segunda-feira, 24 de março de 2014

EDIR MACEDO AFIRMA QUE RÉPLICA DO TEMPLO TERÁ GLORIA MAIOR QUE O TEMPLO DE JERUSALÉM


Faltam poucos meses para a inauguração do Templo de Salomão, um megatemplo construído pela Igreja Universal do Reino de Deus com capacidade para receber 10.000 pessoas. O prédio localizado no bairro do Brás, em São Paulo, já chama a atenção de quem passa pela Avenida Celso Garcia por conta de sua grandiosidade.

O líder da igreja, o bispo Edir Macedo, escreveu nesta segunda-feira (17) em seu blog que o lugar será o “Templo do Deus Vivo” por ter sido construído com sacrifício do povo de Deus. No pequeno texto Macedo cita que o terceiro Templo foi construído por Herodes e administrado por Caifás, homens perversos, mas mesmo assim Jesus honrou aquela Casa de Oração com a Sua presença.

“Ora, se o Templo construído e dirigido por homens cruéis foi honrado com a presença física do Senhor Jesus, imagine a honra que Ele dispensará ao Templo com a presença do Seu Espírito, naquele Lugar construído com o sacrifício do Seu povo!”, escreveu.

Macedo tem convicção de que o Templo de Salomão será dirigido pelo Espírito Santo e será uma Casa de Oração para todos os povos (Isaías 56.7; Mateus 21.13); Casa do Sacrifício (2 Crônicas 7.12); Morada de Justiça (Jeremias 31.23) e Santuário do Senhor (I Crônicas 22.19).


“Quem viver e lá entrar, não só verá, mas provará da Grandeza do Altíssimo com o recebimento do Seu Santo Espírito. Essa é a minha fé, E a sua?”, questionou o líder.

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Comentário de Leonardo Gonçalves do Púlpito Cristão
Edir é um velho mascate da fé. Loobo por maioria de votos. Grande "empreendedor", percebeu o crescimento da concorrencia (Mundial, Graça e outras cópias) e entendeu que precisava se destacar com um diferencial. Ele precisava oferecer algo que nenhum outro vendedor de milagres tivesse. Ele precisava de uma mercadoria exclusiva, para continuar crescendo como imperio religioso e recuperar aqueles que migraram para outras seitas como a do Valdemiro Santiago.

O Templo de Salomão da Celso Garcia representa exatamente esse marketing exclusivo. Macedo dará a seus seguidores idolatras a oportunidade de experimentar algo unico, algo que nenhuma seita de prosperidade no mundo pode oferecer. Acredito piamente que este empreendimento terá sucesso e atrairá idolatras de todas as matizes. Evangelicos idólatras, católicos idolatras, espiritas idólatras, todos estarão unidos nessa grande profanação!

Parabéns Macedo! Você venceu. Agora conseguiu se destacar de seus "rivais"! Você acaba de voltar à elite do estelionato da fé. Vai faturar mais que qualquer outro "empreendedor" religioso enquanto o fogo do inferno se aquece ainda mais para o dia da sua chegada.
Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário

sábado, 22 de março de 2014

JEAN WYLLYS PEDE ANISTIA PARA QUEM FOI PRESO POR VENDA DE DROGAS


O deputado BBB, eleito de carona, quase sem votos, continua causando estragos irreparáveis à sociedade. Veja na matéria abaixo*:
Por Rodrigo Constantino, na VEJA Online

É nisso que dá ter um sistema de eleição que garante carona a ilustres desconhecidos no voto dos outros. Com apenas 13 mil votos, um participante do Big Brother Brasil virou deputado federal, e com este poder, pode criar projetos de lei que atentam contra o país.



Jean Wyllys, dessa vez, pretende, além de legalizar a maconha (um debate legítimo), conceder “anistia” aos traficantes, que seriam perdoados de forma retroativa **:



O Projeto de Lei 7270/14 prevê anistia para quem foi condenado por venda da maconha. A medida vale para as condenações anteriores à aprovação da lei. Segundo o texto, o perdão é para “todos que, antes da sanção da lei, cometeram crime previsto na lei antidrogas, sempre que a droga que tiver sido objeto da conduta anteriormente ilícita por elas praticada tenha sido a cannabis [nome científico da planta], derivados e produtos da cannabis”.


Em entrevista ao Congresso em Foco, Jean disse que a soltura do traficante é uma questão de coerência. “Se a venda for legalizada, não faz sentido a pessoa continuar presa. A gente precisa ser uma sociedade solidária, discutir. Nós temos a quarta maior população carcerária do mundo”, disse ele hoje.


Quarta maior população carcerária do mundo e quinta maior população em termos absolutos, deputado! Um pequeno detalhe que foi estrategicamente ignorado, não é mesmo? Apenas China, Índia, Estados Unidos e Indonésia possuem população maior. Seria estranho ser a quinta população do mundo e ter a centésima população carcerária, não é verdade? Talvez fosse seu sonho, um país sem leis com todos soltos, ou quem sabe apenas conservadores atrás das grades…


Outra coisa: sociedade solidária? O que solidariedade tem a ver com isso, deputado? Solidariedade, para mim, é ajudar voluntariamente pessoas corretas, carentes, necessitadas. É ceder o próprio tempo para colaborar com trabalhadores em dificuldade, com gente honesta passando por algum aperto financeiro ou emocional.


Solidariedade é aquilo que as igrejas, tão atacadas por você e seus colegas, sempre fizeram, ao distribuir comida e oferecer abrigo a quem precisasse, tudo isso sem invadir nossos bolsos com impostos (o que retira o caráter voluntário, indissociável da solidariedade verdadeira, que jamais pode ser compulsória).


Perdoar um traficante que, sabendo da ilegalidade de seu ato, ainda assim assumiu os riscos e vendeu droga ilícita por aí, só pode ser visto como “solidariedade” em uma cabeça bastante conturbada. São critérios muito esquisitos e valores morais bem deturpados. Que, aliás, vão contra a imensa maioria da população:


De acordo com levantamento da empresa Expertise, divulgado no final do mês passado, 81% dos brasileiros são contra a legalização da maconha e 19%, favoráveis. Os números são semelhantes aos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apurados em 2013, que apontaram 75% da população contrária à liberação do entorpecente.


Como liberal, considero legítimo o debate sobre a legalização da maconha, apesar de entender que o tema está muito distante das prioridades brasileiras. Há tanto a fazer antes disso! Um país sem segurança, sem saneamento, com excesso de intervenção estatal, com impostos de 40% do PIB, com impunidade, com ausência de liberdade econômica, com comunidades dominadas por bandidos, vai realmente definir como prioridade liberal o direito de vender e consumir um entorpecente que é proibido quase no mundo todo? Seremos pioneiros e cobaias justamente nisso? Se nem a Holanda gostou muito desse caminho?


Alguém realmente acha que basta legalizar a maconha para derrotar o poder paralelo nas favelas, para reduzir a criminalidade? Ora, a venda de gás é absolutamente legal, mas em várias comunidades é controlada pelos traficantes. Por outro lado, a maconha é proibida em vários países que não enfrentam o mesmo problema de criminalidade e violência. O buraco é bem mais embaixo!


Sinto muito aos colegas libertários, mas tenho outras prioridades no momento. E vale observar que tipo de gente tem abraçado com tanta vontade essa bandeira, o que já é suficiente para dar calafrios em qualquer pessoa. Aquilo que socialistas desejam com tanto afinco deveria ser sinal de, no mínimo, alerta para qualquer liberal, conservador ou libertário.


Jean Wyllys escolhe o lado dos traficantes e, em nome da “solidariedade”, quer lhes conceder o perdão legal. Eu fico do lado da população brasileira…

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(*) Título original: Jean Wyllys novamente ao lado dos bandidos e contra a população(**) Especialistas da área jurídica informam que o deputado fez apenas populismo em cima de um princípio jurídico que já valeria. Se o crime for abolido, no caso todos aqueles que foram presos por conta deste crime devem ser soltos.


Fonte: Pulpito Cristão
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Em Cristo,
Mário


sexta-feira, 21 de março de 2014

Lendo a Bíblia Hoje


Alguns aspectos da pós-modernidade - nome que se dá à época em que estamos vivendo - se constituem em sérios desafios à leitura bíblica feita pelos reformados, mesmo aqueles que nunca ouviram o nome "pós-modernidade".

Os reformados têm tradicionalmente interpretado as Escrituras partindo de alguns pressupostos oriundos da Reforma protestante. O mais importante deles é que as Escrituras são divinas, em sua origem, infalíveis e inerrantes no que ensinam, seguras e certas no seu ensino. Para eles, a Bíblia é a revelação da verdade. Em decorrência, só existe uma religião certa, a que se encontra revelada na Bíblia. Logo, no raciocínio reformado, tudo o que é necessário à vida eterna e à vida cristã aqui nesse mundo estão claramente reveladas na Escritura. E tais coisas são claramente expostas nela.

Existem alguns aspectos da pós-modernidade que desafiam esse pressuposto central da interpretação reformada das Escrituras.

1) O conceito de tolerância. Eu me refiro à idéia contemporânea de total complacência para com o pensamento de outros quanto à política, sexo, religião, raça, gênero, valores morais e atitudes pessoais. Neste conceito de tolerância, as pessoas nunca externam seu próprio ponto de vista de forma a contradizer o ponto de vista dos outros. Esse tipo de tolerância não deve ser confundida com a tolerância cristã, pois ela resulta da falta de convicções em questões filosóficas, morais e religiosas: "A tolerância é a virtude do homem sem convicções" (G. K. Chesterton). A tolerância da pós-modernidade é fortalecida pela queda na confiança na verdade, atitude típica de nossa época.

É preciso observar que existe uma tolerância exigida do cristão. Devemos tolerar as pessoas. Todavia, não temos de tolerar suas crenças, quando estas contrariam a verdade de Deus revelada nas Escrituras. Temos o dever de ouvir o que elas tem a dizer, e aprender delas naquilo em que se conformam com a verdade bíblica. Porém, tolerância ao erro, quando a verdade bíblica está em jogo, é omissão.

A tolerância tão característica da pós-modernidade pode afetar a interpretação da Bíblia levando as pessoas a interpretá-la a partir do conceito de "politicamente correto." Evita-se qualquer leitura, interpretação ou posicionamento que venha a ser ofensivo à sociedade ou comunidade a que se ministra. Textos bíblicos que denunciam claramente determinados comportamentos morais são domesticados com uma leitura crítica que os reduz a expressões retrógradas típicas dos moralistas machistas do século I. Textos que anunciam a Cristo como o único caminho para Deus são interpretados de tal forma a não excluir a salvação em outras religiões.

2) O inclusivismo. Num certo sentido, é o resultado do multiculturalismo do mundo pós-moderno. Não há mais no mundo ocidental um país com uma cultura única e uma raça homogênea. Países ocidentais são multiculturais e têm uma mescla de diversas raças. Para que não se seja ofensivo, e para que se possa conviver harmoniosamente, é necessário ser inclusivista. Isso significa dar vez e voz a todas as culturas e raças representadas.

Na sociedade pós-moderna, o conceito ser estende para incluir os grupos moralmente orientados. Significa especialmente repartir o poder com as minorias anteriormente oprimidas pelas estruturas de poder, como por exemplo, os homossexuais, pobres e minorias étnicas.

Existem coisas boas do inclusivismo multiculturalista, como por exemplo, estudos nos meios acadêmicos sobre a cultura de raças minoritárias e oprimidas no ocidente, como africanos, hispânicos e orientais. Também a criação de bolsas de estudos e empregos para membros destas minorias raciais, bem como de grupos oprimidos, como as mulheres. Ainda digno de nota é a luta contra discriminação baseada tão somente em raça, religião, postura política e gênero.

Mas existem coisas que nos preocupam no inclusivismo. A maior de todas é que o inclusivismo exclui qualquer juízo de valor em termos morais, religiosos, e de justiça. Tem que ser assim para que o relacionamento multicultural e multi-moral funcione.

O inclusivismo acaba também influenciando na interpretação bíblica. Sua mensagem é abordada do ponto de vista do programa das minorias. Por exemplo, a chamada teologia da libertação (meio defunta hoje) e as teologias feministas.

3) O relativismo. No que tange ao campo dos valores e dos conceitos morais e religiosos, é a idéia de que todos os valores morais e as crenças religiosas são igualmente válidos e que não se pode julgar entre eles. A verdade depende das lentes que alguém usa para ler a vida. O importante é que as pessoas tenham crenças, e não provar que uma delas é certa e a outra errada. Não há meio de se arbitrar sobre a verdade porque não há parâmetros absolutos. Desta forma, alguém pode crer em coisas mutuamente excludentes sem qualquer inconsistência.

Existem alguns perigos no relativismo quanto à leitura da Bíblia. Primeiro, o relativismo acaba por minar a credibilidade em qualquer forma de interpretação que se proponha como a correta. Segundo, acaba por individualizar a verdade. Cada pessoa tem sua verdade e ninguém pode alegar que a sua é superior à dos outros. Portanto, ninguém pode ter a pretensão de converter outros à sua fé.
Muitos cristãos são tentados a suavizar a sua interpretação da mensagem do Evangelho, excluindo os elementos que não são "politicamente corretos" como: pecado, culpa, condenação, ira de Deus, arrependimento, mudança de vida. Acaba sendo uma tentação de escapar pela forma mais fácil do dilema entre falar todo o conselho de Deus ou ofender as pessoas.

Esses são alguns dos perigos que a pós-modernidade traz à leitura e interpretação das Escrituras. Reconhecemos a contribuição da pós-modernidade em destacar a participação do contexto e do leitor na produção de significado, quando se lê um texto. Porém, discordamos que isso invalide a possibilidade de uma leitura das Escrituras que nos permita alcançar a mensagem de Deus para nós e de ouvir a voz de Cristo, como Ele gostaria que ouvíssemos.

Postado por Augustus Nicodemus Lopes no seu blog:http://tempora-mores.blogspot.com.br/
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 3 de março de 2014

"O que Jesus quis dizer quando afirmou: ‘EU SOU’?"



Jesus, em resposta à pergunta dos fariseus "Quem você pensa que é?" disse: "‘Abraão, pai de vocês, regozijou-se porque veria o meu dia; ele o viu e alegrou-se'. Os judeus perguntaram: 'Você ainda não tem cinquenta anos, e viu Abraão?' Jesus respondeu: ‘Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!’" A reação violenta dos judeus à afirmação "EU SOU" de Jesus indica que compreenderam claramente o que Jesus estava declarando -- Ele estava igualando-se a Deus ao usar o mesmo título “EU SOU” que Deus dera a Si mesmo em Êxodo 3:14.

Se Jesus tivesse querendo dizer apenas que já existia antes do tempo de Abraão, Ele teria dito: "Antes de Abraão, eu era." As palavras gregas traduzidas como "nascer" no caso de Abraão e "sou" no caso de Jesus são bastante diferentes. As palavras escolhidas pelo Espírito deixam claro que Abraão foi "trazido à existência", mas que Jesus existia eternamente (João 1:1). Não há dúvida de que os judeus entenderam o que Ele estava dizendo porque pegaram pedras para matá-lo por clamar-se igual a Deus (João 5:18). Tal declaração, se não fosse verdade, era uma blasfêmia e a punição prescrita pela lei mosaica era a morte (Levítico 24:11-14). No entanto, Jesus não cometeu blasfêmia; Ele era e é Deus, a segunda Pessoa da Trindade, igual ao Pai em todos os sentidos.

Jesus usou o mesmo termo "EU SOU" em sete declarações sobre Si mesmo. Em todas as sete, Ele combina EU SOU com metáforas que expressam a Sua imensa relação de salvação com o mundo. Todas aparecem no livro de João: EU SOU o Pão da vida (João 6:35, 1, 48, 51); EU SOU a Luz do mundo (João 8:12); EU SOU a porta das ovelhas (João 10:7,9); EU SOU o Bom Pastor (João 10:11, 14); EU SOU a Ressurreição e a Vida (João 11:25); EU SOU o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6) e EU SOU a videira verdadeira (João 15: 1,5).
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Em Cristo,
Mário

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