sexta-feira, 14 de junho de 2013

Família cristã brasileira é morta por conta da religião


Amados,considero o fato abaixo extremamente lamentável,oremos pois, para que o Senhor nos guarde e nos  preserve das perseguições religiosas que hoje, já são comuns no Brasil ainda que na sua maioria sejam de aspecto moral.

Mário

Um vizinho atacou a família a facadas unicamente por causa da sua escolha religiosa. O crime aconteceu em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, na última quarta-feira (29). Ao todo, três pessoas foram mortas: Rogério Lima, a esposa, Eliane Souza, e um filho de um ano


O assassino, Everaldo Santos da Silva, 41 anos, era sócio de Rogério em uma loja de móveis usados. De acordo com uma vizinha, o rapaz estava aborrecido porque a família insistia que ele seguisse a religião. O crime aconteceu por volta das 8h da manhã.

"Matei porque eu não concordo com a escolha religiosa deles", confessou Silva.

De acordo com a vizinha, que ouviu a discussão, Rogério e Everaldo eram sócios a cerca de um ano e, até então, nunca haviam tido qualquer tipo de conflito.

O vizinho esfaqueou o marido, a mulher e dois filhos pequenos dentro de sua casa. A mulher de Rogério, mesmo ferida ainda chegou a fugir junto com a outra criança, de três anos, e conseguiu pedir ajuda para policiais da região.

"A mulher veio em direção da gente, toda ensanguentada, e ele a perseguiu até nós. Pedimos para ele soltar a faca", disse um policial, segundo reportagem do R7.

Eliane e a filha de três anos foram levadas ao hospital com ferimentos graves. Ela veio a falecer enquanto passava por uma cirurgia por volta das 16h. A criança permanece internada.

Já Rogério e o bebê de um ano morreram na hora. Outro filho do casal, de 10 anos, escapou da violência porque estava na escola.

O suspeito foi preso em flagrante. Everaldo foi transferido para o centro de detenção provisória. Segundo relato da polícia, ele estava transtornado, mas disse depois que não se arrependeu de ter cometido o crime.


Fonte: The Christian Post/Portas Abertas
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Com tristesa,
Mário

CONFRONTANDO A REFORMA E O “MOVIMENTO GOSPEL”




por Rafael de Lima

A Reforma Protestante ocorrida no século XVI foi, sem dúvidas, um dos eventos mais relevantes que já sucedera no seio da cristandade. O movimento que culminou com o rompimento da igreja, sustentava sua teologia, basicamente, através dos conhecidos “Cinco Solas”, que foram os princípios que nortearam os reformadores e combateram os ensinos do catolicismo romano: Sola Fide (somente a fé); Sola Scriptura (somente a Escritura); Solus Christus (somente Cristo); Sola Gratia (somente a graça); Soli Deo Gloria (glória somente a Deus) [1].

Quando voltamos os nossos olhos para o cenário atual do evangelicalismo brasileiro percebemos, com pesar, a ignorância que uma porção importante (diria majoritária) dos evangélicos tem com respeito aos fundamentos que caracterizaram o ser protestante. Existe um total desconhecimento ou um desconhecimento totalmente fragmentado e incoerente com respeito à doutrina e história do protestantismo. O que deveria ser do conhecimento de todos tornou-se algo limitado a alguns, não por falta de acesso da maioria, mas por desinteresse e total abnegação destes.

Se refletirmos acerca daquilo em que estão se transformando os chamados “evangélicos”, chegamos à conclusão de que toda a base do protestantismo (isto é, os Cinco Solas da Reforma) tem sido repudiada, não apenas um ou outro ponto mas todos os pontos.

Os nossos pais defendiam o “Sola Fide”, visto que é por meio do dom da fé que temos acesso a graça que nos salva. Apenas por meio da fé em Cristo e em sua obra podemos ser justificados, não por nossas obras, mas pelos méritos de Cristo: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Ef 2:8 – ACF) [2].

A crença atual dos evangélicos com respeito à fé não passa de uma ferramenta que deve ser utilizada a fim de se alcançar bênçãos e desejos. Hoje, vê-se o culto à (pseudo) fé, a fé na fé, o pensamento positivo, a confissão positiva. Não importa se há arrependimento, não importa se a fé está sendo depositada em Cristo. Basta que se creia, que se tenha fé. Voltemos ao genuíno Sola Fide!

Os nossos pais defendiam o “Sola Scriptura”, pois somente ela, a Revelação Divina Escrita, deve ser a regra de fé e de procedimento para o cristão: “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Tm 3:16 – ACF).

A crença atual dos que compõe o “Movimento Gospel” com respeito às Escrituras Sagradas é tão frágil quanto uma taça de cristal, simplesmente porque pouco se interessam pelo estudo das Escrituras. Trata-se a Bíblia com um talismã, um objeto mágico. As “profetadas” e os “revelamentos” são, por vezes, mais valorizados do que o estudo sincero das Escrituras. Voltemos ao Sola Scriptura!

Os nossos pais defendiam o “Solus Christus”, pois tinha plena consciência de que a mensagem central de toda e qualquer comunidade que se pretenda cristã, deve ser a de Jesus Cristo e de sua cruz, pois por Ele e por sua obra fomos resgatadas da nossa vã maneira de viver, arrancados do império das trevas e feitos filhos de Deus: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos” (At 4:12 – ACF).

O “Movimento Gospel” tem reputado a mensagem da Cruz a um segundo plano, ao invés disso o âmago de suas mensagens tem sido voltado para o ego e a satisfação humana (Para maiores detalhes confira: Voltando à rude cruz). Da mesma forma, as “músicas gospéis” não podem ser chamadas de louvores, não louvores a Deus e a Cristo, pois as tais não louvam a outro que não o ego humano (Para maiores detalhes confira: Todo louvor seja dado aos homens).

Os nossos pais defendiam o “Sola Gratia”, pois estavam certos de sua condição de corrupção e que se não fosse pela maravilhosa graça salvadora de Cristo, não poderiam ser salvos de seus pecados. Não há obra humana capaz de trazer reconciliação para com Deus. A obra de Jesus Cristo na cruz nos tornou propícios a Ele! “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Rm 3:23-24 – ACF).

O “Movimento Gospel” diminui dia a dia a depravação humana e obscurece a realidade da necessidade da graça que nos salva. Reputando ao homem a capacidade da escolha ou não da salvação, esquece-se de que se não for através do presente não merecido dado por Cristo não há obra nenhuma capaz de salvar.

Por fim, os nossos pais defendiam o “Soli Deo Gloria”, pois o temor e o tremor eram presentes em suas vidas. Sabiam que Deus reina em seu trono e nenhum outro que não Ele deve ser adorado: “Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus sábio, seja honra e glória para todo o sempre. Amém” (I Tm 1:17 – ACF).

O “Movimento Gospel” tem lutado insistentemente a fim de tirar Deus de seu trono e de em seu lugar colocar o homem. O egocentrismo tão característico do mundo pós moderno tem entrado sorrateiramente, mas pela porta da frente de muitas igrejas. As mensagens e os cânticos não se direcionam mais a adoração do único que é digno, mas tem buscado primordialmente massagear o ego humano.

Finalmente, fica-nos a reflexão dos rumos que têm seguido os evangélicos brasileiros. Que esta mensagem possa ecoar nos corações de muitos, pois é tempo de nos reformarmos, revermos nossos conceitos e militarmos pelo genuíno Evangelho. Sola Fide; Sola Scriptura; Solus Christus; Sola Gratia; Soli Deo Gloria!

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Notas:
[1] Para maiores detalhes conferir: A DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE. Disponível em:http://www.monergismo.com/textos/credos/declaracao_cambridge.htm. Acesso em: 01/12/ 2012.
[2] A versão utilizada neste artigo é a Almeida Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original (ACF) publicada pela Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.

Fonte: Cosmovisão Cristã/Púlpito Cristão
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

quarta-feira, 12 de junho de 2013

ANAJURE critica resolução do CNJ que obriga cartórios a celebrar casamento gay


Os funcionários cristãos poderão procurar a entidade se não concordarem com a ordem.

por Leiliane Roberta Lopes


ANAJURE critica resolução do CNJ que obriga cartórios a celebrar casamento gay

Por meio de uma carta aberta, a Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) repudia a aprovação da resolução nº 175/2013 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de todo o país a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

O texto assinado pelo Dr. Uziel Santana, presidente da associação, foi endossado pelo Conselho Deliberativo Nacional (CDN) e afirma que os funcionários dos cartórios podem se valer do princípio de objeção de consciência, que é um direito fundamental.

A ANAJURE se oferece para prestar assistência jurídica aos servidores e funcionários dos cartórios que sejam cristãos e não aceitam se submeter ao regulamento.

“Quem não estiver de acordo com a celebração de casamento de pessoas do mesmo sexo e que não queira ser partícipe desse ato administrativo pode declinar, alegando objeção de consciência, não só por ser tal atitude fundada no direito constitucional, mas também pela flagrante inconstitucionalidade da medida, como explicamos no nosso parecer”, disse Santana.

A Associação de Juristas Evangélicos afirma que as últimas decisões do Supremo Tribunal Federal têm usurpado a função do Legislativo, lembrando que “o judiciário só pode intervir em casos excepcionais”.

“O STF não pode fazer mutações na constituição com implicações de ordem legiferante. Isso é uma clara usurpação da função do Poder Legislativo. É o que denominamos academicamente de judicialização do poder constituinte originário”, esclareceu.
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Fonte: Gospel Prime Notícias
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Em Cristo,
Mário

terça-feira, 11 de junho de 2013

LADRAO MINEIRO COMETE CRIME EM NOME DE “JAVÁ” E FALA LINGUAS ESTRANHAS

por: Leonardo Gonçalves




Na boa, nem sei como classificar isso aí. Seria tragico se não fosse cômico. Acho que é tragicômico!
Seria um caso de loucura, possessão demoníaca, exibicionismo ou comedia mesmo?
Assista e tire suas próprias conclusoes. Por favor, nao deixe de comentar!





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Fonte: Pulpito Cristão

O que dizer?
Mário

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Toque o mundo inteiro pela oração




A oração tem um caráter universal. Você pode tocar o mundo inteiro pela oração. O apóstolo Paulo trata desta verdade com diáfana clareza (1Tm 2.1-3).

1. A primazia da oração (1Tm 2.1a). “Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas…”. As palavras próton pánton “antes de tudo”, indicam primazia de importância e não de tempo. A oração não é um apêndice no culto, mas parte vital dele. Os apóstolos entenderam a primazia da oração, quando decidiram: “Quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4).

2. A variedade da oração (2.1b). “… que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças…”. Muito embora o objetivo de Paulo é insistir na centralidade da oração mais do que numa análise de seus tipos, o apóstolo usa aqui quatro formas de oração.

Primeiro, as “súplicas”. Elas estão relacionadas à apresentação de um pedido ou uma necessidade a Deus. A ideia fundamental da palavra grega deesis, é um sentimento de necessidade. A oração começa com esse sentimento de nossa total dependência de Deus. Oração é a insuficiência humana aproximando-se da suficiência divina.

Segundo, as “orações”. Designam o movimento da alma em direção a Deus. As orações são um ato de adoração a Deus, exaltando-o pela excelência de seus atributos e rogando a ele pela grandeza de suas misericórdias.

Terceiro, as “intercessões”. Elas estão relacionadas com a súplica em favor de alguém ou de alguma coisa. A palavra grega enteuxis traz a ideia de entrar na presença do rei para lhe fazer uma petição. Portanto, nenhum pedido é grande demais para ele. Para Deus não há impossíveis!

Quarto, as “ações de graças”. Elas tratam da nossa gratidão a Deus pelo que ele tem feito. A palavra grega eucaristia, deixa claro que orar não é apenas aproximar-se de Deus para adorá-lo por quem ele é, e rogar a ele suas bênçãos, mas, também, e sobretudo, agradecê-lo pelo que ele tem feito.

3. O alcance da oração (2.1c,2). “… em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade…”. A oração transpõe todas as barreiras geográficas, culturais e religiosas. Paulo destaca três alcances da oração:

Primeiro, “em favor de todos os homens”. Isso significa que nenhuma pessoa está fora da esfera das nossas orações. Devemos orar pelos salvos e não salvos; pelos irmãos e até pelos inimigos. A expressão “todos os homens” neste contexto significa todos os homens sem distinção de raça, nacionalidade ou posição social e não todos os homens individualmente, tomados por um.

Segundo, “em favor dos reis”. Mesmo que essas autoridades sejam perversas, como era o caso do imperador Nero, devemos orar por elas. Mesmo que pessoalmente sejam pessoas indignas, a posição que ocupam merece nosso respeito e deve ser objeto das nossas orações.

Terceiro, “em favor dos que se acham investidos de autoridade”. A Bíblia é clara em afirmar que toda autoridade procede de Deus e é ministro de Deus para coibir o mal e promover o bem (Rm 13.1-3). Em vez de falar mal das autoridades, devemos orar por elas.

4. Os propósitos da oração (2.2b,3). Com que propósito devemos orar? Devemos orar para vivermos uma vida tranquila e mansa. A vida tranquila refere-se a uma vida livre de inquietudes externas, enquanto a vida mansa é uma vida que está livre de perturbações internas. Devemos orar para vivermos com toda piedade e respeito. Devemos orar porque isto agrada a Deus. O Pai se agrada de ver seus filhos orando e vivendo em sua dependência. O Pai se agrada em ver seus filhos colocando-se na brecha em favor de todos os homens, bem como dos reis e das demais autoridades constituídas.
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Rev. Hernandes Dias Lopes
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Em Cristo,

Mário

terça-feira, 4 de junho de 2013

O mundo tem amado o que é seu?


Por Mário César de Abreu

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia."(João 15 : 18,19)
Amados,o Senhor Jesus,prestes a dar sua vida  por amor aos pecadores,esteve consolando e ainda ensinando os discípulos mesmo próximo da hora da cruz  e entre outros ensinamentos preciosos nos deixou esta sábia mensagem acima. Temos visto que nos dias atuais muitos se dizem evangélicos mas, poucos são realmente crentes que têm o temor de Deus.

Meus queridos, "se o mundo tem amado o que é nosso" e não tem considerado como loucura a nossa pregação e o nosso viver _"Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus." (I Coríntios 1 : 18- ,é por que estamos trilhando caminhos que não glorificam ao Senhor. O mundo,infelizmente, tem adentrado às igrejas e trazido os seus costumes pecaminosos,o joio tem aumentado dentro dos nossos templos e no meio do povo de DEUS que desapercebido,têm acreditado que o mundo foi evangelizado de tal forma que é natural as pessoas que não professam a fé cristã,aproximarem se dos crentes e aprovarem nossa crença. Ledo engano,o mundo está cada dia pior e mesmo com a expansão do ensino do evangelho,muitos ainda não aceitam e se nos aprovam é porque nosso testemunho e prática da verdade estão precisando de revisão,a igreja no Brasil e no mundo necessita de outra reforma.

A leitura e o estudo da Palavra foram trocados pelos ensinamentos de homens que falam mentiras e pregam um evangelho adulterado:"Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências," (II Pedro 3 : 3.Muitos têm ensinado a chamada "teologia da prosperidade" que fala em ofertar para receber em dobro ou até cem vezes mais,fazendo comércio das coisas de Deus e com os desinformados:"E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita." (II Pedro 2 : 3).Mas, como o verso acima diz: a  condenação dos que tais coisas fazem não tarda.
Muitas outras invencionices e heresias são hoje comum no meio dito evangélico e tem levado muitos ao inferno.Como os fariseus cegos espiritualmente guiavam muitos para a cova,"Deixai-os; são condutores cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova."  (Mateus 15 : 14)assim hoje, muitos líderes religiosos têm guiado outros tantos à perdição.

É hora de acordarmos e voltarmos ao evangelho puro e simples que Jesus ensinou e que traz sim a prosperidade mas, prosperidade no todo e não só no dinheiro,Calvino,grande teólogo da reforma protestante, costumava dizer que a prosperidade está ligada ao trabalho e vemos que  já no Edém e antes de pecar o homem já havia recebido de Deus um trabalho:"E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar."  (Gênesis 2 : 15).Ademais a prosperidade que vem de Deus abençoa a vida espiritual,emocional e material de maneira equilibrada.

A verdade bíblica  também ensina:"Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo."  (João 16 : 33): e mais:"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas."  (Mateus 6 : 33) e ainda: "Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando."  (João 15 : 14), aflições ou sofrimento, pecado, arrependimento, obediência são palavras esquecidas nos dias de hoje mas sem os ensinamentos que elas representam,não há salvação e vida e sim perdição e morte:"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor."  (Romanos 6 : 23)

O  verdadeiro evangelho ensina que temos que crer em Jesus e sua obra na cruz :"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."  (João 3 : 16); "Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus."  (João 3 : 18)."E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus."  (Colossenses 1 : 20) Este é o evangelho verdadeiro que ensina que o homem precisa de Cristo para a salvação e que embora, a vida possa ser abundante já aqui(João 10),as verdades essenciais do cristianismo são primeiro espirituais e tem a ver com a reconciliação do homem perdido com o Criador que é Santo e Justo e somente por meio da fé em Jesus Cristo  isso é               possível:"TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;"  (Romanos 5 : 1)

Enfim,tenhamos em mente que se somos servos de Cristo,não podemos servir nem agradar e muito menos sermos amados pelo mundo.O Senhor Jesus disse:"Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu SENHOR. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa." (João 15 : 20)

Assim sendo,vivamos de modo digno do chamado que recebemos de Cristo e preguemos sempre e somente, a verdade contida na bíblia,pois podem nos perseguir ou guardar a nossa palavra como disse o Mestre e Deus estará sendo glorificado e almas estarão sendo salvas.

Em Cristo,
Mário César de Abreu

segunda-feira, 3 de junho de 2013

UM HOMOSSEXUAL CONDENA OS “DIREITOS HOMOSSEXUAIS”




Por Justin Raimondo

Os ativistas homossexuais do passado pediam ao governo que os deixasse em paz. Sua plataforma política consistia fundamentalmente na descriminalização de relações homossexuais entre maiores de idade. Hoje, contudo, à medida em que a tolerância social à homossexualidade cresce, os ativistas homossexuais se voltam cada vez mais para o governo a fim de impor seus interesses à sociedade. Muito embora o poder estatal tenha sido utilizado como clava contra os homossexuais desde pelo menos a Idade Média, os líderes gays de hoje subitamente parecem eles mesmos empunhar o bastão, dizendo: “Agora é a nossa vez”. Isto é uma grande ironia – e uma possível causa de problemas para os homossexuais e convulsão social para a América.

O nascimento do movimento de liberação dos homossexuais na América pode ser datado em 27 de Junho de 1969, quando clientes do Stonewall Inn, um bar para homossexuais em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia de fechar aquele estabelecimento. Durante três dias, uma rebelião da vizinhança efetivamente impediu a polícia de dar seguimento à antiga tradição de extorsão de bares “gays” e de fechamento dos que se recusavam a pagar propina. Na autuação oficial, os donos do Stonewall foram citados por não possuírem alvará para venda de bebidas alcoólicas. Mesmo que eles tivessem requerido a obtenção do alvará, contudo, dificilmente eles teriam sido atendidos: o órgão estatal responsável por este tipo de licença era notoriamente hostil a estabelecimentos voltados para homossexuais. Assim sendo, os primeiros manifestantes homossexuais modernos estavam se rebelando contra a regulação estatal. De fato, a liberdade perante o governo, genericamente considerado, era uma idéia central do movimento de liberação homossexual.

No entanto, algo fez com que o movimento gay se desviasse deste objetivo originário. Hoje, o intitulado movimento pelos direitos homossexuais vê o governo como o provedor, e não o inimigo, da liberdade. Da medicina socializada, passando pela legislação anti-disriminação e chegando às aulas obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há qualquer tipo de iniciativa para incrementar o poder governamental que estes supostos guerreiros da liberdade não apoiem.

Enquanto as relações homossexuais entre maiores de idade sejam consideradas atos ilegais em alguns estados, eu acredito que organizações dedicadas a legalizá-las têm um assento legítimo na constelação das causas em prol dos direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, contudo, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. O fato de que o movimento pelos direitos homossexuais ter assumido uma postura cada vez mais autoritária é a consequência inevitável de se basear compromissos políticos em lealdades tribais, e não em princípios filosóficos.

Numa sociedade livre não existem direitos homossexuais, apenas direitos individuais. Tanto para homossexuais quanto para heterossexuais, estes direitos se fundem num único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, o movimento pelos direitos dos homossexuais deve voltar às suas raízes libertárias. Isto iniciaria o imprescindível processo de despolitização da homossexualidade e evitaria uma perigosa guerra cultural que a minoria homossexual jamais poderá vencer.

Mesmo a “neturalidade” estatal que homossexuais “de centro” como Andrew Sullivan advogam forçaria o governo a tratar a homossexualidade como algo equivalente à heterossexualidade, como se vê nas demandas de Sullivan em prol de um pseudo-“casamento” homossexual e da admissão de gays assumidos nas forças militares. A verdadeira neutralidade, contudo, exigiria não uma aceitação, mas indiferença, desatenção, inação. Um estado neutro não penalizaria nem recompensaria a conduta homossexual. Ele não proibiria nem legitimaria juridicamente o casamento homossexual. Num ambiente militar, um estado neutro submeteria qualquer manifestação de sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Os homossexuais devem rejeitar a idéia disparatada de que eles são oprimidos pelo “heterossexualismo”, uma ideologia vil que subordina e denigre homossexuais ao insistir no papel central da heterossexualidade na cultura humana. Não se pode fugir da biologia humana, por mais que tal projeto possa seduzir acadêmicos alienados que imaginam que a sexualidade humana é uma “construção social” alterável à vontade. Homossexuais são e serão sempre uma raridade, uma pequena minoria necessariamente à margem da família tradicional. O “preconceito” heterossexual das instituições sociais não é algo que precise ser imposto a uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma bastante natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é sectária. Se os homossexuais utilizam o poder estatal para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão se engajando num ato de beligerância que será considerado com justiça uma ameaça à primazia da família tradicional.
Mesmo vários homossexuais liberais admitem que o modelo dos “direitos gays” já serviu a todo e qualquer propósito útil que ele algum dia possa ter tido. A idéia de que os homossexuais, especialmente os homens, sejam um grupo de vítimas é tão contrária à realidade que ela já não é mais sustentável. os campos econômico, político e cultural, os homossexuais exercem uma influência desproporcional ao seu número em face da totalidade da população, um fato que deu origem a inúmeras teorias conspiratórias. Dos cavaleiros medievais de Malta ao misterioso “Homintern” dos tempos modernos, a idéia de uma poderosa organização secreta de homossexuais é tema persistente na literatura conspiratória, imitando a forma e o estilo da mitologia anti-semítica.

Justaposta à propaganda vitimizante dos últimos vinte anos, esta imagem de poder homossexual com ela se funde para produzir um personagem particularmente antipático: uma criatura privilegiada que não para de choramingar quanto ao seus infortúnios. Se as lideranças políticas homossexuais estão tão preocupadas quanto a um suposto crescimento de sectarismo anti-homossexual, talvez elas devam tomar o cuidado de projetar uma imagem pública menos criticável.

Na condição de contigente especializado de um exército dedicado a empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo do povo americano, o lobby homossexual se alimenta dos piores medos de suas bases eleitorais. Empunhando o espantalho da “Direita Religiosa” a fim de manter as tropas em alerta, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “sem nós, vocês não teriam a menor chance contra este sujeito”.

Entretanto, nenhum grupo religioso de peso jamais clamou por medidas legais contra os homossexuais. A Coalização Cristã, o Eagle Forum e outros grupos ativistas conservadores somente se envolveram em atividades políticas supostamente “anti-homossexuais” defensivamente, trabalhando pela rejeição de leis garantidoras de “direitos gays” que atacavam as crenças mais preciosas daqueles grupos.

Os líderes do movimento gay estão brincando com fogo. A grande tragédia é que não serão eles os únicos que sairão queimados. A volatilidade dos temas que eles vêm levantando – temas que envolvem religião, família e as mais elementares premissas do que é ser humano – cria o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados.
A ousadia da tentativa de se introduzir um “currículo homossexual positivo” nas escolas públicas, a postura de vítimas militantes que não toleram qualquer questionamento, a intolerância brutal que se segue à tomada do poder pelos homossexuais em guetos urbanos como São Francisco – tudo isso, somado ao fato de que o próprio paradigma dos direitos dos homossexuais representa uma intolerável invasão da liberdade, tende a produzir uma reação da maioria.

Já é tempo de se questionar o mito de que o movimento pelos direitos homossexuais fala por todos, ou mesmo pela maioria dos homossexuais. Isto não acontece. Leis que estabelecem “direitos homossexuais” violam os princípios do autêntico liberalismo, e os homossexuais deveriam levantar sua voz contra elas – a fim de se distanciarem dos excessos deste movimento destrutivo, a fim de evitar conflitos sociais e para corrigir alguns graves males já criados. Estes males são o ataque político hoje lançado contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução homossexual; o incansável deboche religioso que permeia a imprensa gay; e o ilimitado desprezo, inerente à subcultura homossexual, por toda tradição e pelos “valores burgueses”.

A busca por uma “etnia” homossexual é tão infrutífera quanto o esforço para forjar um movimento político homossexual. Ser homossexual não pode ser comparado, de forma alguma, a, digamos, ser armênio. Não existe uma cultura homossexual à parte da cultura em geral e, apesar de alegações pseudo-científicas em contrário, não existe uma “raça gay” geneticamente codificada. Existe apenas um certo comportamento adotado por um grupo heterogêneo de indivíduos, cada um baseado em seus próprios motivos e predisposições.

Quaisquer esforços de santificação desta conduta, ou de sua explicação de forma a esvaziá-la de qualquer conteúdo moral, são contraproducentes, além de pouco convincentes. Tentar reconciliar de alguma forma a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é renunciar ao verdadeiro direito que as pessoas, homossexuais ou não, efetivamente têm: o direito de não ter que dar satisfações quanto à sua própria existência.

A obsessão em “assumir” sua própria homossexualidade e o auto-centrismo essencialmente feminino deste tipo de ritual é certamente um outro traço do movimento homossexual que deve ser eliminado. Será que nós realmente temos que conhecer as predileções sexuais de nossos vizinhos e colegas de trabalho, ou mesmo de nossos irmãos e irmãs, tios e tias?
Esperar aprovação ou sanção oficial quanto algo tão pessoal quanto a própria sexualidade é um sinal de fraqueza de caráter. Pedir (não, exigir) com a cara limpa tal aprovação na forma de um ato governamental é algo de um mau gosto sem paralelos. É também a confissão de uma falta de auto-estima tão devastadora, de um tal vazio interior, que sua expressão pública se torna inapreensível. A auto-estima não é uma qualidade que se possa extrair dos outros, nem ser criada legislativamente.

A história do movimento gay revela que Eros e ideologia são antípodas. A política, disse Orwell, é o “sexo azedado”, e a palavra “azeda” certamente descreve a visão do mundo dos dogmáticos dos direitos homossexuais. Isto fica evidente só de olhar para eles: melindrados a todo tempo por uma sociedade “heterossexualista” e normalmente muito pouco atraentes para conseguirem namorar, estas pobres almas politizaram tanto sua sexualidade que dificilmente se pode afirmar que ela ainda exista.

Ao invés do moralismo da “visibilidade” gay, uma solução sensata para a Questão Homossexual seria uma convocação de retorno aos deleites da vida privada, uma redescoberta da discrição ou mesmo do anonimato. A politização da vida cotidiana – do sexo e das instituições culturais fundamentais – é uma tendência a que devemos resistir com tenacidade: não apenas os homossexuais, mas os amantes da liberdade em todas as esferas de realização humana.

Artigo originalmente publicado na revista The American Enterprise.

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Dica da Norma Braga via Face. Fonte: Gays de Direita. Divulgação: Púlpito Cristão/JESUS É O SENHOR
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Em Cristo,
Mário César de Abreu

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