950 a.C, de acordo com o registro bíblico e destruído por um exército babilônico em 586 a.C. O Segundo Templo foi edificado começou cerca de 50 anos depois e totalmente destruído por soldados romanos no ano 70 d.C.

Depois de completar as escavações, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão oficial do governo israelense, examinará a possibilidade de incluir este grande reservatório na rota para os visitantes da Terra Santa.

Traduzido de Acontecer Cristiano                       Fonte: Gospel Prime
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Pergunta:"Jesus Cristo se casou?"

 

Resposta: 
Jesus Cristo definitivamente não se casou. Há mitos populares hoje que falam de Cristo se casando com Maria Madalena. Esse mito é completamente falso e não tem nenhuma base teológica, histórica ou bíblica. Embora alguns "evangelhos gnósticos" mencionem Jesus tendo um relacionamento próximo com Maria Madalena, nenhum deles declara especificamente que Jesus era casado com Maria Madalena ou que teve qualquer tipo de envolvimento romântico com ela. O mais perto que qualquer um desses evangelhos chega a dar essa impressão é quando um deles diz que Jesus beijou Maria Madalena, o que facilmente poderia ser uma referência a um “beijo amigável”. Além disto, até mesmo se os evangelhos gnósticos falassem diretamente que Jesus se casou com Maria Madalena, eles não teriam nenhuma autoridade, já que já tem sido provado que os evangelhos gnósticos são falsificações inventadas para criar uma visão gnóstica de Jesus.

Se Jesus tivesse se casado, a Bíblia nos teria dito – ou teria pelo menos um relato ambíguo sobre tal fato. As Escrituras não seriam completamente caladas sobre um assunto tão importante. A Bíblia menciona a mãe de Jesus, o pai adotivo, irmãos e irmãs. Por que deixaria de mencionar que Jesus tinha uma esposa? Aqueles que acreditam / ensinam que Jesus era casado, estão apenas fazendo isso como uma tentativa de "humanizá-lo", para fazer dEle um homem mais comum – como todo mundo. As pessoas simplesmente não querem acreditar que Jesus era Deus em carne (João 1:1,14; 10:30). Por isso, elas inventam e acreditam em mitos sobre Jesus se casando, tendo filhos e sendo um ser humano comum. 

Uma pergunta secundária seria: "Jesus poderia ter se casado?" Não há nada pecaminoso sobre o casamento. Não há nada de errado em ter relações sexuais no casamento. Então, sim, Jesus poderia ter se casado e ainda ser o perfeito Cordeiro de Deus e o Salvador do mundo. Ao mesmo tempo, não há nenhuma razão, biblicamente falando, para Jesus ter se casado. Essa não é a questão desse debate. Aqueles que acreditam que Jesus era casado não acreditam que Ele não tinha nenhum pecado, ou que Ele era o Messias. Casar-se e ter filhos não foram o motivo por que Deus enviou Jesus. Marcos 10:45 nos diz por que Jesus veio: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."
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Fonte:www.GotQuestions.org/Portugues
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

SOFRER PELO EVANGELHO: A CARTA DE UMA MÃE COM CÂNCER


Esta é uma carta escrita por Laura Gaultney Black para seus 3 filhos de 4, 7 e 9 anos. Aos 32 anos de idade, Laura descobriu que tinha câncer de mama quando estava grávida de sua terceira filha. Ainda grávida, ela sofreu uma mastectomia e teve sua filha via cesariana ainda com 33 semanas de gravidez, a fim de começar imediatamente a quimioterapia. O câncer de Laura foi curado. Porém, 8 meses mais tarde, ele retornou e se espalhou para outros órgãos, como o pulmão. Durante 5 anos, Laura lutou contra esse inimigo silencioso que aos poucos a matava. Durante esses 5 anos, Laura esperou por um milagre de Deus, sabendo que não existia nada na medicina que pudesse curá-la. Diariamente, ela orava e pedia que Jesus a concedesse o privilégio de criar seus 3 filhos, mas que a vontade dEle fosse feita, e não a dela. Como uma serva boa e fiel, Laura combateu o bom combate. Com dignidade, ela completou a carreira e guardou a fé. Deus não concedeu o milagre que ela tanto pediu, mas como uma filha obediente ela foi fiel até a morte. Dois dias antes de morrer, Laura escreveu em seu blog, “chegou a hora de terminar essa corrida do câncer”, e morreu dizendo “eu terminei, mas eu não desisti”.
Num mundo em que o Evangelho tem sido usado como produto de barganha para ganho e benefício próprio, o testemunho dessa irmã de fé é um encorajamento, como também um tapa na cara de todos nos cristãos que vivem esperando de Deus uma vida confortável, cheia de saúde, riqueza e felicidade. Como Laura disse nessa carta, viveremos estas coisas plenamente quando estivermos na presença de Deus. Hoje, Laura entende completamente o que agora só entendemos em parte.
Marcela Soares Arledge
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Queridos Will, Gracy e Caroline,
isso é o que eu quero que vocês saibam a respeito de sofrer pelo Evangelho.
Ninguém te avisa que talvez a parte mais difícil de viver seja morrer. Desde o dia 23 de abril de 2012, meu corpo tem continuamente falhado. Eu já não posso mais respirar sozinha sem a assistência de máscaras de oxigênio. Posso andar apenas curtas distâncias. Minhas costas muitas vezes travam. Estou cansada. Coisas que costumavam ser tão simples agora parecem muito difíceis. Parte meu coração não poder cuidar mais de minha família e até de mim mesma. Ah! Como eu adoraria ir pegá-los na escola mais uma vez. Como desejo poder sentar com todos vocês em uma mesa de restaurante e comermos uma refeição sem minhas crises de tosse ou sem estar conectada a um tanque de oxigênio. Só poder levá-los à piscina por uma tarde e assisti-los nadar seria delicioso. Este é certamente o momento mais difícil que já encarei.
Will, esta manhã acordei ao som do seu choro, deitado ao meu lado na cama. Quando lhe perguntei o que havia de errado, numa tentativa de me proteger, como você sempre faz, você simplesmente disse “Eu tive um pesadelo”. Mas eu te conheço, e eu sabia o que você estava pensando. Apesar de não termos conversado sobre isso, você consegue ver. Você e Gracy conseguem ver o que está acontecendo diante de seus próprios olhos. Mas pela graça de Deus, acho que Caroline ainda é muito novinha para entender. Ver-me assim parte seu coraçãozinho, e vê-lo assim parte o meu em mil pedaços. Eu simplesmente lhe segurei e disse “Não tem problema chorar. Eu já chorei. Papai já chorou. Isso tudo é muito triste. Mas não vamos desistir de ter esperança. Vamos continuar pedindo por um milagre”. Então nós dois oramos juntos. E aí, você dormiu.
Sim, meu corpo está morrendo. Não há qualquer esperança na medicina. Não há esperança em nada, apenas em um milagre. Mas isso já é suficiente. Deus é suficiente. Vou esperar nEle. Minha oração é exatamente a mesma de Cristo antes de encarar a cruz. “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice; no entanto não seja feita a minha vontade, mas a Sua”. Apesar de ser muito difícil pra eu orar pedindo para que a vontade de Deus seja feita, porque quero muito viver, não ouso terminar essa oração de outro modo porque creio que pedir por qualquer coisa que não seja a perfeita vontade de Deus seria pedir por algo imperfeito para todos nós. Amo tanto vocês que não posso pedir nada que não seja a vontade perfeita do Pai. Não posso compreender como eu morrendo seria o melhor para todos nós, mas confio que se é isso o que Deus decidir, então é o melhor. Isso é apenas um pouquinho do que andar pela fé e não por aparências significa. Qualquer que seja o resultado, iremos louvar a Deus sabendo que é a sua vontade boa e perfeita.
Antes de ficar muito doente, fui convidada para dar um testemunho em um estudo bíblico de mulheres na igreja de Briarwood a respeito de sofrer pelo Evangelho. Depois que fiquei muito doente, percebi que provavelmente eu não poderia estar presente para dar esse testemunho. Por isso, decidi escrever o testemunho, para que outra pessoa lesse para o grupo de mulheres. Decidi que esse conceito é tão importante que seria bom o incluir em umas das cartas que estou escrevendo para vocês.
Paulo diz a Timóteo: “participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos, e manifestada, agora, pelo aparecimento de nosso Salvador Cristo Jesus, o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho, para o qual eu fui designado pregador, apóstolo e mestre e, por isso, estou sofrendo estas coisas;” (2 Timóteo 1:8-12). Então, no capitulo 2:3, Paulo diz: “Participa dos meus sofrimentos como bom soldado de Cristo Jesus.”
A primeira pergunta que você deve se fazer é: “Por quê?”. Por que um Deus amoroso permitiria que Seus preciosos filhos sofressem ou até mesmo os chamaria a sofrer? Quero dizer, Deus pode fazer qualquer coisa. Por que o Evangelho não pode ser: “Venha a mim e te darei saúde, riquezas e felicidade”? O Evangelho não podia ser assim? Alguns falsos pregadores da Palavra dizem ser esse o Evangelho. Nada poderia ser mais distante da verdade! Existem elementos de saúde, riquezas e felicidade na caminhada cristã, mas não acontece do lado de cá.
O problema é que somos criados com mentes finitas. Somos limitados em nossos pensamentos porque foi assim que Deus nos criou – limitados. Nenhum de nós pode entender plenamente a eternidade. Podemos tentar. Podemos chegar perto, mas não podemos realmente entender. Então, aqui estamos nessa terra, com nossas mentes finitas, tentando entender um conceito que realmente não podemos compreender – então falhamos. E, quando falhamos, começamos a focalizar e nos concentrar naquilo que compreendemos, no que sabemos: essa vida. E quando focalizamos nessa vida, tudo parece tão sofrido, toda nossa dor, todos nossos problemas parecem tão dolorosos, tão equivocados, tão abandonados por Deus. Quando, na verdade, sofrimento não deveria ser uma surpresa para nós. Deus não apenas nos diz para esperamos por sofrimento, Ele quer que vejamos o sofrer por Ele como um privilégio. Por quê?
Sofrimento acrescenta ao Reino. Nada atrai mais a atenção das pessoas do que ver alguém sofrendo e dando um testemunho cristão ao mesmo tempo. Vamos ser honestos, você pode cantar Aleluias quando você ganha na loteria, quando seu primeiro netinho nasce no dia do seu aniversário ou quando você foi promovido, mas quem se importa? Não estou dizendo que não é bom louvar a Deus por essas coisas. Claro que você deve louvá-Lo por essas coisas e se alegrar nelas, mas isso não leva as pessoas em direção à cruz. Quando você se alegra e O louva nos momentos bons, isso é esperado. Entretanto, quando você se alegra e louva a Deus em meio ao sofrimento, isso direciona as pessoas à cruz de Cristo. Não há nada em nós que escolheria fazer isso, então quando outros nos veem tomando uma atitude como esta, eles percebem que é somente pelo sangue de Jesus. Apenas o amor de Jesus, somente a fidelidade do Pai, poderiam atrair nossos corações para tão perto dEle durante essas situações.
É por isso que sofrer pelo Evangelho é um privilégio tão grande – esse sofrimento nos dá a chance de levarmos outras pessoas até Jesus. E não é para isso que existimos? Temos toda a eternidade para viver com Jesus em saúde, riquezas e felicidade. Mas temos apenas esse breve sopro de vida na linha do tempo da eternidade para levarmos pessoas até Cristo. E essa é a única chance que temos de criar qualquer tipo de impacto verdadeiro durante nossas vidas – levar pessoas a Jesus.
Se Deus tivesse me perguntado: “Ei Laura, você quer ter câncer por 5 anos e deixar seus preciosos filhos assistirem seu corpo adoecer e minguar enquanto se preocupam se vão ou não perder sua mãe, não tendo nada que você possa dizer ou fazer para confortá-los, por que você mesma não saberá se irei curá-la ou levá-la? Isso irá trazer pessoas até Mim, o que você acha?”. Não sei o que eu teria dito. Gosto de pensar que eu confiaria em Deus o bastante e teria fé o suficiente para dizer: “Qualquer coisa por Ti, Senhor”, mas não sei. Mas Deus não me deu uma escolha. Da mesma forma, na vida, vocês não terão uma escolha de sofrer ou não. Vocês, meus queridos filhos, já foram expostos ao sofrimento através dessa minha jornada. Vivemos num mundo falho e caído, e vocês irão sofrer. A pergunta é: vocês irão sofrer em vão ou irão sofrer pelo Evangelho? Escolham sofrer pelo Evangelho. O que isso significa é que quaisquer que sejam as circunstâncias que se apresentarem em suas vidas, vocês irão escolher lembrar que Deus sempre os ama e que Deus é sempre bom. Se vocês realmente acreditarem nessas verdades, então terão a fé necessária para andarem com segurança no meio da escuridão. Se tiverem a fé para continuarem andando, vocês O verão ao longo da jornada e acharão lugares dignos de louvor e ações de graças. Quando vocês acharem lugares ao longo da jornada dignos de louvor e ações de graças, então vão e compartilhem isso com outras pessoas, e isso as levará até Jesus. Se vocês direcionarem pessoas para Cristo, então vocês terão sofrido pelo Evangelho.
Deus não me deu a opção de andar ou não por esse caminho, mas Ele tem me dado a misericórdia, a compaixão e a graça para andar por esse caminho. Descobri ser realmente verdade que as Suas misericórdias se renovam a cada manhã. Sua compaixão nunca falha. Sua graça é realmente suficiente. Até mesmo esse caminho duro e longo que tenho seguido tem sido repleto de bênçãos sem medida. Houve muitas, muitas pessoas que sofreram pelo Evangelho e nunca viram a recompensa por seus sofrimentos até que chegaram ao céu. Deus tem sido gracioso ao me permitir ver alguns dos benefícios gerados através desse sofrimento. Pessoas já me disseram que vieram a conhecer a Cristo por causa do meu sofrimento, outras aprofundaram na fé por causa do meu sofrimento, que a fé delas é maior por causa do meu sofrimento. Isso é suficiente. Espero que seja suficiente para vocês também. Se Deus escolher me levar de volta ao lar, por favor, saibam que tudo isso não foi em vão. Por favor, saibam que Deus permitiu que o sofrimento de nossa família levasse pessoas até Ele. Espero que vocês se alegrem nisso. Eu sinto muito, muito mesmo pelo sofrimento de vocês. Nem tenho palavras que possam adequadamente expressar o quanto sinto por vocês. Mas minha oração é que a glória de Deus seja maior que a dor que vocês estão sentindo. Amo tanto vocês três. Obrigada por andar por esse caminho comigo. Obrigada por me amar, apoiar, orar comigo e por mim, e por estarem ao meu lado todos os dias. Vocês não fazem ideia do quanto isso me ajudou. Sou para sempre grata.
Amo vocês,
Mamãe.
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Por Laura Gaultney Black Copyright © 1997-2012 CaringBridge®, a nonprofit organization.
Original: What I Want You to Know – Suffering for the Gospel.
Tradução: cedida gentilmente ao voltemosaoevangelho.com por Marcela Soares Arledge. Um agradecimento a irmã da Marcela, Débora Pereira por mandar esta pérola para nós!
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Fonte: Voltemos ao Evangelho. Divulgação: Púlpito Cristão/Jesus é o Senhor
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

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