quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

MURDOCK DE NOVO? NÃOOOOOOOOOO! PARTE II



Por Giovani Santos
A cizânia já foi semeada nos campos do Senhor há muito tempo, o mal está feito. Estes "thieves" são amantes dos cifrões, serviçais do engano e asseclas de Mamom. Seu desvio flagrante é notório e inconteste, seus rastros de perdição são indeléveis.

Seus corações estão cheios de "covetousness", suas almas sorveram da poção soporífera de Balaão e se tornaram pregadores do entorpecimento espiritual.

Estava ponderando sobre a seguinte questão: não é a igreja uma entidade sem fins lucrativos? Como, pois, é uma instituição que ostenta tanto poder aquisitivo nas mãos de umas poucas pessoas - seus pretensos administradores?

A Forbes tocou o dedo na ferida ao revelar as fortunas dos "pastores " ou, diga-se de passagem "wolves of the multitudes" que em sua torpe ganância engordaram suas contas bancárias, criaram impérios e, sobretudo, ergueram um exército de fiéis zumbificados e subservientes que seguem a risca o bordão de uma antiga brincadeira de criança que dizia: " O que o mestre mandar, faremos todos! " 

Desse modo, como que em transe hipnótico, amealharam pela via da credulidade cega, os subsídios necessários para a construção de seus mega-templos faraônicos  e salomônicos, implementando com tal tática seus maquiavélicos planos de poder em todos os sentidos. A máxima proverbial e descarada deles é, permitam- me a paráfrase : "Não acumuleis tesouros nos céus , mas depositai-os na minha conta".

Com essa cantilena sórdida e imoral se permitem a luxos impensáveis à grande maioria de seus fiéis, muitos dos quais vivendo à custa de um parco salário mínimo. Tudo isso "tenho contemplado debaixo do sol", usando aqui a antiga frase deEclesiastes. Tudo e mais um pouco! 

Infelizmente muitos já se acostumaram a esta normose religiosa que por sinonímia faz de pastores um símbolo de extorsão e estelionato espiritual, um lamentável estereótipo cunhado pelas intemperanças e excessos de nossos líderes cegos pelo ouro dos tolos ou seria dos bobos?
O Silas há muito se desviou da pureza doutrinária. As suas atitudes intempestivas bem como seu comportamento antipático, destoam do padrão digno dos verdadeiros homens de Deus, cuja vida deve ser pautada no comedimento e na mansidão. Soma-se a isso tudo, o seu envolvimento com o mestre da prestidigitação, Morris Cerullo, e o mago-mor nas técnicas alquimistas de transformação de fé em ouro, Mike Murdock. 

O Midas em questão, notabilizado por Malafaia, como um dos homens "mais sábios da atualidade" deixaria Salomão no chinelo. Quantos superlativos supérfluos a um simples mortal fadado ao ocaso como qualquer um de nós! Eles esqueceram que tudo o que é elevado demais entre os homens soa como abominação ao Senhor. 

Está mesma jactância foi visível em Satanás, perceptível em Nabucodonosor e flagrante em Herodes. E qual foi mesmo o fim deles? O primeiro foi expulso do céu, o segundo foi comer grama como um quadrúpede e o terceiro foi comida de bichos como todos nós já sabemos.

Apesar de todos esses exemplos bíblicos os homens persistem em sua contumácia e arrogância contra os céus.  Estão tão enebriados por tais encantos e futilidades que há muito se esqueceram de trilhar o caminho do bem. O prêmio do engano de Balaão é replicado e os tropeços são tão normais que o claudicar se tornou virtude louvável. 

Quantos infelizes se tornaram presas destes lobos e foram destruídos por sua sanha e loucura desenfreada. Mentes foram obscurecidas e verdades foram distorcidas no afã de se reunir rebanhos para a rapinagem. Vivemos a era da lobificaçao. Uma época marcada por homens frívolos no exercício do pastorado e por rebanhos marionetizados por uma hipnose retórica e sedutora, que atrai multidões ao mesmo abismo de vaidade. Triste, não é irmão Alberto!?

É triste sim, irmão Giovani.
E o que diz a Bíblia?

“Os seus príncipes (Malafaia, Macedo, Valdomiro, RR Soares, Valnície Milhoens, etc) no meio dela (igreja não purificada) são como lobos que arrebatam a presa para derramarem o sangue eganharem lucro desonesto” (Ez 22:27).
“Os seus profetas (Murdock, Morris, Monroe, etc) lhes encobre isto com cal, enganam o povo com visões falsas e adivinhações mentirosas. Dizem: Assim diz o Soberano, o Senhor, quando o Senhor não falou” (Ez 22:28)
Então:
“Acautelai-vos dos falsos profetas que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, *mas por dentro, eles são como lobos devoradores que exploram suas congregações por dinheiro* (Mt 7:15)

bjnewlife.org – The new life mission
…*But inwardly, they are like ravenous wolves who exploit their congregations for their Money* via Blog do Alberto
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 Alertando e confrontando  como Elias fez,
Mário César de Abreu

Um clamor por restauração




O livro de Malaquias registra várias audiências de Deus com o seu povo. Nessas audiências, Deus reafirmou ao povo o seu amor e alertou-o acerca do perigo de se desprezar a santidade do culto. Apontou o problema da infidelidade conjugal e o desprezo pelo seu juízo.

O povo de Deus estava não apenas longe, mas também indiferente ao seu clamor. Em Malaquias 3.7-12, o profeta registra um grande clamor por restauração.

Restauração Moral (Ml 3.7)
O povo havia se desviado dos estatutos de Deus e desobedecido os seus mandamentos. Dois graves problemas estavam acontecendo: Primeiro, o povo havia se afastado de Deus. Segundo, o povo não tinha consciência de que estava vivendo longe de Deus. Mais grave do que o pecado é a falta de consciência dele, é o coração endurecido.

A ordem de Deus foi clara: “Tornai-vos para mim, eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos exércitos”. O profeta Malaquias está ressaltando que a causa dos problemas é o nosso afastamento de Deus. A retenção dos dízimos não era a causa, mas a conseqüência do afastamento de Deus. Primeiro o coração se volta para Deus, depois os dízimos são entregues com fidelidade.

O coração chega no altar antes do bolso. Primeiro o coração é convertido ao Senhor, depois o bolso. Onde está o nosso tesouro, aí está o nosso coração.


Restituição Material (3.8-10)
O povo de Deus estava cometendo quatro graves pecados contra Deus em relação ao dízimo: Primeiro, estava retendo o que é santo ao Senhor, os dízimos e as ofertas. O dízimo não nos pertence, ele é de Deus, é santo ao Senhor. Segundo, estava subtraindo parte do dízimo. Deus não se deixa enganar e o profeta corrige a falha ordenando:

“Trazei todos os dízimos”. Terceiro, estava administrando o dízimo. Deus nunca nos deu procuração para administrarmos pessoalmente o dízimo; ele deve ser entregue na Casa do Tesouro.

Quarto, estava subestimando o dízimo. O povo ao ser confrontado sobre a infidelidade na devolução dos dízimos, perguntou: “Em que te roubamos?” E o profeta foi claro: “Nos dízimos e nas ofertas”.

O profeta Malaquias fala sobre três verdades importantes sobre a restituição dos dízimos:

Primeiro, o lugar dessa restituição: A Casa do Tesouro (Ml 3.10). Assim como não podemos nos alimentar num restaurante e pagar a conta noutro, não devemos ser membro de uma igreja e entregar o dízimo noutra. Segundo, a proporção dessa restituição: Todos os dízimos. A palavra dízimo significa dez por cento. Não podemos ser fiéis a Deus retendo parte desse valor que pertence ao Senhor. O dízimo não é sobra, é primícia. Ele é santo ao Senhor, não podemos usá-lo nem administrá-lo ao nosso bel prazer. Terceiro, a finalidade dessa restituição: “… para que haja mantimento em minha casa” (Ml 3.10). Deus proveu todos os meios para o sustento da sua obra. Esses recursos são os dízimos e as ofertas.

Você tem sido fiel a Deus, voltando-se para ele de todo o seu coração? Você tem devolvido ao Senhor com fidelidade os dízimos e as ofertas? Faça prova de Deus e você verá que as janelas dos céus serão abertas e bênçãos abundantes serão derramadas sobre sua vida.

Rev. Hernandes Dias Lopes.                                                   Blog Palavra da Verdade
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

TESTEMUNHO:Mulheres impedem assalto após clamar “Em nome de Jesus” Assaltante invade festa e tem roubo frustrado


por Jarbas Aragão


Mulheres impedem assalto após clamar “Em nome de Jesus”

Um homem mascarado portando uma arma tentou assaltar um grupo de mulheres em uma casa na cidade de Lake City, Florida. Mas o roubo foi frustrado por uma demonstração de fé.

Derek Lee, 24 anos, entrou em uma casa onde 14 mulheres estavam reunidas para uma festa. O jovem tinha a cabeça coberta por uma máscara de esqui. Ele surpreendeu a todas as presentes, apontando a arma para a dona da casa e mandando que entregassem todo o seu dinheiro e os celulares.

Uma das convidadas disse que algumas das presentes acharam que era uma brincadeira, mas mudaram de ideia quando ele começou a gritar: “Eu não estou brincando, eu vou atirar em alguém, dê-me o seu dinheiro.”

Jacquie Hagler, a dona da casa, conta como reagiu: “Quando percebi o que estava acontecendo, levantei-me e disse: “Em nome de Jesus, saia da minha casa agora!. Ele disse que ia atirar. Eu tomei coragem e disse de novo, bem alto. Todo mundo começou a repetir: “Jesus, Jesus, Jesus”. O homem parou, correu para a saída o mais rápido que pôde e sumiu.”

Baseado na descrição das mulheres, os investigadores foram capazes de identificar e prender Lee pouco tempo depois. Ele está no Centro de Detenção do condado de Columbia aguardando julgamento.

Donna Bowen, que estava na festa com sua filha de 14 anos de idade, disse aos repórteres “Eu sei que a mão de Deus … estava lá. Se não estivesse, poderia ter acontecido algo horrível.”

A senhora Hagler, uma evangélica membro da Igreja Christ Community Church, enfatizou : “Eu o perdoei e oro por sua salvação. Espero que esta situação o leve a mudar de vida e aceitar o Senhor… Estou tão agradecida pelo apoio da imprensa em divulgar isso. Minha oração é que o que aquilo que o diabo planejou para o mal, resulte para o bem e para a glória de Deus. Essa é uma das experiências mais espirituais que já tive. ”

O policial Craig Strickland, que atendeu o caso não duvidou do relato, pois é um cristão; “Não incentivamos ninguém a levantar-se e desafiar um ladrão… mas tenho de admirar a coragem dessas mulheres… todas são cristãs e conhecem o poder do nome de Jesus”. Com informações Charisma News e News4jax.
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Fonte: Gospel Prime
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

A TRAGÉDIA DE SANTA MARIA: DEUS ESTÁ DO LADO DOS QUE SOFREM

Amados,temos que ser solidários e orar pelos que estão sofrendo pela perda de parentes e amigos,devemos chorar com os que choram ,é isso que nos ensina as Escrituras Sagradas e vejam o nos diz Pv 17.5: “o que se alegra na calamidade, não ficará impune".
Amém?
Mário




Por Leonardo Gonçalves

Tragédias como a de Santa Maria – RS costumam sucitar o debate sobre a soberania de Deus e a responsabilidade humana. Um debate besta, diga-se de passagem, uma vez que a Biblia afirma tanto uma coisa como a outra. É verdade que não podemos explicar o paradoxo, mas podemos aceitar a verdade revelada e crer que Deus é poderoso até mesmo para extrair o bem do mal, redimindo a dor das familias enlutadas.

Mesmo assim, os coraçoes sensíveis costumam perguntar-se: “Onde está Deus em uma hora assim?”. De certo, é uma pergunta complicada, mas pode ser dissipada à luz do evangelho: Jesus sempre se posicionou ao lado dos sofredores. Creio que em momentos assim, devemos recordar este fato. Jesus se interessa em nosso sofrimento, pois ele mesmo experimentou na carne o que é sofrer. Ele é empatico à nossa dor.

Em lugar de perguntar onde está Deus em meio à tragédia, devemos recordar que todo caos neste mundo foi desencadeado pelo pecado. Este mundo nao é mais aquela criaçao original de Deus, porém o Senhor promete em sua palavra que haverá um dia em que ele restaurará todas as coisas. Naquele dia, diz o profeta-apostolo, “Ele enxugará dos olhos toda lagrima, e já nao haverá morte, nem pranto, nem clamor ou dor” (Ap 21.4). Até lá, no entanto, permanece a máxima inexoravel: “no mundo tereis afliçoes”.

Creio que em lugar de içar dedo acusador, a igreja deveria se posicionar ao lado dos que sofrem, pois é lá que Cristo está. Como corpo de Cristo, precisamos levar consolaçao aos coraçoes dos parentes das vitimas desta catastrofe. Em lugar de perder-nos em debates teologicos que nao vao levar a nenhum lugar, e ainda aprofundarao a dor no coraçao de quem perdeu um pedaço de si, devemos levar esperança onde ela está prestes a extinguir-se.

Aos profetas despiedados, evangelicos sem evangelho, urubus religiosos cujo oficio no ultimo dia tem sido insultar a memoria das vitimas do incendio em Santa Maria lançando em rosto seus pecados, gostaria de fazê-los recordar as palavras de Jesus no evangelho de Lucas, muito propicias em tempos de calamidade:

“E naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. E respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis. E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais culpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” (Lucas 13:1-5)

Que Deus abençoe as familias das vitimas do incendio em Santa Maria. E que Deus fortaleça a igreja gaúcha para ser “a fortaleza do necessitado na sua angústia, refúgio contra a tempestade” (Isaias 25.4).

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Leonardo Gonçalves, no Púlpito Cristão/Divulgação: Jesus é O Senhor
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Como barro nas mãos do oleiro



Jeremias 18.1-6 é um dos textos mais sugestivos da Bíblia. O profeta é chamado não para pregar um sermão, mas para fazer o sermão. Ele desce à casa do oleiro para ver como este molda o barro informe e faz dele um vaso belo, útil e precioso. Esse importante relato nos ensina grandiosas lições espirituais. Vejamo-las.

1. O oleiro dá forma ao vaso – O oleiro apanha o barro informe e amorfo e dá a ele uma forma única e singular. Nós somos como o barro. Se abandonados à nossa própria sorte, somos como barro sem vida e sem forma. Deus é o oleiro que toma esse barro, trabalha nele e o molda segundo o seu querer. O barro é totalmente passivo nas mãos do oleiro. Ele recebe a forma que o oleiro quer. O oleiro é soberano em fazer do barro o que lhe apraz. Foi Deus quem nos criou e nos deu forma. Ele é quem nos molda segundo o seu querer e para os propósitos soberanos da sua vontade. O barro não pode rebelar-se contra o oleiro nem fazer sua própria vontade. Cabe-lhe sujeitar-se humildemente ao propósito do oleiro.

2. O oleiro dá beleza ao vaso – O oleiro não apenas dá forma ao vaso, mas também beleza. A peça de barro é modelada, desenhada, pintada, levada ao forno e vitrificada. É um dos itens mais funcionais que existem e, também, um dos mais belos. Nós somos feitura de Deus. Somos o seu poema mais belo, a menina dos seus olhos, a sua herança e a sua delícia. Deus não apenas nos criou, mas também está nos modelando e nos transformando na imagem de Cristo. Deus está trabalhando em nós e nos refinando até que a beleza de Cristo seja vista em nós. Nós somos o santuário da habitação de Deus. A glória de Deus está neste santuário. As digitais de Deus e a beleza divina estão estampadas neste vaso. A glória do vaso não está em seu material. Ele é de barro, mas o que tem dentro deste vaso é que lhe dá beleza e valor. O apóstolo Paulo escreve: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós" (2Co 4.7).

3. O oleiro dá utilidade ao vaso – Normalmente, fazemos distinção entre o que é útil e o que é belo; entre o necessário e o elegante. Um vaso é sempre útil. Ele é moldado para ser usado com um propósito. Nós somos salvos para sermos vasos de honra. Um vaso para ser útil precisa estar limpo e sem rachaduras. Um vaso é usado para ornamentar e para transportar algum conteúdo. Como vasos de honra, refletimos a glória do nosso Deus e transportamos um senso real da sua presença. Assim como cada vaso é uma obra de arte singular, somos também obras primas do criador. Não há ser humano que não seja útil e que não tenha o seu papel dentro do propósito divino. Não há ser humano que não seja único, dotado de linhas, cores e formas, totalmente distintas de qualquer outro. Deus não faz vasos em série. Cada vaso é singular.

4. O oleiro faz de novo o vaso estragado – O oleiro não jogou fora o vaso que se lhe estragou na mão. Ele fez dele um outro vaso, um vaso novo conforme sua vontade. Deus amassa e pressiona, estica e comprime o barro. O trabalho do oleiro é reiniciado hábil e pacientemente. Deus não joga fora o vaso que foi danificado. "Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel?" (Jr 18.6). Deus não desiste de nós. Ele nos dá uma segunda chance e nos oferece a oportunidade de recomeçar uma nova caminhada. Esse processo não é indolor, mas seu resultado é glorioso. Deus quebra o vaso e faz dele um vaso novo. Deus amolece o barro, amassa-o, molda-o e depois o leva ao fogo. Então, depois desse processo, renasce um vaso belo, útil e precioso, um vaso de honra!

Rev. Hernandes Dias Lopes                                     Blog Palavra da Verdade
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Em Cristo,
MCA

sábado, 26 de janeiro de 2013

Doe o que há de mais valioso para um cristão perseguido! Doe Bíblias!

AjudeDoe o que há de mais valioso para um cristão perseguido! Doe Bíblias!

Muitos dos nossos irmãos sofrem perseguição por amar a Deus e sua Palavra. E muitos deles não têm o grande privilégio de possuir sua própria Bíblia para poder estudá-la diariamente. Muitos demoram anos para poder possuir um exemplar individual, porque na maioria das vezes, eles precisam dividir um único exemplar com várias pessoas. Com apenas R$10,20 - doe o que há de mais valioso: uma Bíblia

Em Cristo,
Mário

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Projeto missionário envia 10 mil Bíblias para Guiné-Bissau


A AD de Jundiaí também conseguiu juntar o material para a construção do primeiro Instituto Bíblico do país

por Leiliane Roberta Lopes

Projeto missionário envia 10 mil Bíblias para Guiné-Bissau

Um ano depois de lançar o projeto para a construção do primeiro Instituto Bíblico das Assembleias de Deus em Guiné-Bissau, a AD de Jundiaí (SP) conseguiu imprimir as 10 mil Bíblias em crioulo e também o material necessário para construir o espaço.

A ideia foi lançada durante a 22ª Conferência Missionária, o pastor Esequias Soares é quem lidera os dois projetos, tanto a impressão das Bíblias no idioma local como na construção do instituto.

Contando com o apoio da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) Soares e sua equipe de missionários conseguiram alcançar seus objetivos. “Agradecemos à CPAD, na pessoa do seu diretor-executivo, o amado irmão Ronaldo Rodrigues de Souza, pela sua valiosíssima cooperação na obra missionária”, destacou o pastor.

O carregamento contendo as Bíblias e o material partiu do Brasil no dia 18 de janeiro rumo ao país africano. As informações são do CPAD News VIA Gospel Prime
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Em Cristo,
Mário

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

MIKE MURDOCK? DE NOVO? NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

AMADOS,O TEXTO É LONGO MAS, LONGA TAMBÉM É A LISTA DE BENÇÃOS QUE VIRÁ DA CORRETA COMPREENÇÃO DOS  GOLPES APLICADOS PELOS ESTELIONATÁRIOS DA FÉ AQUI EXPOSTOS, MAIS UMA VEZ.
MCA

Por Alberto Couto Filho


· Às autoridades constituídas – policiais e judiciárias

SOCORRO!
POLICIA!
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL!
RECEITA FEDERAL!
JOAQUIM BARBOSA!
LUIZ FUX!
Aos céus:
SOCORRO JESUS! MARANATA!
PAROUSIA JÁ!


Leitores amigos que estão por aqui, vivendo uma triste realidade nesta “quase real” Gothan City.


Perdoem-me por tardar a comentar sobre estas últimas (Queira Deus) aparições do charlatão Mike Murdock, na TV. A presença daquele abjeto saltimbanco vinha sendo anunciada pelo seu parceiro brasileiro pastor Silas Malafaia. Avizinhava-se um novo golpe, um conto-do-vigário com a marca registrada dos estelionatários norte-americanos, seus mentores aqui pela ADVEC.
Confesso não ter acreditado que ele tivesse coragem de voltar à “terrinha” face à decepção, à grita levantada pelas vítimas que assistiram o “crac” do malogrado “Clube de um milhão de almas”.
Eu, particularmente, não acreditava neste audacioso retorno, mesmo com a segurança e o carro blindado do seu comparsa brasileiro, da mesma forma que não acredito nos números registrados por aquele marcador – tem muita gente morrendo de ódio desses charlatões.


“Consummatum est” – puseram em execução um novo plano para tirar dinheiro daqueles que, dificilmente, terão danos reparados pela nossa Justiça, se/quando reclamados os valores entregues àqueles espertalhões para a aquisição das bênçãos do Senhor (!)


ATENÇÃO! LESADOS, AFLITOS OU AMBICIOSOS, VÍTIMAS DOS RUFIÕES DA PROSPERIDADE: Malafaia, Morris e Murdock.
· O trato com o dinheiro é objeto de tutela Civil e também na esfera Criminal;
· Vocês podem pedir, na Justiça, a devolução daquela malfadada semente, sob a alegação de ter havido um constrangimento emocional ou por ter havido uma promessa ou garantia de que aquela doação (oferta) teria um retorno, uma espécie de “bônus espiritual” (?) conferido por Deus, sob a forma de benção – se conseguir advogado para reparar o seu dano e se tiver recursos para pagar um excelente causidico para comprovar a existência da ilicitude e contestar a fraude ou a torpeza bilateral (será que vale a pena?);
· Por não haver reparação da perda sofrida, o Direito Civil, infelizmente, não pode taxar os embusteiros de criminosos. Por isso os finórios da prosperidade voam tranquilos nos seus jatos, enquanto acontece a inadimplência de alugueres, prestações, mensalidades escolares e outras obrigações contraídas pelas ingênuas (não para a nossa Justiça) vítimas do golpe;
· Já o Direito Criminal, se invertida a ordem das proposições (acusação), prevê a reparação do dano, desde que o delito seja comprovado. Esta reparação será de obrigatoriedade legal a partir do disposto no Código Penal que a tem como consequência obrigatória da condenação;
· Não importa se o “otário” agiu de boa ou má-fé, se era ou não legal fazer a doação ou se agiu de forma torpe. Seu advogado precisa levar ao juiz a existência do estelionato, o crime perpetrado, por assim dizer.


O irritadiço "boca-suja", o polêmico e cobiçoso Silas Malafaia prossegue incólume, ileso, amontoando para si, não só mestres estelionatários, como também, uma considerável fortuna com o dinheiro que arrecada. Salomão estava certo quando escreveu sobre a impossibilidade do homem ganancioso dominar esta esta fraqueza pelo dinheiro: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância, as riquezas, nunca se farta da renda; também isto é vaidade”.(Ec 5:10)
Parece que o senhor Silas desprezou o ardiloso Murdock, quando disse, $abiamente (?? rsrsrs):: 107 “Uma fraqueza que não é dominada sempre gera uma tragédia”


Se o Murdock não tivesse o dinheiro que tem, não conseguiria minimizar os efeitos da tragédia que se abateu sobre ele ao final de 2011 – “o feitiço teria virado contra o feiticeiro, por ter sido revelada uma das suas torpes fraquezas”:
Um missionário e amigo da família de Murdock escreveu um livro sobre o Pastor, onde faz diversas acusações. O livro intitulado “Thieves: A dirty TV pastor and the man who robbed him” (em tradução livre para o português: “Ladrões: um pastor da TV desonesto e o homem que o roubou”) traz diversas e detalhadas acusações contra Mike Murdock e ainda relata a fraqueza daquele Pastor por riquezas e mulheres rameiras.
O autor do livro, Brian “Trey” Smith, amigo íntimo de Jason Murdock, filho do charlatão, afirma ter conhecido uma sala secreta na mansão da família, que mais parecia um grande cofre, onde o Pastor mantinha bebidas, relógios e moedas de coleção e revistas pornográficas.
Pois é, prosélitos da ADVC – esse é o “Charada”, inimigo íntimo da nossa iludida Gotham e amigo íntimo do pastor “Duas Caras”. Confiram na Web.


Se, realmente, o enfatuado Silas formou-se em Psicologia, ele sabe da necessidade que tem de tratar-se com um psicanalista e, até, com um psiquiatra, pois são visíveis os sintomas de um “TPH” (Transtorno de personalidade histriônica). Venham comigo e com o psicanalista Armando Colognese Jr do Instituto Sedes Sapientiae de São Paulo, e confiram estes sintomas:
Egocentrismo (individualismo) desorganização egóica, egotismo, egolatria, autoindulgência insensata, comportamento persistente e manipulativo para suprir suas próprias necessidades, atitudes onipotentes de tom de superioridade.
Segundo Colognese, tipos como o Silas agem assim como defesa, quando se sentem muitíssimo ameaçado por uma situação catastrófica (tipo um colapso psicótico ou medo de ser desvendado, desmascarado e cair em desgraça) – será isto?.
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Será que esses dois enfatuados não percebem que esta nova pantomina da dupla irá criar mais cizânia no âmbito da Igreja?
Teremos, como agora, mais contenda de palavras, provocações e altercações sem fim, enquanto somos escarnecidos pelos ímpios por estarem blasfemando contra o nome do nosso Deus.


Nosso conhecido Siri-Na-Lata, tido por alguns como o novo Bozó da TV Globo, tornou-se cúmplice de charlatões da prosperidade como Morris Cerullo, Miles Monroe e Mike Murdock, adeptos fervorosos de Mamon, alguns dos responsáveis diretos por esta minha dolorosa "EMEfobia parcial” (permitam-me risos);
Prestes a deixar de ser crente temente a Deus ao concluir sobre o quão insuportável estava sendo para ele a sã doutrina; por ter experimentado, no passado, por várias vezes, a vergonha, os rigores e as dores de uma insolvência parcial e por ter sentido muitas comichões em seus ouvidos, procurou cercar-se de falsos mestres, segundo sua própria cobiça.
Aqui está o Silas fazendo ouvidos moucos à verdade; ocupando-se com os mitos gnósticos do mumiático Morris Cerullo, perdido em deseducada e frívola tagarelice, quando o seu cúmplice Murdock é acusado de ser um notório aldabrão, um escroque internacional.
Hoje, lamentavelmente, constata-se que o lábeu do Malafaia tem como arquétipo o mau caráter do cínico Mike Murdock (confissão no vídeo) seu astuto comparsa que com firulas metafóricas, ditas e escritas, consegue encobrir suas invencionices doutrinárias, de pessoas, minoritariamente generosas, e outras tantas em sua grande maioria aflitas ou ambiciosas, extorquindo-as em troca de promessas de bênçãos do Senhor.


E ei-lo, a meu ver acintosa, e corajosamente, mais uma vez entre nós,
Ei-lo, de volta à cena do crime perpetrado em 2010 (Clube de Um Milhão de Almas) para o ajuste de contas com seu comparsa brasileiro.
Devido aos pífios resultados obtidos pelo ardiloso plano de captação de recursos para financiar os projetos pessoais do conhecido franqueador da marca “VC”, mediante aquela ruinosa semente de 1000 reais, ai está o Silas, mais uma vez, com um novo conto-do-vigário, golpe urdido, em meses anteriores, para cobrir o débito gerado pela não consecução do objetivo financeiro do “clube”, baseado em cláusula contratual da consultoria negociada com aquele safardana norte-americano, apoiada por mais uma das suas chaves de sabedoria (?):
114 “O trabalho é a resolução de problemas por uma recompensa previamente acertada”.
Viram só? O sabichão do Murdock “não dá ponto sem nó”.


Observem que a semente tem o mesmo valor, o que sugere uma prorrogação do contrato (renovação), por mais um ano, com amortização (percentual sobre o total de certificados de participação do “clube”).
Tal e qual o livro (fracasso de vendas) “1001 Chaves da Sabedoria”, chega às mãos dos sectários da ADVEC, um novo buzugo literário de autoria do Murdock, com o título “O Desígnio”, para distribuição gratuita (rsrsrs) entre aqueles leitores/vítimas da renovação do golpe. Esses, nestes últimos tempos, estão apostatando da fé por seguirem estes espíritos enganadores e por obedecerem a ensinos de demônios como este Mike Murdock que, como o Silas, é um hipócrita mentiroso de consciência já cauterizada.


Cena do crime? Que crime? Perguntam, debochando, sequazes daqueles vilões bíblicoscontemporâneos e reais?
Estou falando de crime de estelionato espiritual, não capitulado, AINDA, no Código Penal Brasileiro.
Quem assim o identifica é o renomado e respeitável professor Ricardo Quadros Gouvea cujo currículo os leitores poderão conhecer após sua citação sobre a exploração dos fiéis nas igrejas neopentecostais:


“As instituições religiosas, com destaque para as neopentecostais, responsáveis pela expansão das igrejas evangélicas no país, se corromperam. Para crescerem, exploram os fiéis ao oferecer soluções imediatas: prosperidade e cura de enfermidades através de barganha com o mundo divino, no que ele chama deestelionato espiritual. “Não estão mais empenhadas em ensinar princípios éticos, valores cristãos”, avalia. Daí a necessidade de uma reforma, justifica. Ele defende ainda a existência de um controle público sobre o caixa das igrejas, independente do credo, para cobrar transparência, publicação de balancetes, e evitar a lavagem de dinheiro”.


Resumo de Currículo do Dr. Ricardo Quadros Gouvêa:
Possui formação nas áreas de Filosofia, Ciências da Religião, Teologia, História Intelectual, Letras e Comunicação Social.
Doutor em Estudos Históricos e Teológicos pelo Westminster Theological Seminary, na Pennsylvania, com doutorado na Universidade de São Paulo.
Licenciado em Letras pela Fundação do Ensino Superior de Olinda, PE; Professor de Filosofia e pesquisador do Núcleo de Estudos sobre Valores do programa de pós-graduação em Administração de Empresas da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Foi professor dos programas de pós-graduação em Ciência da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Professor de Teologia nos programas de pós-graduação do Seminário teológico Servo de Cristo.
Professor do programa de pós-graduação de Filosofia da Faculdade Fênix de Brasilia na extensão em Guarulhos, SP.
Professor do programa de pós-graduação da Faculdade Unida de Vitoria, ES.
Membro fundador e primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Kierkegaard.
Membro fundador da Sociedade Brasileira de Filosofia da Religião.
Tem artigos publicados em revistas acadêmicas, capítulos de livros como, por exemplo, Um Olhar sobre Ética e Cidadania (Editora Mackenzie, 2003) e O Evangelho de Nárnia (Ed. Vida Nova, 2006) e três livros: Paixão pelo Paradoxo: Uma Introdução aos Estudos de Kierkegaard e Sua Concepção da Fé Cristã (Ed. Novo Século, 2000; 2ª edição pela Fonte Editorial, 2006) e A Palavra e o Silêncio: Kierkegaard e a Dialética entre a Razão e a Fé em Temor e Tremor (Custom/Alfarrábio, 2002) e A Piedade Pervertida: Um Manifesto Anti-Fundamentalista em nome de uma Teologia de Transformação (Ed. Grapho, 2006).


Oremos para que o nosso Código Penal seja revisto em razão do douto parecer do abençoamado Dr. Ricardo.


Finalmente, estamos vendo que é lúcido rever as histórias em quadrinhos e admitir, inda que ludicamente, que somente a intervenção de uma autoridade como o comissário Gordonpoderia denunciar esta “sujeira” tempo em que o Batmam, através do batsinal, seriaconvocado para encarcerar os vilões que estão, criminosamente, explorando o povo de Deus, fazendo comércio da Palavra do Criador de todas as coisas.


Autorizado que estou em meu próximo texto estarei transcrevendo uma CARTA QUE, HOJE, O APÓSTOLO PAULO ESCREVERIA.
Aguardem.
Alberto Couto Filho
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Fonte : Blog do Alberto
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sábado, 19 de janeiro de 2013

Para ser pastor... sobre a matéria da VEJA SÃO PAULO

Meus amados,leiam esta matéria com muita seriedade e se tiverem dúvidas enviem perguntas ao meu e-mail: mario-mca@hotmail.com; precisamos entender as diferenças existentes entre um "pastor" enganador e sem conhecimento da Palavra  e os verdadeiros vocacionados para o ministério,aqueles que são chamados segundo a Vontade e os Propósitos do Senhor e que cuidam das ovelhas do Senhor Jesus.
Mário César de Abreu


Postado por Mauro Meister


A Veja São Paulo publicou neste final de semana a edição 2304, de 16 de Jan de 2013, a matéria de capa "Profissão Pastor". A chamada da matéria diz:
Acompanhamos um curso de formação de mão de obra evangélica
Em troca de dedicação integral, quem segue carreira pode ganhar um salário de até R$ 22.000 por mês



Que impressão se tem ao ler uma chamada como esta? Que ser pastor, não importa onde, é um negócio, e até bom, afinal, são poucos os ganham salários dessa monta. Veja mostra mais uma vez parcialidade ao trazer a informação ao público, selecionando de forma maliciosa o que diz e dando um quadro falso a respeito da verdade como um todo. Não que o conteúdo da matéria em si seja mentiroso. Aliás, não tenho nem como avaliar, mas posso imaginar que seja fato. O que traz o arrepio a respeito, além do erro logo no começo, ao citar uma das pessoas com quem teve contato (“Que Deus abra o caminho contra as sílabas do maligno” - certamente deveria ser "ciladas") é que a reportagem não passa de uma generalização. Ou seja, além das igrejas mencionadas, existem muitas outras, sérias e comprometidas com a formação acadêmica e pastoral dos seus ministros e que não fizeram e nem fazem do pastorado uma profissão. Que se fizesse ao menos uma ressalva... mas, nada é dito. Que existem aqueles que fizeram de igrejas comércio, é fato. Que tornaram seus pastores comerciantes, não é o meu ponto aqui. Minha indignação é que o leitor, depois de ler a VEJA SP, olhe para todos os pastores da maneira como descrito pela revista. Pois bem, para que se saiba, e isto já escrevi como carta para a revista, veja como é que se forma um pastor na Igreja Presbiteriana do Brasil:

1. precisa ser membro de uma igreja local há no mínimo 3 anos.

2. precisa se apresentar diante do conselho da igreja e ser reconhecido por este como
alguém vocacionado.

3. o conselho da igreja local deve testar este que aspira ao ministério pastoral. É costume da minha igreja local enviar este jovem para um instituto bíblico antes de enviar ao seminário (1 a 2 anos).

4. se aprovado, é enviado ao presbitério, que o examina teologicamente e exige exames e atestados físicos e psicológicos. Chega como aspirante e, caso aprovado, torna-se candidato ao ministério.

5. o presbitério deve enviá-lo a um seminário da denominação para um curso teológico que
dura entre 4 e 5 anos (matutino ou noturno) no qual deve aprender, entre dezenas de disciplinas, as línguas hebraica e grega (as línguas originais em que o Antigo e Novo Testamentos foram majoritariamente escritos). A entrada é feita por uma espécie de vestibular que testa a capacidade intelectual e o conhecimento geral do candidato.

6. durante o período de candidatura é designado um tutor ao candidato que deve se assegurar dos aspectos diversos da vida espiritual, emocional e os estudos do candidato, vendo para que mantenha um padrão digno do Evangelho de Cristo.

7. depois do curso teológico o candidato apresenta-se ao presbitério com seu diploma de Bacharel em Teologia e deve fazer uma série de exames diante do presbitério (orais e escritos).

8. se aprovado o presbitério pode licenciar este candidato para a obra pastoral, ainda em um período de experiência que pode durar de um a dois anos.

9. o licenciado, depois deste período é novamente examinado pelo presbitério e então pode ser ordenado pastor.

Este processo todo tem como finalidade testar se aquele que se apresenta como candidato ao ministério pastoral preenche os requisitos bíblicos para ser pastor, como os descritos em 2 Timóteo 3.
Em um comentário a respeito desses passos alguém chegou a dizer: "assim, nem Jesus poderia ser pastor nesta igreja". Ora, a questão é que não estamos examinando Jesus, mas homens que precisam, antes de mais nada, mostrar idoneidade ao transmitir a Palavra de Deus e trabalhar com a vida das ovelhas de Cristo.
Sim, tem custo, que normalmente é arcado pela igreja, presbitério e o candidato. Não, o salário médio de um pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil está muito longe de 22 mil reais. Vamos convidar o repórter da Veja SP para ver se passa neste!
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Estes passos estão descritos na Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil e no Manual do Candidato.
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Fonte: Blog O Tempora,O mores
Em Cristo,
Mário

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

“BBB é a prova da decadência de nossa civilização”, diz Walter McAlister

AMADOS PRESTEM ATENÇÃO A ESTA MATÉRIA,O BISPO MCALISTER FOI MUITO FELIZ EM SEUS COMENTÁRIOS SOBRE ESTA ABERRAÇÃO QUE É O BBB.
MCA
Pastor da igreja Cristã Vida Nova faz críticas ferozes ao reality show da Globo

por Jussara Teixeira

“BBB é a prova da decadência de nossa civilização”, diz Walter McAlister

A 13ª edição do reality show Big Brother Brasil iniciou-se com o costumeiro desfile de beldades e corpos malhados na “casa mais vigiada do Brasil”, segundo o slogan da própria TV Globo.

As cenas do programa mostram, mais uma vez, os conchavos e estratégias dos brothers, dispostos a tudo para ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão, passando pelas costumeiras discussões e brigas e chegando até a mostrar os hábitos de (ou falta) higiene dos confinados no espaço cenográfico.

O programa, intensamente criticado pela grande maioria dos evangélicos, encontra apoio de alguns que se valem da passagem bíblica de I Tessalonicenses 5:21, de “examinar tudo e reter o bem”. Mas, para o pastor Walter McAlister, bispo primaz da igreja Cristã Vida Nova, isso não passa de “um pretexto esfarrapado para quem não tem o que fazer e se entretém com algo absurdamente estúpido”.

Para o líder religioso, os que assistem ao reality cometem “um pecado inenarrável contra seu cérebro e sua alma”. Ele diz que “examinar tudo e reter o que é bom” é diferente de procurar no lixo algo que se possa reutilizar.

Ele explica que a passagem paulina é um mandato cristão, o que é diferente de se viver na miséria cultural. “Culturalmente a grande maioria vive na miséria absoluta. Não leem, não pensam, e vivem a piolhos da cabeça uns dos outros – algo bem próprio de primatas menos desenvolvidos”, diz, contundente.

McAlister diz que não acompanha programas de televisão há anos, mas conhecendo o teor do reality, acredita que ele seja uma prova da decadência de nossa civilização. Em sua ácida critica, ele o qualifica de “absurdamente estúpido”.

“É uma prova clara e evidente da decadência desta nossa civilização. Assistir pessoas não fazerem nada de útil, até que cada um seja eliminado ao bel-prazer do público é o cúmulo da imbecilidade. Quem assiste algo assim está sendo feito de palhaço. É a barbarização de uma cultura que consegue se entreter contemplando o próprio umbigo.”

Ele continua sua análise mordaz dizendo que assistir algo como o BBB é “simplesmente a morte do raciocínio. Este só é cultivado pela leitura e pela interação racional entre pessoas que pensam. Estamos ficando com o QI de um quiabo”, diz.

Concluindo, Mc Alister traça um cenário sombrio do atual momento da sociedade e suas formas de entretenimento.

“As colunas desta civilização estão caindo. Este programa não é a razão, é a prova de que estamos vivendo o fim de uma era”.
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Fonte: Gospel Prime
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Em Cristo,
Mario

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As sete bem-aventuranças do apocalipse

                                             

O número sete tem uma grande importância no livro de Apocalipse. Ele é o número da perfeição. Não é sem propósito que temos sete bem-aventuranças neste precioso livro. Vejamos quais são:

1. Bem-aventurados os que lêem, ouvem e guardam as palavras da profecia (Ap 1.3) – Aqueles que lêem a Palavra, ouvem a Palavra e obedecem a Palavra são verdadeiramente felizes. Na Palavra existe uma fonte de vida. A Palavra é melhor do que ouro depurado e mais doce que o mel. A Palavra é leite, carne, pão e mel. Ela nos instrui, nos ensina, nos corrige e nos consola. Por meio dela somos treinados para toda boa obra. Aqueles que dedicam seu coração ao exame, à observância e ao ensino da Palavra são bem sucedidos, ou seja, são como árvores plantadas junto às correntes das águas que no devido tempo dá o seu fruto e cuja folhagem não murcha.

2. Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor (Ap 14.13) – A morte não é uma tragédia para os filhos de Deus nem o fim da sua existência. Para uma pessoa salva, morrer é uma bemaventurança, pois aqueles que morrem no Senhor descansam de suas fadigas. Aqueles que morrem no Senhor deixam o corpo para habitar com Jesus. Aqueles que morrem no Senhor partem desta vida para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. A morte dos santos é preciosa aos olhos do Senhor.

3. Bem-aventurados aqueles que vigiam e guardam as suas vestes (Ap 16.15) – Aqueles que vivem cuidadosamente em santa piedade e retidão são as pessoas verdadeiramente felizes. Aqueles que guardam as suas vestes puras e incontaminadas não serão envergonhados quando o Senhor vier ou quando o Senhor os chamar. O mundo prega que a felicidade está na prática do pecado. O glamour do pecado reluz com grande sedução e muitos incautos caem nessa rede traiçoeira. Mas, a verdadeira felicidade está na santidade, na pureza, na vida de vigilância e santidade. Só os santos são verdadeiramente bem-aventurados e felizes!

4. Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das Bodas do Cordeiro (Ap 19.9) – Somente aqueles que foram lavados no sangue do Cordeiro, nasceram de novo, e são habitados e santificados pelo Espírito Santo entram nas bodas do Cordeiro e celebram com ele esta festa. Aqueles que apenas mantiveram as aparências como as cinco virgens néscias ficarão de fora deste banquete. Aqui está em foco a felicidade da salvação e íntima e profunda comunhão com Cristo por toda a eternidade. Aqueles que buscaram a felicidade nos banquetes do mundo serão lançados fora para as trevas exteriores, onde haverá choro e ranger de dentes.

5. Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição (Ap 20.6) – O contexto deste texto revela que a primeira ressurreição é aqui sinônimo de conversão. Converter-se a Cristo é sair da morte para a vida, da potestade de Satanás para Deus e do reino das trevas para o reino da luz. Pela conversão os mortos recebem vida abundante e eterna. Os salvos são aqueles que nasceram duas vezes: física e espiritualmente e morrerão apenas uma vez, fisicamente. Mas, aqueles que recusaram a graça nascerão apenas uma vez: fisicamente e morrerão duas vezes: sofrerão a morte física e também a morte eterna. Os salvos são as pessoas verdadeiramente felizes!

6. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras a profecia deste livro (Ap 22.7) – A bem-aventurança está diretamente ligada aqui à obediência. Conhecer sem obedecer é acumular juízo sobre si. O conhecimento nos responsabiliza. Mas, o conhecimento que produz obediência, que desemboca em mudança e produz ação positiva no Reino de Deus produz grande alegria. No céu só existirá uma categoria de pessoas: pessoas obedientes! Os rebeldes que taparam os ouvidos à voz de Deus e desprezaram sua Palavra não terão acesso à cidade santa, à nova Jerusalém.

7. Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro (Ap 22.14) – Lavar as vestiduras no sangue do Cordeiro é um termo que representa a justificação. Um outro alguém perfeito, santo, imaculado morreu em nosso lugar e em nosso favor e levou a nossa culpa e pagou o preço da nossa redenção. Pela justificação deixamos de ser réus e ganhamos o status de filhos. Agora, pelo sangue de Cristo, somos membros da família de Deus. Temos, então, o direito à árvore da vida e entraremos na cidade pelas portas. A verdadeira bem-aventurança não está em coisas, mas em Deus; a verdadeira felicidade está na bendita e gloriosa salvação em Cristo!


Rev. Hernandes Dias Lopes                       Blog Palavra da Verdade
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Em Cristo,
MCA

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A PROPÓSITO DA REPORTAGEM DA VEJA-SP SOBRE A FORMAÇÃO DE PASTORES EVANGÉLICOS



Por Augustus Nicodemus Lopes

Veja a reportagem aqui!

A formação de pastores é crucial para a saúde da igreja cristã. Maus pastores põem a perder igrejas inteiras e marcam negativamente a vida de centenas e milhares de pessoas, a depender do alcance de seus ministérios.

Desde os seus primórdios, o Cristianismo se preocupou com a preparação e capacitação de seus líderes. O próprio Senhor Jesus, como judeu que era, aos doze anos passou pela iniciação judaica e aprendeu com seus pais e os mestres rabinos a lei de Deus, e nisto os excedeu, conforme lemos no episódio em que ele ficou no templo discutindo com os mestres da lei.

Os apóstolos que ele chamou foram submetidos a três anos de rigoroso treinamento. Ouviram a exposição da mensagem do Antigo Testamento feita pelo Senhor, fizeram perguntas e tiveram respostas, discutiram entre si as coisas de Deus, fizeram vários estágios ao serem mandados pregar e exercitar o poder do Reino nas cidades e conviveram com o mestre, aprendendo de suas atitudes. E mesmo assim, depois de três anos de seminário com Jesus, ainda não estavam totalmente prontos, como os Evangelhos nos dizem!

Mais adiante, surge Paulo, cujo treinamento anterior à conversão consistiu do aprendizado durante anos aos pés de um dos melhores rabinos da época, Gamaliel, afora seu treinamento em sua cidade natal, Tarso, que era rival de Atenas em intelectualidade e cultura.

Ao colocar os requerimentos para o pastorado, Paulo exige que o que aspira ao episcopado (outro nome para presbiterato=pastorado) deve entre outras coisas ser “apto para ensinar” (1Tim 3:2), “apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem” (Tit 1:9). Ou seja, de acordo com a Bíblia os pastores têm que ser teologicamente capazes, apologeticamente argutos e hábeis no ensino. Quer dizer, eles têm que ser mestres da Palavra. Não é à toa que ao elencar os dons básicos para a edificação da Igreja que Paulo coloca “pastores e mestres” como se fossem uma mesma coisa (Ef 4:10).

Agora me expliquem como é que se formam líderes assim nos dias de hoje? O instrumento de trabalho deles será a Bíblia, que foi escrita a mais de 2 mil anos em grego, hebraico e aramaico numa cultura diferente da nossa. Um livro que tem sofrido nas mãos dos intérpretes durante milênios. Um livro que é reivindicado como a base de toda sorte de heresias e ensinamentos estranhos que aparecem por ai. Como alguém pode querer hoje cumprir os requerimentos de Paulo para a liderança sem treinamento, estudo, discipulado, confronto, comparações, leituras, coisas que demandam tempo, bastante tempo, para não falar de maturidade, humildade, santidade, oração e submissão a Deus?

É ingenuidade pensar que basta ler a Bíblia e pronto – se for homem de oração, piedoso e espiritual, está pronto para liderar o povo de Deus. É desconhecer a história bíblica e da Igreja achar que o treinamento teológico intenso é bobagem. É por isto que está esta confusão toda aí, denunciada pelas revistas seculares inclusive.

Não estou dizendo que somente seminários com cursos completos de teologia é que preparam bons pastores. É evidente que não. O que estou dizendo, todavia, é que não se pode hoje dispensar o treinamento teológico intenso na boa teologia e na sã doutrina. As igrejas têm seus próprios mecanismos e meios para isto. Não me importo quais sejam, desde que cumpram o que Paulo disse.

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Augustus Nicodemus, via perfil no Facebook;via Púlpito Cristão
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MCA

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Restaura, Senhor, a nossa sorte



É tempo de fazer um balanço. Devemos olhar para trás com gratidão, para o presente com súplicas e para o futuro com esperança. O Salmo 126 ajuda-nos nesse exercício.

Em primeiro lugar, devemos olhar para o passado com gratidão (Salmo 126.1-3). Depois de setenta anos de escravidão na Babilônia, Israel voltou à sua terra. Deus tirou o povo do cativeiro com mão forte e poderosa. Essa libertação produziu ditosa exultação entre o povo e impacto entre as nações. Quando olhamos, também, para o passado, notamos que Deus nos tirou da escravidão para a liberdade, das trevas para a luz e da morte para a vida. Deus quebrou o nosso jugo e despedaçou nossas algemas. Jesus Cristo redimiu-nos de um terrível cativeiro. Éramos escravos do diabo, do mundo e da carne. Vivíamos debaixo de cruel opressão. Porém, Cristo nos libertou e hoje somos livres. Pertencemos à família de Deus. Somos herdeiros de Deus e estamos assentados com Cristo nas regiões celestes, acima de todo principado e potestade. Há um cântico em nossos lábios e uma festa em nossa alma.

Em segundo lugar, devemos olhar para o presente com súplicas (Salmo 126.4). O salmista voltou os olhos do passado para o presente e percebeu que as vitórias do ontem não servem para nos manter de pé hoje. O mesmo salmista que estava exultante com a libertação do cativeiro, agora, ao contemplar a realidade presente, clama: "Restaura, Senhor, a nossa sorte com as torrentes do Negueve". O passado de glória tinha se transformado num deserto cinzento. As vitórias do passado não eram suficientes para torná-lo vitorioso no presente. Todo o dia é tempo de andar com Deus. Todo dia é tempo de ser cheio do Espírito. Não podemos viver do passado nem morar na saudade. Precisamos depender de Deus a todo tempo, o tempo todo. Mais do que isso, é preciso saber que não temos forças para restaurar nossa própria sorte. Só Deus pode restaurar nossa vida. Só Deus pode aprumar nossos joelhos trôpegos. Só Deus pode nos encher de entusiasmo, quando nossa alma parece um deserto árido. Aprendemos com isso, porém, que a crise não é o fim da linha. A sequidão de nossa vida não deve nos levar ao desespero, mas à súplica ardente. A consciência da crise espiritual pode nos levar aos pés do Senhor para uma virada bendita em nossa história. Somente o Senhor tem poder para nos restaurar. Só dele vem a nossa cura. Essa restauração é uma obra milagrosa. Assim como os rios invernais rasgam as areias escaldantes do deserto do Negueve, o maior deserto da Judéia, Deus também, faz nossa alma florescer em tempos de sequidão. Ele mesmo nos concede um novo vigor espiritual e transforma nossos vales em mananciais cheios de vida!

Em terceiro lugar, devemos olhar para o futuro com esperança (Salmo 126.5,6). Depois de olhar para o passado com gratidão e para o presente com súplicas, o salmista, agora, olha para o futuro com esperança. O amanhã será de semeadura e investimento. A semeadura exige desinstalação e ação. É preciso sair para semear. A semeadura exige abnegação e sacrifício, pois além de sair, o semeador anda e chora, regando o solo duro com suas lágrimas. Se a semeadura é regada de lágrimas, a colheita certa é feita com júbilo. A recompensa da colheita é maior do que o sacrifício da semeadura. Fazer a obra de Deus é investir para a eternidade. É realizar um trabalho de consequências eternas. Não devemos afrouxar nossos braços nessa bendita peleja. É hora de arregaçarmos as mangas e trabalharmos com mais fervor. O tempo urge. A noite se aproxima. Então, não haverá mais tempo de semear. Hoje, Deus nos convoca para sermos seus cooperadores. Concede-nos a graça de investirmos nosso tempo, bens, talentos e dons em seu trabalho. Portanto, levantemo-nos, irmãos, e coloquemo-nos a seu dispor. O Deus da nossa salvação e da nossa restauração, agora, nos alista em seu trabalho. Mãos à obra, sem esmorecer. Lança a semente, com a certeza de que o crescimento, Deus mesmo nos dará.

Rev. Hernandes Dias Lopes                     Fonte: Palavra da Vida
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Em Cristo,
Mário

sábado, 12 de janeiro de 2013

Missionários brasileiros continuam presos no Senegal

AMADOS,OREMOS POR ESTES IRMÃOS.
MCA

Eles foram acusados de aliciar menores por terem evangelizado crianças muçulmanas

por Leiliane Roberta Lopes
Missionários brasileiros continuam presos no Senegal

Os missionários José Dilson Alves da Silva e Zeneide Moreira Novais continuam detidos no Senegal. Eles foram presos em novembro sob acusação de aliciar menores e aguardam a decisão final da justiça.

A prisão aconteceu depois que um pai foi até a polícia reclamar que seu filho se recusou a recitar uma oração muçulmana e que estava exibindo comportamento cristão. Os missionários realizam trabalho com as crianças de rua oferecendo abrigo, comida e educação.

O projeto social Obadias, recebe apoio da Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT), também recebe alunos de escolas corânicas, onde estudantes islâmicos são forçados por seus professores a mendigar nas ruas, como explica o site da Missão Portas Abertas.

O pai que acusou os missionários alegou que houve desrespeito ao Islã e também disse que os brasileiros teriam sequestrado e cometido o crime de tráfico de menores.

O caso chegou ao Brasil e comoveu o senador Magno Malta que conhece a missionária Zeneide. Em companhia de outros parlamentares, Malta foi até o Senegal tentar resolver o problema, mas não pode interferir.

A Missão Portas Abertas relata que os missionários estão em presídios superlotados, dividindo as pequenas celas com 30 pessoas e só estão autorizados a receber visitas rápidas de familiares ou amigos duas vezes por semana.

“Um fator de forte preocupação, porém, é a saúde do pastor. Ele é diabético, está fraco, com um dente quebrado e uma inflamação no ouvido”, diz um comunicado no portal do ministério que pede oração não só por José, mas também por Zeneide e por suas famílias.
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Fonte : Gospel Prime
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Uma perigosa inversão de valores




O profeta Isaías denunciou a atitude daqueles que fazem das trevas luz e da luz trevas; do amargo doce e do doce amargo (Is 5.20). Os que postulam essa inversão de valores estão debaixo de um “ai” de maldição.

A corrupção e a decadência dos valores morais tornaram-se tão gritantes que os homens não apenas se distanciaram da verdade, mas tornaram a verdade em mentira e a mentira em verdade. Vejamos três áreas em que essa inversão de valores acontece.

1. A inversão de valores na teologia – Há um notório, assustador e célere desvio teológico e doutrinário nos últimos tempos. No século XIX o liberalismo teológico varreu as igrejas na Europa e na América do Norte. Muitos seminários de referência, que formaram pastores, missionários e teólogos de grande envergadura foram tomados de assalto pelos liberais. O liberalismo teológico, que nega a inerrância e suficiência das Escrituras entrou nas cátedras, subiu aos púlpitos e dispersou as ovelhas. Vemos hoje templos se transformando em museus e o velho mundo tornando-se um continente pós-cristão. Por outro lado, vemos também florescer o misticismo e o sincretismo na igreja contemporânea. Práticas com laivos do misticismo pagão, como sal grosso, lenços ungidos, campanhas de prosperidade e cura estão sendo introduzidos na prática religiosa brasileira, até mesmo dentro daquelas igrejas chamadas evangélicas. A pregação fiel das Escrituras está ausente em muitos púlpitos. As doutrinas da graça foram trocadas por outro evangelho. O lucro é o vetor que governa muitas igrejas. Nesses redutos o evangelho está sendo transformado num produto, o púlpito num balcão, o templo numa praça de negócios e os crentes em consumidores.

2. A inversão de valores na ética – Estamos assistindo o desbarrancamento da virtude, a falência da ética e o colapso dos princípios morais. O homossexualismo está sendo aplaudido e incentivado sob os auspícios das autoridades políticas e a promoção da imprensa. A corrupção política torna-se endêmica e sistêmica. O cerário público é assaltado por ratazanas esfaimadas sem piedade. Os conchavos nos bastidores do poder desviam polpudos valores para as contas insaciáveis dos ladrões de colarinho branco, deixando o povo desassistido de esperança. A impunidade incentiva o crime e abastece a conta bancária dos corruptos. O narcotráfico multiplica seus tentáculos assassinos, desafia a lei e impõe um regime de terror ao povo. Os positivistas estavam enganados quando pensaram que o problema do homem era apenas ignorância. A educação, embora vital, não transforma o homem. O jornal A TRIBUNA publicou uma matéria no dia 12/06/08, mostrando como jovens universitárias, em nossa cidade, entregam-se à prostituição. Não basta ao homem informação, ele precisa de transformação.

3. A inversão de valores na família – A confusão teológica e o colapso da virtude em nossa sociedade atingiram profundamente a família. O divórcio está crescendo espantosamente até mesmo entre casais crentes. Só na terceira idade, o divórcio cresceu 56% na última década. O concubinato é visto hoje como coisa natural, a ponto de algumas pessoas considerarem o casamento como um estorvo para a felicidade conjugal. Cresce epidemicamente a infidelidade conjugal. Os jovens que pleiteiam uma vida casta e se posicionam contra a prática do sexo no namoro são hostilizados como uma geração jurássica. As telenovelas brasileiras no afã de retratar a realidade induzem o povo a práticas perniciosas, destruindo ainda mais a já fragilizada relação familiar.

Precisamos nos voltar para Deus e sua Palavra. Precisamos emendar nossos caminhos e nos arrependermos de todo o nosso coração. Então, experimentaremos uma vida bem-aventurada, abundante, maiúscula e superlativa.


Rev. Hernandes Dias Lopes      Fonte: Blog Palavra da Verdade

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Em Cristo,
Mário

Postagem em destaque

JESUS CRISTO, O GRANDE “EU SOU”

O evangelho de João prova, de forma cabal, a divindade de Jesus Cristo. Faz isso, usando dois expedientes. Primeiro, mostrando que ele t...