sábado, 26 de julho de 2014

Silêncio sobre perseguição aos cristãos no Iraque é questionado por estudioso britânico

AMADOS,OREMOS PARA QUE DEUS MOVA OS CORAÇÕES E DÊ FORÇAS AOS NOSSOS IRMÃOS PERSEGUIDOS NO IRAQUE.  MÁRIO CÉSAR





iraque
Ao pesquisar sobre a perseguição de cristãos iraquianos, um acadêmico britânico constatou que a situação atual é “digna de desprezo”.
Tim Stanley escreveu um artigo para o diário britânico The Telegraph recentemente, onde deixa queixas sobre o êxodo de cristãos do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL).
No texto, ele retrata o contexto como um “crime de guerra que, estranhamente, parece que ninguém quer se pronunciar” a respeito.
Dentro das obrigações que os cristãos iraquianos vivem, ele entende que o momento dos cristãos no país se resume a “uma escolha pouco atraente: se converter, pagar um imposto religioso, ou ser colocado para a espada”.
Durante o período sob comando do ditador Saddam Hussein, há pouco mais de dez anos, antes da invasão dos EUA, a população cristã no Iraque era de cerca de 1,5 milhões de pessoas.
Uma das principais reivindicações de Stanley é para que o Ocidente se mova, já que esteve tão envolvido no Iraque na última década e hoje cala sua voz.
“As ruas de Londres se enchem de milhares que marcham contra a operação militar de Israel na Faixa de Gaza; o Ocidente trilha poderosamente contra os separatistas na Ucrânia, mas quanto ao Iraque não há nada”, questiona o estudioso.
Para Stanley, os chefes de Estado ocidentais estão mais preocupados com questões de território do que sobre direitos humanos, o que “faz nos sentir envergonhados com a própria ideia de ver cristãos como uma minoria perseguida”.
Ele acrescenta que “ocidentais têm sido treinados a pensar nos cristãos como ‘agentes de agressão, e não a sua vítima’, e por isso estão surdos aos pedidos de ajuda”.
Seja qual for a razão, Stanley aponta que alguma providência deve ser tomada, pois tal silêncio não pode ser tolerado, sobretudo pelo esforço que o povo cristão do Iraque tem manifestado para continuar professando sua fé.
“Qualquer desgosto com a nossa própria covardia moral deve ser equilibrada pela admiração para os iraquianos que continuam a dar testemunho de sua fé, em uma terra que se move cada vez mais perto de proibi-los. A sua resiliência ilustra a diferença entre o islamismo fundamentalista e o cristianismo. O primeiro é uma religião de assassinos, este último é uma religião de mártires”, complementa o acadêmico, criticando o lado extremista do Islã.
Fonte: Christian Post
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Mário

terça-feira, 15 de julho de 2014

Transexual é ordenada como pastora por Igreja Batista. DESPREZO ÀS ESCRITURAS E A DEUS.


AMADOS IRMÃOS ANTES DE LEREM A MATÉRIA ABAIXO LEMBREM SE DESTE TEXTO SAGRADO: ROMANOS 1.18-32
18 A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça;
19 porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou.
20 Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis;
21 porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato.
22 Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos
23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis.
24 Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si;
25 pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!
26 Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza;
27 semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro.
28 E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes,
29 cheios de toda injustiça, malícia, avareza e maldade; possuídos de inveja, homicídio, contenda, dolo e malignidade; sendo difamadores,
30 caluniadores, aborrecidos de Deus, insolentes, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais,
31 insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia.
32 Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que assim procedem.



LEIAM E RELEIAM O TEXTO ACIMA E OREM PARA QUE DEUS MANTENHA OS NOSSOS OLHOS ABERTOS PARA QUE NÃO SEJAMOS CEGOS E DESOBEDIENTES COMO ESTAS PESSOAS.


Allyson Robinson



A Calvary Baptist Church, em Washington ordenou recentemente a transexual Allyson Robinson para o ministério evangélico. Allyson, anteriormente era conhecida como Daniel Robinson, participou do Seminário Teológico George W. Truett e já havia pastoreado uma igreja no Texas como um homem.

Segundo a Associated Baptist Press, Robinson começou a atuar no pastoreio da Calvary Baptist Church no dia 23 de junho. Em uma convocação temporária, ela deve ajudar nas pregações, aconselhamento, e outros deveres pastorais juntamente com os diáconos.

A ordenação de Robinson se deu no dia 15 de junho, e foi oficializada antes da partida do pastor Amy Butler para se tornar ministro sênior da histórica e progressista Igreja Riverside, em Nova York.

- Allyson Dylan Robinson é uma ministra do evangelho, treinada para a tarefa, e ordenada ao ministério evangélico por outra comunidade em que ela já havia servido. (…) Ao longo de sua jornada, Deus convidou-a a entrar no testemunho fiel de uma nova identidade, uma identidade verdadeira, e um novo nome – disse Butler.

- Embora nós sempre a conhecemos como Allyson, ela foi ordenado com um nome diferente – completou o pastor.

Robinson é ativista dos direitos LGBT e já trabalhou no passado para a Campanha de Direitos Humanos e como diretor-executivo da OutServe, uma rede de gays nas forças armadas. Ela tem experiência anterior no ministério pastoral, incluindo cinco anos na Igreja Batista em Portugal e como pastor da Meadow Oaks Baptist Church, em Temple, Texas, enquanto estudava no Seminário Truett entre 2005 e 2007.

Graduado em 1994 na Academia Militar dos Estados Unidos em West Point, Robinson foi contratado como um oficial do exército. Então conhecido como Daniel Robinson, ele comandou as unidades de mísseis Patriot na Europa e no Oriente Médio, serviu como instrutor/avaliador sênior para a OTAN e foi um conselheiro para as forças armadas da Arábia Saudita, Kuwait e Qatar.

Ela renunciou seu trabalho militar em 1999 para seguir uma vocação para o ministério cristão. Matriculou-se em Truett com a intenção de continuar no ministério como um homem cristão, mas seus primeiros semestres acabaram se tornando uma busca interior em torno das questões de identidade de gênero que o tinha assombrado desde a infância.

Robinson chegou a pensar em suicídio, e então começou a fazer terapia. Então, ele revelou aos seus entes queridos sobre o seu desejo de viver como uma mulher, mas adiou a revelação pública dessa sua nova identidade até sua formatura no Truett em dezembro de 2007, por causa das políticas da universidade sobre a homossexualidade.

Eva Powell, presidente da comissão de pessoal da Calvary Baptist Church afirma que a decisão do conselho de liderança da igreja para selecionar Robinson como pastora foi unânime e um indicativo da longa tradição da congregação de se esforçar “para nos abrir para o movimento do Espírito de Deus em nossas vidas individuais e da vida de nossa comunidade”.

Fonte: Gospel Mais
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Muçulmanos invadem aldeia cristã e crucificam nove

OREMOS AMADOS POR ESTES NOSSOS IRMÃOS.


muculmanos
O Observatório Sírio dos Direitos Humanos vem divulgando constantemente os horrores da guerra na Síria. Tendo se iniciado há mais de três anos, já resultou em 162 mil mortos e mais de nove milhões forçados a saírem de suas casas.
No embate entre as forças do governo e os rebeldes, de duas facções islâmicas distintas, os cristãos foram pegos no fogo cruzado e são o grupo que mais sofre nessa guerra. Quando os rebeldes invadem as aldeias e cidades cristãs da Síria, geralmente punem seus moradores por não servirem a Alá e por serem aliados do governo do presidente Bashar al-Assad, que nunca perseguiu os cristãos do país.
Os guerrilheiros do exército do Estado Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS), vem chamando atenção da mídia internacional pelas demonstrações de crueldade nesta guerra. Seu objetivo declarado é criar um estado islâmico em áreas sunitas do Iraque e na Síria.
Neste final de semana, deram dois sinais claros que as coisas estão saindo de controle novamente. Após as eleições recentes, esperava-se que o ritmo da guerra diminuísse e a paz fosse negociada.
Porém, foram divulgadas imagens da ação do ISIS na província cristã de Aleppo, no norte do país. Nove homens foram crucificados em público. A acusação era de apostasia (afastar-se da verdadeira fé muçulmana). Um deles, que não teve seu nome divulgado, conseguiu sobreviver depois de ficar crucificado por oito horas. Ele contou que foram torturados após os jihadistas invadirem sua aldeia, e condenados a pagar por sua falta de fé.
Os corpos dos demais homens ficaram na praça principal da vila por três dias, como um sinal de força do ISIS. No início do mês passado, foram divulgadas imagens de cristãos sendo crucificados por soldados do ISIS na cidade de Raqqa.
Neste domingo (29), uma gravação postada na internet anunciou para o mundo que os jihadistas do ISIS estão reestabelecendo o califado. Esse regime político, desaparecido há um século, significa na prática que seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, agora é o califa, e portanto será o líder dos muçulmanos em todas as partes do mundo.
Segundo o que essa organização terrorista, que nasceu no seio da Al-Qaeda, tem divulgado, pretendem instituir um regime fundamentalista islâmico em todo o Oriente Médio e norte da África. Isso pode ser visto como uma declaração de guerra a Israel, a quem eles prometeram aniquilar. Também pode ser encarado como uma ameaça real a todos os cristãos que vivem nessas áreas. Com informações de Telegraph e Yahoo
Fonte: Gospel Prime
Em Cristo,
Mário

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