sexta-feira, 28 de junho de 2013

"Jesus é Deus? Alguma vez Jesus afirmou ser Deus?"








Na Bíblia não há registros de Jesus dizendo, palavra por palavra: “Eu sou Deus”. Entretanto, isto não significa que Ele não tenha afirmado ser Deus. Como exemplo, tome as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro olhar, isto pode não parecer uma afirmação de Jesus em ser Deus. Entretanto, perceba a reação dos judeus a Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam a afirmação de Jesus como uma declaração em ser Deus. Nos versículos seguintes Jesus não corrige os judeus dizendo: “Eu não afirmei ser Deus.” Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: “Eu e o Pai somos um” (João 10:30). João 8:58 nos dá outro exemplo: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras em uma tentativa de apedrejar Jesus (João 8:59). Por que os judeus iriam querer apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que criam ser uma blasfêmia, ou seja, uma afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que “o Verbo era Deus.” João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne.” Isto claramente indica que Jesus é Deus em carne. Atos 20:28 nos diz: “...Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.” Quem comprou a igreja com Seu próprio sangue? Jesus Cristo. Atos 20:28 declara que Deus comprou a igreja com Seu próprio sangue. Portanto, Jesus é Deus!

Tomé, o discípulo, declarou a respeito de Jesus: “Senhor meu, e Deus meu!” (João 20:28). Jesus não o corrige. Tito 2:13 nos encoraja a esperar pela volta de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo (veja também II Pedro 1:1). Em Hebreus 1:8, o Pai declara a respeito de Jesus: “Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.”

Em Apocalipse, um anjo instruiu o Apóstolo João para que adorasse a Deus (Apocalipse 19:10). Nas Escrituras, várias vezes Jesus recebe adoração (Mateus 2:11; 14:33; 28:9,17; Lucas 24:52; João 9:38). Ele nunca reprova as pessoas quando recebe adoração. Se Jesus não é Deus, Ele teria dito às pessoas para não ser adorado, assim como fez o anjo em Apocalipse. Há muitos outros versículos e passagens das Escrituras que atestam a favor da divindade de Jesus.

A razão mais importante para Jesus ser Deus é que se Ele não o fosse, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar preço tão infinito. Somente Deus poderia carregar os pecados do mundo (II Coríntios 5:21), morrer e ressuscitar, provando Sua vitória sobre o pecado e a morte.
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Fonte:www.GotQuestions.org/Portugues
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Em Cristo,
Mário

Um Engano Chamado "Teologia Inclusiva" ou "Teologia Gay"




Por  Augustus Nicodemus Lopes


O padrão de Deus para o exercício da sexualidade humana é o relacionamento entre um homem e uma mulher no ambiente do casamento. Nesta área, a Bíblia só deixa duas opções para os cristãos: casamento heterossexual e monogâmico ou uma vida celibatária. À luz das Escrituras, relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são vistas não como opção ou alternativa, mas sim como abominação, pecado e erro, sendo tratada como prática contrária à natureza. Contudo, neste tempo em que vivemos, cresce na sociedade em geral, e em setores religiosos, uma valorização da homossexualidade como comportamento não apenas aceitável, mas supostamente compatível com a vida cristã. Diferentes abordagens teológicas têm sido propostas no sentido de se admitir que homossexuais masculinos e femininos possam ser aceitos como parte da Igreja e expressar livremente sua homoafetividade no ambiente cristão.


Existem muitas passagens na Bíblia que se referem ao relacionamento sexual padrão, normal, aceitável e ordenado por Deus, que é o casamento monogâmico heterossexual. Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.


A “teologia inclusiva” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida cristã e à salvação. Assim, desde que haja amor genuíno entre dois homens ou duas mulheres, isso validaria seu comportamento, à luz das Escrituras. A falácia desse pensamento é que a mesma Bíblia que nos ensina que Deus é amor igualmente diz que ele é santo e que sua vontade quanto à sexualidade humana é que ela seja expressa dentro do casamento heterossexual, sendo proibidas as relações homossexuais.


Em segundo lugar, a “teologia inclusiva” defende que as condenações encontradas no Antigo Testamento, especialmente no livro de Levítico, se referem somente às relações sexuais praticadas em conexão com os cultos idolátricos e pagãos, como era o caso dos praticados pelas nações ao redor de Israel. Além disso, tais proibições se encontram ao lado de outras regras contra comer sangue ou carne de porco, que já seriam ultrapassadas e, portanto, sem validade para os cristãos. Defendem ainda que a prova de que as proibições das práticas homossexuais eram culturais e cerimoniais é que elas eram punidas com a morte – coisa que não se admite a partir da época do Novo Testamento.


É fato que as relações homossexuais aconteciam inclusive – mas não exclusivamente – nos cultos pagãos dos cananeus. Contudo, fica evidente que a condenação da prática homossexual transcende os limites culturais e cerimoniais, pois é repetida claramente no Novo Testamento. Ela faz parte da lei moral de Deus, válida em todas as épocas e para todas as culturas. A morte de Cristo aboliu as leis cerimoniais, como a proibição de se comer determinados alimentos, mas não a lei moral, onde encontramos a vontade eterna do Criador para a sexualidade humana. Quando ao apedrejamento, basta dizer que outros pecados punidos com a morte no Antigo Testamento continuam sendo tratados como pecado no Novo, mesmo que a condenação capital para eles tenha sido abolida – como, por exemplo, o adultério e a desobediência contumaz aos pais.


PECADO E DESTRUIÇÃO
Os teólogos inclusivos gostam de dizer que Jesus Cristo nunca falou contra o homossexualismo. Em compensação, falou bastante contra a hipocrisia, o adultério, a incredulidade, a avareza e outros pecados tolerados pelos cristãos. Este é o terceiro ponto: sabe-se, todavia, que a razão pela qual Jesus não falou sobre homossexualidade é que ela não representava um problema na sociedade judaica de sua época, que já tinha como padrão o comportamento heterossexual. Não podemos dizer que não havia judeus que eram homossexuais na época de Jesus, mas é seguro afirmar que não assumiam publicamente esta conduta. Portanto, o homossexualismo não era uma realidade social na Palestina na época de Jesus. Todavia, quando a Igreja entrou em contato com o mundo gentílico – sobretudo as culturas grega e romana, onde as práticas homossexuais eram toleradas, embora não totalmente aceitas –, os autores bíblicos, como Paulo, incluíram as mesmas nas listas de pecados contra Deus. Para os cristãos, Paulo e demais autores bíblicos escreveram debaixo da inspiração do Espírito Santo enviado por Jesus Cristo. Portanto, suas palavras são igualmente determinantes para a conduta da Igreja nos dias de hoje.


O quarto ponto equivocado da abordagem que tenta fazer do comportamento gay algo normal e aceitável no âmbito do Cristianismo é a suposição de que o pecado de Sodoma e Gomorra não foi o homossexualismo, mas a falta de hospitalidade para com os hóspedes de Ló. A base dos teólogos inclusivos para esta afirmação é que no original hebraico se diz que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (Gênesis 19.5) e não abusar sexualmente deles, como é traduzido em várias versões, como na Almeida atualizada. Outras versões como a Nova versão internacional e a Nova tradução na linguagem de hojeentendem que conhecer ali é conhecer sexualmente e dizem que os concidadãos de Ló queriam “ter relações” com os visitantes, enquanto a SBP é ainda mais clara: “Queremos dormir com eles”. Usando-se a regra de interpretação simples de analisar palavras em seus contextos, percebe-se que o termo hebraico usado para dizer que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (yadah) é o mesmo termo que Ló usa para dizer que suas filhas, que ele oferecia como alternativa à tara daqueles homens, eram virgens: “Elas nunca conheceram (yadah) homem”, diz o versículo 8. Assim, fica evidente que “conhecer”, no contexto da passagem de Gênesis, significa ter relações sexuais. Foi esta a interpretação de Filo, autor judeu do século 1º, em sua obra sobre a vida de Abraão: segundo ele, "os homens de Sodoma se acostumaram gradativamente a ser tratados como mulheres."


Ainda sobre o pecado cometido naquelas cidades bíblicas, que acabaria acarretando sua destruição, a “teologia inclusiva” defende que o profeta Ezequiel claramente diz que o erro daquela gente foi a soberba e a falta de amparo ao pobre e ao necessitado (Ez 16.49). Contudo, muito antes de Ezequiel, o “sodomita” era colocado ao lado da prostituta na lei de Moisés: o rendimento de ambos, fruto de sua imoralidade sexual, não deveria ser recebido como oferta a Deus, conforme Deuteronômio 23.18. Além do mais, quando lemos a declaração do profeta em contexto, percebemos que a soberba e a falta de caridade era apenas um entre os muitos pecados dos sodomitas. Ezequiel menciona as “abominações” dos sodomitas, as quais foram a causa final da sua destruição: “Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali” (Ez 16.49-50). Da mesma forma, Pedro, em sua segunda epístolas, refere-se às práticas pecaminosas dos moradores de Sodoma e Gomorra tratando-as como “procedimento libertino”.


Um quinto argumento é que haveria alguns casos de amor homossexual na Bíblia, a começar pelo rei Davi, para quem o amor de seu amigo Jônatas era excepcional, “ultrapassando o das mulheres” (II Samuel 1.26). Contudo, qualquer leitor da Bíblia sabe que o maior problema pessoal de Davi era a falta de domínio próprio quanto à sua atração por mulheres. Foi isso que o levou a casar com várias delas e, finalmente, a adulterar com Bate-Seba, a mulher de Urias. Seu amor por Jônatas era aquela amizade intensa que pode existir entre duas pessoas do mesmo sexo e sem qualquer conotação erótica. Alguns defensores da “teologia inclusiva” chegam a categorizar o relacionamento entre Jesus e João como homoafetivo, pois este, sendo o discípulo amado do Filho de Deus, numa ocasião reclinou a sua cabeça no peito do Mestre (João 13.25). Acontece que tal atitude, na cultura oriental, era uma demonstração de amizade varonil – contudo, acaba sendo interpretada como suposta evidência de um relacionamento homoafetivo. Quem pensa assim não consegue enxergar amizade pura e simples entre pessoas do mesmo sexo sem lhe atribuir uma conotação sexual.


“TORPEZA”
Há uma sexta tentativa de reinterpretar passagens bíblicas com objetivo de legitimar a homossexualidade. Os propagadores da “teologia gay” dizem que, no texto de Romanos 1.24-27, o apóstolo Paulo estaria apenas repetindo a proibição de Levítico à prática homossexual na forma da prostituição cultual, tanto de homens como de mulheres – proibição esta que não se aplicaria fora do contexto do culto idolátrico e pagão. Todavia, basta que se leia a passagem para ficar claro o que Paulo estava condenando. O apóstolo quis dizer exatamente o que o texto diz: que homens e mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza, e que se inflamaram mutuamente em sua sensualidade – homens com homens e mulheres com mulheres –, “cometendo torpeza” e “recebendo a merecida punição por seus erros”. E ao se referir ao lesbianismo como pecado, Paulo deixa claro que não está tratando apenas da pederastia, como alguns alegam, visto que a mesma só pode acontecer entre homens, mas a todas as relações homossexuais, quer entre homens ou mulheres.


É alegado também que, em I Coríntios 6.9, os citados efeminados e sodomitas não seriam homossexuais, mas pessoas de caráter moral fraco (malakoi, pessoa “macia” ou “suave”) e que praticam a imoralidade em geral (arsenokoites, palavra que teria sido inventada por Paulo). Todavia, se este é o sentido, o que significa as referências a impuros e adúlteros, que aparecem na mesma lista? Por que o apóstolo repetiria estes conceitos? Na verdade, efeminado se refere ao que toma a posição passiva no ato homossexual – este é o sentido que a palavra tem na literatura grega da época, em autores como Homero, Filo e Josefo – e sodomita é a referência ao homem que deseja ter coito com outro homem.


Há ainda uma sétima justificativa apresentada por aqueles que acham que a homossexualidade é compatível com a fé cristã. Segundo eles, muitas igrejas cristãs históricas, hoje, já aceitam a prática homossexual como normal – tanto que homossexuais praticantes, homens e mulheres, têm sido aceitos não somente como membros mas também como pastores e pastoras. Essas igrejas, igualmente, defendem e aceitam a união civil e o casamento entre pessoa do mesmo sexo. É o caso, por exemplo, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos – que nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil –, da Igreja Episcopal no Canadá e de igrejas em nações européias como Suécia, Noruega e Dinamarca, entre outras confissões. Na maioria dos casos, a aceitação da homossexualidade provocou divisões nestas igrejas, e é preciso observar, também, que só aconteceu depois de um longo processo de rejeição da inspiração, infalibilidade e autoridade da Bíblia. Via de regra, essas denominações adotaram o método histórico-crítico – que, por definição, admite que as Sagradas Escrituras são condicionadas culturalmente e que refletem os erros e os preconceitos da época de seus autores. Desta forma, a aceitação da prática homossexual foi apenas um passo lógico. Outros ainda virão. Todavia, cristãos que recebem a Bíblia como a infalível e inerrante Palavra de Deus não podem aceitar a prática homossexual, a não ser como uma daquelas relações sexuais consideradas como pecaminosas pelo Senhor, como o adultério, a prostituição e a fornicação.


Contudo, é um erro pensar que a Bíblia encara a prática homossexual como sendo o pecado mais grave de todos. Na verdade, existe um pecado para o qual não há perdão, mas com certeza não se trata da prática homossexual: é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que consiste em atribuir a Satanás o poder pelo qual Jesus Cristo realizou os seus milagres e prodígios aqui neste mundo, mencionado em Marcos 3.22-30. Consequentemente, não está correto usar a Bíblia como base para tratar homossexuais como sendo os piores pecadores dentre todos, que estariam além da possibilidade de salvação e que, portanto, seriam merecedores de ódio e desprezo. É lamentável e triste que isso tenha acontecido no passado e esteja se repetindo no presente. A mensagem da Bíblia é esta: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”, conforme Romanos 3.23. Todos nós precisamos nos arrepender de nossos pecados e nos submetermos a Jesus Cristo, o Salvador, pela fé, para recebermos o perdão e a vida eterna.


Lembremos ainda que os autores bíblicos sempre tratam da prática homossexual juntamente com outros pecados. O 20º capítulo de Levítico proíbe não somente as relações entre pessoas do mesmo sexo, como também o adultério, o incesto e a bestialidade. Os sodomitas e efeminados aparecem ao lado dos adúlteros, impuros, ladrões, avarentos e maldizentes, quando o apóstolo Paulo lista aqueles que não herdarão o Reino de Deus (I Coríntios 6.9-10). Porém, da mesma forma que havia nas igrejas cristãs adúlteros e prostitutas que haviam se arrependido e mudado de vida, mediante a fé em Jesus Cristo, havia também efeminados e sodomitas na lista daqueles que foram perdoados e transformados.


COMPAIXÃO
É fundamental, aqui, fazer uma importante distinção. O que a Bíblia condena é a prática homossexual, e não a tentação a esta prática. Não é pecado ser tentado ao homossexualismo, da mesma forma que não é pecado ser tentado ao adultério ou ao roubo, desde que se resista. As pessoas que sentem atração por outras do mesmo sexo devem lembrar que tal desejo é resultado da desordem moral que entrou na humanidade com a queda de Adão e que, em Cristo Jesus, o segundo Adão, podem receber graça e poder para resistir e vencer, sendo justificados diante de Deus.


Existem várias causas identificadas comumente para a atração por pessoas do mesmo sexo, como o abuso sexual sofrido na infância. Muitos gays provêm de famílias disfuncionais ou tiveram experiências negativas com pessoas do sexo oposto. Há aqueles, também, que agem deliberadamente por promiscuidade e têm desejo de chocar os outros. Um outro fator a se levar em conta são as tendências genéticas à homossexualidade, cuja existência não está comprovada até agora e tem sido objeto de intensa polêmica. Todavia, do ponto de vista bíblico, o homossexualismo é o resultado do abandono da glória de Deus, da idolatria e da incredulidade por parte da raça humana, conforme Romanos 1.18-32. Portanto, não é possível para quem crê na Bíblia justificar as práticas homossexuais sob a alegação de compulsão incontrolável e inevitável, muito embora os que sofrem com esse tipo de impulso devam ser objeto de compaixão e ajuda da Igreja cristã.


É preciso também repudiar toda manifestação de ódio contra homossexuais, da mesma forma com que o fazemos em relação a qualquer pessoa. Isso jamais nos deveria impedir, todavia, de declarar com sinceridade e respeito nossa convicção bíblica de que a prática homossexual é pecaminosa e que não podemos concordar com ela, nem com leis que a legitimam. Diante da existência de dispositivos legais que permitem que uma pessoa deixe ou transfira seus bens a quem ele queira, ainda em vida, não há necessidade de leis legitimando a união civil de pessoas de mesmo sexo – basta a simples manifestação de vontade, registrada em cartório civil, na forma de testamento ou acordo entre as partes envolvidas. O reconhecimento dos direitos da união homoafetiva valida a prática homossexual e abre a porta para o reconhecimento de um novo conceito de família. No Brasil, o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo para fins de herança e outros benefícios aconteceu ao arrepio do que diz a Constituição: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento” (Art. 226, § 3º).


Cristãos que recebem a Bíblia como a palavra de Deus não podem ser a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que seria a validação daquilo que as Escrituras, claramente, tratam como pecado. O casamento está no âmbito da autoridade do Estado e os cristãos são orientados pela Palavra de Deus a se submeter às autoridades constituídas; contudo, a mesma Bíblia nos ensina que nossa consciência está submissa, em última instância, à lei de Deus e não às leis humanas – “Importa antes obedecer a Deus que os homens” (Atos 5.29). Se o Estado legitimar aquilo que Deus considera ilegítimo, e vier a obrigar os cristãos a irem contra a sua consciência, eles devem estar prontos a viver, de maneira respeitosa e pacífica em oposição sincera e honesta, qualquer que seja o preço a ser pago.
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Em Cristo,
Mário César de Abreu
Bacharel em Teologia


[Artigo publicado na revista Cristianismo Hoje]

quinta-feira, 27 de junho de 2013

UMA BREVE CONSIDERAÇÃO SOBRE A CHAMADA “CURA GAY”

Um-Pouco-de-Psicanálise
Por Renato Vargens
Parte da imprensa está sendo extremamente tendenciosa quanto ao sentido e significado daquilo que chamam de “Cura gay”.
Antes de qualquer coisa é necessário com que entendamos o Projeto de Lei em si. Na verdade, o PDL 234/2011 não faz nenhuma referência a cura, mesmo porque, a homossexualidade não é uma doença e sim um comportamento aprendido. Portanto, a imprensa ao chamar o projeto em questão de “cura gay” o faz de forma tendenciosa mentindo descaradamente tentando com isso manipular a opinião da população brasileira.
Isto posto, vamos aos fatos: o que o projeto diz é que o Conselho Federal de Psicologia não pode impedir que psicólogos ajudem os homossexuais que decidirem por vontade própria pedir ajuda sobre a sua sexualidade.
Caro leitor, vamos combinar uma coisa? Nenhuma entidade de classe profissional, religiosa ou quem quer que seja, pode tolir uma pessoa de buscar ajuda se ela assim desejar e decidir. O que o Conselho Federal de Psicologia tenta fazer ao impedir com que psicólogos tratem de homossexuais é uma afronta a Constituição Brasileira.
Por favor, pare, pense e responda: Por que um heterossexual pode pedir ajuda a um psicólogo sobre sua sexualidade e um homossexual não? Ora, um heterossexual pode buscar ajuda psicológica para “assumir” sua homossexualidade, mas um homossexual não pode fazê-lo para sair dela? Dois pesos, duas medidas? É isso?
Prezado amigo, cada um é o que quer. As pessoas são livres para fazerem o que quiserem na vida, no entanto, elas não possuem o direito de cercear a vontade daqueles que desejam por exemplo abandonar a homossexualidade. Portanto, o PDL não trata de uma cura gay e sim de permitir a quem quer que seja o direto de ser ajudado profissionalmente.
É isso!
[Renato Vargens é pastor, conferencista, escritor e colaborador do Púlpito Cristão. Escreve em seublog pessoal]
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Pessoal, aproveitando  o gancho sobre o assunto, compartilho com vocês um vídeo em que o Deputado Marco Feliciano argumenta sobre a manipulação midiática a respeito dessa polêmica. Não confundam a postagem abaixo com assuntos de teologia da prosperidade ou as divergências que temos com o pensamento evangélico do Feliciano.
Antognoni Misael, na coedição do Púlpito Cristão. Fonte: Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 25 de junho de 2013

Cuidado com o pecado



O pecado é uma fraude. Promete prazer e paga com o desgosto. Faz propaganda de liberdade, mas escraviza. Levanta a bandeira da vida, mas seu salário é a morte. Tem um aroma sedutor, mas ao fim cheira a enxofre. Só os loucos zombam do pecado. O pecado é maligníssimo. Ele é pior do que a pobreza, do que a solidão, do que a doença. Enfim, o pecado é pior do que a própria morte. Esses males todos não podem destruir sua alma nem afastar você de Deus, mas o pecado arruína seu corpo, sua alma e afasta você eternamente de Deus.

O rei Davi mais do que ninguém sentiu na pele e na alma a tragédia do pecado. Destacaremos três fatos dolorosos acerca do pecado do que aconteceu com Davi.

1. O pecado vai levar você mais longe do que você quer ir – Quando Davi viu Bate- Seba se banhando e a cobiçou, adulterando com ela em seguida, não podia imaginar o fim daquele túnel. Talvez pensasse que seria apenas uma aventura numa tarde de verão. Talvez até tivesse racionalizado e justificado seu ato tresloucado, dizendo que tinha que relaxar um pouco. Mas, o pecado não é algo passageiro nem superficial. Seus efeitos são profundos e mais duradouros do que você pode imaginar. Davi além de adulterar com Bate-Seba deu outros passos rumo ao abismo. Ele mentiu acerca do seu pecado e mandou matar o marido da sua amante. Ele perdeu a autoridade espiritual sobre sua família. Ele viu sua casa desmoronando diante dos seus olhos. Ele colheu os amargos frutos da sua maldita semeadura. Muitas pessoas passam a vida inteira chorando por uma decisão errada feita apenas num instante. Pagam um alto preço por uma desobediência. Choram amargamente por tomar uma direção errada na vida. Cuidado com o pecado, pois ele pode levar você mais longe do que você quer ir.

2. O pecado vai reter você mais tempo do que você quer ficar
– Davi não calculou o alto custo daquela tarde em que foi dominado pela volúpia e pela paixão. O adultério com Bate-Seba teve desdobramentos dolorosos para Davi, sua família e toda a nação. O pecado de Davi não atingiu apenas a ele e sua geração, mas também a todas as gerações pósteras. Durante todos os séculos esse pecado tem sido relembrado e a memória de Davi manchada. O fiel pastor de ovelhas, o inspirado compositor, o músico de qualidades superlativas, o líder influenciador, o rei conquistador teve sua biografia maculada por esse grave pecado e seus tenebrosos desdobramentos. O pecado começa tênue como um fiapo de linha, mas depois se torna como as grossas correntes que prendem um navio ao cais. O pecado é como a nascente do Rio Amazonas. No seu nascedouro, as águas são rasas e até uma criança pode brincar em seu leito, mas depois, com a soma dos muitos afluentes, esse rio se torna um mar instransponível e inadiministrável. Cuidado com o pecado, pois ele pode reter você mais tempo do que você quer ficar.

3. O pecado vai lhe custar mais caro do que você quer pagar – O pecado de Davi lhe custou muito caro. Ele perdeu a intimidade com Deus. Durante um longo período, viveu atrás de máscaras, escondendo o seu pecado e atraindo sobre si o justo juízo de Deus. A mão de Deus pesava sobre ele dia e noite, e o seu vigor se tornou em sequidão de estio. Depois, Davi perdeu sua reputação. Os ímpios blasfemaram do nome de Deus por causa de sua loucura. Depois Davi perdeu o filho do adultério. A criança morreu a despeito da insistente petição de Davi. Este teve ainda outras perdas. Sua filha Tamar foi desonrada pelo próprio irmão Amnon. Absalão irmão de Tamar, mandou matar seu próprio irmão Amnon para vingar o que este havia feito com ela. Depois, Absalão rebelou-se e conspirou contra Davi, seu pai, para tirar-lhe a vida e tomar-lhe o reino. E nessa empreitada, Absalão é assassinado por Joabe, comandante do exército de Davi. Tragédias e mais tragédias desabaram sobre a vida de Davi. Jamais ele podia imaginar que o pecado fosse ter um preço tão alto. Cuidado com o pecado, pois ele vai lhe custar mais caro do que você quer pagar.

Rev. Hernandes Dias Lopes
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Fonte: Blog Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário César de Abreu
Bacharel em Teologia

domingo, 23 de junho de 2013

HOJE É DIA DO SENHOR, ALEGREMO-NOS NELE


Por Renato Vargens



Domingo, dia do Senhor. Hoje milhões de pessoas em todo Brasil e no mundo sairão de suas residências com intuito de cultuar a Deus em suas igrejas, todavia, por razões diversas, muitos são aqueles que motivos banais preferem ficar em suas casas a cultuar ao Senhor juntamente com os irmãos.

Pois é, infelizmente tenho visto pessoas permanecerem em suas residências em pleno domingo alegando problemas dos mais variáveis. Aliás, boa parte destas pessoas procuram se justificar afirmando que apesar da ausência física encontram-se presentes “em espírito” através de programa radiofônico ou televisivo. Ora, por mais "abençoador" que seja um debate na TV, por melhor que seja a apresentação do cantor que tanto gostamos, nada, absolutamente nada se compara ao momento impar de estarmos juntos uns dos outros na presença do nosso Deus.

A relação com Deus e com a igreja deve ser pessoal e afetiva. Nós não fomos chamados a uma relação fria e utilitária. Não nos é possível criar vínculos, amizades e relacionamentos com pessoas através da TV, da internet ou do rádio. O autor da epístola aos Hebreus com muita propriedade nos adverte dizendo: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns...”

Caro leitor, tenho absoluta certeza que fomos e somos chamados à comunhão. Somente na Congregação dos Santos que amamos e somos amados, consolamos e somos consolados, exortamos e somos exortados, tocamos e somos tocados, perdoamos e somos perdoados.

Cuidado com desvios e atalhos. Lembre-se que o amor e o cuidado do Pai nos são ministrados quando juntos em comunhão buscamos a face de Deus.

Pense nisso!

Renato Vargens
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Fonte: Blog do Renato Vargens
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Em Cristo,
Mário

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Chega de gastar o dinheiro do povo naquilo que não é prioridade

Paz amados,vejam este video,entendam tudo e orem para que o pt devolva nos o Brasil.
O povo de Deus tem sim,que lutar pelas causas sociais,chega do governo gastar o nosso dinheiro naquilo que não é pão"Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão? E o produto do vosso trabalho naquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me atentamente, e comei o que é bom, e a vossa alma se deleite com a gordura."  (Isaías 55 : 2)



Em Cristo,
Mário César de Abreu

terça-feira, 18 de junho de 2013

O QUE PENSO SOBRE OS PROTESTOS FEITOS NO BRASIL




Por Renato Vargens

Primeiramente é bom informar que sou absolutamente contra a baderna, depredação do patrimônio público e civil, bem como também qualquer tipo de violência que porventura possa ser cometida pelo Estado ou pela sociedade civil. Todavia, excluindo isso, manifesto meu total apoio aos protestos feitos no Brasil.

Sinceramente isso demorou para acontecer, governo após governo, o povo brasileiro vem sofrendo os mandos e desmandos de líderes que só pensam em encher a “burra” de dinheiro. Não, não dá pra conviver com uma carga tributária altíssima como a nossa, não é possível continuarmos brincando de Poliana fazendo o jogo do contente, enquanto a educação e saúde são renegadas em detrimento a construções de estádios de futebol. O que falar então da corrupção? Quanto dinheiro desviado, não é verdade? Basta! Isso precisa terminar! Nossa povo não suporta mais ouvir relatos de pais que perderam seus filhos por culpa da ineficiência da segurança pública. Chega de tanto de descaso, de tanta miséria, de tanta dor, de tanta violência. Ora, somente neste ano milhares de indivíduos tiveram suas vidas ceifadas em virtude da violência. Para piorar a nossa taxa tributária é uma das mais altas do mundo; nossos serviços públicos são da pior qualidade; nossa educação é pífia; nossos hospitais falidos; nosso Congresso nacional ou caso prefiram “casa de tolerância” é um dos mais inoperantes de todo planeta, onde dia após dia se multiplicam o número de escândalos fazendo-nos ruborizar diante de tanta desonestidade.

Caro leitor, diante do exposto eu afirmo que apoio as manifestações pacíficas e apartidárias sim. Basta! Definitivamente o Brasil precisa mudar!

Digo mais, não tenho a menor dúvida de que não nos é possível continuarmos inertes diante do caos, da violência e do descaso que tem tomado conta das grandes cidades brasileiras. A corrupção e a ladroagem em hipótese alguma devem fazer parte de uma sociedade desenvolvida, e que devido a isso não devemos e nem podemos nos acostumar ao que temos visto e ouvido em nossas cidades, antes pelo contrário, nós cidadãos de bem devemos protestar veementemente quanto estado caótico que se encontra nossa nação, cobrando dos nossos legisladores, leis justas e equânimes a fim de que o cidadão brasileiro tenha uma vida digna e segura.

É o que penso!
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Renato Vargens é pastor, blogueiro e colunista no Púlpito Cristão
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Fonte: Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Precisamos nos posicionar contra a corrupção, diz Hernandes Dias Lopes


Para o pastor, é preciso que a população alerte os governantes sobre os desvios que eles cometem com os valores arrecadados.

por Leiliane Roberta Lopes
Precisamos nos posicionar contra a corrupção, diz Hernandes Dias Lopes

O reverendo Hernandes Dias Lopes escreveu um pequeno texto para falar sobre a indignação da população brasileira com a corrupção no Brasil, dizendo que a população precisa se posicionar para cobrar a honestidade dos governantes.

Tendo a consciência de que a classe política não tem muito crédito com os brasileiros, Dias Lopes ensina que devemos respeitar as autoridades, sem aceitar a corrupção. “Quando a autoridade reprime o bem e promove o mal, então, precisamos alertá-la a voltar ao seu posto de honra”.

O líder presbiteriano diz que a “corrupção é uma das coisas mais triste na história”, pois o povo trabalha para pagar os impostos e os governantes usam esses valores para outros propósitos, despejando no ralo aquilo que poderia trazer benefícios para a população.

“Precisamos nos posicionar com firmeza contra essa cultura ímpia da corrupção. Se os governantes exigem dos governados honestidade no pagamento dos tributos, os governados precisam exigir dos governantes honestidade na administração responsável desses recursos.
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Fonte: Gospel Prime
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Em Criasto,
Mário

sexta-feira, 14 de junho de 2013

‘Evangélica assassinada em Caruaru: mídia ignora intolerância religosa, se fosse um gay morto...`, criticam evangélicos


PorAmanda Gigliotti | Repórter do The Christian Post
Depois do assassinato de uma evangélica a tiros em Caruaru (PE), líderes evangélicos criticam a cobertura desigual da mídia. Josefa Bezerra da Silva foi morta por um pedreiro que tinha intenção de acertar seus próprios filhos por irem à igreja.


(Foto: http://www.franciscoevangelista.com/)
Costuteira Josefa Bezerra, de 46 anos, é assassinada dentro de uma igreja evangélica em Caruaru, no Agreste de Pernambuco.


O crime aconteceu porque o pai de frequentadores da Casa de Oração Igreja Evangélica Betel Pentecostal não aceitava que eles tivessem se tornado evangélicos. Josefa foi atingida em meio aos tiros intencionados a acertar os filhos do pedreiro, Vicente Henrique de Andrade, 50 anos.

“Se fosse um pai que não aceitasse a decisão de seu filho de tornar-se um gay e resolvesse matá-lo? Como reagiria a imprensa?” questionou o blogueiro e Francisco Evangelista, membro da Assembleia de Deus em Petrolina (PE).

“Com certeza as manchetes seriam dominadas por expressões indignadas. Possivelmente políticos, representantes dos poderes judiciário e executivo estariam com as atenções voltadas para Caruaru”, continuou.

Em seu blog, o evangélico Francisco mostra o contexto em que líderes da causa LGBT clamam por tolerância aos gays e que, além disso, rivalizam com os evangélicos, acusando-os de praticar ódio aos homossesuais. Francisco destaca para uma maior atenção da mídia dos casos envolvendo os homossexuais e o descaso com relação aos crimes contra os evangélicos.

“A mesma sociedade que não aceita qualquer tipo de vestígio de prática homofóbica, absorve com naturalidade atos evangelicofóbicos”, diz o blogueiro evangélico.


“Desde quando o Brasil é Brasil, evangélicos são perseguidos, maltratados e discriminados, em muitos casos patrocinados pela religião ainda predominante no país.”

A divisão ‘evangélicos e gays’ foi delineada devido à posição dos evangélicos contra o homossexualismo, o que se tornou motivo de acusações de homofobia por parte de militantes LGBT.

A situação foi acentuada depois da nomeação do pastor evangélico, Marcos Feliciano, deputado do PSC, no início de março, à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM).

Os evangélicos reclamam que os militantes querem criminalizar a opinião e interferir em sua liberdade religiosa. Leis como a PLC 122, são vistas por muitos como um privilégio aos gays em detrimento aos outros segmentos da sociedade.

“Quando algum gay é atacado, mesmo que não seja por conta da sua opção sexual, logo os ativistas de plantão erguem a voz revoltados com mais um ato ‘homofóbico’”, diz Francisco.

“Quando um evangélico é atingido por causa de sua fé, no entanto, há uma frieza quanto a questão, e praticamente nada acontece. Alías, dá-se um destaque especial, se um evangélico for suspeito da prática de algum crime.”

“Chega de uma imprensa e de um poder público tão tendencioso pró gays e anti-evangélicos. Se estamos num país democrático, todos precisam ser tratados iguais perante a lei.”
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Fonte:http://portugues.christianpost.com/
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Indignado.
Mário César de Abreu

Família cristã brasileira é morta por conta da religião


Amados,considero o fato abaixo extremamente lamentável,oremos pois, para que o Senhor nos guarde e nos  preserve das perseguições religiosas que hoje, já são comuns no Brasil ainda que na sua maioria sejam de aspecto moral.

Mário

Um vizinho atacou a família a facadas unicamente por causa da sua escolha religiosa. O crime aconteceu em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, na última quarta-feira (29). Ao todo, três pessoas foram mortas: Rogério Lima, a esposa, Eliane Souza, e um filho de um ano


O assassino, Everaldo Santos da Silva, 41 anos, era sócio de Rogério em uma loja de móveis usados. De acordo com uma vizinha, o rapaz estava aborrecido porque a família insistia que ele seguisse a religião. O crime aconteceu por volta das 8h da manhã.

"Matei porque eu não concordo com a escolha religiosa deles", confessou Silva.

De acordo com a vizinha, que ouviu a discussão, Rogério e Everaldo eram sócios a cerca de um ano e, até então, nunca haviam tido qualquer tipo de conflito.

O vizinho esfaqueou o marido, a mulher e dois filhos pequenos dentro de sua casa. A mulher de Rogério, mesmo ferida ainda chegou a fugir junto com a outra criança, de três anos, e conseguiu pedir ajuda para policiais da região.

"A mulher veio em direção da gente, toda ensanguentada, e ele a perseguiu até nós. Pedimos para ele soltar a faca", disse um policial, segundo reportagem do R7.

Eliane e a filha de três anos foram levadas ao hospital com ferimentos graves. Ela veio a falecer enquanto passava por uma cirurgia por volta das 16h. A criança permanece internada.

Já Rogério e o bebê de um ano morreram na hora. Outro filho do casal, de 10 anos, escapou da violência porque estava na escola.

O suspeito foi preso em flagrante. Everaldo foi transferido para o centro de detenção provisória. Segundo relato da polícia, ele estava transtornado, mas disse depois que não se arrependeu de ter cometido o crime.


Fonte: The Christian Post/Portas Abertas
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Com tristesa,
Mário

CONFRONTANDO A REFORMA E O “MOVIMENTO GOSPEL”




por Rafael de Lima

A Reforma Protestante ocorrida no século XVI foi, sem dúvidas, um dos eventos mais relevantes que já sucedera no seio da cristandade. O movimento que culminou com o rompimento da igreja, sustentava sua teologia, basicamente, através dos conhecidos “Cinco Solas”, que foram os princípios que nortearam os reformadores e combateram os ensinos do catolicismo romano: Sola Fide (somente a fé); Sola Scriptura (somente a Escritura); Solus Christus (somente Cristo); Sola Gratia (somente a graça); Soli Deo Gloria (glória somente a Deus) [1].

Quando voltamos os nossos olhos para o cenário atual do evangelicalismo brasileiro percebemos, com pesar, a ignorância que uma porção importante (diria majoritária) dos evangélicos tem com respeito aos fundamentos que caracterizaram o ser protestante. Existe um total desconhecimento ou um desconhecimento totalmente fragmentado e incoerente com respeito à doutrina e história do protestantismo. O que deveria ser do conhecimento de todos tornou-se algo limitado a alguns, não por falta de acesso da maioria, mas por desinteresse e total abnegação destes.

Se refletirmos acerca daquilo em que estão se transformando os chamados “evangélicos”, chegamos à conclusão de que toda a base do protestantismo (isto é, os Cinco Solas da Reforma) tem sido repudiada, não apenas um ou outro ponto mas todos os pontos.

Os nossos pais defendiam o “Sola Fide”, visto que é por meio do dom da fé que temos acesso a graça que nos salva. Apenas por meio da fé em Cristo e em sua obra podemos ser justificados, não por nossas obras, mas pelos méritos de Cristo: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2:8 – ACF) [2].

A crença atual dos evangélicos com respeito à fé não passa de uma ferramenta que deve ser utilizada a fim de se alcançar bênçãos e desejos. Hoje, vê-se o culto à (pseudo) fé, a fé na fé, o pensamento positivo, a confissão positiva. Não importa se há arrependimento, não importa se a fé está sendo depositada em Cristo. Basta que se creia, que se tenha fé. Voltemos ao genuíno Sola Fide!

Os nossos pais defendiam o “Sola Scriptura”, pois somente ela, a Revelação Divina Escrita, deve ser a regra de fé e de procedimento para o cristão: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Tm 3:16 – ACF).

A crença atual dos que compõe o “Movimento Gospel” com respeito às Escrituras Sagradas é tão frágil quanto uma taça de cristal, simplesmente porque pouco se interessam pelo estudo das Escrituras. Trata-se a Bíblia com um talismã, um objeto mágico. As “profetadas” e os “revelamentos” são, por vezes, mais valorizados do que o estudo sincero das Escrituras. Voltemos ao Sola Scriptura!

Os nossos pais defendiam o “Solus Christus”, pois tinha plena consciência de que a mensagem central de toda e qualquer comunidade que se pretenda cristã, deve ser a de Jesus Cristo e de sua cruz, pois por Ele e por sua obra fomos resgatadas da nossa vã maneira de viver, arrancados do império das trevas e feitos filhos de Deus: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12 – ACF).

O “Movimento Gospel” tem reputado a mensagem da Cruz a um segundo plano, ao invés disso o âmago de suas mensagens tem sido voltado para o ego e a satisfação humana (Para maiores detalhes confira: Voltando à rude cruz). Da mesma forma, as “músicas gospéis” não podem ser chamadas de louvores, não louvores a Deus e a Cristo, pois as tais não louvam a outro que não o ego humano (Para maiores detalhes confira: Todo louvor seja dado aos homens).

Os nossos pais defendiam o “Sola Gratia”, pois estavam certos de sua condição de corrupção e que se não fosse pela maravilhosa graça salvadora de Cristo, não poderiam ser salvos de seus pecados. Não há obra humana capaz de trazer reconciliação para com Deus. A obra de Jesus Cristo na cruz nos tornou propícios a Ele! “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3:23-24 – ACF).

O “Movimento Gospel” diminui dia a dia a depravação humana e obscurece a realidade da necessidade da graça que nos salva. Reputando ao homem a capacidade da escolha ou não da salvação, esquece-se de que se não for através do presente não merecido dado por Cristo não há obra nenhuma capaz de salvar.

Por fim, os nossos pais defendiam o “Soli Deo Gloria”, pois o temor e o tremor eram presentes em suas vidas. Sabiam que Deus reina em seu trono e nenhum outro que não Ele deve ser adorado: “Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus sábio, seja honra e glória para todo o sempre. Amém” (I Tm 1:17 – ACF).

O “Movimento Gospel” tem lutado insistentemente a fim de tirar Deus de seu trono e de em seu lugar colocar o homem. O egocentrismo tão característico do mundo pós moderno tem entrado sorrateiramente, mas pela porta da frente de muitas igrejas. As mensagens e os cânticos não se direcionam mais a adoração do único que é digno, mas tem buscado primordialmente massagear o ego humano.

Finalmente, fica-nos a reflexão dos rumos que têm seguido os evangélicos brasileiros. Que esta mensagem possa ecoar nos corações de muitos, pois é tempo de nos reformarmos, revermos nossos conceitos e militarmos pelo genuíno Evangelho. Sola Fide; Sola Scriptura; Solus Christus; Sola Gratia; Soli Deo Gloria!

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Notas:
[1] Para maiores detalhes conferir: A DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE. Disponível em:http://www.monergismo.com/textos/credos/declaracao_cambridge.htm. Acesso em: 01/12/ 2012.
[2] A versão utilizada neste artigo é a Almeida Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original (ACF) publicada pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

Fonte: Cosmovisão Cristã/Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ANAJURE critica resolução do CNJ que obriga cartórios a celebrar casamento gay


Os funcionários cristãos poderão procurar a entidade se não concordarem com a ordem.

por Leiliane Roberta Lopes


ANAJURE critica resolução do CNJ que obriga cartórios a celebrar casamento gay

Por meio de uma carta aberta, a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) repudia a aprovação da resolução nº 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O texto assinado pelo Dr. Uziel Santana, presidente da associação, foi endossado pelo Conselho Deliberativo Nacional (CDN) e afirma que os funcionários dos cartórios podem se valer do princípio de objeção de consciência, que é um direito fundamental.

A ANAJURE se oferece para prestar assistência jurídica aos servidores e funcionários dos cartórios que sejam cristãos e não aceitam se submeter ao regulamento.

“Quem não estiver de acordo com a celebração de casamento de pessoas do mesmo sexo e que não queira ser partícipe desse ato administrativo pode declinar, alegando objeção de consciência, não só por ser tal atitude fundada no direito constitucional, mas também pela flagrante inconstitucionalidade da medida, como explicamos no nosso parecer”, disse Santana.

A Associação de Juristas Evangélicos afirma que as últimas decisões do Supremo Tribunal Federal têm usurpado a função do Legislativo, lembrando que “o judiciário só pode intervir em casos excepcionais”.

“O STF não pode fazer mutações na constituição com implicações de ordem legiferante. Isso é uma clara usurpação da função do Poder Legislativo. É o que denominamos academicamente de judicialização do poder constituinte originário”, esclareceu.
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Fonte: Gospel Prime Notícias
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 11 de junho de 2013

LADRAO MINEIRO COMETE CRIME EM NOME DE “JAVÁ” E FALA LINGUAS ESTRANHAS

por: Leonardo Gonçalves




Na boa, nem sei como classificar isso aí. Seria tragico se não fosse cômico. Acho que é tragicômico!
Seria um caso de loucura, possessão demoníaca, exibicionismo ou comedia mesmo?
Assista e tire suas próprias conclusoes. Por favor, nao deixe de comentar!





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Fonte: Pulpito Cristão

O que dizer?
Mário

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Toque o mundo inteiro pela oração




A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com diáfana clareza (1Tm 2.1-3).

1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…”. As palavras próton pánton “antes de tudo”, indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: “Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4).

2. A variedade da oração (2.1b). “… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…”. Muito embora o objetivo de Paulo é insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração.

Primeiro, as “súplicas”. Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis, é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.

Segundo, as “orações”. Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias.

Terceiro, as “intercessões”. Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!

Quarto, as “ações de graças”. Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito.

3. O alcance da oração (2.1c,2). “… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…”. A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração:

Primeiro, “em favor de todos os homens”. Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão “todos os homens” neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.

Segundo, “em favor dos reis”. Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações.

Terceiro, “em favor dos que se acham investidos de autoridade”. A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.

4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.
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Rev. Hernandes Dias Lopes
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Em Cristo,

Mário

terça-feira, 4 de junho de 2013

O mundo tem amado o que é seu?


Por Mário César de Abreu

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia."(João 15 : 18,19)
Amados,o Senhor Jesus,prestes a dar sua vida  por amor aos pecadores,esteve consolando e ainda ensinando os discípulos mesmo próximo da hora da cruz  e entre outros ensinamentos preciosos nos deixou esta sábia mensagem acima. Temos visto que nos dias atuais muitos se dizem evangélicos mas, poucos são realmente crentes que têm o temor de Deus.

Meus queridos, "se o mundo tem amado o que é nosso" e não tem considerado como loucura a nossa pregação e o nosso viver _"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." (I Coríntios 1 : 18- ,é por que estamos trilhando caminhos que não glorificam ao Senhor. O mundo,infelizmente, tem adentrado às igrejas e trazido os seus costumes pecaminosos,o joio tem aumentado dentro dos nossos templos e no meio do povo de DEUS que desapercebido,têm acreditado que o mundo foi evangelizado de tal forma que é natural as pessoas que não professam a fé cristã,aproximarem se dos crentes e aprovarem nossa crença. Ledo engano,o mundo está cada dia pior e mesmo com a expansão do ensino do evangelho,muitos ainda não aceitam e se nos aprovam é porque nosso testemunho e prática da verdade estão precisando de revisão,a igreja no Brasil e no mundo necessita de outra reforma.

A leitura e o estudo da Palavra foram trocados pelos ensinamentos de homens que falam mentiras e pregam um evangelho adulterado:"Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências," (II Pedro 3 : 3.Muitos têm ensinado a chamada "teologia da prosperidade" que fala em ofertar para receber em dobro ou até cem vezes mais,fazendo comércio das coisas de Deus e com os desinformados:"E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita." (II Pedro 2 : 3).Mas, como o verso acima diz: a  condenação dos que tais coisas fazem não tarda.
Muitas outras invencionices e heresias são hoje comum no meio dito evangélico e tem levado muitos ao inferno.Como os fariseus cegos espiritualmente guiavam muitos para a cova,"Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova."  (Mateus 15 : 14)assim hoje, muitos líderes religiosos têm guiado outros tantos à perdição.

É hora de acordarmos e voltarmos ao evangelho puro e simples que Jesus ensinou e que traz sim a prosperidade mas, prosperidade no todo e não só no dinheiro,Calvino,grande teólogo da reforma protestante, costumava dizer que a prosperidade está ligada ao trabalho e vemos que  já no Edém e antes de pecar o homem já havia recebido de Deus um trabalho:"E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar."  (Gênesis 2 : 15).Ademais a prosperidade que vem de Deus abençoa a vida espiritual,emocional e material de maneira equilibrada.

A verdade bíblica  também ensina:"Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo."  (João 16 : 33): e mais:"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."  (Mateus 6 : 33) e ainda: "Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando."  (João 15 : 14), aflições ou sofrimento, pecado, arrependimento, obediência são palavras esquecidas nos dias de hoje mas sem os ensinamentos que elas representam,não há salvação e vida e sim perdição e morte:"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."  (Romanos 6 : 23)

O  verdadeiro evangelho ensina que temos que crer em Jesus e sua obra na cruz :"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."  (João 3 : 16); "Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus."  (João 3 : 18)."E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus."  (Colossenses 1 : 20) Este é o evangelho verdadeiro que ensina que o homem precisa de Cristo para a salvação e que embora, a vida possa ser abundante já aqui(João 10),as verdades essenciais do cristianismo são primeiro espirituais e tem a ver com a reconciliação do homem perdido com o Criador que é Santo e Justo e somente por meio da fé em Jesus Cristo  isso é               possível:"TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;"  (Romanos 5 : 1)

Enfim,tenhamos em mente que se somos servos de Cristo,não podemos servir nem agradar e muito menos sermos amados pelo mundo.O Senhor Jesus disse:"Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu SENHOR. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa." (João 15 : 20)

Assim sendo,vivamos de modo digno do chamado que recebemos de Cristo e preguemos sempre e somente, a verdade contida na bíblia,pois podem nos perseguir ou guardar a nossa palavra como disse o Mestre e Deus estará sendo glorificado e almas estarão sendo salvas.

Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 3 de junho de 2013

UM HOMOSSEXUAL CONDENA OS “DIREITOS HOMOSSEXUAIS”




Por Justin Raimondo

Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade. Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.

O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos.

Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais. Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neturalidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares. A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade. Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.
Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. os campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.
A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?
Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas pobres almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.

Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

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Dica da Norma Braga via Face. Fonte: Gays de Direita. Divulgação: Púlpito Cristão/JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

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