segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Silas Malafaia abaixa o preço e agora vende unção financeira por 610 reais




Houve tempos em que o Evangelho era pregado de graça, com e pela Graça! Hoje, porém, com a desculpa de que Deus precisa do nosso dinheiro (!) para que a obra seja feita, como se Ele não tivesse mais poder por Si só, alguns vendem unções de riqueza e até salvação. Acham que o fim justifica qualquer meio, então se a intenção é pregar o Evangelho, a forma como se financia isso não importa.


No ano passado, o Pr. Silas Malafaia levou ao seu programa o Pr. Morris Cerullo, que lançou a profetada de que Deus derramaria uma “unção financeira” sobre quem doasse R$ 900,00 ao programa Vitória em Cristo. A bênção tinha até data final para acontecer: 31 de dezembro de 2009. Assim, o programa arrecadou milhões, mas não informa quantos ficaram realmente milionários com a distribuição que supostamente Deus faria das riquezas mundiais. Para maiores detalhes, leia um artigo postado nesse mesmo blog.


Como expirou o prazo da venda da unção financeira (em troca, inteiramente “grátis”, o fiel ainda recebia uma Bíblia de Vitória Financeira e Batalha Espiritual), foi necessário arrumar outra forma de arrecadar dinheiro dos fiéis. Aí o Malafaia importou o Dr. Mike Murdock, que veio com uma profetada ainda maior: em troca de uma “oferta voluntária” de R$ 1.000,00, o fiel conseguiria a salvação de toda a sua família e ainda bênçãos materiais diversas. A salvação, nesse caso, literalmente se tornou um negócio. Se já é grave vender a promessa de riquezas, muito mais é vender a salvação de alguém. Mas, no atual evangelho das “metas”, está valendo. O importante são os números, financeiros e de membros de uma denominação, não as vidas. Também há um artigo aqui explanando melhor isso.


Agora o Malafaia trouxe o Cerullão novamente, com a mesmíssima história de que Deus distribuirá as riquezas mundiais entre os crentes, mas só entre os que tiverem fé suficiente para ofertar “voluntariamente” R$ 610,00. Em outras palavras, o deus deles teria prorrogado a “unção financeira”, e com um bom desconto para liquidar o estoque. Aceita-se depósitos em conta-corrente, pagamento por boleto bancário e, pelo site Vitória em Cristo, pagamento por cartão em até 6 vezes sem juros.


Eu poderia dizer mil coisas, mas a tristeza pela volta da venda de indulgências por parte da igreja evangélica brasileira não me permite. É duro pensar que a vaidade de um homem que se diz de Deus levará ensinos enganosos a lares de 127 países, ensinos de um evangelho mercantilista, sem Graça, onde a bênção precisa ser comprada com a desculpa de que o dinheiro será usado para estender o Reino. Mas, que Reino?


Não sei o deus deles, mas o Deus que eu sirvo é Todo-Poderoso e sabe, antes mesmo que peçamos, dar o que Seus filhos necessitam. Ele nos pede que não sejamos ansiosos pelo que havemos de comer, de vestir, afinal se Ele veste os lírios do campo e alimenta as aves dos céus, muito mais faz por Seus filhos. Ele não necessita que esmolemos ajuda para que Sua obra continue, seja para a construção de templos ou mesmo manutenção de programas de rádio ou tv, pois Ele tem poder para prover aquilo que vem Dele, não da vontade humana. O problema é que muitos fazem a obra por vontade própria, não pela de Deus, e nesse caso precisam recorrer a subterfúgios para manter a arrecadação necessária para prover seus caprichos, mesmo que esses tenham aparência de bem, afinal “pregar a Palavra” é bom, não é mesmo?


O apóstolo (de verdade) Paulo viajou para diversas cidades e países, e nunca precisou vender “voluntariamente” unções ou salvação para financiar seus projetos evangelísticos. Na verdade, a vida que Paulo teve enquanto na terra pregando o verdadeiro Evangelho nada teve de “vitoriosa”: sofreu naufrágios, açoites, prisão, apedrejamento, e ainda teve que conviver com um “espinho na carne”. A “vitória em Cristo” de Paulo foi nos céus, não na terra, onde as riquezas se corroem. Realmente, são bem distintos os evangelhos pregados por Paulo e por Silas (o Malafaia).


Que Deus tenha misericórdia de nós, que não sabemos discernir o que vem de Deus e o que é puramente vontade e vaidade de homens. Que o verdadeiro Evangelho volte a ser pregado, e que o falso evangelho mercantilista um dia deixe de envergonhar o Reino de Deus em cadeia nacional e internacional de rádio e tv.


FONTE: PÚLPITO CRISTÃO
POR VERA SIQUEIRA

segunda-feira, 26 de julho de 2010

IURD E IMPD CONSIDERADAS SEITAS



Essa semana li que o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, considerou a IURD e a IMPD, seitas, e necessário é, que pessoas oriundas dessas denominações sejam rebatizadas e façam profissão de fé. Louvável o posicionamento da IPB. Há muito tempo se espera, pelo menos das grandes denominações evangélicas do Brasil, a definição do que é, e do que não é, CRISTIANISMO. A Bíblia já define bem, mas é preciso ensinar nos púlpitos. O povo cristão tem sede de ensino e exposição bíblica, algo raro até nos mais "sinceros" púlpitos deste país.


Como podemos considerar pastor cristão, alguém que não prega o Evangelho da Cruz? Como podemos considerar cristianismo algo tão contrastante com os ensinos bíblicos? Podemos considerar cristianismo algo, pelo simples fato de "crer" na Bíblia ou fazer uso dela no rito?
As grandes corporações que pregam a teologia da prosperidade, que incluem promessas de riqueza, saúde, bons relacionamentos, cura interior, libertação de demônios etc... não pregam uma coisa: a Cruz. Não o principal, mas o ÚNICO meio para a Salvação do homem. Para nós que cremos no Evangelho, trilhar os caminhos da prosperidade humana a qualquer custo tem um único fim, o inferno, lugar que caiu em desprestígio nessas denominações, que publicamente não o negam, mas o expurgam das pregações para serem continuamente agradáveis a seus clientes.


Constantemente escuto a frase: lá é um pronto-socorro! Em outras épocas eu diria... ok! Pode ser... mas meu posicionamento hoje no entanto é outro. Primeiro eu pergunto: Por quê? Quem vai lá vai atrás de quê? Falta de dinheiro, saúde, casamento arruinado? É bastante provável que a resposta se encaixe nesses quesitos ou em outros bastantes semelhantes. Creio também, que a maioria dos verdadeiramente salvos também respondem algo bem parecido. Ai faço a segunda pergunta: Não são estes desesperados, os mesmos que já foram aos centros de umbana, "tiraram" cartas e consultaram os búzios e agora estão atrás de mais uma opinião? O impressionante é que muitos se encaixam aqui também. Chego então a uma última pergunta: Cristo: Salvador ou Solução? E a resposta é sempre a mesma: SOLUÇÃO. É aqui que diferenciamos os salvos dos não salvos.


Não buscam um salvador, buscam uma solução para satisfação de suas almas. Buscam desde um emprego a um carro novo... buscam da cura da filha soropositivo à aprovação em um concurso público... buscam de tudo... menos a Cristo... Como alguém assim pode ser considerado cristão? Como uma igreja que doutrina seus membros dessa forma pode ser cristã? Como pode alguém que odeia a cruz e não entende o seu significado ser declarado salvo? Basta "sinceridade" para alguém ser salvo?


Já é hora de pastores que pregam o verdadeiro Evangelho de Cristo condenarem esse ensino de demônios que prega de tudo, de psicologia barata à atitude positiva, mas nega o principal: a Palavra de Deus. Que distorcem a Palavra e deleitam-se em fábulas. Igrejas pastoreadas por lobos vorazes que cerram a porta dos céus impedindo que outros entrem, prometendo um céu na terra que nunca existirá.


Que este concílio da IPB possa ser um primeiro brado entre muitos outros contra as corporações da "salvação por obras", que rejeitam o sacrifício da cruz em troca de sacrifício financeiro. Que viram as costas à Cruz e voltam-se para o deus riqueza.
***
Daniel Clós César 
FONTE: PULPITO CRISTÃO

terça-feira, 6 de julho de 2010

O Evangelho de uma nota só!




Infelizmente o evangelho que tem sido pregado por parte de alguns dos evangélicos é o evangelho de uma nota só. Este evangelho ao contrário do evangelho dos evangelhos, anuncia o amor de Deus e esquece o juizo eterno; prega prosperidade e nega solidariedade; fala de fé e não confessa pecados; propaga a vitória, e nega a cruz.


A Música "faz um milagre em mim" de Régis Danese é um claro exemplo deste tipo de "evangelho". A canção em questão tem sido um dos HIT´s mais cantados pelos evangélicos neste ultimos tempos levando multidões a entoarem sensibilizadas o refrão: " Entra na minha casa, entra na minha vida." No entanto, a canção de Danese, retrata um Zaqueu bem diferente do relatado pelas Escrituras. Isto porque, ela aponta para um tipo de pessoa que até convida Cristo para entrar no seu lar, sem contudo, evidenciar frutos de arrependimento.
O texto bíblico ao contrário da canção é claro em afirmar que Zaqueu ao encontrar-se com o Senhor, se dispôs a doar metade de seus bens aos pobres, como também restituir quatro vezes mais àqueles que porventura possa ter defraudado.
Caro leitor, lamentavelmente ao contrário que gostaríamos, o evangelho de uma nota só é egoísta, ensimesmado e antropocêntrico, cujo enfoque principal é a satisfação das necessidades humanas.
Isto posto, confesso que gostaria muito de ver essa enorme multidão que se diz crente em Jesus cantando um outro tipo de música, cuja letra e melodia se caracterizaria como uma linda e rica sinfonia.
Ah! Como seria bom ouvir os crentes cantando e louvando a Deus dizendo:
"Entra na minha casa, entra na minha, mexe com minhas estruturas, sara as minhas feridas. Eu me arrependo dos meus pecados, eu vou doar o que me sobeja aos pobres e restituir àqueles que roubei quatro vezes mais."


Seria maravilhoso!
Pense nisso! Por Renato Vargens


FONTE: PÚLPITO CRISTÃO 

segunda-feira, 5 de julho de 2010

BOTA DE PÍTON ?



Depois de pedir para tocar os tambores e dançar “profeticamente” no ritmo baiano, agora uma famosa “adoradora” brinda-nos com uma nova estratégia que pretensamente Deus lhe deu para vencer os principados de píton e do boiadeiro!


“Uma profeta teve uma visão”? Se os neopentecostais místicos pelo menos lessem a Bíblia — especialmente Apocalipse 2.20-22 — saberiam, sem precisar conhecer a língua portuguesa, que o feminino de profeta é profetisa!


“Barretos é do Senhor Jesus”? Por que não o Morro do Bumba, em Niterói? Por que não o Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro? Aliás, não foi no apoteótico show do “Santódromo” que a aludida “adoradora” profetizou bênçãos mil para a Cidade Maravilhosa?


“Principado de piton”? “O senhor me levou a comprar uma bota de cobra”? Não é piton, prezada “adoradora”! É píton! Aliás, isso tudo não nos faz lembrar da pitonisa de En-Dor?


A “adoradora” diz ainda que teve encontros tremendos depois que comprou essa bota... Deus agora precisa de artifícios para operar? Ainda bem que Ele nunca me pediu um sapato de couro de cobra! Eu não teria dinheiro para comprá-lo. Se a bota custa R$ 4.500,00, um sapato não deve sair por menos de R$ 2.000,00...


“E depois eu vi a confirmação do Senhor”? “O Senhor falou para mim: Compra uma bota de cowboy”? “Vamos tirar o chapéu para Jesus”? Isso não é mais uma estratégia desesperada para vender CDs e DVDs, uma vez que ninguém aguenta mais a mesmice melosa?


“Os cowboys são de Jesus”? “O Brasil vai dançar em Barretos”? Esse não é o mundo de Marlboro? Meu Deus! Onde vamos parar? Que evangelho é esse? E essa musiquinha ao fundo, é para sugestionar o povo?




Como perguntaria David Wilkerson, é para rir ou para chorar?


  Ciro Sanches Zibordi


Postado por Ciro Sanches Zibordi às Terça-feira, Abril 20, 2010


FONTE:BLOG DO CIRO

terça-feira, 22 de junho de 2010

O FALSO PROFETA E SUAS HERESIAS



Quem são estas pessoas que esfregam as mãos no “apóstolo dos fluidos corporais”, na busca desesperada por um bocadinho de suor ungido? (Veja o vídeo)
São as mesmas que outro dia mesmo subiam as escadarias da Igreja da Penha de joelhos, lambuzavam-se com óleo santo, engoliam pílulas de papel, traziam santos pintados e vestidos feito boneca para passarem o fim-de-semana em suas casas, faziam psicanálise com preto velho, tinham suas mãos lidas nas paradas de ônibus, jogavam flores ao mar, acendiam velas em esquinas, davam de beber ao chão, desfilavam longas ladainhas aos mortos, alisavam figuras de pedra e pau, adoravam um cristo de madeira ou em medalhas beijadas e lambidas. São estes! Os mesmos. Não outros.
Cegos que lustravam os longos corrimãos que levavam às salas de ex-votos nas catedrais, idolatras que imitavam a Cristo somente ao carregar pesadas cruzes em procissões, tolos que barganhavam regalias mágicas por pratos de farofa e garrafas de cachaça nos centros de macumba, feiticeiros domésticos que enchiam pratos com papel e mel e, quando ecológicos, distribuíam gnomos coloridos por entre os livros e badulaques nas estantes de suas casas.
Ah! Mas não! O Valdemiro não incentiva estas coisas... Ele cura em nome de Jesus!

Sim! Certamente! E como “Gizuz”, vende seus lenços suados e suas rosas ungidas no fim das pregações, pega seu BMW e ruma para a próxima catedral...
Não! De forma alguma! Não toque no ungido! Ele expulsa demônios das pessoas em nome de Jesus!
Sim! Claro! Um santo! Que igual a “Gizuz”, entoa leilões de ofertas no fim da pregação e bênçãos sem medida!
Opa! Quase esqueci! Para quem deu acima de R$ 1.000,00, o ungido bota a cara do pobre contribuinte debaixo do sovaco e ora que é uma beleza..Não! Mas não! Ele prega o Evangelho. Será? Ler a bíblia, citar versículos é pregar o evangelho? O Diabo faz isto! Fez com Jesus! Está na Bíblia! Eu o vejo passar 30% do seu tempo esculachando a concorrência. 30% apresentando curas milagrosas e sendo esfregado... 20% lendo algum versículo da bíblia descontextualizado e os 20% restantes tomando a grana da galera! E o Evangelho do Reino? A mensagem de salvação? Alguém ouve?
Alguém já ouviu o Valdemiro clamar ao povo que se arrependa de sua idolatria, de seus pecados e siga a Jesus? Não a ele? Não a sua igreja? Siga e imite JESUS? Creio que não!
Mas calma lá! Ao menos a água que ele toma é 100% Jesus! Sim da marca 100% mineral! 100% gospel!
Ouvi de alguns pastores de igrejas tradicionais: “Pobres destes irmãos desviados e enganados por estes vendilhões da fé”. Os vendilhões estão ai. Antes estavam em outros lugares mais na moda... Desviados, já não sei. Desviados de onde? Teriam estas pessoas conhecido Cristo? Por quem foram discipuladas? Conheceram o Evangelho? Que “evangelho”? Que desviadas que nada! Para estar desviado era preciso antes estar no Caminho, diga-se: o ÚNICO. Era preciso antes terem se arrependido de sua idolatria! Estavam estas pessoas antes buscando o Reino e Sua Justiça? Creio que não!
Ele fará uso de todas as formas de engano da injustiça para os que estão perecendo, porquanto rejeitaram o amor à verdade que os poderia salvar. Por essa razão Deus lhes envia um poder sedutor, a fim de que creiam na mentira, e sejam condenados todos os que não creram na verdade, mas tiveram prazer na injustiça. 2Ts.2:10-12


Esta gente sempre esteve onde está agora! Atrás de uma promessa qualquer obtida à custa de um “toma-lá dá-cá” mal disfarçado de feitiçaria envolvendo um pequeno sacrifício financeiro, ou físico, em troca de um pedido urgente. Fé? Está mais para “fezinha”, jogo “de roleta”. Apostas bem espalhadas entre quase todas as opções da mesa religiosa, cobrindo os “sete cantos”. Um vai ter de me ajudar! Ou quem sabe carregar! Risos!
Para estas pessoas, o Senhor Jesus é mais uma “entidade” que se coloca contra a parede em troca da promessa de um boquirroto qualquer. Antes era o “Santo Antônio” virado de ponta a cabeça, colocado no freezer, até o infeliz trazer o príncipe encantado! Agora é o desafio financeiro da “fogueira santa”!
Cobras! Raça de víboras!


Um dia dirão: “Jesus, Jesus...” e ouvirão “um não te conheço”. Argumentarão: “mas Senhor eu li a Bíblia eu te aceitei...”. Podem bem ouvir: Sim, mas também ao Papa, ao Valdemiro, ao São Jorge, ao feiticeiro, à cigana, ao Buda, à Maomé, etc.
Qual é a diferença? A diferença é que agora estas pessoas se dizem crentes, decoram suas cabeceiras com a Bíblia, guardaram as estátuas no armário mais alto (melhor não jogar fora...) e seguem líderes que também se dizem crentes e vão todas felizes e saltitantes para o quinto dos infernos!
Vamos acordá-las antes que seja tarde ou seguimos sem “tocar nos ungidos”, nos confortando com o fato de que ao menos se trata de uma macumba gospel e desejando, do fundo do coração, que algo de bom saia daí e, quem sabe um dia, este pessoal encontre a Jesus?


Meu irmão, minha irmã! Vamos ao menos acender uma luz para eles? Que tal trocar a hipocrisia e o falso pietismo, que faz a maioria se calar em nome de uma pretensa “atitude cristã” e berrar aos quatro cantos que estes irmãos estão sendo enganados por falsos profetas? Eles estão tropeçando nos seus próprios cadáveres e nós estamos fazendo o que?
Eu te digo o que: Nós estamos batendo palmas para “apóstolo macumbeiro”, para “igreja aborteira”, para “o evangelho sem arrependimento”, “para a teologia do dinheiro do apóstolo alado” e, quando sobra tempo, fazemos caretinha hipócrita, recriminadora, para quem tem coragem de levantar a voz e dizer a verdade sobre este bando de salafrários! Sniff Sniff Não devemos julgar!
Talvez, diante de QUEM realmente importa, eu venha a ouvir que acusei, exagerei... Talvez o Senhor me admoeste pela minha ira incontida e meu nojo, antes da compreensão...
Que Deus me oriente... Mas hoje, do jeito que a coisa vai, prefiro estar entre os que pregam aos drogados, entre os que evangelizam prostitutas, entre os que compreendem os miseráveis revoltados e os criminosos que não conheceram a Jesus...
Prefiro ser condenado porque gritei alto demais do que porque fui hipócrita.
Prefiro ser condenado porque ridicularizei, do que porque relativizei.
Minhas leituras da Bíblia indicam que estarei em ótima companhia. Nas Sagradas Escrituras abundam heróis da fé irados, acusadores e escarnecedores de vendilhões e falsos profetas e não se tem noticia de “santinhos do pau oco” e hipócritas sendo benditos por Deus...
Prefiro os pastores que pregam o Evangelho em sã doutrina e Amor pelo humilde e não curam um único tumor em seus púlpitos, mas dobram os joelhos pelos seus em humildade, para depois observar milagres grandiosos nas casas de suas ovelhas no júbilo dos justos!
Prefiro os que colocam Jesus adiante de todas as coisas e, assim por trás de Sua orla, testemunham milagres muito maiores do que os que se vê na TV.
Prefiro estar com os líderes tolos que não tem avião, mas ajudam missionários no campo, do que sentar nas mesas dos apóstolos alados, dos curandeiros televisivos e dos contrabandistas da fé.


Prefiro o pastor que é homem e, como homem, sofre e é testado e tentado... Chora! Mas um dia ao pregar vê o milagre andar em sua direção! No tempo do Senhor, na dependência da Sua misericórdia. Debaixo da Graça!


Prefiro olhar as obras do coração e da Salvação... Drogados e bandidos virados obreiros não me comovem. Falidos transformados em milionários, não me enchem os olhos. Doentes curados, não me fazem dizer Glória! A MENOS QUE: estejam no Caminho de Jesus. Do Evangelho, sem marketing ou mistura. Na loucura que Paulo tanto defendeu. No AMOR. Ai, sim. Aleluia! Glórias a Deus! Porque do contrário, trata-se apenas de frivolidades e confortos de “uma sala de dentista”. Água gelada, revista nova, ar refrigerado. Inutilidades momentâneas, pois atrás da porta o que espera é BROCA!


Como se faz no twitter: #prontofalei


Veja este vídeo chocante até o final. Veja e enterre qualquer dúvida que ainda tenha sobre este homem. Se você não tiver ânsia de vômito, há algo errado com você!


FONTE: GENIZAH

terça-feira, 15 de junho de 2010

Atos proféticos?

Esse modismo pseudopentecostal tem conquistado até pastores da Assembleia de Deus que se esqueceram dos Atos dos Apóstolos



Há algum tempo, uma celebridade gospel andou “profeticamente” como um animal quadrúpede em cima de um palco, como se fosse uma leoa. Depois, em outro “ato profético”, ela “pisoteou” um rapaz que representava o Diabo. E, recentemente, a mesma “adoradora” comprou uma bota de cowboy para esmagar “profeticamente” os principados que supostamente dominam as cidades de Dallas (Estados Unidos), Madrid (Espanha) e Barretos-SP (Brasil).


Num dia desses, assistindo a um programa assembleiano que vai ao ar no sábado pela manhã, fiquei pasmo. Vários “atos proféticos” foram apresentados com a maior naturalidade, como se fizessem parte da liturgia do Movimento Pentecostal. Sinceramente, é triste ver igrejas ditas cristãs, evangélicas ou pentecostais voltadas ao misticismo.

Os “atos proféticos” estão na moda, inclusive em algumas igrejas tradicionais, como a Assembleia de Deus. E eles estão ficando cada vez mais exóticos. Certo pregador (pregador?) assembleiano (assembleiano?) — não me pergunte o nome dele — anda dizendo por aí que, ao ter chegado a uma cidade, e percebendo que havia uma nuvem negra sobre ela, resolveu, num “ato profético”, percorrer a cidade inteira de carro, rua por rua, derramando azeite por onde ia passando! Já pensou se a moda “pega”, e alguém resolva ungir megalópoles como Nova York, São Francisco, Londres, Paris, Johanesburgo, Rio de Janeiro e São Paulo?! Haja azeite!


Recentemente, fui convidado para ministrar a Palavra em uma Assembleia de Deus — não me pergunte onde —, mas acabei não pregando. Quer saber por quê? Era um dia de eleições, e o pastor resolveu fazer um “ato profético”. Enrolou-se na bandeira do Brasil, “profetizou” vitória sobre a nossa nação, ungiu a bandeira e depois pediu para todos os presentes, um a um, “profetizarem” bênçãos para o Brasil, representado pela bandeira estendida...


Resultado: como o tal ato pretensamente profético durou mais de uma hora, não houve exposição da Palavra de Deus nem manifestação do Espírito Santo (1 Co 14.26). Ocorreu também uso indevido da unção, pois à igreja neotestamentária, nesse tempo da Graça, a única unção com óleo (literalmente, falando) que se aplica é a que se ministra no momento da oração pelos enfermos (Mc 6.13; Tg 5.14).


O que está acontecendo com a quase-centenária Assembleia de Deus e com outras igrejas tradicionais, que sempre valorizaram o estudo da Palavra de Deus, a oração e a evangelização? É necessário mesmo adotar práticas místicas para o recebimento das bênçãos do Senhor? A adoração pura e simples, o louvor e a intercessão perderam a eficácia? E a pregação expositiva ungida, não funciona mais?


É preciso mesmo que empreguemos no culto toda a parafernália mística de falaciosos movimentos que supervalorizam as experiências exóticas, em detrimento da obediência aos princípios, mandamentos e doutrinas da Palavra de Deus? O Evangelho de Cristo é simples (2 Co 11.3,4). Temos de orar e jejuar, amar e estudar as Escrituras, bem como sair das quatro paredes, levando a mensagem da cruz ao mundo perdido (1 Co 1.18,22,23; 2.1-5).


Portanto, digamos “não” aos “atos proféticos” — que infelizmente têm conquistado até pastores da Assembleia de Deus que se esqueceram dos Atos dos Apóstolos —, os quais só servem para afastar o povo de Deus da Palavra e da simplicidade do Evangelho, gerando falsa espiritualidade e pseudo-avivamento.


Ciro Sanches Zibordi
FONTE: CPADNEWS-BLOGDO CIRO

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Liberalismo e Teologia Relacional: O evangelho dos bebês chorões

Teologia Contemporânea, Teologia Liberal, Teologia Relacional, Teísmo Aberto


Por Leonardo Gonçalves
Desculpa por destruir o seu patriotismo hipócrita que ressurge a cada quatro anos, mas há algo que nem a copa do mundo consegue disfarçar: O Brasil é o maior depósito de sucata teológica do mundo. Tudo o que não funciona nos países de primeiro mundo é trazido, adaptado e aplicado aqui na república dos bananas.


Uma das mais recentes porcarias importadas para o nosso país se chama Teologia Liberal. Mas, o que é essa tal de “Teologia Liberal”? Bem, trocando miúdos, podemos dizer que teologia liberal é um movimento teológico com raízes no século XVIII, que mescla doutrina bíblica com filosofia e ciências sociais, propondo uma exegese subjetiva e a relativização do texto sagrado.


Há algum tempo atrás, uns pirados começaram a sobrepor-se à autoridade das Escrituras. Um destes caras, chamado Rudolf Bultmann, disse que é impossível interpretar um texto sem pressuposições, então ele passou a interpretar a bíblia à luz das suas crenças pessoais. Como neste mundo heresia se propaga como mato (e o diabo também dá uma mãozinha neste processo), um monte de babões com vontade de aparecer acompanhou o Bultmann na sua loucura, e logo a coisa se espalhou.

Permita-me um parêntesis, pois quero te explicar o quanto a interpretação do senhor Bultmann e dos seus
colegas liberais - tanto dos seus antecessores, como dos seus sucessores - é absurda:
Imagine que você um dia escreva um livro, contando uma história que você considera muito importante, e falando acerca das suas crenças. Digamos que eu receba o seu livro, contando a sua história, e comece a interpretá-lo à luz da minha vida, das minhas crenças e da minha história. O que você acharia disso? Já te imagino dizendo: “Ei, espera aí: Não foi isso que eu disse!”, ao que eu ia responder: “Não importa o que você disse, mas o que eu penso que você deveria dizer”. Seria uma loucura!

Feito este parêntesis, volto aos trilhos para dizer que nenhuma interpretação de texto pode ser mais burra e ao mesmo tempo mais arrogante que as ideias dos teólogos liberais. Ora, o seu texto não deve ser interpretado de acordo com as minhas crenças e minhas ideias, e sim de acordo com as crenças e ideias do autor. E não foi no seminário que aprendi isso, mas nas aulas de língua portuguesa e literatura do ensino fundamental. Gente, isso é óbvio demais!


Porém, apareceram no cenário teológico brasileiro uns caras pirados que querem interpretar a bíblia a luz das suas crenças, e que negam (ou na melhor das hipóteses, reinterpretam) o sentido do pecado, da salvação, da vida eterna em Cristo, e alguns chegam a negar a morte vicária (morte pelos pecados) de Jesus, bem como o seu nascimento virginal.


Alguns destes caras, com seus corações dominados por pressupostos mundanos, praticam uma exegese afeminada e começam a chamar Deus de mãe! Segundo eles, a paternidade de Deus é o reflexo de um principio machista que predomina nas culturas antigas, mas agora, os suprassumos da intelectualidade pós moderna, pastores fracassados que abdicaram da teologia bíblica em virtude de seus pecados e que agora ficam posando de filósofos existencialistas quando na verdade sequer conhecem a obra de Sartre ou Kiekgaard, bagunçam ainda mais o coreto evangélico nacional, pregando uma teologia do Deus “maricas”.


Sinceramente, creio que alguns pastores ao invés da “Água Branca”, andam tomando água turva nas fontes seculares do paganismo pós-moderno, e na tentativa de ser relevantes, acabam pagando de palhaços aos olhos de quem tem o mínimo de conhecimento teológico-filosófico e um pouquinho de discernimento. Outro, ao invés de dirigir os pecadores à Casa de Misericórdia (pois este é o significado da palavra “Betesda”), ensina as pessoas a confiarem num Deus fracassado e trapalhão que há muito tempo atrás perdeu as rédeas do Cosmos e agora deposita toda a sua fé em gente miserável e pecadora como nós. Sim, já não é o homem que tem que depositar sua fé em Deus, mas Deus é que tem que acreditar no homem.


Percebeu o grau da loucura destes pastores?


Seus sermões trazem um pouco de tudo, porque eles são bem ecléticos em suas crenças. De um modo inexplicável, estes dois pastores conseguem reunir o que há de pior em cada sistema teológico, bater tudo no liquidificador, acrescentando ao final uma colher de Open Theism, e assim fazem a sua omelete epistemológica.


Mas esta omelete liberal e neoarminiana tem dado indigestão em muita gente, e penso que é tempo de focar nossa munição em denunciar estes bebês chorões, quase sempre deprimidos em seus artigos, que reclamam de tudo, pregam contra a injustiça social e a disparidade dos povos, mas retiram dos crentes o que eles tem de mais precioso: “A crença em um Deus soberano e criador, o qual tem todas as coisas sob controle, que intervém diretamente na história, fazendo com que todas as coisas cooperem para o bem dos que lhe amam, e dos que por seu divino decreto foram chamados”.

FONTE: PÚLPITO CRISTÃO

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